The Infection

26 Cap. 26 - Organização e Desintedimentos


Notas iniciais
Bom pessoal. Estou de volta =D Depois de fikar um mês sem postar nda, hj trarei algo bom pra vcs... 8 capitulos o/ AEEEEEEEEEEEE Maratona iahoooooo!!!
Posso ter fikado um mes sem postar mas... nao deixei de escrever =D aproveitem =D
A personagem de hj é:
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.Nome: Paulo Reis
.Idade: 15
.Data de Nascimento: 24/07/1995
.Elemento: Terra - Ranking B-
.Artes Marciais: Intermediária
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Paulo é um cara alegre, divertido, simpatico e muito brincalhao. Seus defeitos são: muitas brincadeiras, nao aceita muita critica, odeia receber broncas e meio infantil.
Paulo pode ter esses defeitos mas, o que faz dele especial é a sua força de vontade de fazer algo para se reconhecido. Seu poder de terra é algo quase que irracional para um garoto de 15 anos. Em questão de terra, Paulo é o melhor juvenil do Brasil. Esta entre os primeiros no ranking junvenil nacional. Campeao de varias competiçoes, agora usa seu poder para se defender e os de mais.

- Ajudem-nos aqui! — disse Maynara pegando um zumbi grandão.

— Nossa! Esse é grande ein! Ugh! — disse Maieza tentando ajuda-los.

— Paulo. Seja mais prudente nas coisas que você faz. Pense duas vezes antes de sair por ai bancando o fodão quando você não esta em condições de bancar o tal. Agora venha aqui nos ajudar. — Thiago o repreendeu.

— Quem é você pensa que é pra falar desse jeito comigo? — o garoto se stressou.

— Olha aqui! Estou sem paciência tá me ouvindo?! Se não estiver bom pra você pode pegar o que lhe resta e saia daqui. Caso ao contrario... Seja mais adulto em suas ações e menos criança. — Thiago virou-se e ficou cara a cara com Paulo apontando o dedo em seu rosto.

— Pare de apontar essa merda pro meu rosto!!! — Paulo tirou a mão de Thiago com um tapa. Naquele momento, todos param e olharam para os dois.

— Lucas... Faça uma parede de terra antes que aconteça algo pior. — Maynara falou em seu ouvido.

— Mas...

— Sem mas garoto! Faça logo! — dizia ela baixinho apontando para o portão.

— Olha aqui Paulo, não sou o tipo de homem que fica se metendo em briga... Mas você... Esta conseguindo me irritar com esse seu jeito de criança!

— Eu já disse para você parar de apontar esse dedo pra mim!!! — Paulo pegou e apertou a mão de Thiago.

— Continuarei apontando para essa tua face de criança assustada até que você aprenda a agir com coerência! — Thiago puxou sua mão com força.

— Olhe como você fale comigo seu bastardo!!! — após a fala Paulo tenta dar um soco na cara de Thiago, o mesmo se esquiva, pega seu braço e o joga contra o chão imobilizando-o com seu braço.

— Olhe aqui! Eu disse que não sou o tipo de homem que se mete em briga... Mas caso você queira brigar... — Thiago chegou perto do ouvido do garoto. — Preparesse para ficar com seus ossos quebrados, pois não terei dó em quebra-los. — ele apertou os braços dele e os soltou indo ajudar os tres que estavam tirando os corpos da casa.

— Ugh! — Paulo levantou-se massageando seu punho e dirigindo-se em direção a Thiago sancando sua espada. — Vamos ver se você aguenta com isso!!!

— Hehehe... Idiota! Lembra-se que me emprestaram uma faca? E você sabia que sou ham... digamos, quase faixa preta em varias artes marciais... E você conhece o Krav Maga?!

— Grrr... — as armas começaram a se friccionarem.

— É um tipo de luta que se tem defesa com as facas e usa-se agilidade em seu favor!! — Thiago empurrou a katana de Paulo para cima e deu-lhe um chute na barriga.

— Eu fico com isso. — Thiago pegou a katana que acabara de cair.

Dentro da casa.

— Mara! Posso ajudar em alguma coisa? — perguntou Rayane parada na frente das duas que cuidavam da mãe de Luiz.

— Pode cuidar do Joel? Talvez ele fique com febre ou algo do tipo. — Mara disse sem olhar para Rayane tirando o excesso de sangue sobre o corpo da mãe de Luiz.

— Do Joel? — ela olhou para o quarto onde estava.

— Sim!

— Aham! — Rayane dirigiu-se ao quarto onde estava.

— Mara! Minha mãe foi mordida, arranhada ou algo do tipo?! — disse Luiz preocupado.

— Er... — ela foi interrompida antes que terminasse.

— É essa faixa em sua cabeça não é?!

— Não... Graças a Deus ela não foi mordida ou arranhada.

— Serio?! Mas... E esta faixa em sua cabeça? — Luiz apontava para a faixa.

— Ah! Isso é porque ela bateu em alguma coisa ou algo do genero e o sangue naquela roupa ali, não era dela. E estou cuidando do sangramento.

— Entendo... Vou ficar aqui com vocês tá?

— Não. — respondeu Mara sem olhar para ele.

— Como não?!

— Vai ajudar os outros.

— Tá né! — Luiz dirigiu-se onde estavamos.

No quintal.

— Como vamos tirar esses corpos daqui? Tem a parede impedindo. — perguntou Lucas.

— Ai menino... É só fazer um buraco no muro e jogamos lá! — novamente Maynara começou a se irritar.

— Assim... Iremos ficar vulneráveis caso venha um monstro nos atacar. Como faremos isso?

— Ah... O Japa fica de guarda junto com o... Olha! Com o Luiz. E... Paulo e Maieza nos ajuda a tirar. — explicou ela a ele.

— Ok.

Na casa.

— Oh! Ele esta um pouco quente. Melhor colocar a toalinha em sua testa. — pensava ela torcendo em um balde uma toalha de pano.

— Uh! — mesmo desmaiado, senti aquela toalha em minha testa subconcientemente.

— Glup! Fiz algo errado. — ela assustou-se.

— M... Mãe... Eu... Estou indo... — fui terminando a frase diminuindo o tom de voz.

— Uh?! Você também né Joel? Impossivel não... Minha família esta morta também... — ela tirou o pano de minha testa e deu um beijo nela.

— Pô... Pôneis malditos...

— Ah! Grrrr... Só não te bato porque você está dormindo idiota!! — pensava ela loca para me socar.

Depois de algumas horas tirando os zumbis e limpando o local, todos se reuniram na sala para descansar.

— Ahhhh!! Como é bom tomar um bainho depois de um dia desses! — disse Mara expreguiçando-se e sentando ao lado de Thiago.

— É bom mesmo. Hehehe... — Maynara concordou.

— Este é o segundo dia que estamos neste mundo caótico... Até quando vamos conseguir sobreviver? — o semblante de Maieza caiu.

— Vai ficar tudo bem gente. Olhe bem... Temos vários usuários elementares e fisicos e um nerd lutador!! — Mara falou levantando rapidamente do sofá e abriu os braços para anima-los.

— Você tem até razão... Mas o que eu quero realmente dizer é, até quando conseguiremos continuar numa situação boa com comida e água o sufuciente para todos e um lugar bom o suficiente para ficarmos seguros?

— Sem contar que para se viver em um mundo assim, temos aproximadamente, um ano de fartura, entre aspas, de comida.

— Como você sabe disso?! Tem certeza?! — Bia perguntou a ele e todos começaram a olhar para ele.

— Sim. Uma vez eu, Joel e meu irmão fomos ao Shopping Campo Grande. Ai tá beleza, ficamos vendo a data de validade dos alimentos.

— Mas por qual motivos coxinhas vocês fizeram isso?! — Maynara perguntou sem entender o motivo daquilo.

— Nós três sempre pensamos em um apocalipse zumbi... Não como este com monstros estranhos e sim, um no qual os zumbis só corriam e andavam lentamente como nos filmes. Então... Meio que nos prevenimos caso acontesse algo como agora.

— Foi bem vocês terem feito isso mas... Quando acabar este prazo de validade, o que fariamos depois? — perguntou Maieza.

— Bom. Existem os alimentos em conserva certo? Entao, isso nos daria mais alguns anos.

— E quando acabar?! Talvez não há uma cura para este vírus. — Maieza quastionou.

— Ai que vem. O Joel pensou no seguinte. Fariamos plantações em uma chacara ou fazenda com rio e com um campo bem grande, para podermos plantar verduras, legumes, essas coisas, para sobrevivermos por muito mais tempo.

— Mas demora até que os legumes cresçam e deem frutos certo? — Maynara perguntou.

— Então... Aquele cara que está no quarto ali, creio eu que ele pensou na possibilidade de encontrar um usuário de planta ou água do mesmo nivel que Lucas para que possa fundir e assim, fazer com que cresçam os alimentos mais rapidamente. Estou certo Lucas? — disse Paulo respondendo a Maynara e aos demais.

— Sim.

— Nossa! O Joel já até pensou neste tipo de situação?! — Bia ficou surpresa.

— Então! Até eu acho que foi ele quem fez a vacina do HIV... Hahahahahaha... — todos cairam na gargalhada após Maynara soltar a piada.

— Ué?! Cade o Lulu gente? — perguntou Mara.

— Preferiu ficar do lado da mãe dele. — respondeu Maynara.

— E a Ray? Cade? — perguntou ela novamente.

— Verdade!! Ela não saiu do quarto ainda. — confirmou Lucas.

— Uh?! Hummm... Até imagino... — todos cairam na gargalhada.

— Er... Não seria melhor se planejassemos os locais aonde deveriamos passar para que possamos pegar suprimentos e um local fixo que seja mais seguro? — sugeriu Thiago. Depois da pergunta, todos começaram a discutir os possíveis locais seguros e mercados mais próximos deles.

Notas finais
É isso ai pessoal, um capitulo agora, falta 7 =D
Boa leitura =D o/
Deixem um review se puderem sim?! Agradeço a quem deixar...