The Last Chance
29 Capitulo 28 - PVD DUPLO
Notas iniciais
EMMA NOLAN SWAN
— Aqui, peça o carro enquanto eu devolvo as comandas.
Assenti com a cabeça quando ela me entregou a chave de seu carro, entregando o meu cartão de acesso e a minha carteira.
— Fique tranquila. — sorriu, pegando somente o cartão. — Estou te tirando daqui, então eu pago.
— Como se eu não quisesse ir. — murmurei baixinho.
Comecei a caminhar para longe.
— O que disse? — ouvi ao longe.
Ignorei e pedi ao rapaz que trouxesse o carro de Regina. Que situação estranha!
Regina estava demorando, batucava em minhas coxas, não conseguindo deixar de pensar no que faríamos ou até mesmo, pra onde ela me levaria.
Um toque no vidro me tirou daquele mar de pensamentos. Me estiquei e ergui o pino de segurança, destravando as portas para que ela pudesse entrar.
— Desculpe-me pela demora, aquilo estava uma bagunça!
— Ah, tudo bem.... sem pr-o-blem-aaaa-s. — droga!
Nada de gaguejar agora!!!!
— Em-mma. – me chamou, sibilando letra por letra. Eu a encararia, mas notei uma de suas mãos se movimentarem em minha direção, fechei os olhos no aperto que ela deu em minha coxa. – Está tudo bem?
Apenas afirmei com a cabeça, sabia que ela estava me encarando. Sua mão continuou a deslizar, dessa vez em direção ao interior das minhas pernas. Me ajeitei no banco do carro, mordendo os lábios e sentindo todo fervor que ela trouxe dentro daquele banheiro reascender ali.
Apesar de ser torturada quase todo caminho pela mulher, achei que fôssemos para a sua casa, porém notei que estávamos no limite da cidade. Não quis perguntar onde iríamos, com aquele caminho, era óbvio que estávamos na rota dos "motéis de luxo".
Decepcionada porquê Emma Swan?
Não demorou dez minutos para que cruzássemos aqueles portões enormes. Aquilo parecia um castelo, isso sim. A fachada era feita com enormes pilastras brancas e douradas, e em vermelho o nome era marcado ao alto. Tróia. Senti as minhas bochechas queimarem, eu estava morrendo de vergonha, nunca havia estado em um motel.
— Boa noite Senhorita Mills. – revirei os olhos, é ridículo aquela situação. Quantas vezes ela já veio aqui???
— Boa noite, Marcus.
— O mesmo de sempre? Suíte simples?
— Não. Eu quero a sua melhor....— abaixou o tom de sua voz, mas eu consegui ouvi-la tranquilamente. — é alguém especial.
— Certo, providenciarei o nosso melhor quarto e como cortesia, champagne por conta da casa. Mas antes de eu liberar o seu acesso, preciso verificar a identidade da sua acompanhante...
— Ah, claro... Emma?
Abri a carteira de mão e entreguei a Regina. Assim que ela passou a diante, os olhos negros do homem me observavam por longos minutos. Constrangedor demais!
— Aqui está Srta Swan. Espero que tenham uma boa e longa noite.
Mills me entregou o documento, sem nem me olhar. Acelerou o carro e mais uma vez fiquei surpreendida com toda arquitetura do lugar.
Quando ela destravou a porta do quarto escolhido com o cartão magnético, minha boca abriu em um perfeito "o". A iluminação é em um tom vermelho, onde recaia muito bem com o branco das paredes. Há um conjunto de espelhos redondos pendurados de forma horizontal por todo quarto e, todos eles iluminados pelo LED. Já ao lado da imensa cama, um espelho retangular, maior do que todos os outros, indo de ponta a ponta. No teto um lustre enorme, rodeado por mais dois espelhos grandes. Na esquerda daquele mesmo ambiente, uma banheira enorme... – Ua..
— Tem mais algumas coisas atrás daquela parede. – apontou para detrás da banheira. Regina fez um meio círculo e parou com o corpo bem próximo ao meu, porém por trás. Fechei os olhos com a sua respiração em meu pescoço.
— Eu irei tomar uma ducha. Gostaria de me acompanhar, Swan?
Afirmei com a cabeça, é a única coisa que eu consigo fazer tendo-a tão perto. Sua mão começa a passear pelo meu quadril, e então a calça torna-se larga, caindo aos meus pés. Respirei fundo e, ouvi o zíper da blusa se abrir, fazendo par com a outra roupa no chão.
Estou seminua, apenas de calcinha ali na sua frente. Ouvi certa agitação, mas não ousei a virar, estou muito mais do que vermelha. O rubor logo se transforma em desejo quando Regina leva o seu corpo para frente do meu e sem olhar para trás, segue totalmente despida para adiante das paredes.
Não penso para segui-la, simplesmente vou em sua direção. O ambiente ali é um pouco diferente, a madeira nas paredes deixa o ambiente na meia luz. Existe um sofá preto redondo mais à direita e na esquerda um box de vidro, onde Regina está de costas, se banhando.
— Entre. – a voz rouca e nada sugestiva me faz arrepiar.
Me livro da única peça que ainda me cobre e arrasto a porta, estando totalmente nua no mesmo ambiente que Regina Mills.
A pele morena naquela luz, tem um brilho próprio. As gotas de água escorrem por suas costas diminuindo o ritmo somente ao chegar na sua bunda. Salivo ao prestar atenção nesse caminho e, sem medo ou vergonha eu me aproximo ainda mais de seu corpo. Sinto os meus seios tocar suas costas e aquele contato é gostoso, é gostoso sentir a pele quente da mulher na minha. Por um momento, lembro da noite que tivemos em sua casa e pude sentir o meu centro pulsar com força. Regina se vira, me dando uma visão mais do que privilegiada de seus seios. E mesmo sendo alguns centímetros mais baixa, posso sentir o seu bico duro esbarrar nos meus. A visão me enlouquece a cada segundo e qualquer toque pode me arrancar totalmente a sanidade.
— Gosta do que vê? – suas palavras saem como um sussurro.
Afirmo violentamente com a cabeça queimando junto com seu olhar . Por mais que eu quisesse manter aquele contato, observar o restante de seu corpo foi mais forte. O abdômen reto, bem delineado naquele tom de pele me fez suspirar. Mais abaixo estava o seu ventre, lisinho, ou quase. Quero tocá—la.
Fiz o caminho de volta bem devagar, me prendendo aos detalhes do corpo em minha frente até parar nos olhos castanhos novamente.
— Vem aqui. — prendeu seus dedos em minha cintura, se jogando para uma das paredes.
A água agora escorria como cachoeira em minhas costas, enquanto eu ainda estava presa em seus braços. Nossos corpos colados totalmente nus, molhados e excitados. Eu estou enlouquecendo.
— Reg...
— Beije-me.
Eu quero aquilo mais do que tudo, e quero muito mais. Levo uma das mãos a sua face, indo até a sua nuca, olho para aqueles lábios como uma leoa ao ver sua presa bem à frente, e assim, faço. Beijo aquela mulher com mais desejo do que em qualquer outro dia.
O beijo que por sua vez começou lento, agora é uma guerra. A língua da mulher é maliciosa e a cada movimento são como faíscas para incendiar o meu corpo. Uma das mãos de Regina passeia pela minha coxa, subindo e descendo até chegar a polpa da minha bunda. Levo a perna até o seu quadril, fazendo da posição muito mais favorável ao toque da mulher. Ela desce seus dedos por minhas costas, passando sutilmente pela minha bunda, para, me encara e então, alcança o meu sexo por trás, uma passada de dedos apenas. Meus joelhos tremem com a excitação.
Regina para o beijo, desce a minha perna e sai do entrelaço, abrindo o box e me deixando ali. Esperei até que a minha respiração se estabilizasse para ir procurá-la.
Ao percorrer aquele corredor na meia-luz, sinto-me imensamente úmida e eu sei, não é pela água do chuveiro. É óbvio que ela não iria longe quando a encontro de pé na beira daquela imensa cama. Uma postura digna de uma pintura grega. Cabelos molhados, na altura dos ombros. Pele bronzeada e com respingos de um banho rápido. Lábios inchados. Olhos intensos. Braços gentilmente na frente de sua barriga. Os dedos indicadores se tocando. O sexo exposto, com uma linha fina e sutil em seu meio. Pernas torneadas dando-lhe o equilíbrio necessário.
Parei em sua frente e agora, ela quem me observa. Sinto o rubor ir queimando as bochechas, mas antes que aquilo acabe com qualquer desejo, ela gira nossos corpos.
— Deite-se. – leva sua mão ao meu colo e me empurra de forma gentil.
E, pela enésima vez naquele dia, sinto-me encharcada.
REGINA MILLS
Com os olhos perdidos em um verde água intenso, coloco um braço em cada lado de sua cabeça. Nossas respirações se cruzam, pois falta pouco para alcançar aqueles doces lábios.
— Abra suas pernas. – peço e ela obedece quase que no mesmo instante.
Escorrego uma perna para o seu meio, sentindo ela se estremecer ainda mais. Sorrio, ainda a olhando nos olhos. Desço uma das mãos para as lindas maçãs de seu rosto, acariciando ali por alguns segundos. Selo seus lábios, mordendo a parte inferior com cuidado e malícia ao mesmo tempo. E então, abaixo o meu colo, fazendo cada pedaço de sua pele minha, empurrando a coxa devagar em seu centro. Enquanto invisto ainda mais naquele movimento, desço os lábios, beijando seu pescoço.
Os beijos transformam-se em uma trilha, indo de um ombro à outro. Swan suspira e as mãos puxam uma quantidade considerável do meu cabelo. O cheiro familiar. O gosto simplesmente maravilhoso. Essa mulher exala tentação. Desço com a boca ansiosa para encontrar aqueles seios e quando encontro um deles, deixo a língua rodear lentamente o mamilo rosado, enquanto a destra excita o outro com a ponta dos dedos. Subo a coxa bruscamente, e ela geme, geme deliciosamente. Porra!
— Aaa, Emma.
Depois de chupar os dois mamilos da mulher, continuo a descer.
Essa barriga! Meu deus!
A medida que vou distribuindo beijos e chupões pela pele alva e lisa, noto que a sua respiração fica cada vez mais irregular. A encaro assim que chego em seu ápice, aqueles olhos imploram para que eu continue. Então sem hesitar deixo a minha língua descer devagar, sentindo o gosto da sua excitação. Vou até a sua entrada e subo novamente. Levo dois dedos para separar os pequenos lábios e começo a circular lentamente seu clitóris. De cima para baixo, e depois de um lado para o outro.
— Ohh, Reg...in..a – Swan abre ainda mais as pernas, movimentando seu quadril a medida que eu aplico os movimentos com a língua.
Tiro os olhos de sua intimidade e procuro o seu rosto mais uma vez. A sua boca está entreaberta e os olhos se comprimem. E ainda com a língua no seu ponto sensível levo agora um dos dedos para a sua abertura, acariciando a borda com cuidado para fazer pressão. Ela geme em total aprovação e meu dedo se escorrega lentamente em sua boceta.
— Está tão molhada... – sussurro, começando um ritmo suave na mulher.
Da mesma maneira que desci, eu subo, marcando a pele com beijos, ainda com o dedo dentro dela. Com os olhos já abertos, encontro as íris esverdeadas em chamas. O hálito quente, com cheiro de hortelã e álcool batia contra o meu rosto. Swan geme baixinho bem ali, pertinho da minha boca. Em um movimento rápido ela agarra minha nuca e inicia um beijo delirante, fazendo o meu centro pulsar e, por fim, estocar com um pouco mais de rapidez.
Intensidade. Se tem uma palavra pra resumir, é essa. A intensidade de me fazer molhar ao notar aquele corpo rebolando sob o meu dedo. Mordi seus lábios, e comecei a estocar mais forte, deixando o dedão encima do seu clitóris como estratégia para fazê-la gozar.
— Mais... aaa.. mais for...
Pedido concedido!
Swan acompanha o ritmo das investidas, posso sentir seus músculos começarem a se contrair. Desço rapidamente para a sua fenda, chupando-a com todo fervor.
— a-aaaa, me com... e! isso... iss..
Deslizei o indicador para sua fenda, notando os grandes lábios os abraçarem com maestria. Esperei com que seu sexo se acostumasse com o preenchimento de mais um dedo e voltei a entrar e sair no mesmo ritmo de antes. Suas pequenas unhas se fundem com os lençóis e seu corpo se move junto com minhas investidas. Lambi seu clitóris de forma lenta para logo depois suga-lo. Gemeu alto e seu quadril se elevou. Meus dedos estavam cada vez mais molhados e apertados dentro de si e ao retroceder o movimento de chupar seu broto inchado, seu gozo é anunciado de forma violenta ao proferir meu nome no mais gostoso dos gemidos.
Assim que ela parece estar totalmente liberta, retiro os meus dedos e os levo até a boca, sugando cada gota do seu gozo. E sabendo a sensação, deixo um tapa leve cair sobre o sexo totalmente sensível, fazendo a mulher gemer e sorrir ao mesmo tempo. Faço o caminho de volta, mas dessa vez, deito ao seu lado, vendo seu peito subir e descer bem rápido.
— Está tudo bem? — retiro alguns fios de cabelo do seu rosto.
— Está tudo... ótimo. – encarou o teto e sorriu brevemente.
Ficamos alguns segundos em silêncio, mas noto ela desviar os olhos e continuar a sorrir.
— O que foi Swan?
— É uma bela... vista. — virou de lado, ficando ainda mais próxima.
Semicerrei o cenho, não entendendo o que ela queria dizer. Ela aponta e eu a acompanho.
O espelho. Minha...
— Por acaso está olhando para a minha bunda, Miss Swan?
— Oh, com certeza eu estou. – ela pousa sua mão direita sobre o meu quadril. — Ela é muito bonita. — sua mão vai se movimentando para a minha parte traseira. – Se me permite dizer, – ela agarra a minha nádega com força. – muito gostosa.
A mão se estica até a minha coxa, colocando a minha perna contra o seu quadril. A destra desce agora para as laterais, da mesma forma que eu fiz quando estávamos no banheiro. Swan toca o meu sexo com a ponta dos dedos lentamente, sinto um arrepio cortar a espinha e o sangue esquentar ainda mais. Porém eu sabia, os toques eram receosos.
— Ei, você não precisa... – sussurrei, selando seus lábios rapidamente.
Ela esboça um sorriso tímido e pondera o olhar entre os meus olhos e a minha boca. – Eu quero você há muito tempo, Regina.
Um sorriso corta os meus lábios e antes que eu pudesse ao menos respondê-la, sua boca atiça os meus sentidos em um beijos de arrancar o fôlego. Meu corpo borbulha a medida que sua língua chupa a minha em um movimento sexy de vai e vem. Sinto sua mão tocar-me por trás uma outra vez e sem que eu pudesse me recuperar de qualquer ato, sinto-me preenchida com um dedo. Gemo entre seus lábios e subo ainda mais a perna em seu quadril para que seus movimentos fossem melhores. Sinto minha boceta se inundar cada vez que seu dedo entra com mais força. Fecho os olhos e a sensação do entra e sai começa a ficar mais rápida e voraz.
— Emma... vai... por favor! Mais forte!
Swan gira o seu corpo, me trazendo cuidadosamente para o seu colo. Ela se senta e com a mão livre, move o meu quadril. Sinto seu dedo atender então o meu pedido e quando penso que não poderia ficar mais gostoso o segundo dedo é adicionado. Caralho!
— Rebola pra mim, vai....- sussurra em um tom rouco, tocando o meu clitóris com a palma da mão.
— Ahh, Emm-a.
Levo os braços ao redor do seu pescoço para buscar equilíbrio e então, com os olhos fixados nos seus, começo a fazer o que ela me pediu, rebolando intensamente em seus dedos. Ela olha para baixo, lambendo os lábios.
— Isso é tão gostoso. Você é fodidamente gostosa!
Continuo a cavalgar sobre a dura vigia dos olhos esverdeados ainda com suas palavras nublando e atiçando meus sentidos. Swan leva sua boca para o meu pescoço, salpicando beijos e chupões por toda parte. Tombo a cabeça para trás, extasiada pela boca e pelos dedos ágeis me estocando. Abro os olhos e vejo o reflexo de nossos corpos no teto. A imagem tentadora faz o meu centro pulsar, me deixando muito próxima do ápice.
Gotas de suor escorriam pelo meu corpo a medida que eu ia e voltava, acompanhando o ritmo que ela me fode. Swan passa um dos braços ao meu redor. A pegada forte me faz fechar os olhos. Seus lábios fazem caminho até a minha orelha. A respiração quente...
— Goza.... Eu quero ver você gozar pra mim, Regina. – sussurrou, bombardeando sem parar e fortemente, da maneira que eu gostava.
Fechei os olhos, sentindo a sensação chegar aos poucos. E assim que Swan me apertou mais uma vez, que o bico de seus seios tocaram os meus e que os dois dedos me invadiram mais uma vez, meu corpo começa a ter espasmos, anunciando a chegada do forte orgasmo.
Após alguns segundos, ela retira seus dedos e gira o seu corpo ao contrário, colocando o meu corpo no colchão macio, caindo para o lado, deixando uma das mãos encima da minha barriga.
— Me deixe sentir. – falou baixinho e eu abri as pernas.
A mesma mão que antes repousava, agora descia novamente contra o meu sexo. A sensibilidade me fez suspirar quando ela passa pelo meu clitóris e ela massageia o local totalmente molhado pelo gozo. Seus dedos continuam com a moagem e em poucos segundos sinto-me queimar novamente.
As grandes orbes me encaram e com um sorriso zombeteiro ela se aproxima ainda mais. Seus lábios salpicam beijos pelo meu pescoço para logo depois os dentes me morderem. Arfo.
— Diga que me quer dentro de você de novo... — sussurrou tão lentamente que pude absorver cada tom em cada uma de suas palavra. Ordinária!
Me mantive em silêncio, ou pelo menos algo que não envolvesse aquele pedido enlouquecedor, por mais que minha boceta clamasse pela penetração. Emma então se ajeitou um pouco mais, escorrendo seus dedos de forma provocativa até a borda da minha entrada. Gemi em desacordo quando ela voltou a me masturbar. Rebolo meu quadril a medida que seus movimentos tornam-se firmes e por mais que eu tentasse não dizer aquelas palavras, minha língua então clamou para que ela me invadisse de vez.
— Me f-o-d-e! – procurei suas orbes esverdeadas e encontro tons escuros misturados com a sua retina.
Quando ela enfim possuiu a minha entrada com dois dedos de uma vez, ouvi o som gutural escapar pela minha garganta. Seus movimentos foram mais decididos dessa vez e no entra e sai, colocou mais força e rapidez em suas estocadas.
Preenchida e atordoada por todas as correntes elétricas que passam pelas minhas veias, me dou ao luxo de gemer seu nome cada vez que ela pousa seu dedão em meu broto totalmente duro, enquanto minha fenda é maltratada em um entra e sai gostoso. Meu mamilo esquerdo então é abocanhado por lábios suaves e se ainda fosse possível, me sinto ainda mais excitada.
Sua boca é substituída pelos dentes e na mordida que eles lançam sobre o meu bico entumecido, afundo minhas unhas em seus cabelos, puxando-os sem cuidado algum. Ela me encara para logo depois fazer o mesmo com o outro mamilo, sinto-me delirar e me apertar ainda mais em seus dedos.
— Você gosta? — passou a língua pelo bico, estreitando seus dentes devagar no mesmo.
Entra forte em mim e eu engasgo com a óbvia resposta. Porra Emma!
A essa altura seu corpo já se fundia ao meu devido a posição para que ela me chupasse. Chupões marcam a minha pele e eu que nunca fui fã da pratica, não me importo, quero e gostei de ser marcada por ela. Me fode mais sua gostosa!
Abraço seu quadril com as minhas pernas querendo que ela fosse mais fundo, e prontamente ela entendeu o recado e se alinhou para que as estocadas fossem em um ritmo mais rápido e forte.
Dentro. Fora. Dentro. Fora. Fundo. Forte. Fora. Dentro... fora... fort-e
Seu rosto agora está na curva do meu pescoço e meus dedos ainda se perdem nas madeixas loiras. O ar quente de sua respiração é como composição para que que logo atingisse o ápice. Encaro o teto e a visão tentadora de nossas posições me deixam casa vez mais próxima. Sinto-me encharcada, apertada e totalmente à mercê de seus movimentos.
— Por favor Emma... po-r...
A frase morre mais uma vez em minha garganta ao sentir (se possível) ainda mais estreita quando o terceiro dedo abarrota o meu ventre.Puta que pariu!
Uma vez que minhas mãos se agarravam em seus cabelos, agora marcam suas costas com as unhas. Já sua boca, prendia-se a carne do meus pescoço e no solavanco de todas suas investidas eu senti meu mundo escapar pelos seus dedos, me derramando em um gozo violento.
— Está muito... – fechei os olhos. – está muito sensível. -seguro a sua mão que agora mantinha os dedos em um ritmo mais leve.
Sentia os espasmos me invadirem com força ainda, estava trêmula e fôlego nem se quer existia. Beijou-me os ombros e se aconchegou mais à esquerda, saindo com cuidado do meu ventre sem nem tirar os olhos dos meus.
Fecho os olhos por alguns segundos e tento fazer as coisas voltarem os eixos, principalmente a minha respiração que se encontra totalmente descompassada.
Não tive ideia do tempo que precisei para recuperar um pouco de mim, mas ao ver as cores novamente novamente, notei ela lamber os dedos, me olhando e sorrindo ao mesmo tempo– Desculpa, acho que me empolguei.
— Vem aqui. – rolo um pouco mais para o seu lado e passo a língua pelos seus lábios, sentindo o meu próprio gosto ali. – Se você não tivesse acabado comigo, eu te foderia agora! Jamais se desculpe...
Vejo o rubor tomar o seu rosto e ela desviar os olhos.
Minutos se passaram e a vermelhidão não havia sumido. Beijei-lhe as bochechas e me aconcheguei ao seu lado, mais calma e curiosa por sua reação.
— O que foi? — indago.
— Ah... não é nada.
— Eu acho que é alguma coisa sim. – me aproximei, deixando a cabeça se encaixar no vão do seu pescoço.
Por mais que estávamos suadas o cheiro natural da mulher era demasiadamente maravilhoso. – Me diga...
— Foi bom pra você?
— Que pergunta boba, você acabou de ver como eu estou sensível. – saltitei beijos no seu ponto de pulso, subindo até suas bochechas. Não havia motivos para mentir. Sempre fui sincera caso algo não me agradasse naqueles momentos. – Claro que foi bom! Não foi pra você? – perguntei sentindo um forte arrepio arrastar-se por toda a minha coluna.
— Eu nunca estive com uma mulher, Regina. – me encarou. – Eu não sabia como tocar você. Praticamente fui por instinto...
— Não se preocupe com isso, Emma. E por não saber, você se saiu melhor do que consiga imaginar. Seus instintos me deixaram com as pernas moles. — deslizo a ponta dos dedos para o seu abdômen, indo e voltando até o meio de seus seios. – Você foi incrível.
— Te digo o mesmo. – sorriu.
Ficamos naquela posição por longos minutos em silêncio, sentia o cansaço físico me abater. Precisava dormir, mas eu não gostava de apagar em lugares como aqueles. Jamais passava mais do que a noite/madrugada, e com ela (ainda mais ela) não seria diferente.
— Swan? — sussurrei.
— Oi? — seus olhos estavam quase se fechando.
— Podemos ir?
— Achei que passaríamos a noi.... – ela suspirou profundamente.– Claro.
— Não pense que eu estou dispensando você, – me sentei – Eu só não gosto de acordar nesse tipo de lugar. E acredite, por mais luxuoso que seja, você também não vai gostar muito, imagino.
— Certo. Posso tomar uma ducha antes? Não quero chegar em casa cheirando a sexo.
— Você não precisa pedir.
Ela se levantou, caminhando totalmente nua pelo quarto. Mas antes de cruzar o corredor, ela para e me encara. — Me acompanha?
Com um sorriso sacana, não penso em negar o seu pedido. Caminho até ela, segurando em sua mão e nos encaminhamos para o box de vidro.
O banho demorou um pouco mais do que o previsto, já que era impossível não querer tocar aquela mulher totalmente despida em minha frente. Entre troca de beijos, um aperto aqui e outro ali, o banho relaxou os nossos corpos.
Já limpas e devidamente vestidas, deixamos o lugar. Swan se manteve perdida em seus próprios pensamentos quase o caminho todo, porém, era certeiro, assim que os nossos olhos se cruzavam, dois sorrisos se encontravam.
Sem palavras ou promessas, os lábios da loira selaram os meus delicadamente antes que entrasse em sua casa. Senti um misto de sensações ao voltar ao carro, levando a mão ao local beijado, sorrindo e lembrando de cada segundo da noite' passada.
— Ahhh... Emma Swan... você ainda vai me matar...
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