The Hood

18 Surpresa


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews lindas SHIRLEY, DEA, juliana souza, JUSSARA CULLEN, CassieStew, Bia Woldorf, Eclipse She, Anny, angel, michele djenifer, Polli, Marcela, JessyMachado, MariRS, Penélope, MaraRobsten, Debora Lima, Ka Almeidah, Anaa e Fran Carvalho. Bjão! -;- Capítulo dedicado a Debora Lima por conta de sua carinhosa recomendação a Fic, bjão flor! -;- As palavras em negrito significa que são referências reais e podem ser por você pesquisado se assim desejar, deixando claro que esta é uma obra de ficção em nada um relato da realidade. -;- Vamos ao que interessa...

“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?” — Fernando Pessoa

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– Música sugerida (The English Ladye And The Knight — Loreena McKennitt) –

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Todos andavam se preparando para a viagem a corte, mas naqueles dias o comentário em Forks era o casamento coletivo que se ia dar entre os “templários” e suas noivas... As garotas andavam com sorrisos largos nos lábios para lá e para cá a preocuparem-se com os preparativos da cerimonia que seria presidida por frei Young, o clérigo já exigira que os noivos se confessassem do contrario não realizaria a cerimonia... Já entre Isabella e Edward as coisas andavam agridoces por conta do distanciamento que ela lhe estava dando na hora de dormir ainda mais depois do ocorrido na taverna Denalli, Isabella deixara claro que o rapaz estava de castigo e não atintou ele resmungar ou muito menos fazer cara feia a moça nem se abalou... Sim, até o momento o Cullen não conseguira mais nenhuma intimidade com sua magricela... The Hood andava de bolas roxas como se diz por aí por conta dessa situação, mas tudo só serviu para que ele agisse com mais rapidez colocando em pratica seu misterioso plano... Na vila era inicio de uma linda tarde e Lady Cullen chegou de surpresa, a senhora era só sorrisos, interessada em rever os netos adotivos cumprimentou-os com esmero e a sua nora também...

Todos só falam desse casamento coletivo não é mesmo? – Soltou a nobre para Isabella enquanto notava a movimentação das moças de lá para cá...

Pois é. – Devolveu sem graça. – Uns andam ansiosos, outros comemorando e outros... Estranhos demais. – Soltou fazendo Esme franzir a testa.

Não entendi querida. – Retrucou a senhora.

Deixe pra lá, como andam as coisas em sua casa, seu povo? – Perguntou mudando de assunto... Isabella como boa anfitriã que era levou Esme até a cabana em que morava para se refrescar lhe ofereceu um chá e em seguida pôs-se a banhar o pequenos...

– Onde está Edward filha? – Perguntou a sogra.

Boa pergunta, muito boa pergunta Esme. – Soltou evidentemente contrariada e lady Cullen segurou o riso, a nobre sabia a localização do filho. – Saiu cedo, mal falou comigo... Onde anda? Gostaria muito de saber, está misterioso em demasia nos últimos dias... Com certeza está a aprontar, com certeza está. – Comentava quase para si mesma enquanto secava Nolan...

Talvez esteja a ver os preparativos da viagem filha. – Devolveu Esme. – De certo é isso. – Concluiu.

Quem sabe... – Disse Isabella servindo a nobre um chá.

– Eu vai gosta de viaja... Um vai pecisa toma banho, na estada num tem tina d’água. – Soltou Nolan empolgando-se enquanto Isabella lhe ajudava com a roupa...

A mais tem vários e vários riachos pelo caminho... Ficas tranquilo que daqui até Londres tu vais sim tomar muitos e muitos banhos. – Declarou e o pequenino bufou em resposta. – Vou lhe endireitar Nolan Swan Cullen, vou lhe endireitar. – Afirmou empurrando-o de leve para fora da cabana com um tapinha no bumbum sem força.

**

– Uma festa... Mas, daqui a alguns dias teremos uma por conta dos casamentos... Não podes esperar e comemoramos o que é de seu desejo no mesmo dia? – Soltava Jacob junto com Emmett e Jasper de frente a Edward na gruta, o rapaz acabara de voltar de uma misteriosa saída.

Quero uma festa hoje, ao cair da noite, quando o céu já escuro estiver... Quero cantoria e todos com suas melhores roupas. – Ditava lembrando a todos o quanto ele podia ser mimado quando queria.

Edward... – Pensou Jasper em argumentar.

Ora, todos aqui gostam de festa... Qual o problema com vocês? – Despejou o Cullen.

Nós é que perguntamos... Tua andas que é só mistério... Inventas de ultima hora algo é queres que acatemos sem entender o motivo... Tudo bem, festejar é sempre bom, mas podemos ao menos saber o motivo da festa? – Questionou Emmett e todos atentos esperaram... Edward fitou a cada um e abaixando a cabeça ponderou.

Não pensem que serão só vocês a casar... Eu também vou e... E isso quero comemorar com meus amigos. – Declarou baixo, sem alarde, algo impossível é claro... Os rapazes sorriram sem deixar de trazer na face um olhar confuso.

Casar? Ok... Tu vais casar então a festa será na verdade tuas bodas, mas hoje? – Inqueria Jasper confuso e Edward em negativa respondeu.

A festa será a comemoração de minhas bodas... Que... Será surpresa para a noiva e eu espero poder contar com a boca fechada de vocês, isso inclui não contar nada às mulheres que todos sabem possuem a matraca solta. – Declarou com a empáfia habitual.

Tu vais casar hoje? – Soltou Jacob surpreso.

Sim, logo mais em Swan e quero vocês por lá com suas damas para... – Dizia o Cullen para Emmett, Jasper e Jacob que ali se encontravam.

– Edward, desculpe amigo, mas ao que tudo indica Isabella se quer imagina algo assim... Só por curiosidade como pretendes faze-la aceitar algo que nem imagina? É de Isabella que estamos falando. – Jogou Emmett cortando o amigo e Edward sorriu...

**

Já tens vestimenta para o casamento de teus amigos filha? – Perguntou Esme.

Mamãe Bella compou um vestido muito bonito. – Adiantou-se Paige.

Sim, Alice praticamente me obrigou. – Resmungou Isabella.

Colocas para que eu o veja. – Pediu a nobre e Isabella já pensando em negar. – A tempos não vejo-te arrumada, tua mãe sempre dizia o quanto ficavas linda... Parecendo uma princesa... – Soltou sorrindo, Esme sabia em que ponto tocar para que a jovem Swan se derretesse...

Ok... Aguarda um momento. – Pediu resignada... Suspirando saudosa levantou-se caminhando em direção ao pequeno vestíbulo e pegou o vestido... Colocou-o sobre seu corpo e retornou a sala... Enquanto isso o jovem Cullen já impaciente rondava as escadas que levavam a sua cabana nas alturas... A carruagem de sua mãe disposta próxima ao local lhe trazia a certeza de que tudo estava indo como combinado...

Edward... – Chamou Seth apeando da montaria que o trazia de Swan, o por do sol começava a dar seus primeiros sinais, a cor alaranjada despontava no horizonte e as mulheres se ocupavam com os preparos da ultima refeição do dia... Os rapazes depois da conversa com o amigo foram rapidamente preparar a praça da vila para o festejo, distribuindo tochas em lugares estratégicos...

Diga. – Pronunciou Edward, baixo, sem tirar os olhos da cabana que já se encontrava com as luminárias acesas.

– Meu pai pediu para avisar-te que está tudo pronto como pedira. – Afirmou fazendo o nobre fita-lo.

Ótimo. – Devolveu Edward sorrindo.

Vim buscar minha mãe como também foi pedido junto com o frei. – Jogou baixinho o Clearwater.

Certo, o faça sem alarde Seth. – Pediu Edward e sem mais esperar pisou no primeiro degrau decidido, não aguentava mais esperar... Logo adentrou a sua cabana já vislumbrando sua mãe e Paige bem próximas e uma Isabella um tanto impaciente com um lindo vestido no corpo... Ele não se conteve e sorriu ao vislumbrar sua amada tão linda.

Enfim resolveu dar as caras. – Soltou Isabella com as mãos na cintura...

Linda! – Disse maravilhado o Cullen, mas como que por encanto piscando varias vezes se dando conta de sua missão, ficando sério de repente permaneceu fitando-a... — Bella... Swan está com problemas. – Declarou fazendo a moça preocupar-se de imediato.

Problemas? Que tipo de problemas? – Questionou tensa.

Problemas... Sérios problemas que... Que precisam de tua atenção... Agora! – Falou com pressa quase gaguejando.

O que está acontecendo? Estás me assustando. – Disse com o semblante carregando preocupação.

Filha se existem problemas deves ir ver, de certo Edward irá te acompanhar. – Interviu Esme e o jovem a fitando rapidamente demonstrou agradecimento.

Certo... Vamos, deixe-me apenas de roupa trocar. – Disse a Swan entre o confusa e o preocupada.

Não! – Soltaram alto, em uníssono, mãe e filho e Isabella no mesmo instante franziu a testa... O que diabos estava acontecendo? Pensou.

Deixes de rapapés... O problema... Não pode esperar. – Afirmou Edward.

Vai logo filha. – Disse Esme aproximando-se da jovem e empurrando-a levemente pelo cotovelo.

Sim, vamos logo... Estão a te esperar lá para que se resolva tudo. – Emendou Edward não dando a ela escolha.

Vai que dos meninos eu cuido. – Disse por fim a sogra... Edward praticamente arrastou Isabella da cabana e ao chegar ao seu cavalo a ajudou a subir.

O que no inferno está acontecendo que é necessário toda essa correria? – Perguntou Isabella.

Tu verás... Logo verás. – Afirmou guiando o cavalo já sentado atrás dela... O Cullen a fim de retardar a chegada em Swan foi pelo caminho mais longo.

Por que não vais pela nascente? De certo é mais rápido. – Indagou Isabella.

Por lá irás molhar teu vestido e depois querer me matar por isso. – Argumentou com falsa preocupação... Esme saindo da cabana com Paige rapidamente recolheu Nolan que por ali brincava, se dirigiu a sua carruagem com os netos seguindo logo para o mesmo destino de seus queridos... Seth já havia levado minutos atrás sua mãe e frei Young para Swan...

Tu estás estranho, estranho por demais. – Soltou Isabella e Edward manteve-se calado concentrado no caminho... Em seu interior relampejavam incertezas sobre a reação de sua magricela ao ver o que ele havia preparado... Em Swan como pedira Edward os homens que estavam trabalhando na reconstrução já haviam se retirado... O local em que antigamente era a grande sala da casa dos nobres estava devidamente decorado, com folhas de palmeira e flores sendo devidamente iluminadas por delicadas tochas... Sue ao lado do marido sorria imaginando o que viria a seguir... Lorde Cullen conversava com frei Young tendo junto a eles Randall e Mary que também aguardavam a chegada dos noivos... Os amigos mais chegados também ali agora estavam, Emmett e Rosalie, Jasper e Alice bem como Jacob e Leah...

**

Não demorou para Isabella notar, assim que em suas terras chegou, que realmente existia algo diferente em sua Swan, mais especificamente no local onde era sua casa... Edward apreensivo esperou a reação dela... A jovem vislumbrava as tochas acesas...

O que... – Esboçou baixo assim que Edward parou o cavalo... Ele a ajudou a descer enquanto os olhos da moça se mantinham inquiridores a sua frente... O pequeno altar montado de forma simples já lhe respondia qualquer questionamento existente, seus queridos amigos ali reunidos...

Não existia lugar melhor... Teus pais aqui viveram... Pensei que seria como se aqui estivessem, iriam eles querer ver esse momento e eu achei que você... Também iria querer. – Explicou o Cullen preocupado por ela ter se calado... Isabella se voltou para ele com os olhos marejados, a simples menção a seus pais de forma tão carinhosa, o respeito para com a memoria deles, a preocupação em fazer de um momento tão importante e solene algo marcante e apaixonante fez com que Isabella se emocionasse ainda mais e se possível se apaixonasse muito mais por aquele homem que a cada dia se mostrava mais e mais maduro, mais e mais digno...

Edward... – Pronunciou num fio de voz.

Casa-te comigo milady... Sejas minha perante Deus magricela. – Pediu e ela já chorosa escondeu-se no tórax do amado... Envergonhada se via... Andava irritada com ele, arredia nos últimos dias pensando que ele andava aprontando e na verdade ele estava preparando uma surpresa para ela.

Eu não sei o que dizer. – Disse com sua voz saindo abafada, emoção transpirando em sua pele.

Por favor, diga sim. – Falou o jovem beijando o alto de sua cabeça... Isabella levantou seu rosto encontrando os olhos verdes azulados que suplicavam por uma resposta positiva.

É claro que aceito Edward. – Declarou.

Ótimo! – Disse uma voz vinda de trás, era frei Young. – Já que a noiva aprova... Um alivio não é mesmo The Hood? – Soltou bem humorado e Edward revirou os olhos. – Vamos ao que interessa, ambos precisam confessar-se antes da cerimonia. – Advertiu.

Ora, mas estão a nos esperar e... – Tentou remediar o Cullen.

Essas são as regras, do contrario não poderei seguir com as formalidades. – Declarou o clérigo firme em sua decisão.

Ele está certo Edward... É necessário. – Devolveu Isabella e o jovem suspirando alto foi obrigado a assentir... O frei utilizando-se da carruagem que trouxera lady Cullen e seus netos, fez da mesma seu confessionário... Primeiro foi à vez de Isabella enquanto o Cullen aguardou distante, junto a seus amigos e pais demonstrando sua impaciência já conhecida por todos...

**

– Podes começar minha filha. – Disse o religioso.

Frei eu pequei. – Disse Isabella em um fio de voz.

O que fizeste para assim pensar filha? – Questionou Joseph.

Bem... Existem aqueles... Pecados pequenos, habituais que vira e mexe nos assombram, mas que sabemos Deus releva... Mas houve algo... Algo diferente... Um pecado maior... Ele começou pequeno, mas por fim tornou-se grande... – Dizia sem graça fitando as mãos que repousavam em seu colo.

Não existem pecados grandes ou pequenos minha filha, pecado é pecado. – Explicou o frei. – Me diga o que te atormenta ao ponto de necessitar da absolvição? – Inqueriu e Isabella sentiu o rosto pegar fogo, sem contar o calor que aquele cubículo lhe causava, mas na verdade o calor que estava a sentir vinha por outros meios se é que entendem...

Bem... Eu comecei a sentir... Sentir uma quentura em meu corpo, e isso começou depois que reencontrei o estrupício... Digo Edward... – Explicava sem olhar nos olhos do religioso.

Entendo, continue. – Pediu o homem já antevendo onde isso daria... Isabella começou aos gaguejos a contar ao frei tudo o que passara, a tormenta e confusão que sua mente se encontrou até assumir o que sentia e compreender tal sentimento... Chegou no dia em que fora sequestrada...

Bem... Nós estávamos ali sozinhos, e não tinha como voltar... Bem... Eu... Foi mais forte do que eu entende frei? Enfim... Eu... Céus... Acabei me entregando... Sei que fui devassa... Mas... Mas eu o amo e... – Dizia quase chorosa... Isabella sempre fora uma mulher decidida, firme em suas escolhas e não achava errado assim o fazer... Escolher Edward como seu homem fora algo natural, depois de entender e assumir seus sentimentos... Fora criada e educada para sempre ter as rédeas de sua vida nas mãos, seus pais lhe ensinaram que dela pertencia suas escolhas... Mas também, sua mãe, embora de forma muito superficial, lhe ensinara que entregar-se a um homem deveria ser uma escolha feita depois de com ele passar pela união matrimonial assim como sua mãe havia feito com seu querido pai... Veja que Isabella não se arrependia de com Edward ter se deitado, ela se arrependia de ter antecipado o processo, mentalidade comum à maioria das mulheres de sua época.

Filha fostes adiantada em atitudes, mas Deus te perdoa porque existe amor e porque este amor hoje será consagrado. – Dizia o frei. – Basta que se confesse pecadora e o santo Deus te absolvera! – Exclamou o frei e Isabella depois de puxar o ar com força sentiu-se mais aliviada.

Terminado com Isabella o frei abriu a portinhola da carruagem e Edward mais do que depressa aproximou-se para amparar sua noiva, a jovem ainda envergonhada não lhe olhou nos olhos... Frei Young fitou Edward...

Agora é tua vez. – Declarou firme e o jovem Cullen teve vontade de mais uma vez revirar os olhos...

Tem que ser aí dentro? – Questionou desconfortável.

Estais com medo por um acaso? – Retrucou o frei e dessa vez Edward aos resmungos.

Eu com medo? Ora faças-me rir homem... Vamos logo com isso. – Soltou adentrando a carruagem... Ficaram sentados um de frente para o outro...

Pois bem, pode começar. – Disse o frei.

Começar? Ué... Mas ao que parece quem pediu a audiência foi o senhor, por que eu devo começar? – Jogou Edward tentando ganhar tempo, o jovem sabia que se começasse não sairia dali tão cedo... Tinha consciência o nobre Cullen que sei extenso currículo não lhe era orgulho diante da santa igreja.

Edward Cullen sejas homem e assuma teus erros do contrario não lhe casarei com a jovem que lá fora te aguarda. – Ameaçou o frei e Edward resmungou palavras inteligíveis.

Homessa... Queres ouvir o que? Olha frei... Já cometi todos os pecados que se pode contar nessa vida... Com mulheres... Bem... O senhor sabe... – Soltou com um sorrisinho amarelo nos lábios.

Não meu filho, eu não sei. – Devolveu o frei sério e Edward coçando a cabeça fitou os sapatos desconcertado.

Eu já fiz muita porcaria... Um devasso talvez seja uma boa forma de denominar a maioria das minhas atitudes... – Concluía. – Mas veja, sou agora um homem... Direito, de uma mulher só... Que pensa na família, que se preocupa com os meus... Isso de certo deve contar eu imagino, não é mesmo? – Jogou esperançoso... O frei de braços cruzados, queixo sendo coçado por uma das mãos fitava o rapaz com repreensão.

Sim, conta, mas arrepender-se é preciso. – Recomendou o frei de forma incisiva.

Frei se vamos aqui detalhar tudo o que fiz, o dia vai se acabar e daqui não vamos sair... Mesmo porque me lembrar de todas as... As vezes que algo de errado fiz, detalha-las... Vai ser complicado. – Dizia antecipando.

– Não precisa contar-me os detalhes, aliás, se o fizer é como acaba de dizer daqui não vamos sair tão cedo... Mas vou lhe advertir precisas deles se arrepender. – Declarou.

Veja... Tem algumas coisas que mesmo sendo errados devo dizer-lhe não me arrependo de tê-las cometido. – Devolveu sincero e o frei bufou inconformado.

– Endireita-te rapaz... Isabella é uma jovem digna de respeito e se do contrario agir eu mesmo irei intervir com Deus que uma praga caia sobre ti. – Soltou fazendo Edward arregalar os olhos.

Ora frei... Minha magricela será sempre respeitada por mim. – Devolveu indignado. – Não foi o senhor mesmo que disse que aqui me veria, pois bem, aqui estou e feliz com a situação... Mesmo porque, ela já é minha mulher então agora vamos apenas formalizar isso diante dos santos. – Argumentou Edward e o religioso espremendo os olhos lhe analisou.

Andou comendo o doce antes da hora rapaz? – Jogou o frei se prevalecendo por saber a resposta, permaneceu fitando com intensidade os olhos do jovem que engolindo em seco...

Veja... Eu a amo e...

– Respondas a pergunta. – Ordenou o clérigo cortando-o.

Ok, ok... Me antecipei, mas com todo o respeito frei... Eu amo essa mulher... Segurar as calças fechadas por mais tempo seria caso de morte por sufocamento na certa. – Justificou.

Sem detalhes sórdidos The Hood... Sem detalhes sórdidos. – Exprimiu o religioso. – Assuma teus erros perante Deus e ele te absolvera meu rapaz. – Concluía frei.

Olha frei a merda está feita, que venha a penitencia de uma vez... Mas por todos os santos encerre logo isso e me case com minha magricela de uma vez. – Jogou Edward quase implorando.

Emenda-te rapaz... Emenda-te para que Deus possa contigo permanecer. – Advertiu. – Vamos com isso de uma vez, porque contigo não tem outro jeito mesmo... Tua sorte é que lá em cima, por algum motivo que não me é conhecido, gostam de ti. – Dizia o homem abrindo a portinhola e se retirando... Mas antes de permitir que Edward saísse o homem lhe deu um debochado sorriso.

O que foi agora? – Questionou Edward.

Eu lhe disse garoto que ela lhe poria cabresto... Vejas onde parastes... O que estás prestes a fazer... Vais andar na linha agora rapaz... Vais andar na linha. – Dizia rindo e Edward contrariado desceu da carruagem... Isabella ao vê-los sair colocou-se ainda mais ansiosa... O rapaz que resmungava pelas palavras do frei pôs-se a sorrir de imediato, como um bobo só por vê-la a sua espera... Logo juntaram-se em frente ao pequeno altar com os amigos em volta... A cerimonia se conduziu com a normalidade já esperada, o jovem casal se via feliz com a situação e a hora do sim, tão aguardada por ambos chegou sendo com veemência proferida tanto por ele quanto por ela... O frei os abençoou e Edward não perdeu tempo em beijar sua magricela deixando a moça sem graça...

Agora és minha sem mais contestação. – Disse Edward sorrindo.

E tu és meu. – Devolveu beijando-o... Todos os presentes cumprimentaram o casal com alegres sorrisos de satisfação pela festiva situação... Partiram dali em direção à floresta de Forks onde se daria a festividade pelas bodas agora concretizadas...

Dança cum eu mamãe Bella, dança. – Pediu Nolan agarrando a cintura de sua mamãe e ela sorrindo-lhe.

Mas de certo que sim meu amor... Com muito gosto. – Declarou pegando-o no colo e se balançando no mesmo lugar... Edward não perdeu a oportunidade de anunciar para quem quisesse ouvir que o frei ali presente havia oficiado seu enlace com Isabella e que seus amigos e pais lhe foram por testemunha, agora ninguém mais na vila teria o que falar pensava o jovem Cullen que sorrindo fitava sua magricela com seu pequeno Nolan nos braços... Paige já cansadinha se recostando na avó adormecera no melhor da festa... O noivo aproximando-se dos dançarinos...

Muito bom muito bom... Mas agora devolva minha esposa tampinha. – Soltou brincalhão.

Eu tô dançando cum ela, cheguei pimeio. – Disse convencido.

Não precisam brigar vocês dois... Tem esposa e mamãe para os dois. – Resolveu intervir mantendo o tom bem humorado.

Está tarde, precisamos ir. –Declarou Edward fazendo-a franzir a testa em confusão.

Ir para onde? – Perguntou curiosa.

Tampinha... – Chamou mantendo o sorriso.

Ta bom, ta bom. – Disse resignado.

Ótimo se despeça de sua mãe. – Ordenou Edward e Nolan obediente abraçou apertado sua mamãe Bella, a jovem o colocou no chão depois de beijar-lhe a bochecha.

Para onde vamos Edward? – Perguntou.

Ora... Para nossas núpcias, onde mais? – Jogou sorrindo ao beija-la.

As crianças... – Devolveu preocupada.

Irão ficar com meus pais, está tudo acertado... Vamos logo magricela... Ou vou achar que comigo não queres estar. – Declarou trazendo nos lábios um bico no final e ela rindo beijou-o mais uma vez... O jovem Cullen não deu atenção a ninguém, aproveitando-se que todos estavam entretidos com a cantoria e dança apenas lançou um aceno aos pais e carregou sua esposa para a sua montaria... Distanciaram-se da vila... Apesar de estar muito escuro Isabella se recordou do caminho... Aconchegada no largo tórax do rapaz se via feliz com a situação... O escondido caminho logo se fez presente à frente deles e Edward conduzindo sua montaria adentrou a estreita trilha que os levaria a sua clareira... Não demorou para que lá chegassem e mais uma vez naquele dia Isabella surpreendeu-se com o cenário que encontrava... No meio da clareira Edward sozinho preparou um verdadeiro ninho de amor, coberto por uma tenda de tecido esbranquiçado, abaixo se encontravam mantas e almofadas... A imagem enchia os olhos tendo ao redor pequenas tochas que iluminavam o lugar, ali bem próximo uma vertente da nascente se transformava num pequeno lago de aguas cristalinas... Isabella maravilhada não perdeu a oportunidade de, seu agora marido, provocar...

– Edward... – Pronunciou estupefata. – O que queres, tocar fogo na clareira? – Jogou com um sorriso abobalhado e ele agora ao seu lado revirou os olhos.

Não posso ser um pouco romântico? – Perguntou e ela virando-se para ele, ainda surpresa...

Mais? – Questionou levando as mãos ao rosto que tanto amava.

Com você sempre serei mais. – Respondeu beijando-a... Isabella envolveu seus braços ao redor do pescoço dele fazendo com que ficassem ainda mais próximos... A noite estava quente e o interior de ambos do mesmo modo se encontrava... – O que achas de nos banharmos um pouco? – Jogou com a testa grudada a dela.

Um banho? – Repetiu. – Seria bom, talvez refrescasse. – Devolveu ruborizada.

Refrescar não sei... Mas bom, garanto que será. – Disse sorrindo escandalosamente.

Seu pervertido. – Declarou escondendo-se no pescoço dele.

Sabes que de mim não precisas ter vergonha... Com teu marido seus pudores estão mais do que seguros magricela. – Afirmou voltando a beija-la... Não demorou para que as roupas fossem desprezadas e eles logo seguiram para água... Entre beijos e caricias o calor permanecia com intensidade... — Estava louco de saudades de ti. – Dizia beijando o colo exposto da jovem que de arrepio em arrepio se contorcia sendo amparada pelos braços fortes que a circundavam, suas pernas enlaçavam o quadril de Edward fazendo o contado entre eles se tornar mais intimido já que não existia ali nenhuma barreira...

Edward... – Esboçou perdida nas sensações que lhe açoitavam o corpo, sensações bem vindas, sensações aquecedoras... Seu ventre se contorcia de satisfação ao sentir seu homem ali tão próximo de si, seu corpo se revelava um aficionado por aquela dança sensual que eles ensaiavam ministrar em sincronia... Edward sem perder tempo alcançou a intimidade de sua esposa, notando-a molhada passou a acariciar seu botão inchado que suplicava por atenção enquanto ouvia lamurias e mais lamurias vindas de sua magricela agarrada ao seu corpo... Penetrou-lhe um dedo lembrando-se do quanto ela era apertada, seu membro pulsou com intensidade antevendo o momento que seria ele ali sendo aprisionado, no calor abrasador das paredes que amava... Bombeou uma vez ouvindo-a arfar em resposta, colocou mais um dedo notando a dificuldade de penetra-la aumentar... Ele imaginava que como da primeira vez encontraria certa resistência, preocupava-se no momento em fazer com que para ela fosse o mais confortável possível... No mesmo instante constatou mais uma vez que suas atitudes para com Isabella eram de longe semelhantes ao seu trato para com qualquer outra mulher que já tivera se deitado... Com Isabella era diferente, saber que para sua amada as sensações eram prazerosas tornava-se de suma importância para ele... Isabella mordeu seu ombro em resposta aos dedos que a penetravam hora rápidos, hora lentos.. O jovem procurou os lábios carnudos da moça e por eles foi recebido em um beijo insistente, caloroso... As mãos dela percorriam as largas costas, arranhando, alisando... Uma impaciência bem vinda lhe acometia... Beijou o pescoço, mordiscou seu maxilar e voltou-se para os lábios másculos que sempre lhe faziam flutuar... Edward tentou colocar um terceiro dedo no delicado canal e Isabella na hora se retesou em resposta... Os olhos se conectaram...

Me desculpe meu amor. – Suplicou preocupado e ela sem nada dizer voltou a beija-lo, queria mais dele... Imaginava que talvez fosse ser incomodo como da primeira vez, mas estava determinada a passar por isso para encontrar o prazer nos braços dele... – Vamos sair daqui... Entre as almofadas e cobertas ficaremos mais confortáveis. – Disse abraçando-a ainda mais apertado... Saíram da água e deitaram-se na fofa manta coberta por almofadas... O jovem com seu corpo por cima do dela permaneceu atento a cada uma de suas reações, voltou a acaricia-la intimamente, a excitação escorria pelos grandes lábios rosados de Isabella e o Cullen se via mais e mais necessitado de senti-la... De maneira ousada Isabella tocou no membro ereto e pulsante fazendo Edward resfolegar ao sentir a pequena e quente mão lhe acolher... Ela não sabia o que fazer, como fazer... Preocupou-se em apenas sentir a textura, o calor que dali emanava... Notou o pequenino orifício na cabeça avermelhada com uma umidade diferente, passou seu polegar pelo orifício fazendo o jovem ver estrelas com a bem vinda sensação... Olhos nos olhos, pele com pele... Um dando prazer ao outro... Mas eles queriam mais... Edward necessitava de mais... Isabella ansiava e sonhava com mais, o mais que imaginava ser apaixonante... Como da primeira vez ela se antecipou corajosamente e direcionou o membro que segurava em direção a sua entrada... O Cullen em um esforço surreal procurou se conter para não meter com força... A penetração foi lenta, incomoda para ela e torturante para ele... Mas estavam juntos, unidos... Casados, felizes... Se amando no limite... Quanto todo dentro dela o rapaz respirou fundo notando a expressão de desconforto que ainda ganhava a face de Isabella... Sua experiência lhe fez lembrar de algo que a ajudaria a relaxar... Infiltrou sua mão entre eles, alcançando a conexão entre ambos, tocou delicadamente o botão inchado, o pequenino feixe de nervos que dava prazer a sua amada... Alisou e acariciou espalhando a umidade existente no local... A feição de Isabella começou a se alterar, sua respiração antes pesada agora se tornava entrecortada... Ela estava gostando, os lábios ligeiramente abertos soltavam sons incoerentes... Ela fechou os olhos sentindo-se flutuar... Edward começou a se mover... Uma fisgada ela sentiu, mas logo o desconforto tornou-se prazer... Um prazer que causou choque em Isabella... A moça sentiu-se ser levada a outra dimensão ao experimentar a poderosa sensação...

Uhm... Bom... Tão bom! – Verbalizou bem baixinho, os olhos ainda fechados... Surpreendendo Edward a jovem começou a se movimentar junto com ele, de inicio de forma errática, mas logo alcançando o ritmo do marido chegou à sincronia e a dança efetivamente se deu... Ela dava sinais nítidos, perceptíveis de que nascera para aquilo... Era a amante perfeita, a companheira ideal, pensava o Cullen... Mas toda a desenvoltura adquirida por instinto intrigou o rapaz... E o lado machista nele aflorou... Vendo-a tão entregue... De repente tão solta o assustou, para um homem naquela época mulheres desenvoltas naquela areia eram sinônimo de devassidão... Edward parou de se movimentar e Isabella abriu os olhos sentindo a sintonia ser quebrada mesmo tendo-o ainda dentro de si. – O... O que... Aconteceu? – Perguntou com dificuldade e ele com a testa franzida...

Eu que pergunto... Onde aprendestes essas coisas? – Questionou deixando-se levar pelo lado possessivo que tinha de sobra.

Como assim? – Devolveu confusa.

Onde adquiristes essa habilidade na cama? – Jogou fazendo-a arregalar os olhos ao entender o ponto.

Tire sua mente da latrina estrupício... Tu bem sabes que comecei com isso através de você! – Soltou irritando-se e com as mãos espalmadas no largo tórax tentou afastar-se dele fazendo com que ele quase saísse de dentro dela... O Cullen sem perder tempo a conteve... Olhos nos olhos, mais uma vez, constatou que tinha sido um idiota por levantar tal questão.

Desculpe Bella, me desculpe... Eu... Você... Nossa estava perfeito demais... Como se... Como se fosses uma... Uma...

– Nem termine, está me ofendendo. – Argumentou cortando-o.

Magricela... Releves o que seu marido grosseirão diz... Não nos prive de tal contato por conta de minhas rabugices... Sou um estupido, um completo estupido. – Pedia com o semblante arrependido.

Idiota! – Resmungou e ele sem esperar penetrou-a um pouco mais fazendo a moça suspirar.

Sou o teu idiota... Teu estrupício. – Disse beijando a orelha dela e voltando a mover-se como antes... As sensações voltaram a atingir Isabella não lhe dando a chance de reclamar com ele... O que lhe acometia vinha tão forte que era impossível ficar impassível, esperando que só ele agisse e então ela voltou a se mover junto com ele... Tal atitude lhes atingia em cheio, fazia tudo melhor, mais saboroso, mais intenso... Não demorou para que ambos atingissem o limite e Isabella pela primeira vez na vida descobriu o que era um orgasmo... Quando sentiu-se sem saída, sem forças e completamente entregue presenciou seu ventre enrijecer, seu interior ser acometido por involuntários tremores, a respiração lhe faltar e a mente se turvar de tal forma que o mundo parou a sua volta... Ela sorriu, com gosto, um sorriso fácil, abobalhado de quem sentia-se completa... Edward veio logo depois levando-a a sentir mais uma vez o prazer de ser preenchida por sua semente quente e abundante. – Amo-te... Amo-te demais. – Disse baixo, quase imperceptível e ela lhe beijou a têmpora com carinho.

Spoiler —

– Lorde Platt... Milady... Sinto-me afortunado em conhece-los. – Declarou Dom Volturi com um sorriso nos lábios.

Pois nós dizemos o mesmo... Feliz foi a hora em que viestes em socorro de nossa Inglaterra Dom Volturi, feliz a hora. – Devolvia com o mesmo entusiasmo o nobre. A cena deixava claro que de ambos os lados houve afinidade, ou ao menos o vislumbre de uma rica e lucrativa oportunidade... Do lado de Dom Volturi isso era absolutamente verdadeiro, já do outro lado era o oposto...

Notas finais
A magricela dessa vez se surpreendeu de forma positiva... kkkkk... Enfim casados e resolvidos, agora isso não quer dizer que as provocações vão acabar... Muito pelo contrário, esses dois só funcionam assim... kkkk. Vamos me digam, por favor, o que acharam de tudo? Preciso muuuuuuito saber! -;- Já sabem, as novidades chegam antes no Facebook - Lu Nandes Fanfic's. -;- Bjão e obrigada por aqui estarem, até a próxima quarta com The Hood!