Notas iniciais
Olá aqui quem fala é o Richard. Me desculpem por não ter postado mas ultimamente estou sem tempo para escrever(problemas de família).

Eu e Edgar voamos, até parar do outro lado da rua, olho para o céu e algo desce em minha direção. Quando a coisa se aproxima, vejo que é um anjo e ao tocar com seus pés no chão suas asas evaporam. Ele é alto, cabelos enrolados mas curtos, olhos cinza da cor do céu antes de uma tempestade. Ele dá passos em minha direção até se aproximar e diz:

–Ora, ora, ora. Olhe oque temos aqui.

–Sou apenas eu, o que tem de mas? Pergunto muito confuso.

–Um demônio dos fortes e difíceis de se matar. Agora me lembro que ao me transformar em vampiro, também me transformei em um demônio, condenado ao inferno.

–E você é um anjo?

–Sim. Eu sou um anjo.

–Que bom para você. Digo à ele o mais ignorante possível. Barbara sumiu na hora da explosão, mas a casa não teve um arranhão.

–Já estou sabendo que você quer sequestrar Barbara e que me matar, mas infelizmente não sabe como. Paro e percebo que ele deve saber ler mente alguma coisa assim.

–Sim Caleb, eu leio mentes.

–Então já deve aber que eu vou te matar. Corro e coloco meu braco para frente com a intenção de perfurar a barriga dele, mas ele evapora como se virasse pó.

–Cadê você!? Grito já me enfurecendo. Uma voz vem em minha mente dizendo"meu nome é David e eu vou fazer você voltar de onde você veio. Do inferno!" Sua voz irritante na minha cabeça eu não iria aguentar. Comecei a gritar e Edgar acordou do impacto. Emily apareceu virando a esquina e diz:

–Vocês só se metem em encrenca! Ela esta furiosa.

–Caleb, Edgar, vocês sabem oque ele é?

–Um anjo. Respondo falando com um tom de voz baixo.

–Sim ele é um anjo e o jeito de matar um é... Antes que ela terminasse de falar, David agarra ela e evapora. Eu pego um carro e jogo a milhares de metros de distancia, com tanta raiva que estou.

–Precisamos de outra bruxa para nos dizer isso. Edgar esta zonzo ainda, então resolvo leva lo para a casa o lago e deixa lo lá. Saio para olhar o lago e penso, agora mesmo ele esta me vigiando então preciso de algo que faça este contato se quebrar. Resolvo ir até a casa de Jack, ele deve ter uma bruxa por lá. Corro o mais rápido que posso e chego na casa dele em quatro segundos, bato na porta e entro desesperado. Jack esta sentado, mas logo apos eu piscar ele aperta meu pescoço e diz:

–Por que invadiu minha casa assim? Não consigo respirar então bato minha mão na mão dele, ele me solta eu respiro aliviado e digo:

–Preciso saber como se mata um anjo?

–Fácil Caleb, só você arrancar suas asas e automaticamente ele irá para o inferno.

–Você sabe que é difícil abrir as asas dele!? Grito indignado.

–Desperte nele algo que o faça abrir as asas.

–Mas ele lê minha mente, sabe cada passo que eu dou. Agora espero para saber oque Jack irá fazer.

–Bruna venha cá. Uma garota chega e pergunta oque Jack quer.

–Quero que bloqueie qualquer acesso a mente dele. Ela faz na hora e sinto minha mente mais leve. Saio da casa corro para o novo endereço de Barbara e lá encontro David e Barbara, pergunto oque iriam fazer e David responde:

–Vamos subir Barbara agora é uma de nós.

Olho profundamente nos olhos de David e digo:

–Não! Chega de bancar o bonzinho! Dou um pulo em sua direção, ele segura na mão de Barbara e voa. Edgar agarra ele por trás segurando suas asas e assim cravo meus dedos em suas pernas, nós dois puxamos ao mesmo tempo até suas asas saírem por completas. Barbara abre suas asas e voa sozinha chorando.

Olho para David caído no chão, que começa a se contorcer até ficar vermelho, cavar um buraco no chão e entrar dentro. Eu e Edgar vamos para casa e ao chegar ligamos no bar de Emily. Ela atende e diz que está tudo bem . Sento no sofá e respiro por alguns minutos, logo em seguida vou lá par fora. Ando devagar, sempre para frente e sem rumo. Ando até encontrar uma garota na floresta, eu me aproximo e mordo seu pescoço, fazendo ela cair morta. Vejo alguém vir correndo em minha direção, não vi direito quem era, mas acho que era um guarda florestal.

Saio correndo muito rápido, não olho para trás mas tenho certeza de que ele não me viu. Entro respirando muito profundamente e Edgar pergunta o que aconteceu e eu respondo:

–Não é nada se mais, só estava correndo um pouco. Ele não desconfia, fira as costas e são andando. Eu subo as escadas e vou Direto para o banheiro, tomo um banho demorado e depois vou para meu quarto. Logo a TV e coloco em um jornal Televisivo, a apresentadora diz a data de hoje então percebo que amanhã é meu aniversário. Vou dormir para amanhã visitar meu pai. De manhã Edgar bateu na porta e disse:

–E... Eu vim te dar... Isso aqui. Fico admirando a ilustração do Smartphone na caixa.

–Nossa cara. Muito obrigado eu não sei nem o que dizer.

–Parabéns e feliz aniversário! Fico muito feliz pelo presente quanto pelo o parabéns.

–Edgar tudo bem eu visitar meu pai hoje?

–Claro que você pode!

–Obrigado de novo. Me arrumo e vou para o carro, digo o nome da minha rua para Laurent e ele vai. Desco do carro e mando ele só esperar. Bato na porta, e meu pai não demora para atender

Ele me olha e diz:

–Oi filho. Ele parece decepcionado.

–Pai eu preciso falar com o senhor.

–Não precisa explicar Jack já me contou tudo. Ele me convida para entrar e eu pergunto:

–Porque Jack te falou?

–Porque eu perguntei sobre você! Eu estava preocupado.

–Então você já deve saber porque eu não vou mais voltar?

–Sei. Fico curioso para ver a reação do meu pai.

–Fique sabendo que não foi escola minha virar um vampiro.

–Tudo bem filho, não tem problema. Desde que continue sendo meu filho?

–Tudo bem pai! Rimos juntos, principalmente eu ao ver que meu pai ainda me ama? Me despeço e vou para o carro, digo ao lacaio que dessa vez quero ir ao porto. Ao chegar mando ele me esperar. Vou para perto da água e fico pensando em minha mãe. Não demora muito para ela subir. Ela me vê e diz:

–Parabéns meu filho! -Obrigado mãe. Também fico feliz ao ver que minha mãe não se esqueceu do meu aniversário.

–Filho tenho um presente especial para você. Fico curioso. Ela me dá uma bolinha transparente que brilha dentro d'água.

–Que lindo mãe. O que é?

–Filho com ela você pode respirar no fundo da água e cria calda, mas temporariamente.

–Sério. Como a bolinha e em segundos começo a engasgar, caio dentro da água e minhas pernas de colam e viram uma calda. Minha mãe arrancou toda a minha roupa sem eu perceber. Respiro normal e começo a seguir e minha mãe, que desce para o fundo. Ao chegar minha mãe me mostra a cidade subaquática.

Fico admirado com o tanto de areias que tem lá, caudas de várias cores, cabelos de várias cores. Minha mãe parece ser normal, tem cabelo ruivo claro e sua calda é laranja. Quando olho para minha calda gosto muito da minha reação. Minha calda é azul claro meu cabelo de ruivo ficou preso e com mexas azuis. Minha tatuagem no dedo começou a doer muito, ardia para falar a verdade. Segui a minha mãe até a casa dela, ao chegar ela me levou para a sala dela. Só tinha um sofá, uma mesinha e um tipo de rampa que vai para o segundo andar. A cada é como uma bola gigante, a sua cor é verde e ao em vez de janelas são buracos no lugar.

Não existem ruas ou carros, nos nadamos o tempo todo. Depois dela me mostrar a sua casa, nos fomos para um lugar parecido com um shopping, tiramos fotos que só aparecem debaixo da água e depois ela me levou na maior bola da cidade. Aí chegar ela já foi entrando e me chamou para uma sala. Eu entrei e tinha uma seria de costas, eu já vi esse cabelo em algum lugar antes, mas não me lembro onde.

Quando ela se vira eu vejo que é Sophia do Conselho municipal. Na hora ela nadou em minha direção, segurou meu ombro com as mãos e me jogou contra a parede. Eu fiquei sem reação e acabei mordendo seu pescoço. Ela chamou os guardas, que me arrastaram para a superfície e ainda bem que consegui chegar a tempo porque minha calda de desfez no meio do caminho. Eu corri pelado para o carro, mandei Laurent não olhar para trás e seguir direto para casa. Ao chegar corri super rápido que Edgar do percebeu o vento. Me vesti e desci as escadas, Edgar me perguntou:

–Onde você esteve?

–Eu estava nadando com minha mãe.

–Oque pretendia fazer lá, tá ficando louco? Ele diz gritando:

–Sophia me expulsou porque mordi ela, só isso. Ele acena não com a cabeça e senta no sofá.

–Qual o problema nisso?

–O problema é que se eles resolvem te matar eu não iria poder fazer nada. Eu o encaro e vou para a cozinha tomar sangue, pego o copo e vou lá para fora e penso se tudo isso um dia vai acabar. Mas aí penso de novo, e não, não vai acabar. Eu viro as costas para entrar e alguma coisa me atinge nas costas eu caio de baixa no chão.

Com o barulho Edgar sai da sala para me ajudar, me levanta e quando olhamos para fora vemos Barbara voando acima do lago, ela nos olha e diz:

–Vocês irão pagar pelo o que fizeram com David!

–Eu acho que não. Eu digo sem medo, nem bondade por ela ser um anjo. Pulo em seu caminho e tento lhe dar um soco, mas ela seria a minha mão e me dá um choque que eu caso no lago. Edgar aparece na porta e corre tão rápido que parece que desapareceu e reapareceu. Ele dá um suco tão forte na costela dela que ela cai no lago, então resolvo nadar até ela, ela me viu e nadou para a margem do lago. Ao chegar ela bate as asas para seca-las.

Edgar também caiu no lago, mas logo voltou para a margem do lago. Ela volta a voar e lança raios em nós. Vejo alguém se aproximando, é Emily. Ela diz alguns encantamentos e um buraco no céu se abre. Bárbara começa a ser arrastada contra sua vontade e desaparece no céu. Eu me sinto aliviado, chego perto de Emily e digo:

–Obrigado pela força.

–Não há de que. Ela responde. Edgar se aproxima e diz :

–Meu deus eu preciso de um banho, estou todo encharcado! Eu concordo com ele e nos vamos tomar banho. Quando estou usando o banheiro da casa, ele usa o banheiro da suíte do pai dele. Depois do banho eu vou para meu quarto aproveitar o resto do meu aniversário, fiz uma pipoca de microondas e coloquei um filme para mim assistir na TV.

Agora me lembrei de quando fazia issoAgora me lembrei de quando fazia isso com a minha mãe, nós tirávamos os sofás e colocávamos colchões no chão, assistíamos vários filmes em uma única noite. Meu pai não participava por que tinha que acordar de manhã para trabalhar e minha mãe era desempregada. Acordo as dez da manhã e vou para a cozinha tomar meu sangue. Vou para a gente do lago e aviso pessoas na casa do outro lado do lado. Eu nunca tinha reparado naquela casa, ali, abandonada. Tomei coragem e fui até lá para ver quem era. Cheguei lá e bati na porta. Uma mulher atendeu e disse:

–Oi tudo bem? Posso te ajudar?

–Oi. Eu só queria saber se você se mudou para cá agora? Será que ela vai responder, ou eu fui muito intrometido?

–Ah... Nós, eu meu marido e meu filho, nos mudamos para cá hoje. Aliás chegamos aqui as seis da manhã.

–Ou, bem vindos. Apertei a mão dela e ela viu a minha tatuagem. Olhou bem estranho e soltou rápido minha mão. Tento ser educado convidando eles para um almoço em casa:

–Hoje vou fazer um almoço em casa e vou assar alguns hambúrgueres. Vocês estão convidados.

–Obrigado pela gentileza. Eu e minha família estaremos lá. Ela me responde e fico feliz. Chego em casa e digo para Edgar comprar os hambúrgueres. Na hora do almoço a campainha toca e Edgar atende, eles apresentam e vamos lá para fora.

Um lacaio está assando os hambúrgueres, a família deles trouxeram salada de alface. Vanessa, a mãe, está com um vestidinho florido. O pai, bruno, está com uma bermuda jeans, uma camisa branca e outra aberta quadriculada por cima. O filho dele, bruno está com uma calça jeans apertada, tênis e blusa de frio preta com a toca na cabeça.