The Immortal
18 Bônus
Notas iniciais
Sei que demorei dois dias pra postar, mas estava ocupada com umas coisas aqui em casa. Mas, muito obrigada pelos reviews! Adooooreeeii!
Este capitulo é minusculo, por isso direi que é um bônus, ok?
LEIAM AS NOTAS FINAIS! LEIAM AS NOTAS FINAIS!
LEIAM AS NOTAS FINAIS!
Quando acordei não senti o corpo de Nico na cama. Porém, a preguiça era tão grande que eu nem consegui me levantar de imediato. Enquanto isso minha mente tentava digerir o que tinha acontecido.
Ah, meu santo Zeus! O que foi que eu fiz? O que eu vou fazer? Meu coração pareceu perceber que aquilo era um erro, porque começou a bater tão forte que eu já nem conseguia mais ouvir meus pensamentos.
Finalmente, eu tomei coragem e me levantei. Fui ao banheiro, lavei o rosto, escovei os dentes e saí do quarto.
Peguei uma barrinha na cesta de comida e subi até a parte de cima do iate. Nico estava em pé de costas, olhando para a terra que se entendia a quilômetros de distancia. Estávamos andando mais rápido do que o que eu previra.
— Chegaremos lá a noite. – Falei.
Ele se virou para mim sobressaltado.
— Ah, oi. – Ele disse e sorriu timidamente, virando-se logo em seguida.
— Oi. Esta melhor. – Afirmei olhando suas costas que agora tinham apenas marcas.
— Esta muito melhor. – Ele corrigiu dando um leve sorriso. – Graças a você.
— Não foi nada. – Me coloquei ao seu lado e em seguida um silencio desconfortável se instalou entre nós.
Ficamos um bom tempo ali, apenas observando o mundo a nossa frente.
— Ei, sobre ontem… Olha… — Ele começou a falar, mas eu o interrompi.
— Nico, eu não sei o que aconteceu, ok? Não… Sei… E talvez…
— Não era pra ter acontecido. – Ele completou sem me olhar.
— Não é que é assim…
— Não sei o que estava pensando. Você não tem absolutamente nada a ver comigo, você é imortal e… Olha, esquece. Esquece que aquilo aconteceu.
Novamente o silencio desconfortável se instalou. Mas não consegui me conter.
— Eu não queria esquecer.
Nico não disse nada. E eu também não. Apenas me virei e desci para a sala. Fiquei deitada por um bom tempo até Nico aparecer.
— Ei, — Ele tirou meus pés do sofá, se sentou e colocou meus pés em cima do colo. – Sabe… Eu também não quero esquecer. Não me arrependo de ter feito aquilo.
Olhei pra ele e me sentei.
— Não, é?
— Não. E você se arrepende? – Ele se aproximou.
Meu coração bateu mais forte e eu senti uma tontura me tomar. Demorei, mas consegui responder.
— Não, Nico. Nem um pouco.
E com isso ele selou nossos lábios. Não foi como ontem… Foi um beijo mais calmo e terno. Mas, como ontem, pareceu um sonho.
— Bem, até que eu morreria feliz. – Nico disse ao nos separarmos.
Me deitei com a cabeça em seu colo e fiquei apreciando o momento tentando fazer com que o pânico não me dominasse.
Notas finais
Mas, e aí? Gostaram do capitulo? Sei que ficou pequeno, muito pequenooo!, mas eu precisava dele separado, tah?
Milhões de beijos e até segunda feira!!!
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