The Journey: Into the Darkside
3 Cap. III - "Uma Luz para Noites Escuras"
Notas iniciais
O episódio começa na base principal dos Twelve, em Nova York. Já era noite, e os corredores já estavam praticamente todos vazios. Na academia coletiva, estava Diana. Única entre todo um imenso saguão, descarregando a sua raiva em um saco de pancada e se lembrando das palavras e expressões do Al Husejean em sua mente. Ela parecia pessoalmente abalada, e em um pico de descontrole acaba por desfazer o saco no chão. Nesse momento ela se percebe desconcertada, e suada, decide tomar uma ducha nos chuveiros.
Assim que ela sai daquele banheiro, um homem de cerca de 60 anos comenta com ela que nunca é fácil lidar com a frustração quando se passa com elas, e que é preciso ter alguma atividade para canalizá-la para acabar não descontando nas batatas fritas e acabar com pressão alta, como ele. Diana pergunta quem ele era, e ele adverte que não era um tarado quem estava a vendo pelada no banheiro. Só era um homem quem sabia de sua missão secreta na Somália. Surpresa, ele a acalma dizendo que não a julga, e que já era algo que deveriam fazer há algum tempo.
Ele então se apresenta como Howard Dutchmann, um agente investigativo especializado em espionagem internacional e missões de risco nível nove. Diz que notou o avanço do tráfico de pessoas no mundo e quis investigar ele mesmo, mas os resultados, apesar de mostrarem coesão, não levavam a lugar nenhum. Denunciando múltiplos esquemas acontecendo ao mesmo tempo. Diana comenta que provavelmente tinham relação com o mutágene, e Howard diz que não duvida. O mundo viu um mutante, o Arthur, colocando Satanás para correr e queria aquele poder para si. Ele diz a ela que tem uns pista quente sobre isso, mas lhe faltavam agentes especializados para a executar. Se ela tivesse interesse, era para montar uma equipe e o encontrar em seu escritório amanhã às 20h. Ela pega seu cartão, e ele desaparece.
No dia seguinte, Diana está conversando com seu ex-namorado, Karslie, sobre o quê conversou com Howard, discretamente para não serem pegos pelas câmaras de segurança. Karslie estava com suspeitas de poder ser uma armadilha do próprio Connor, mas Diana diz que é impossível dele saber do roubo de dados sigilosos. Ela precisava de pessoal e ele era um dos mais capacitados que conhecia, algo que ele concorda em ajudar. Mas isso teria um custo em seu relacionamento, pois tinha combinado em passar a noite com sua namorada, Alecsandra. Ronald estava passando e pergunta sobre a conversa, com o quê Karslie responde que estavam conversando sobre os brownies que tinham na cantina da instalação. Ronald sabia que Diana nunca estaria em uma conversa tão banal, o quê ela responde que realmente não, não estaria. Ela o convida para participar dessa missão, algo que ele concorda, para surpresa de Karslie. Diana passa os horários, e eles se encontram com Howard.
Dutchmann apresenta em seus computadores uma penitenciária na Angola construída para suportar até 600 detentos, sempre, os mais perigosos. No entanto, registros apontam que os criminosos realmente mais perigosos iam para outras instalações, e vigias de satélites mostram que eles recebem "hóspedes" de outros países. Estranho, não? Diana acha que pelo tamanho dos casos de tráfico, seria difícil um lugar tão pequeno ser um campo de concentração, algo que Howard aponta que não, eram filtrados. Ele acreditava que já eram mutantes confirmados, ativos que seriam comercializados em uma rede já especializada nisso. Uma "entrega" estava coordenada para acontecer em um ponto a 20km da base, onde seus agentes já neutralizaram os guardas e salvaram a encomenda, que ainda aguardava interrogatório. O plano era uma infiltração para maiores informações.
Diana aponta que já era conhecida no crime organizado internacional, algo que Howard sabia, e mostrou uma máscara facial que poderia disfarçar o seu rosto. Tintura de cabelo, novas roupas. Tudo para ela passar despercebida. Mas, precisava colocar lá dentro gente que sabia que podia sair. Karslie se diz impressionado com tudo aquilo, mas não garante capacidade de conseguir lidar com um esquema desses. Diana já sim. Ela concorda, e ele pede para se aprontarem porque partiam em 30min.
Diana e Ronald partem para se prepararem, enquanto Karslie assistia aquilo estranhando. A cena pula para eles sendo entregues a um caminhão com agentes angolanos fortemente armados, por agentes de sua própria organização disfarçados. Eles entram na penitenciária e se dividem, já que uma ala era masculina e outra feminina. Diana caminha pelos corredores assustada pela diversidade de nacionalidade entre os presos, enquanto algumas mulheres a encaravam com um olhar fulminante. Ela é jogada na cela comunitária, enquanto vê a maioria das mulheres com medo e tenta socializar com elas. Uma das presas, forte e imponente, se aproxima dela e diz que ali era ela quem mandava. Que esperava submissão se não quisesse acabar em morte. Diana pergunta sobre o interesse dela em sair de lá, algo que ela não tinha, dizendo que ali era o paraíso para ela... Comida, bebida, moradia, tudo de graça. Sendo onde ela podia mandar por conta de seus poderes, que apelidando de Ursa pela sua força. Diana apenas então diz que não fazia o tipo submissa, e Ursa avança nela. Diana então a joga contra a privada, a destruindo, e diz para não mexer com ela se quisesse manter sua falsa sensação de comando. Ela, com raiva, concinte. Os guardas olham aquilo, parecendo gostar da nova detenta.
Karslie e Ronald são presos na outra ala, e então são deixados livres na cela. Ronald diz que sempre esperava que um dia fosse preso, mas não sabia que seria naquelas condições. Karslie o lembra que aquilo seria temporário, e que estavam ali para investigar a instalação. Ele olha para todos e estranha como que pessoas superpoderosas estavam sendo mantidas retidas num lugar tão rudimentar, notando que realmente, apesar dos guardas, conseguiriam fugir a qualquer momento. Ouvindo a conversa, um homem diz que era simples: eles poderiam matar suas famílias a qualquer momento, assim como os matar, já que não são invulneráveis. Ao menos, não todos. Ele se apresenta como Haj, e diz que veio da Índia há pelo menos dois meses, em um sequestro relâmpago enquanto voltava para sua casa sozinho de noite.
Karslie pergunta sobre se ele sabe sobre seu futuro ali, o quê os aguardava, se só seriam presos. Haj diz que todas as terças havia um duelo realizado numa arena no centro do presídio onde os mais fortes para oferecidos a pessoas desconhecidas, sumiam e nunca mais eram vistos. Ele diz, porém, que acreditava nunca sair dali porque não era capaz de acessar seus poderes e tinha medo de conseguir fazer isso. Ronald, então, pergunta o quê faziam nos outros dias da semana. Haj apenas comenta que sofriam, amargando cada dia que se passava, e desenvolviam estratégias para serem eventualmente escolhidos. Todos ali eram inimigos de todos, alguns morriam nas batalhas.
Karslie comenta que tinha o poder de escapar de lá e, não só isso, garantir a segurança de todos. Haj era incrédulo e acreditava que os demais também o seriam. Ele até tenta falar com todos sobre isso, mas é ignorado. Ronald diz que não adiantava, estavam inseguros e vinham de um longo caminho de violência. Ali dentro, eram todos "carne para o abatedouro". Karslie diz que não, e que iria incitar uma rebelião na próxima terça... Que já era o amanhã. Ele tenta falar com Diana no comunicador e falar sobre seu plano. Ela conta que, apesar do medo que despertou em geral, ninguém conversava com ninguém e era impossível manter um diálogo ali. Ela, contudo, concorda com o plano de Karslie. Haj apenas assiste aquilo, curioso.
Quando chega terça-feira, a arena se lota de expectadores que pareciam ser empresários, gente de toda a parte do mundo. No centro, um apresentador carismático anuncia um combate até a morte entre os seus principais combatentes. Logo, se descobre que a novata Diana chamou a atenção suficiente para ser logo a primeira, e escolheram como oponente justamente a Ursa. Esta estava com muita raiva dela, mas Diana tenta dizer que ali estavam todas na mesma condição e que não gostaria de fazer nenhum mal a ela. Ursa ri e o combate começa, com ela demonstrando superforça só disferir uma boa quantidade de golpes em sua adversária e a jogar para longe.
Diana estava distraída olhando seus expectadores e mandando informações visuais para Howard, que analisava em seu computador cada rosto que via ali. Sem se defender, Ursa tenta espancar Diana a disferindo tantos golpes que até o apresentador ficou com dó dela. A oponente ri e diz para todos que nunca deveria ser desafiada. Cansada de apanhar, Diana resolve devolver um soco que joga Ursa contra a parede e a desmorona. Ela avisa Karslie que o momento da fuga seria naquela hora, e usa a própria Ursa para destruir a estrutura da arena, causando um terremoto e criando rachaduras em toda a prisão.
Quando as paredes caem, Karslie grita para todos que a oportunidade de fugir era naquele momento, mas ninguém o acata. Vendo o esforço real do colega, Haj consegue convencer a todos da ala masculina a escapar. Na ala feminina, um buraco óbvio gerado por uma Ursa desacordada incita o pânico, e encoraja o mesmo. Guardas tentam deter a fuga, mas Diana os isola com uma muralha de pedra que levanta. O apresentador tenta coordenar o escape dos empresários, enquanto Karslie e Ronald guiam seus novos aliados para liberdade. Haj, contudo, é baleado e acaba sendo recuperado para desgosto dos dois. Karslie promete ajudar o novo amigo.
Ao final, Howard esperava do lado de fora com uma equipe e recebe todos os que fugiram para serem acolhidos. Os guardas são rendidos, e alguns dos empresários conseguem fugir. Diana está feliz com o bom trabalho, mas Howard diz que não pode continuar com a parceria pois sua secção funciona de maneira independente, e se tiver algum tipo de protagonismo direto nos Twelve corre risco de ser desativada por Connor. Karslie pergunta se ele realmente estava suplantando missões relacionadas a mutantes, e Howard diz que sim.
Karslie comenta sobre Haj, mas Howard aponta um helicóptero saindo da instalação, provavelmente com os únicos cativos que se mantiveram. Ele promete que iriam o encontrar. O episódio termina com Diana, feliz, pela sua primeira vitória ter acontecido.
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