Notas iniciais
Obrigada as maravilhosas michele djenifer, JUSSARA CULLEN, MaraRobsten, SHIRLEY, DEA, MariRS, Anaa, Marcela, Bia Woldorf, ClaudiaMonteiro35, Polli, sabrinaalves, Eclipse She, Penélope e Fran Carvalho, desculpem por ainda não ter respondido os reviews, mas irei fazê-lo ainda hoje, achei melhor antes postar o capítulo de hoje, bjos suas lindas! -;- Desculpem-me pelos grosseiros erros que por ventura deixei escapar, ok? -;- Vamos a continuação...

“O boato é um ente invisível e impalpável, que fala como um homem, está em toda a parte e em nenhuma, que ninguém vê de onde surge, nem onde se esconde, que traz consigo a célebre lanterna dos contos arábicos, a favor da qual se avantaja em poder e prestígio, a tudo o que é prestigioso e poderoso”. — Machado de Assis

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– Música sugerida (Celtic wedding – The Chieftains) –

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O casamento, a doce e proveitosa união entre os amantes... Lindo não é mesmo?

Entras aqui com as botas imundas mais uma vez, entras para ver o que vai te acontecer Cullen. – Jogava aos gritos e Nolan encolhendo-se saia de fininho na intenção de que a ira de mamãe Bella não resvalasse em sua pequenina pessoa.

Mulher... Tenhas calma, faz disso a guerra dos mundos. – Devolveu Edward com as mãos ao alto em sinal de rendição... Isabella havia a instantes limpado todos os cômodos da cabana e seu marido sem preocupar-se adentrou ao lugar com as botas sujas de barro fazendo uma verdadeira bagunça no local que estava devidamente arrumado...

Tu te emendas por Cristo homem, olhas o exemplo que dás aos pequenos... Olhas criatura... Vai-te de uma vez, deixa-me em paz. – Jogou empurrando-o para fora da cabana.

Não vais comigo a reunião? Depois ficas a dizer que sou machista e contigo não compartilho as coisas... Vais ou não vais? – Questionou e Isabella bufando.

Desce que logo te encontro. – Respondeu ainda irritada.

É o amor reinava e sempre iria reinar entre a magricela e o estrupício. A vila estava em polvorosa, o grande casamento coletivo ia dar-se no dia seguinte e todos ansiosos se colocavam... Na gruta os rapazes com suas damas aguardavam juntamente com Carlisle e Esme o inicio da reunião junto com Mike e Cheney... Edward adentrou com o semblante tranquilo logo se acomodando...

Obrigada por juntar-se a nós. – Ironizou Jasper e o jovem Cullen revirou os olhos.

Não foi você que casou-se com a Swan não é mesmo? – Provocou de volta.

Não mesmo, pois ele vai casar-se comigo. – Antecipou-se Alice.

Duvido que a bruxinha seja diferente de minha dama, mulheres serão sempre mulheres. – Disse Edward preocupando-se com a manga de sua camisa logo ouvindo um sonoro pigarrear vindo das mulheres presentes e ao levantar os olhos percebeu que era fuzilado por vários olhares femininos, inclusivo os de sua mãe... Isabella adentrou a gruta sentando-se ao lado do marido.

Desculpem a demora. – Pediu discreta.

Bem, estando todos podemos começar... Edward. – Disse Jasper.

Nossa chegada a Londres precisa parar nos ouvidos dos Volturi de uma forma positiva... – Começou.

Impossível Edward... Teu sobrenome ou mesmo o de Isabella já são por eles marcado. – Antecipou-se Jacob, Edward conteve-se para não responder de forma malcriada.

Disse bem, meu sobrenome e o de Isabella que agora é o mesmo que o meu. – Retrucou contido.

Ainda sou uma Swan. – Afirmou a nobre com orgulho.

Que seja, que seja... – Jogou sua impaciência. — O que quero dizer é que precisamos de uma camuflagem e na hora certa irei dizer qual é essa camuflagem e garanto não estarei mentindo... O que precisa ser de conhecimento de todos agora é que os malditos Volturi não se aproximam ou se deixam aproximar de pessoas que não lhe causam algum lucro ou que lhe acrescentam poder...

– Os amigos de lorde Cullen podem nos ajudar a nos infiltrar. – Disse Emmett.

De certo que sim, estão a nos esperar. – Retrucou Carlisle.

Contamos com isso de forma efetiva, mas precisamos estar cientes de que o plano tem que ser muito bem arquitetado e executado, do contrario vamos logo ser pegos... Além do mais minha ideia é trabalhar em frentes diferentes... Uma diretamente com os bastardos Volturi e outra com o povo... A massa vai nos ajudar a expulsar o bispo e seu irmão do poder. – Comentava Edward.

Vamos precisar nos espalhar de forma estratégica. – Concluiu Jasper e Edward assentiu.

Filho então queres usar a massa e ao mesmo tempo infiltrar-se entre os Volturi. – Entendeu Carlisle.

Exatamente, com a massa ganhamos força e estando dentro da teia podemos fazê-los cair com mais facilidade. – Explicou.

Sem contar que estando próximos a eles podemos quem sabe descobrir o que é feito de Ricardo e sua comitiva que ainda está sumida. – Comentou Isabella e todos se interessaram.

Essa também é a ideia... O rei sempre foi amigo de meus pais... – Dizia Edward. – E dos teus... – Soltou olhando para a esposa. — Sem contar que todo o povo o quer de volta... Um reino sem rei dá no que estamos vivendo. – Falou.

Uma bandalheira por conta da maldita usurpação. – Vociferou Jacob e todos assentiram.

Estar no meio do povo me agrada, pois sempre estive. – Argumentou Alice.

Ora eu também, não me vejo entre as víboras da corte. – Soltou Leah.

Vou para onde Emmett for. – Declarou Rosalie e Isabella revirou os olhos.

– The Hood... – Disse Ben e Edward o fitou. – Temos o banco. – Lembrou e Edward assentiu, alguém precisava permanecer para daquele negocio cuidar.

Edward? – Mike foi quem o chamou dessa vez... – Não posso me ausentar de Carlisle agora... As terras de meu pai, agora minhas, estão muito mal cuidadas pela debandada dos colonos causa por mim é verdade, a questão é que preciso reorganizar os negócios do contrario perderei tudo. – Explicava.

Ficas os dois em paz... China o banco fica em tuas mãos como já o está... E Mike entendemos tua situação. – Respondeu Edward. – Mas tão logo possam nos encontrem em Londres, vamos precisar de vocês... Tuas artimanhas serão bem vindas na corte China... Talvez alguns fogos sejam necessário. – Jogou bem humorado e Ben assentiu sorrindo.

– Já que não posso agora ir, quero disponibilizar minha residência em Londres. – Emendou o Newton. – Se os nomes Cullen e Swan não podem ser associados a quem dos Volturi for se aproximar, então acredito que minha residência vai ser de grande valia posto que não poderão usar suas casas. – Concluiu e Edward gostou da ideia.

Seja como for eu e sua mãe iremos junto com vocês. – Esclareceu Carlisle.

De certo que sim. – Frisou Esme e Isabella sorriu para ela... Edward pareceu pensar e um olhar diferenciado notou em Jasper.

Um nobre corrupto é a melhor imagem para se associar aos Volturi, alguém que tenha como único interesse o dinheiro e o poder, assim como eles próprios e que já se mostre abastado... – Pensava Jasper.

Alguém com arrogância e empáfia suficiente para despertar a atenção deles. – Emendou Emmett sorrindo e todos se voltaram para Edward e Isabella... O casal se entreolhou.

Já fica tudo entre a nobreza de certa forma. – Avaliou Alice.

Que bom que chegaram a essa conclusão... De certo os meus planos envolviam algo assim. – Argumentou Edward satisfeito.

É claro que sim! – Constatou Isabella com exaustão e um elevar de olhos ao teto, não era novidade para ninguém qual era o material que forjava a personalidade de Edward, principalmente para sua agora esposa.

Ora essa eles concordaram. – Jogou indignado.

Sim, sim marido meu. – Respondeu entediada.

Magricela. – Ameaçou Edward.

The Hood foco! – Interviu Carlisle.

Pois bem... Todos concordam? Ou são como minha esposa, que deveria me apoiar, mas ao invés disso... – Dizia com um bico se formando nos lábios e todos reviraram os olhos.

Edward Cullen! – Soltou sua mãe uma oitava acima em tom de advertência o que foi o suficiente.

Mamãe eu apenas... – Tentou argumentar, mas recebeu de Esme um sinal de silencio com o indicador grudado aos lábios.

– Certo vamos ao que interessa. – Definiu Whitlock. – Teremos você e Isabella para se infiltrar na corte... Enquanto eu, Emmett, Jacob, Alice, Rosalie e Leah vamos despertar interesse da massa. – Concluiu o francês.

Será mais ou menos isso. – Declarou Edward. – A casa de Mike nos será útil como fachada para nossa imagem, podemos dizer que a compramos dos Newton... Papai seus amigos vão nos ajudar espalhando uma certa noticia... – Dizia despertando atenção de todos. – Mamãe é de fato verdade que meu avô foi um grande comerciante de especiarias não é mesmo? – Perguntou para Esme.

Sim, tornou-se um grande importador em sua época... E foi por conta disso que Carl e eu nos conhecemos. – Explicou Esme e Edward sorriu.

Amigos “templários”, é certo que ainda hoje não fizemos a partilha do tesouro entre nós... – Falou e todos o fitaram. – Sabemos que o que temos guardado sendo dividido dará a cada um o poder de comprar um pequeno país se assim desejar... – Declarava e todos ali tinham consciência disso. – Quero pedir a permissão de utilizar a minha parte, e essa deixo para que vocês definam, para financiar esse projeto contra os Volturi... De certo é de conhecimento de todos que vamos precisar de dinheiro, e muito para ludibriar os Volturi e deixar notório a toda a sociedade que não estamos para brincadeira, precisamos fazer o maldito bispo e seu irmão acharem que eu e Isabella somos poderosos o suficiente para nos tornarmos deles aliados. – Finalizou, os rapazes se entreolharam...

Não queremos mais viver de joelhos! – Exclamou Mike dizendo o que todos de fato ali pensavam.

É de interesse de todos por abaixo os desmandos desses bastardos usurpadores. – Reiterou Emmett.

Edward, como tu mesmo o disse o tesouro mesmo divido é uma fortuna para cada um de nós e vamos juntos usa-lo para o bem de todos nós e do povo. – Levantou Jasper. – Todos concordam? – Inquiriu colocando-se em pé e cada um dos presentes fizeram o mesmo, o francês fitou Edward decidido. – Pela cruz e pela ordem! – Conclamou.

PELA CRUZ E PELA ORDEM! – Em uníssono disseram.

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As providencias iniciais haviam sido tomadas e todos estava de comum acordo... E agora o foco dos “templários” e seus amigos era no momento o casamento coletivo... As moças se arrumavam com esmero depois de desfrutarem de um demorado banho enquanto isso os rapazes faziam brindes e mais brindes pela chegada do esperado momento... Frei Young procedeu do mesmo modo que tratara Isabella e Edward, exigindo que os pares se confessassem antes da cerimonia, cerimonia essa que foi tranquila e cheia de significados para cada um dos presentes... A festa a seguir foi como de costume cheia de cantoria, dança e comida...

Minha dama deseja comigo dançar? – Perguntou o Cullen se aproximando de Isabella e ela sorrindo assentiu... No mesmo instante em que brigavam estavam grudados, a paixão entre os dois fazia das provocação uma preliminar para aninharem-se um ao outro...

A viagem daqui até Londres será cansativa, estou preocupada com as crianças. – Comentou Isabella.

Não fiques, vamos fazer paradas regulares, a pressa não será nossa companheira magricela, vamos ao compasso da tranquilidade e diligencia, estamos levando nossa família. – Dizia o Cullen e Isabella sorriu.

Quando tu queres és um gentleman estrupício. – Devolveu aproximando-se mais dele e o rapaz sem perder tempo a agarrou com gosto... Os casais de recém casados logo saíram da festa com a intenção de consumar o quanto antes o enlace a pouco realizado... A festa ainda se seguiu por algum tempo, mas os pequeninos forçaram mamãe Bella e papai Edward a se recolherem mais cedo... O Cullen não viu naquilo nenhum inconveniente, antes achou ótimo ver seus filhos completamente adormecidos nas pequeninas camas por ele montadas e sem mais demora foi atrás de sua magricela que se preparava para deitar.

Em Londres ficaremos melhor acomodados na casa do Newton. – Falou segurando a cintura da esposa.

Sinceramente preferia continuar aqui, na cabana mesmo até que nossa casa em Swan ficasse pronta... Ou poderíamos construir uma cabana na clareira... Vivendo eu, você e os pequenos, em paz... Esse é o meu maior desejo Edward. – Comentava alisando o tórax largo do Cullen.

Vamos chegar a esse momento minha dama, vamos chegar e nele viveremos muitos e muitos dias de nossas vidas... Mas antes precisamos agir... Para o povo livrar, para a justiça ser feita sobre a morte de teus pais, para que tenhamos paz acima de tudo. – Dizia apertando-a junto a si.

Sim, eu sei... Tens razão, mas nem por isso desejo menos nisso não me envolver. – Devolveu um pouco entristecida.

A ideia de na clareira viver me é muito interessante. – Argumentou fazendo-a voltar a sorrir e na cama mostrou-lhe que mesmo em meio a angustiosa insegurança, com relação aos próximos dias, eles tinham um ao outro e tinham seus filhos para completar a alegria da vida que iniciavam.

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O dia da viagem chegara e a despedida entre amigos e parentes se deu de forma chorosa e já saudosa, mas os “templários” e suas damas acompanhados de lorde Cullen e esposa bem como dos pequeninos Nolan e Paige estavam confiantes de que seus passos em Londres seriam em busca de uma bem sucedida vitória contra os usurpadores Volturi e a corja que a eles se juntara... Ao saírem da floresta de Forks tiveram como primeiro destino a taverna Denalli, ali iriam comprar provisões para a viagem, uma parada rápida era a ideia... Isabella ainda dentro da carruagem observou o marido descer da montaria e voltando-se para dentro do veiculo.

Vais até a taverna Esme? – Perguntou.

Não minha filha... Será rápido não é mesmo? Irei por aqui ficar apenas tomando a fresca. – Declarou a senhora preparando-se para descer.

Cuidas dos pequenos para mim? – Questionou.

Claro filha, vai tranquila. – Devolveu Esme e Isabella apressando-se já via Edward muito próximo à entrada da taverna tendo os rapazes e suas esposas ao lado.

Edward. – Chamou alto e o jovem Cullen virando-se a fitou pensando que ela lhe pediria algo em especifico... Isabella apertou o passo enquanto os demais adentravam a taverna e Edward ainda a fitava. – Espera-me... Ordenou e o Cullen já ira reclamar por ser por ela mandado... — Tu não vais entrar aí sozinho. – Declarou firme e o marido estranhando franziu a testa.

Juro que essa não entendi. – Disse confuso e a jovem estreitando os olhos.

Não? Pois se for preciso lhe refresco a memoria... Entras aí sozinho e se quer volta o olhar para Tanya que lhe faço um estrago doloroso no meio das pernas. – Esboçou ameaçadora e Edward arregalando os olhos lembrou-se da ultima vez que ali estiveram.

Mulher tu és violenta! – Disse inseguro.

Tu não sabes o quanto. – Declarou e ficando na frente dele... - Na verdade sabes sim. — Disse tocando no queixo dele, em cima da pequenina cicatriz que ele ganhara de presente dela no dia que se reencontraram. - Ou se esqueceu disso? — Jogou provocando-o um pouco mais.

Acalma-te! — Declarou o Cullen em rendição não querendo com ela brigar, ele na verdade estava concentrado na viagem que teriam e essa não seria fácil

– Vamos logo com isso que quero daqui sair rápido. – Disse voltando a caminhar e Edward ainda em choque apenas se movimentou ao lado dela.

**

Andar por estradas tortuosas horas a fio é entediante para todos, que dirá para crianças... A carruagem em que Isabella se encontrava com seus pequeninos e a sogra seguia rumo a Londres como o combinado tendo Edward assim como Jasper em montarias próximas e mais uma carruagem que levava Alice, Rosalie e Leah logo atrás e Jacob levava junto com Emmett uma carroça com alguns caixões e ali todos sabiam o que era transportado... Passavam naquele momento pela floresta de Chester e mal sabia Isabella que seus pais ali tinham sido assassinados, assim era melhor do contrario nossa heroína sofreria com a informação... Completamente alheia ao fato, mamãe Bella notou que seu pequenino cavaleiro estava incomodado...

Nolan... Quer vir no colo da mamãe? – Perguntou e o garotinho sem responder a escalou escondendo o rostinho entre seus seios, Isabella logo notou uma quentura além do normal no pequenino corpo. – O que sente meu amor? – Perguntou despertando a atenção de Esme.

Tô di doi. – Devolveu amuado.

Onde sentes dor? – Indagou compadecida.

Aqui. – Apontou para a barriga e Isabella colocando a mão no local se viu entristecida... Fitou a sogra.

Estamos na estrada há bastante tempo filha, seria bom pararmos um pouco, faze-lo caminhar talvez ajude. – Argumentou a senhora e Isabella assentiu... A jovem nobre pediu que a carruagem parasse e Edward logo aproximou-se.

O que acontece? – Indagou preocupado ao vê-la sair da carruagem com Nolan em seu colo.

Ele não está bem Edward. – Declarou preocupando o marido.

Queio i no reseivado. – Pediu Nolan escondido no pescoço da mãe.

Venha vamos buscar um local para ele se aliviar. – Disse Edward pegando o pequeno dos braços da esposa... Os demais ali permaneceram aproveitando para as pernas estirar um pouco... Achando um lugar mais reservado Edward desceu o menino de seus braços e Isabella aproximando-se do filho o ajudou com a vestimenta.

Cadê o reseivado? – Perguntou.

Não temos um aqui querido, venhas... Eu ajudo-te. – Disse segurando-o como podia...

Maldição o que comestes tampinha, lixo? – Questionou Edward colocando os dedos nas narinas a fim de diminuir o odor que inalava.

Edward. – Advertiu a esposa.

Mas não sentes? Uma bomba malcheirosa é o que é! – Afirmou.

Tu quando queres és a educação em pessoa. – Devolveu irrita a esposa... Nolan concentrado se viu aliviando-se e até soava no processo, ao terminar de aliviar-se...

Eu queio toma banho mamãe Bella. – Argumentou Nolan demonstrando ainda estar incomodado.

Deus ele deve estar mal mesmo para pedir por isso. – Soltou Edward e Esme aproximou-se.

Peciso tiá a sugeia do bumbum. – Declarou tristonho e Isabella beijou sua cabecinha.

Edward vai juntar-se aos outros vamos, deixa-nos aqui cuidando dele. – Disse sua nobre mãe empurrando-o para longe... Os demais aguardavam preocupados...

Nolan tá dodói tia Alice. – Disse Paige no colo da tia.

Sua mamãe vai cuidar dele meu docinho. – Devolveu acalmando o coraçãozinho da pequena... Isabella e Esme ajudaram Nolan a se limpar, tendo em vista que no local onde estavam não havia um lago ou riacho próximos elas se utilizaram de um pouco da água que carregavam para consumo... Nolan ainda se via abatido e ao retornaram a carruagem manteve-se no colo da mamãe.

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Edward podemos seguir, mas pare, por favor, na primeira estalagem que encontrares sim... Precisamos todos descansar e comer e ele... – Disse apontando para Nolan em seu colo. – Ainda está febril. – Explicou e o marido assentiu.

De certo o faremos, não estamos muito longe de Stratford. – Comentou o Cullen. – Pararemos na primeira estalagem da cidade e por lá ficaremos até amanhã. – Declarou subindo na montaria... A longa e extensa floresta ainda foi companheira deles por mais alguns instantes... Ao longe viam no momento os portões de Stratford e a visão deixou a todos animados, contudo a grande movimentação na cidade causou a todos estranheza.

Ao que parece Stratford está recebendo um festival de artes. – Comentou Jacob o que de fato era uma verdade, ao avistarem a primeira estalagem por ali foram parando... Infelizmente nela não obtiveram quartos disponíveis o festival que na cidade estava provocou a chegada de muitos visitantes superlotando as estalagens e hospedarias da região... Depois de muito procurarem conseguiram em uma modesta hospedaria alguns quartos ainda disponíveis e a divisão começou a ser feita por Isabella e sua sogra... Alimentaram-se e em seguida se encaminharam para os quartos...

Mas ficamos com o pior quarto. – Resmungou Edward ao adentrar ao aposento.

É igual aos outros Cullen. – Devolveu Isabella colocando Nolan em cima da cama com Paige ao seu lado... Edward saiu do quarto e minutos depois retornou.

Eu disse que era pior... Os outros estão em quartos com camas de casal, só nós que ficamos com essas duas camas de solteiro. – Permanecia resmungando com um enorme bico nos lábios.

Edward temos duas crianças pequenas, queria o que dividir uma cama de casal em quatro? E de mais a mais, os outros acabaram de casar e teus pais merecem uma acomodação melhor por conta da idade... De qualquer forma teríamos que dormir com as crianças... – Explicava retirando a camisa do sonolento Nolan.

Nós também acabamos de casar. – Declarou inconformado.

Céus que amolação... Queres que faça o que? Seja como for temos os dois conosco e isso não tem o que discutir. – Dizia impaciente.

Eu sei, eu sei... Mas mamãe bem que podia nos ajudar... Ficar com eles e...

– Edward... Nolan ainda não está bem e eles são nossos filhos e não deles... Paras de resmungar e consegues água para que possa dar banho neles e tão logo for possível nós também possamos nos refrescar. – Pediu tentando se manter calma, mas em seu interior a certeza de que tinha três crianças e não apenas duas berrava lhe chamando atenção... O Cullen pisando duro se retirou do aposento... A maratona de limpar, enxugar e vestir as crianças levou até mesmo papai Edward a se mexer... – Queres banhar-se antes de mim? – Perguntou Isabella.

Podíamos fazê-lo juntos. – Insinuou Edward esboçando um sorriso esperançoso.

Com duas crianças assistindo? Nem pensar... Aquieta-te e vais logo, depois irei eu. – Devolveu fazendo o sorrisinho nos lábios do marido logo se desfazer... Soltando o ar com força...

Vais você primeiro magricela. – Declarou chateado sentando-se na beirada da cama que acomodava um Nolan adormecido... Isabella deitou-se com Nolan para assim poder observa-lo melhor, o pequenino ainda estava incomodado por conta do desarranjo de mais cedo e Edward deitou-se tendo em seu tórax uma Paige completamente adormecida segurando com força a camisa do papai... Isabella observou o marido e sorriu...

Ela é muito apegada a ti. – Jogou baixinho e Edward abaixando o olhar fitou sua garotinha ressonando tranquila.

Ela é linda! – Afirmou voltando a fitar a esposa. – Tu também o és! – Disse sorrindo, mas logo o sorriso se transformou em um bico infantil. – Não é justo magricela, não é justo e não é justo... Queria dormir agarrado a ti, já me acostumei. – Soltou resmungando mais uma vez e Isabella sorrindo balançava a cabeça em negativa... A dinâmica entre eles pelo visto nunca deixaria de ser essa, provocações e afeto... Implicâncias e carinhos... Contudo o amor já tinha mais do que provado sua fortalecedora existência entre eles.

**

A exuberância de Londres era nesse momento vista pelos “templários” e o restante do grupo com um sorriso que misturava alivio e empolgação...

Nossa é gandão! – Disse Nolan admirado com o que viam.

Tem um montão de gente. – Comentou Paige com os olhinhos arregalados.

Lorde Cullen e sua esposa adquirindo uma carruagem se encaminharam para a casa do amigo lorde Stefan e enquanto isso Edward e o restante do grupo se encaminhou para a residência dos Newton... A luxuosa casa foi admirada por todos que tão logo adentraram começaram a se acomodar nos inúmeros aposentos existentes no andar superior... Carlisle e Esme foram recebidos por Stefan com honras e gentilezas... E em uma rápida conversa logo se acertaram para que no final daquele dia uma reunião fosse feita na casa de Vladimir, irmão do lorde e também amigo de Carlisle... A residência de Vladimir era mais afastada e não seria nunca vista com suspeita por receber pessoas de fora... O encontro se deu e informações interessantes surgiram como, por exemplo, saberem agora que lorde Riley Biers estava de forma ostensiva trabalhando junto aos Volturi e seu maior empreendimento no momento era a movimentação de cargas marítimas livres de impostos enquanto ficassem nos mares ingleses... A informação fez Edward repensar algumas questões e decidir por outras...

– Deixe ver se entendi... Espalhamos por toda a corte que um jovem e abastado casal de nobres ingleses está retornando a corte depois de passar sua infância e juventude morando na França. – Concluía Stefan e Edward assentiu.

Exatamente... Seremos eu e minha Bella esses lorde e lady e estamos interessados em expandir os negócios... Será interessante acrescentar que nossos negócios são em sua maioria importação e exportação... Vamos precisar de um navio, um luxuoso e grande navio... – Dizia agora olhando para Jasper, Emmett e Jacob...

Navio? – Questionou Carlisle.

Sim, o dono de uma transportadora marítima deve ter sempre atracado no porto em que mora um luxuoso navio. – Devolveu Edward... A ideia do jovem Cullen era se fazer passar por um rico empresário do ramo marítimo... A ideia iria se espalhada de forma exagerada ao dizer que a transportadora dele era a maior na França e agora ele queria conquistar os mares ingleses já que ele e a esposa eram nativos daquele país...

Com as palavras certas, direcionadas aos ouvidos certos... Podemos fazer de você com certeza o maior empresário marítimo da Inglaterra. – Afirmou um Vladimir sorridente e o irmão logo concordou.

Precisaremos de tempo para espalhar a noticia e enquanto isso vocês vão circular pela corte... Vou coloca-los em cada festa, saral ou reunião que por ventura se faça, logo toda a nobreza inglesa vai saber quem são... – Dizia Stefan animado.

Mas Edward, me diga... Depois de tudo isso, de se tornar conhecido por todos e poder se aproximar dos Volturi... O que pretende fazer? – Questionou Vladimir.

Derruba-lo em seu orgulho e ambição! – Afirmou. – Pelo que contaram e eu já imaginava... Os Volturi querem dinheiro, quanto mais melhor... Dinheiro trás poder e para um clérigo dinheiro misturado à religiosidade faz do homem um semideus. – Comentava analisando o homem que apenas imaginava, mas logo iria conhecer.

Sua analise do bispo não poderia ser mais certa. – Declarou Vladimir.

Isso posso afirmar, pois estive cara a cara com o homem... Quando foi me visitar na cela foi sem mascara alguma, se mostrou cheio de empáfia e segurança... Sentia-se realmente superior. – Comentou Carlisle.

Se é como pensamos ele vai se interessar em ter como aliado um homem rico e sem grandes pudores nos negócios. – Jogou Edward e todos se animaram com a possibilidade.

Certo, vamos agir então. – Confirmou Stefan.

Ótimo... Por enquanto vamos seguir com cautela, sem muito alarde... Vamos apenas circular, fingir iniciar negociações com alguns importadores e exportadores da região... Fazer parecer que estamos vindo da França com força... Eu e Isabella vamos transitar pelas rodas que nos levar... – Dizia fitando Stefan que assentia. – E enquanto isso... Nossos rapazes aqui... – Dizia aproximando-se de Jasper, Emmett e Jacob. – Vão também transitar por entre a população, em uma taverna ou outra, em uma feira ou outra... Sempre levantando questão com respeito ao bispo e sua presença na corte bem como o sumiço do rei Ricardo ser estranho já que a Cruzada encontra-se em trégua... Trégua essa assinada por Ricardo e Saladino. – Continuava.

O povo vai começar a levantar as orelhas e a corte arregalar os olhos em cima dos novos ricos que por aqui estão andando. – Declarou Isabella satisfeita com as palavras do marido e Edward sorriu para a esposa.

Estou me empolgando com tudo isso. – Disse Esme sorrindo. – Mas querido nos diga qual nome irão usar? – Perguntou a lady ao filho.

Disse antes que não iriamos mentir e de fato não vamos... Seremos eu e Isabella lorde e lady Platt! – Afirmou fitando a mãe que com os olhos brilhando recebeu a noticia com surpresa.

Platt? Mas, nossa... Que surpresa. – Devolveu Esme evidentemente emocionada... Esse era seu nome de solteira, o nome de seu querido e amado pai, e como Edward havia pensado e fora pela mãe confirmado era um homem digno e grande empresário no ramo de importação e exportação... As explicações por conta do nome foram dadas e todos entendendo acharam mais do que providencial.

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Stefan e Vladimir com a ajuda de conhecidos influentes e dos fofoqueiros de plantão espalharam aos quatro ventos a chegada de um jovem casa de abastados nobres a Londres... O comentário se espalhou feito rastilho de pólvora e a presença de Edward tendo sua Isabella ao lado circulando pelas rodas da alta sociedade só fez aumentar os comentários... O ultimo evento que Edward e Isabella haviam participado fora um jantar na casa de um dos maiores ourives de Londres e nessa ocasião o lorde Biers estivera presente se colocando curioso para aproximar-se do homem que todos falavam ser dono da maior transportadora da França...

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Talvez ter como parceiro o dono de uma grande transportadora nos traga ainda mais lucro. – Comentou Riley ao compartilhar de um café da manhã com Dom Volturi e seu irmão.

Anda circulando por aí que chegou a corte um jovem empresário inglês que por anos viveu na França... Ao que parece seu pai um francês de nascimento fundou uma empresa marítima de transporte e ao falecer deixou tudo ao filho, o rapaz pelo que dizem retornou a Inglaterra com o interesse de expandir seus domínios e negócios. – Comentava Caius e Aro apenas ouvia... É os boatos sobre Edward andavam se espalhando.

Eu vi o homem em um jantar que participei ontem... Infelizmente não tive a chance de ser apresentado a ele e a linda esposa, mas a imagem altiva do casal não nos deixa duvidas de que seria bom sondar a possibilidade. – Argumentava Riley... Aro de forma muito tranquila devolveu a xícara ao pires a sua frente e fitando o horizonte que se podia vislumbrar da sacada a sua frente...

Como disse Timóteo nas sagradas escrituras: Deus nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos. – Soltou suave mais uma vez distorcendo e utilizando um trecho da bíblia sagrada a seu favor... Sim distorcendo, pois o texto citado não tinha a finalidade de dizer aquilo de forma fechada sem antes esclarecer que todo homem deve por suas esperanças em Deus e não nas riquezas sendo generoso para com os necessitados coisa que nosso clérigo nunca fora apenas fingia ser.

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Stefan fora informado que o bispo Volturi iria ministrar uma missa na principal catedral de Londres e viu nesse momento um oportuno encontro entre ele e Edward...

– Lorde Platt... Milady... Sinto-me afortunado em conhece-los. – Declarou Dom Volturi com um sorriso nos lábios.

Pois nós dizemos o mesmo... Feliz foi a hora em que viestes em socorro de nossa Inglaterra Dom Volturi, feliz a hora. – Devolvia com o mesmo entusiasmo o nobre. A cena deixava claro que de ambos os lados houve afinidade, ou ao menos o vislumbre de uma rica e lucrativa oportunidade... Do lado de Dom Volturi isso era absolutamente verdadeiro, já do outro lado era o oposto... Isabella tomando toda a coragem e concentração que conseguia fazendo uma reverencia beijou o anel episcopal, que Aro ostentava, como sinal de respeitosa atitude e o bispo disso gostou.

Muito tenho ouvido sobre ti lorde Platt. – Declarou Caius ao lado do irmão.

Espero ser coisas boas. – Devolveu Edward com uma educação fora do normal.

Com certeza o são, com certeza. – Declarou Caius.

Seria bom podermos ter um tempo mais de conversa, um chá talvez como é o costume de todos por aqui... Isso, um chá no palácio seria muito bom meus filhos assim poderíamos juntos partilhar de agradáveis momentos. – Disse Aro e tanto Edward quanto Isabella sentiram no mesmo instante que o homem fora fisgado.

De certo que sim, será para nós um imenso prazer eminencia. – Respondeu Edward.

Quem sabe assim temos o prazer de conhecer a rainha, dizem ser ela uma linda mulher. – Completou Isabella na intenção de algo conseguir como informação.

Seria muito bom realmente. – Disse Aro.

Com certeza seria. – Emendou Caius e todos com sorrisos nos lábios se mantiveram até que se despediram... Isabella ao lado de Edward se afastou, ambos sentiam um misto de vitorioso orgulho a indigesta raiva.

O peixe acaba de ser fisgado minha cara. – Declarou Edward.

Sim, cabe a nós agora fazer desse chá o inicio de um estreitamento. – Devolveu com ironia pronunciando a palavra “chá” ao adentrar a carruagem que era guiada por Jacob se passando por cocheiro dos amigos. – Me sinto enojada Edward, completamente enojada e... – Disse minutos depois e as lagrimas de raiva lhe atingiram... Ela lembrara-se de seus pais e do que lhes acontecera e saber que a instantes estava muito próxima aos homens que arquitetaram a morte de seus pais a deixava agora desestabilizada enquanto se distanciava daquela corja... Edward vislumbrou as lagrimas escorrendo pelo delicado rosto e aproximou-se dela... Tocou com delicadeza seus polegares sobre as maçãs do rosto que amava...

Não ficas assim minha vida... Vamos vinga-los magricela, vamos vinga-los. – Soltou sabendo o motivo pelo qual ela se via naquele estado, recebeu-a em seus braços e ela se escondeu de imediato no tórax do marido ainda chorando...

Spoiler —

Eu não sei, mas essa história de encher a rainha com esse chá não me parece boa, uma hora ela dorme e não acorda mais. – Disse a moça abaixando o tom de voz, como se aquilo fosse um segredo o que de fato o era.

Olhas Lucy, tenho para comigo que talvez a intenção não seja essa, mas se acontecer eles não ficarão tristes garanto. – Destacou e um silencio se fez fazendo Isabella apenas ouvir alguns passos distanciando-se de onde ela se encontrava escondida... ... Saindo de trás da porta observou o corredor notando-o mais uma vez vazio, retornar a escada foi seu alvo, de certo já estavam atrás dela por conta de sua demora... A nobre pisou no ultimo degrau e alcançou o piso inferior... Foi o tempo de distanciar-se minimamente da escada para que Caius Volturi a encontrasse...

Notas finais
Pois é, eles estão em Londres e já chegaram causando, bem típico do estrupício e da magricela não é mesmo? kkkkkk... Será que posso receber reviews para saber o que acharam, será??? *_* -;- Pessoas hoje não coloquei nada em negrito, não o fiz porque andei pensando e cheguei a conclusão de que talvez as informações que eu traga sejam de conhecimento da maioria e eu não quero aqui menosprezar a capacidade de ninguém e muito menos subestima-las, ok? Se alguém tiver alguma dúvida é só dizer que eu com imenso prazer responderei, blz? -;- Obrigada por estarem aqui mais uma vez. Já sabem não é? As novidades sobre a Fic chegam antes no Facebook - Lu Nandes Fanfic's. -;- Bjão e até mais com The Hood!