The Hunger Games

9 A Proposta


Notas iniciais
MEU. DEUS.
DUAS NOVAS RECOMENDAÇÕES. DUAS. RE-CO-MEN-DA-ÇÕES. DUASSSSSS!
TIPO, 6VIRAM????????????? MEU DEUS, GALERA, ACHO QUE EU VOU BSHCUDBCIASBCASNOCIANCUASBIBAUIS
AH MEU DEUS
EU NÃO MEREÇO VOCÊS. E O CHORO, COMOFAZ?
SÉRIO. Vocês não sabem O QUANTO eu fiquei louca. Minha mãe quase me levou pro hospital (Correção: meu PAI quase NOS levou pro hospital, porque minha mãe ficou pulando junto comigo HDIUSHDIUSA)
Meninas, MUITO obrigada. De coração. Assim, de TODO o coração. Eu sei que parece pouco, mas pra mim é coisa DEMAIS. Nossa, escrever é a minha vida. Vocês NÃO TEM NOÇÃO. E pra mim é bom demais ler "Adoro as histórias da Amanda e essa é uma das melhores" (Rai chan saky), "esse é um presente meu para a autora ♥ --- ♥" [...] "eu amoo muito essa fic,e também adoroo a autora" (Hina chan). QUE PRESENTE BOMMMMMMMMMM!
Eu amo vocês, galera. De verdade.
Ai, caramba...
Eu ainda não acredito, sabe? Agora é como se as minhas fics fossem, sei lá, o Sasuke VIVO. Eu olho e fico: "AI CARAMBA, AH MEU DEUS, ME AME TANTO QUANTO EU TE AMO POR FAVOR". Eu realmente não sei como agradecer. Vocês são tudo ♥
{Então, meus sinceros e mais longos agradecimentos, com todo o meu amor e carinho e toda a minha felicidade, para a Rai, que é um anjo pra fic, e que está aí sendo perfeita desde sempre, ♥. Muito obrigada, Rai~ E pra Hina chan, que me deu o presente mais maravilhoso do mundo ♥ muitissississimo obrigada, minha linda}
Pronto, agora vou CALAR A BOCA.
BOA LEITURA COISAS LINDAS ♥
P.S.: não sei, só acho que tenho que agradecer de novo: OBRIGAAAAAAAAAAAAAAAAAAADA~! ♥

Capítulo OITO

e que a sorte esteja sempre a seu favor



O apartamento do Distrito 12 zumbia.

O único som era o do vento entrando pela janela transparente do último andar. Sakura estava sentada no chão gelado, na frente do espelho imenso, encarando seus próprios olhos verdes com rispidez. Naruto e Kakashi pareciam estar apenas 20% acordados, esparramados no sofá da sala, um em cada ponta.

Mas, de repente, todos deram um pulo:

– Trouxemos as roupas! – Cantarolou Shizune, abrindo a porta como se quisesse quebrá-la ao meio e entrando na casa em um estrondo. Tsunade veio logo atrás, reclamando.

Sakura olhou, meio curiosa.

– Naruto-kun, venha cá – chamou a morena, abrindo a caixa 30x50 que carregava nos braços. O Uzumaki piscou, retomando os 100% de sempre.

– O que é isso aí? – Apontou ele.

Shizune deu um sorriso macabro que o lembrou das Colheitas de todos os anos, onde ela parecia um ser extremamente miserável naquele palco, naquelas roupas tão diferentes de tudo; tão diferentes do ambiente cinzento.

Agora Shizune não passava de outra palhaça na Capital, com aquelas saias justas e blusas bufantes.

E nem tudo que ela dizia parecia irônico.

– É o que vão usar amanhã! – Ela bateu palmas. Tsunade suspirou.

– Pelo menos estão melhores que as do ano passado, crianças.

Os olhos de Naruto faiscaram furiosos:

– Não me chame de criança!

Tsunade sorriu:

– Se eu posso mandar, eu chamo de criança ou como eu quiser. – Shizune sorriu, como se aquilo fosse muito divertido – Agora experimente a roupa.

O Uzumaki fez uma careta, desgostoso.

Ele avançou alguns passos até Shizune – que segurava o “modelito”, toda sorridente – e resmungou por todo o caminho até o quarto.

Sakura o acompanhou com os olhos e depois parou na porta que se fechou, pensativa, sem prestar tanta atenção.

– E você, Haruno – chamou Tsunade.

Ela piscou, parecendo voltar a si. Assentiu de leve e se levantou em silêncio para pegar a roupa.

Era azul marinha. Os fios grossos marcavam sua clavícula e seus ombros. A roupa dela e a de Naruto eram muito parecidas e ela começou a imaginá-lo vestindo aquilo.

Era justo; era desconfortável.

O pensamento pairou e parou no loiro, com seu corpo bronzeado do Sol raro do Distrito 12 e alongado em seus 1,79 de altura.

O que faziam ali?

Tudo o que ela mais queria era voltar para casa com ele. E lutar por comida até a morte.

– É – suspirou ela – Minhas opções são um tanto deprimentes.

Ela colocava a bandana na testa quando se lembrou de Sai e balançou a cabeça. Os olhos negros e os cabelos negros do amigo emendaram-se em outros olhos negros, e Sasuke Uchiha invadiu sua mente.

Decidida a não pensar no Uchiha, ela seguiu sua trilha de pensamentos a diante. E se lembrou do sonho.

E dos dentes afiados. E dos olhos vermelhos, do focinho sorrateiro, colado em seu pescoço.

Do cheiro de sangue, do som da morte.

Até que Tsunade bateu na porta.

– E então? – disse ela, se aproximando em passos lentos. Sakura tirou os olhos da faixa que enrolava, laçando sua cintura, e balançou a cabeça.

– O que foi?

– O que você vai fazer?

A rosada espremeu os lábios, ainda meio sem entender.

– A apresentação é amanhã – lembrou a mentora.

E Sakura assentiu, entendendo.

– Vou usar o arco.

– Isso vai te render um 5 – Rebateu Tsunade.

Sakura Haruno arqueou o cenho.

– Hm?

– Isso não é suficiente – explicou a loira.

Ela ergueu uma sobrancelha:

– Tem ideia melhor?

E, para a surpresa de Sakura, Tsunade espremeu os olhos, indiferente:

– Você sabe, não é?

– Sei do quê?

– Você vai perder – as palavras bateram em seu estômago, como um soco. “Você vai perder”. Soou frio, mas chegou queimando dentro dela. Sakura não esperava aquilo, mas fez questão de não deixar transparecer a agonia.

A opinião daquela vaca não mudaria em nada o seu desempenho nos Jogos. Se ela fosse realmente morrer, ela simplesmente morreria.

Não era como se caso Tsunade dissesse o contrário, ela fosse sobreviver. Então... por que aquilo?

– O que isso tem a ver com você? – A voz da Haruno saiu meio trêmula.

Tsunade ergueu o rosto, como se estivesse a ponto de dar uma ordem:

– Eu quero que o garoto ganhe.

Sakura chegou a arregalar um pouco os olhos.

– Naruto?

– Sim. – Algo ficou preso na garganta da Haruno. Um “Graças a Deus”, talvez – E você vai me ajudar.

– Quer trapacear? – A rosada pareceu quase incrédula.

– Não.

As duas se encaravam quando a mentora sorriu.

– Só é trapaça quando ficam sabendo.

Sakura espremeu os lábios.

Tsunade fechou os olhos, como se refletisse, ainda com um sorriso fantasma preenchendo parte de seu rosto.

– Eu sou médica, sabia?

O tributo não respondeu, esperando.

– Vou te ensinar tudo o que sei no tempo que nos resta. E, na arena, você vai salvá-lo quando ele precisar.

Sakura Haruno deu um passo, indignada.

– Você fic...

– São técnicas raras e muito difíceis – interrompeu a mentora – Duvido que você aprenda um terço delas. Mas pelo menos o básico você talvez consiga até lá. – Sakura arfou, sem saber o que dizer – Você vai morrer de qualquer forma, então faça o que eu digo.

– Como pode ter tanta certeza?

– Você acha que vai ganhar?

– Não, mas...

– Quem não ganha, morre.

Os olhos verdes permaneceram fincados nos castanhos de Tsunade, agora inseguros. A mandíbula delicada de Sakura contraída.

Seja o que ele precisar. Não o abandone, Sakura. Por favor”, pedira a senhora Uzumaki. E ela prometera que sim.

De todo o coração.


Naruto, definitivamente, iria ganhar.

Com a decisão tomada, em uma atitude mais convincente, ela ergueu o rosto. A voz potente:

– O que eu tenho que fazer?

Tsunade sorriu.

– Vamos nos encontrar de madrugada, na sala de treinamento. Ninguém tem permissão para usá-la naquele horário, mas eu tenho as chaves. Vamos treinar das duas às seis. – Sakura assentiu e Tsunade cruzou os braços, ainda sorrindo – Mas, como eu disse, são técnicas raras. Tem que me prometer que não vai contar para nenhum tributo. Nem para o Naruto.

Sakura assentiu novamente.

– E você também não pode sair de perto dele em momento algum. Ouviu? Momento algum.

As dúvidas iam cruzando a mente da rosada.

Aquilo não era certo. Naquele momento, tudo o que ela queria era que os olhos azuis brilhassem com a vitória, mas talvez ela simplesmente não conseguisse.

Talvez morresse antes de ele realmente precisar de cuidados. Ou talvez ele morresse.

A ideia roubou-lhe um calafrio. O choro parou na garganta quando ela tentou engolir.

Uma coisa que ela aprendera em seis anos de Jogos Vorazes era que o que acontecia na arena era imprevisível.

– Ah, mais algumas coisas – prosseguiu Tsunade – Você não vai poder usar as técnicas com mais ninguém além dele. Mais ninguém, entendeu? – Sakura arqueou o cenho.

– E se...

– Então, nada feito. Se tem dúvidas desse tipo, melhor nem treinarmos. Você tem que fazer o que eu estou mandando.

A rosada a encarou por instantes.

– Ou o quê?

A mentora ficou séria, como se não gostasse da pergunta.

– Ou não vou procurar patrocinadores pra você.

Uma tosse ameaçou denunciar o pânico de Sakura.

Kakashi e muitos outros mencionavam os patrocinadores como partes essenciais dos Jogos.

O fósforo, a pomada, o copo d’água, a faca... O que ela faria sem eles? Ela era magra e fraca. Ia morrer mais rápido do que alguém levaria para dizer “Essa aí vai morrer”.

– O que acontece se eu sair correndo por essa porta nesse exato momento e contar para todos o que você está fazendo?

A loira deu de ombros.

– Por que você faria isso? Você não é burra, Sakura. Acha mesmo que tem uma opção melhor do que a que eu estou te oferecendo?

Tsunade tinha razão.

O silêncio se estendeu por instantes até o tributo murmurar:

– Tudo bem. Continue.

A mentora sorriu e assentiu tranquilamente.

– Não contar as técnicas, não sair de perto do Naruto na arena, não usar em mais ninguém além dele... – ela recapitulou rapidamente, e olhou nos olhos de Sakura, de repente – ah, e você tem que me prometer outra coisa.

Ela esperou.

– O que é?

– Você tem que morrer nos Jogos.



Os tributos estavam na sala de espera.

Uma sala meio escura e abafada, embora pudesse ser comparada a um cubículo sem uma das quatro paredes. Os bancos a contornavam e não havia mais nada.

Era, literalmente, uma sala de espera.

Estavam todos com as roupas iguais, tirando a cor. Todas as vezes que Sakura via os outros tributos, ela acabava se deparando com algum que ela ainda não tinha notado. Naquele dia, uma garota sentou ao lado de Neji Hyuuga. Tinha dois coques na cabeça. Os olhos eram grandes e castanhos, cheios de vida.

Quando parou para pensar, Sakura pensou já tê-la reparado no treinamento, quando acertou todos os alvos com facas.

Mesmo assim, Tenten Mitsashi parecia ter medo de tudo. Como se realmente tivesse sido escolhida pelo destino, tirada da urna.

Ino se sentou em um lugar que Sakura não conseguiu ver muito bem, então não notou os olhares tristonhos que a Yamanaka a lançou quietamente.

Shino, companheiro de Distrito de Ino, não parou de fungar por um instante sequer.

Ou estava com muita alergia, ou estava chorando.

Sasuke Uchiha roubou suspiros de decepção quando se sentou. Não de Sakura, claro. Ela se segurou.

A roupa ficou incrivelmente bem nele.

Não que estivesse diferente do que estava nos outros, mas ele tinha um corpo divino. E aquilo transparecia quando ele usava aquele lixo que chamavam de ‘traje oficial’.

A ruiva de óculos se sentou ao lado dele e, depois de um tempo, arriscou colocar a mão na gloriosa perna Uchiha direita.

Sakura quase não conseguiu disfarçar a luta interna que surgiu dentro dela. Rir ou não rir?

Mas não riu. Porque ela estava quase indignada.

Como devia ser a vida no apartamento 9?

Os dois, juntos, com quartos separados apenas por um corredor de poucos metros. “Por Kimi-sama”, ela ficou rubra.

Mas, assim que a mão de Karin se acomodou, Sasuke a retirou, rugindo coisas ilegíveis. Mas parecia um tanto irritado.

Sakura contorceu os lábios.

O que aquilo queria dizer?

Ele franzira o cenho, cerrara os dentes. Estava envergonhado ou irritado ou...?

Sasuke Uchiha era difícil de ler.

O rosto perfeito, ela notou, só transmitia algumas expressões. Um riso, por exemplo, era algo que ela talvez não visse antes de morrer.

Nem depois, é claro.

Em compensação, Rock Lee se arreganhava para ela. Ele abraçou Tenten Mitsashi por um instante, do nada, e Sakura não viu. Então ele a soltou, desapontado, deixando-a com os coques despenteados e com a expressão mais confusa do mundo. Plano B, plano B...

– Ei, você aí – berrou ele. E todos os tributos olharam assustados. Talvez o normal fosse eles não se falarem, tendo em vista que em alguns dias lutariam uns contra os outros, até a morte – Você é Sasuke Uchiha, não é? Irmão de Itachi Uchiha?

Sakura piscou, interessada e alerta. Os olhos vagaram pela sala, de volta ao rosto do Uchiha.

– Sou – respondeu ele.

A voz a fez tremer. Era quase autoritária.

Impulsionado pela ousadia de Lee, o garoto com quem Naruto brigara outro dia arrumou encrenca novamente:

– Haha, como se sente, Uchiha – o nojo era evidentemente forçado no tom dele –, sabendo que seu clã é uma farsa? Está orgulhoso por seguir os passos sujos do seu irmão? Desta vez seu Distrito vai passar fome por muito tempo. Você não vai ganhar como aquele imbecil fez! Você não vai conseguir como ele conseguiu! Não somos manes e você não é como ele!

Sasuke Uchiha não sorriu, nem levou na esportiva.

Ele fechou as mãos em punho, rugindo, pronto para atacar. Mas antes que pudesse responder, Sakura se manifestou – a raiva crescendo em seu peito, cada vez mais forte:

– Quem dera existisse alguém tão bom quanto o Itachi – disse ela, em alto e bom tom. Os vinte e quatro pares de olhos a encararam – Ele foi o melhor tributo que eu já vi.

E, depois de segundos em silêncio, a sala riu.

Todos riram. Menos Gaara, Ino, Naruto e Sasuke.

Até Lee, movido pelos outros, ainda tentando chamar atenção, riu alto, sem achar graça.

– Você é imbecil?! – Indagou Kiba, ainda rindo.

– Não sou eu que estou rindo como um primitivo, seu babaca – Naruto arregalou os olhos e olhou para Sakura, incrédulo.

Os olhos verdes estavam quase vermelhos de tanta ira. Sakura tinha o tronco para frente, exausto, porém pronto para lutar.

A sala ficara novamente em silêncio. “Uh”, murmurou um rapaz de cabelo castanho repicado, preso para trás, do canto da sala.

E Kiba se levantou do banco, caminhando até ela de um jeito ousado.

– Como é que é, vadia?

Mas antes de mais nada, Naruto Uzumaki já estava de pé. Ele segurou Kiba pela roupa e o ergueu, berrando:

– Nasça de novo pra falar com ela desse jeito, seu infeliz! – Berrou ele.

– Acha que é certo namorar nos Jogos Vorazes? Acha isso bonito?! Eu vou matar essa garota, ela vai ser a primeira a morrer! Vou matá-la na sua frente, seu lixo!

Quando Sakura menos notou, havia guardas separando os dois e a puxando pelo braço. Nem Naruto, nem Kiba, nem Sakura ficaram com o resto dos tributos até o final do dia.



O treinamento na madrugada anterior tinha sido difícil e muito cansativo e, ali, sozinha na sala, apreensiva com a apresentação que estava prestes a dar, Sakura percebera isso.

Os dedos reclamavam na hora de dobrar. As unhas arranhavam.

Sua barriga também doía. Mas não era fome.

Cólica...?

– Ah, droga – murmurou ela, deitando no chão.

Aquilo a ajudou a pensar. O que estava fazendo? Algumas horas passaram e ela ainda não tinha nenhuma conclusão. A única resposta que conseguiu foi que mais nada fazia sentido e que, talvez, ela estivesse caminhando para a loucura.

O que foi aquilo com Kiba?

Quando Sakura Haruno, em sã consciência, teria feito algo assim?

Mas Itachi Uchiha não era uma farsa.

Ela não deixaria que ninguém dissesse isso na frente dela.

Ele não era um ídolo e ela passava longe de uma fã enlouquecida. Itachi Uchiha era mais do que Itachi Uchiha.

Ele era um símbolo de esperança.


Esperança de ganhar, quando já perdeu. Esperança é o que faz mudos quererem gritar. É o que faz um anão ganhar uma luta. Um pobre virar rico. Vontade, coragem, força. É o seu tudo quando você não tem mais nada.

Esperança, vontade de viver.

Era o que dizia seu coração. “Calma, Sakura”. “Tenha fé”.

“Porque a sua fé, ninguém pode tirar de você”.


Ela não estava viva por acaso.

Foi quando Sakura Haruno finalmente se recompôs. Sabia, finalmente, o que estava fazendo. E sabia aonde queria chegar.

Iria salvar Naruto. E, se fosse morrer, morrer com honra. Morrer por quem ama.

Era o que ela almejava para si mesma.

Uma heroína.

Quando sua cabeça martelou, obrigando-a a prestar atenção, Sakura notou que a cólica não doía mais. Que o teto da sala era cinza, clareando o ambiente, cujas paredes eram azuis. Um azul quase anil. Um cinza quase branco.

Decoração: havia uma porta trancada.

E, em um susto, ela se abriu:

– Sakura Haruno, Distrito 12 – anunciou um homem, sério. – É você?

Sakura fechou os olhos, sorrindo.

– Sim, sou eu.

– Vamos, você é a próxima.

Mas ela não se moveu, apenas abrindo os olhos de repente e inclinando o rosto para frente:

– Saiba você que em poucos dias eu serei a doutora Sakura Haruno – o homem a encarou por instantes, aguardando uma explicação. Ela se levantou e passou por ele, decididamente, e murmurou para si mesma: –, a melhor médica que já existiu.

Notas finais
Pois é, gente.
Meio tenso esse capítulo, né? Acho que as coisas vão ficar meio assim a partir de agora. Os capítulos vão ser mais carregados (não "compridos", ok? "carregados").
A arena tá quase perto de chegar (q) e vai começar a vir uma coisa atrás da outra. Espero que tenham gostado ♥
MIL, MIL, BEIJOS ♥
(ow, já comentei com vocês que agora a fic tem TRÊS recomendações? KKKKKKKKKKKKKKKK ~le retardada~ Foi mal, foi mal. Parei)
Gostou? Antes de sair, deixe uma review ou uma recomendação! ♥
(mas obrigada de novo) Q