The Horse And The Owl
21 Capítulo 21- Uma aventura Suicida
Notas iniciais
Demorei mais to de volta :D
Tenho que pedir desculpas para vcs , realmente pensei em desistir de escreve a fanfic . mais vou continuar pois me sinto bem escrevendo e tem minha linda amiga amanda tambem .
então esta ai o capitulo
espero que vcs goste :D
beijos
Cap.21 — Uma aventura Suicida (Narração de Lilian )
Depois que Rachel deu-nos um grande susto, fomos todas juntas para a casa grande, onde encontramos Quíron, Annabeth, Percy e Sr. D... Pensei comigo: “É impressão minha ou ele engordou mais?” Depois de discutirmos sobre a profecia suicida de Rechel, nos despedimos de todos com a promessa de que logo partiremos.
Assim que saímos da Casa grande, Julia e eu decidimos gastar o resto do nosso tempo no acampamento passeando na praia, onde poderíamos ficar mais a vontade, sem que outros campistas ficassem nos observando.
Assim que chegamos lá, tirei meus sapatos e pisei na areia macia e quente, fechando os olhos logo em seguida e aproveitando aquela sensação de segurança e proteção que sempre tive perto de uma praia. Abri meus olhos para procurar por Julia e a encontrei olhando para o mar, numa forma extremamente pensativa. Sem poder me conter, acabei perguntando:
-- O que você tanto pensa, corujinha?
Julia desviou o olhar do mar para mim e disse:
-- Nada não, Li... Só estava pensando em quem poderia ser nosso outro companheiro de missão e qual seria nosso plano inicial...
Voltei a fechar os olhos e, suspirando, falei:
-- Bom, a parte do plano vou deixar com você mesmo... Já a parte do último integrante, andei pensando... Que tal aquele seu amigo natureza ir com a gente?
Mesmo com os olhos fechados, pude sentir Julia me encarando de uma forma divertida:
-- “Amigo natureza”? Não tenho nenhum amigo...
-- Tem sim... Ele vive no chalé de grama... qual é mesmo? – disse eu, pensando encarando o céu.
-- Chalé de grama? Por acaso você não está falando de Marcos, está?
Sorri para Julia e estalando os dedos, falei:
-- Esse mesmo! Marcos Dormerk, filho de Deméter.
Marcos era um menino moreno, de cabelos castanho claros e olhos cor de mel. Julia o havia conhecido em uma aula de esgrima, aqui no acampamento.
-- Pelo que vi,ele era muito bom nas aulas de esgrima... Não seria ruim tê-lo na missão.
-- Você está falando sério?
Olhei para Julia:
-- Claro que estou. Ele é bom de luta, parece ser legal e é umas das poucas pessoas que "conhecemos" no acampamento.
Julia suspirou:
-- Ok , eu falo com ele amanhã de manhã, durante o treinamento... Agora vamos, é melhor voltarmos... Já deve ter dado o toque de recolher.
Encarei Julia e fiz biquinho. Não queria sair dali, mas a segui até os chalés, mesmo relutante. Assim que chegamos ao chalé 6, me despedi de minha amiga e fui em direção ao chalé 11.
No caminho, ao passar por uma sombra mais densa, senti algo pesado e frio caindo em cima de mim. Não precisei nem olhar para saber do que se tratava... ou melhor: de QUEM se tratava:
-- Nicolas Di Angelo! – gritei, brava com a queda repentina.
O menino, extremamente pálido (e lindo), sorriu para mim como se cair em cima de alguém não fosse nada de mais. (Não que eu ligue para isso, mas ele é mais pesado do que parece...)
-- Desculpa, não foi minha intenção cair em cima de você. — disse ele enquanto se levantava e estendia a mão para me erguer, me puxando com força e deixando nossos rostos perigosamente perto um do outro.
-- T-uuudo bem – disse eu, dando um passo para trás -- Isso meio que está virando um hábito entre nós. – sorri sem graça.
Nico deu uma leve risada:
-- Posso acompanhá-la até o chalé?
-- hã, claro. – eu estava explodindo por dentro.
Juntos, voltamos a andar. Nico me contou sobre o tempo que ficou fora do acampamento, na companhia do fantasma Minos e sobre as aventuras que ele viveu com Percy. Eu lhe contei da Luta minha e da Julia contra a Quimera... Parece que aconteceu há muito tempo, mas é tão recente. Essa história durou até chegarmos na porta do chalé 11. Estava me preparando para dar Boa noite ao Nico quando ele me pergunta:
-- Lilian, me promete uma coisa?
-- O quê?
Ele respirou fundo:
-- Me promete que vai voltar viva dessa missão? Que vai tomar muito cuidado?
Pensei por um momento:
-- Sim... Sim, prometo.
Nico concordou com a cabeça e, sério, continuou:
-- Acho bom, ou...
Meu coração parecia uma pipoca gigante em meu peito, de tanto que saltava:
-- Ou...?
Nico não disse nada. Se aproximou de mim em um passo e me beijou, um beijo lento que demonstrava o carinho, o amor que ele sentia, que depois se transformou em um beijo mais intenso, que demonstrava a preocupação, o medo. Nico terminou o beijo com um selinho e disse:
-- Ou terei que ir te buscar pessoalmente no mundo do meu pai.
-- Mesmo não conhecendo muito de mitologia, tenho certeza de que seu pai não iria permitir isso. – eu disse. Nico deu de ombros.
-- Não importa. Já perdi minha mãe e minha irmã... Não quero perder mais ninguém.
Nos abraçamos e assim ficamos abraçados por um bom tempo, até que escutamos barulhos vindos da floresta ao lado. Era bem provável que fossem as harpias chegando. Nico e eu nos afastamos e com um último beijo ele foi embora pela sombra. E eu entrei no chalé me preparando para o amanhã.
Notas finais
Não sei quando sai o outro capitulo mais vou adiantar
FELIZ NATAL E ANO NOVO
beijos
ate aproxima
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