The Infection
32 Cap. 32 - Flash Back pt.3
Notas iniciais
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Quando eu estava escrevendo arco, eu escrevi na sala com o caderno, entao, quando eu me cansei, coloquei o caderno em cima do sofa e fui dormir com a janela aberta. Entao... Quando no meio da noite, eu acordo com uns pingos de chuva caindo em mim. Quando eu me dei conta... Percebi que o caderno estava de baixo da janela D= D= D= D= É, ficou todo engruvinhado a folha mas dava pra ver Hehehe...
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Boa Leitura! Antes! Leiam com esta musica http://www.youtube.com/watch?v=MTGlrcReWrk
- Vamos Mônica!! — Adeila me chamou abrindo a porta.
- AHHHH!! — eu atirava de indo de costas até os dois.
- ATIRE NISSO AMOR! — Adeildo joga uma bomba em minha direção. Antes que a bomba caisse no chão eu atirei. Com a força da explosão eu cai no chão.
- Venha! — Amaro me puxa pelo braço e lança bolas de fogo em direção a eles.
- Entrem! — após eu e Amaro entrarmos em casa Adeildo fechou a porta.
- Agora, isso foi de mais!! — Amaro reclamou.
- O que?
- Porra, da onde vocês conseguiram essas armas e aquela granada?! Santo Deus! Vocês fazem parte de algum grupo especial ou são da policia?!
- Não fazemos parte de nenhum grupo ou organização nem muito menos da policia, somos apenas praticantes de tiro! — Adeildo perdia a paciência.
- Hahahaha!! Vocês não me enganam não! — Amaro foi indo para trás.
- É verdade! — disse eu.
- Tá! E a granada? Me explica!
- Não temos que explicar nada a você. AHH! — Adeildo assustou-se com a batida na porta.
- Afastem-se da porta! — ordenei aos dois.
- Han?! — um tempo de silêncio veio sobre a casa quando, a porta é arrombada pelos zumbis. Quando isso aconteceu, Amaro lançou uma labareda de chamas para impedi-los.
- Corra pra cozinha! — falava Adeildo tirando as cadeiras da mesa.
- E as janelas?! — perguntei indo ajudar ele.
- Impossivel arrombarem a janela como a porta! A não ser que outro daquele gradalhão apareça! Ahhhh! Força!!! — Adeildo empurrou a mesa e foi arastando para o canto para que pudesse impedir a passagem dos monstros pela cozinha enquanto Amaro os impedia. — Venha Amaro!!
Os três foram para atrás do balção e eles começaram a atirar nos que passavam.
- AAAAI!! — Amaro começa a gritar de dor e senta no canto da cozinha com a mão sobre a mordida.
- O QUE ACONTECEU?! — perguntei a ele atirando nos monstros.
- Ta doen... HAAAAAAAAA!!! — o machucado dele começou a sangrar.
- DROGA! ESSAS MERDAS NÃO PARAM DE VIR! AHHHH! — Adeildo dizia enquanto atirava neles.
- UAAAAAA!! — Amaro começou a se debate no chão.
- Eu vou ajuda-lo!!
- NÃO! BAH! — Adeildo continuava atirando.
- O que esta acontec... Han? Esta inchado e você esta quente!! — comecei a ver seu machucado a sangrar muito.
- Cof! Cof! Cof! Cof! — Amaro começou a tocir sangue. — Eu vou morrer!! Eu vou morrer!!
- Acalme-se! — peguei uma toalha e coloquei gelo. Depois coloquei na ferida de Amaro para ver se parava de sangrar.
- Graças a Deus! Param de vir. Vou pegar mais munição la em cima.
- Fecha a porta com trinco desta vez Dé! — falva com ele olhando pra trás.
- Ai minha cabeça! AI! AI! — ele começou a reclamar de dor de cabeça. Uma dor intensa.
- Senhor... O que mais vai acontecer com este homem?! — pensava eu olhando pra ele.
- Consegui. Peguei duas caixas pra cada arma. Acho que é o suficiente... Meu Deus! Ele esta bem?!
- Dé! Pegue uma toalha e molhe pra mim por favor e pegue o remédio pra dor de cabeça. Rápido!
- Tá doendo! Ta doendo muito! Ugh! — ele se contorcia de dor. — HAAAAAAAAI! AI! AI! AI! AI! AI! AI! — o ferimento dele começou a sangrar novamente.
- Ai Jesus! Ajude esse homem. Pensava eu colocando as mãos sobre o ferimento dele.
- Aqui amor!
- Deite-se aqui. — colocava eu uma toalha umida sobre sua testa e dando o remédio a ele.
- Tome Mônica. Carrei a arma sua arma e tome uns cartuchos.
- Obrigada... Meu Deus! Dé! Dei-me o telefone rápido!! Tenho que ligar pro Luiz!
- Aham! Tome.
- Ai meu Deus... Ele não esta atendendo! Dé... — comecei a chorar.
- Calma amor. Calma... Ele deve estar bem. Ele sabe se cuidar.
- Espero que esteje junto ao Joel e aquele outro amiguinho do Luiz... O japinha la!
- Thiago...
- Isso. — Amaro começava a suar mais que o normal.
- Eu também espero.
- HAAAAAAAAAAAAAAA!! — Amaro começou a se debater de tal forma que não era possível de chegar perto dele. Depois ele começou a fazer força para respirar e apertava sua camisa mostrando que vinha uma dor no coração.
- Amaro! Amaro! Amaro... Ele... Morreu...
- O que?! Como assim?! — tentei ver sua pulsação e respiração mas, ele realmente havia morrido. Após perceber que ele realmente havia morrido, baixei minha cabeça e fiquei calada.
- Acho que a causa foi aquela mordida.
- Como pode ter certeza sobre isso.
- Bom, eu disse que acho mas, só de olhar da pra ter um fundamento. Como o sangramento na mordida, o inchaço e as dores. Se for realmente isso, melhor evitarmos de sermos mordidos.
- Por que isso esta acontecendo?! O que é... Essa coisa?!! Que sai por ai mordendo e matando pessoas? — perguntei sentando-se no chão da coizinha de costas para o corpo.
- Se este fosse só o problema. Estaria quase tudo bem mas... O grande problema é aquele bicho grande, forte e desengonçado. Como aquilo ficou daquele jeito?
- É que, ao invés de comer carne humana, ele come anabolizante.
- Anabolizante?!
- Hahahahahahaha!! Estou brincando hehe...
- Hahaha... E eu achando que realmente aquilo era uma explicação. — nesse momento, “Amaro” começa a se mexer, nem percebemos, ele se levanta e vem em nossa direçao sem que percebessemos.
- Deixando a piadinha de lado, estou preocupada com o Luiz...
- HAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! — Adeildo é atacado e mordido no pescoço. Ele se levanta rapidamente com o monstro nas costas e começou a se jogar contra a parede para tira-lo de suas costas.
- HAA!! SOLTA ELE!! LARGAA!
- UAAAH! ESSE NEGAO PODE SER GORDO, MAS É FORTE! — Adeildo o lançou com força contra o chão. — Droga!! — Adeildo encostou na parede com a mão sobre o pescoço e foi se agachando.
- Dé!! HAAAA! — o monstro me pegou pelo tornozelo e puxou fazendo com que eu caisse e batesse a cabeça na quina da mesa.
- MÔNICAA! Filho da puta! — Adeildo apontou a arma para o zumbi e atirou em sua cabeça. — Amor! Amor! Acorde! Meu Deus... — ele tentava fazer com que eu não dormisse mas, sua imagem ia desaparecendo e escurecendo ate que, eu desmaiei. — Mônica! Não durma! Mônica...
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