Notas iniciais
Obrigada as lindas Jussara Mikaelson Cullen, MaraRobsten, michele djenifer, Belita, ClaudiaMonteiro35, SHIRLEY, Polli, Anaa, Marie Reed Lutz, Marcela, DEA, Eclipse She, Raskia, MariRS, Fran Carvalho, Penélope, angel, Iolanda, CassieStew e Vibella pelos carinhosos reviews, Bjos. -;- Quero de antemão pedir desculpas pela demora em postar, e pelos erros que por ventura encontrarem ao longo do capítulo... A correria do dia não me permitiu reler e como não teria tempo mais tarde, resolvi postar mesmo assim peço que relevem, ok? Vamos enfim ao que interessa...

“Em nome de nosso Deus, às armas, cavaleiros!” Roger de Antioquia

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– Música sugerida (Revenge – James Horner) -

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A névoa no horizonte se esvaia aos poucos por conta do sol nascente... Fazia frio, e as árvores da imensa floresta tremiam ao sopro das últimas rajadas da madrugada... A fogueira ainda aquecia quem por perto estava... Os “templários” e seu “guia turístico” em terras alemães se acomodaram como puderam... O pequenino vilarejo em meio à vasta vegetação fora o local mais próximo de uma acomodação que puderam desfrutar naquele momento... Edward, seu pai e amigos ao saírem do navio levando consigo lorde Byers seguiram pelo caminho que o jovem nobre os indicou e de antemão avisou que a viagem duraria três dias e seria um tanto incomoda, contudo lhes levaria para a sua propriedade, destino desejado pelos ingleses... Edward despertou primeiro, incomodado pelo mal dormir que tivera, ao seu lado seu pai ainda ressonava... Riley Byers dormira amarrado ao pé de uma arvore tendo Emmett e Jacob ao seu lado...

Nunca me imaginei viajando tanto. – Resmungou Jasper e Edward sorriu.

Nunca me imaginei na situação que vivo hoje... Casado, pai e preocupado em resgatar um rei... Ora veja, jamais me preocuparia com algo que não fossem meus próprios deleites e de preferencia estaria agora acordando ao lado de vistosas e femininas ancas, que minha magricela não me ouça é claro... – Comentava bem humorado...

Voltei a acreditar na humanidade quando vi o homem que te tornaste. – Confidenciou lorde Cullen chamando atenção ao cortar o filho.

Nossa meu pai sabia que era um degenerado, mas não sabia que tu me vias assim. – Devolveu surpreso.

Achas que te mandei com Ricardo para a Cruzada por qual motivo? Não era pela igreja te garanto, menos ainda pela honra a um rei... Apesar de Ricardo ser meu amigo, colocar-te na linha de combate foi meu ultimo plano para ver-te enxergar a vida com outros olhos e quem sabe tornar-se homem de fato... E quando digo homem de fato, quero dizer alguém honrado, que saiba para onde olhar não porque é bonito, mas sim porque tem real valor, inestimável valor e termino dizendo que esse não se encontra em riquezas, luxuosas acomodações e belas mulheres... Tudo isso é muito bom, mas amor de família, querer bem e ser querido por quem realmente importa não tem de modo algum comparação com todo o resto. – Concluiu o nobre levantando-se com dificuldade.

Estais certo e hoje disso entendo. – Afirmou Edward se recompondo... Alimentaram-se na pequena taverna que encontraram e seguiram viagem obstinados em encontrar seu rei e leva-lo de volta ao seu trono...

**

Não precisará te preocupar, irão e fico eu a tomar conta de tudo em tua ausência, no banco já está tudo arranjado como bem sabes... – Dizia Mike sem realmente olhar nos olhos de Ben e o rapaz percebendo a falta de contato visual dirigiu também sua atenção para o local que o Newton observava... Cheney estreitou seus olhos retornando ao amigo...

É impressão minha ou está a displicentemente manter as irmãs Denalli mais unidas do que realmente são? – Questionou o jovem fazendo Mike o fitar.

Ora... Elas não estão a reclamar pelo que vejo. – Argumentou e de fato o que se via era Tanya e Kate a suspirar no balcão com os olhos fixos no Newton, sim, ele andava ciscando nos dois terrenos se é que entendem... E as irmãs, por incrível que pareça, ainda não tinham percebido.

Mike, Mike... Dizem que o velho Denalli não é a pessoa mais pacifica desse mundo. – Alertou Cheney.

Ora essa estou a trata-las muito bem e ele não tem do que reclamar visto que ambas estão a se deitar com um nobre de boa estirpe como eu. – Dizia aos deboches e Ben revirou os olhos.

Céus o Cullen se cura e você que fica doente. – Comentou inconformado. – Vais criar problema homem, vais criar... – Advertia.

Deixas que disso cuido, e tu me digas quando parte? – Levantou Mike desviando o assunto.

Tão logo me case irei partir com a desculpa de que será uma lua de mel... O velho Weber é meio desconfiado... Angela achou melhor darmos essa desculpa. – Explicou Ben e Mike concordou. – O frei quer ir conosco. – Resmungou por fim e o Newton sorriu...

Aquele fareja as coisas como ninguém, vai ver é a batina que lhe dá poderes. – Comentou brincalhão e Ben mais uma vez revirou os olhos.

Vejas se tem cabimento, viajarei em lua de mel... Essa é a desculpa, o que não é de todo uma mentira... E levo comigo um religioso... Ora essa, que embrulhada. – Reclamou e Mike riu.

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Em toda a Londres foram espalhados comunicados divulgando o festival de artes com canto regional e teatro coisa que sempre fizera todos os moradores da corte se empolgarem e sim a novidade estava servindo para abafar os ânimos dos revoltosos ao menos por aqueles dias... A ideia de Edward estava saindo do agrado dos Volturi...

Não se fala de outra coisa a não ser esse festival. – Comentou um satisfeito Caius e Aro sorriu.

O jovem Platt é bom, criativo e um nato negociante, sem contar que livrou-nos... De forma temporária é claro... Do incômodo e preocupação que estava sendo manter Berengária quieta. – Devolveu Aro em tom suave a mesa do café da manhã.

– Nisso tens razão! Um grande aliado lorde Platt! – Concluiu Caius.

Desejas algo mais Dom Volturi? – Perguntou Gianna e o bispo lhe voltando os olhos com atenção extrema lhe fitou dos pés a cabeça, como se analisasse cada detalhe, a jovem lhe sorriu.

Não Gianna... Na verdade preciso que se ocupes da roupa de cama de meu quarto. – Disse mantendo a suavidade.

Agora mesmo senhor. – Devolveu.

Isso... Faça-o agora que irei já verificar a arrumação. – Soltou com um sorriso vitorioso nos lábios e a jovem Gianna virou-se caminhando em direção aos aposentos.

Percebo que irás se retirar agora meu irmão... Irei então observar como anda a movimentação na cidade. – Declarou Caius se levantando de seu assento e Aro sem dar grande importância apenas assentiu com a cabeça.

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Isabella encostada ao batente da porta observava os pequenos em sua inteiração em meio a brincadeiras, no jardim dos funda da mansão, observava atenta as atitudes de um para com o outro pronta a intervir se fosse necessário, mas ao que parecia os pequenos irmãos estavam se entendendo naquela ensolarada manhã, coisa rara de se ver... A jovem nobre pegava-se, enquanto observava os filhos, a analisar sua vida... Tantas coisas haviam mudado... Hoje casada e agora mãe de duas crianças... Jamais se imaginara assim... E pior jamais se imaginara gostando de viver isso... Deveria estar irritada por não poder participar da ação de resgate ao rei, mas ao contrario se via apenas ansiosa para o termino de tudo aquilo, para que assim pudesse vingar em definitivo a morte dos pais vendo os Volturi serem expulsos a ponta pés de seu país ao passo que sua nova família poderia enfim retornar a Carlisle e viver em paz... Pegou-se apertando com carinho o colar que era de sua mãe e não saia nunca de seu pescoço, saudosa de seus pais a jovem Isabella suspirou...

Gostarias de conhece-los mamãe... Tenho a certeza de que gostaria. – Disse baixinho voltando a fitar Paige e Nolan. – São minha vida... Mas... Devo admitir que tenho sentido falta de um movimento... Céus estou a sentir falta até de com Edward brigar... Pode coisa assim? – Soltou.

É claro que pode, pois esta é você... Isso são vocês... Ambos só se veem bem e felizes quando estão a provocar um ao outro. – Argumentou Alice com humor, de mansinho chegara sem ser notada e ouvindo o final da divagação da amiga, surpreendendo a jovem que achava estar sozinha ali... Isabella sorriu sendo obrigada a concordar com a amiga.

Talvez tenhas razão... Talvez... – Disse com um discreto sorriso.

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A única praça da cidadela de Carlisle estava enfeitada com flores e fitas, os convidados agrupavam-se em torno do pequeno altar estabelecido no lado norte da praça... A ansiedade pela festividade era notória em cada rosto contudo a expectativa maior estava sem sombra de duvidas nas mentes e corações de Angela e Ben... Noiva e noivo eram sorrisos misturados a nervosismo... O velho boticário sentia-se entre o aliviado e o desconfiado a instantes de entregar sua filha nas mãos do jovem Cheney... Frei Young logo iniciou a cerimonia e o básico e tão conhecido discurso surgiu entre declarações e votos o jovem casal uniu-se parente Deus e as testemunhas presentes... A cantoria iniciou-se e a bebida providenciada pela taverna Denalli movimentou a festa...

Estais feliz esposa minha? – Perguntou discretamente, ao pé do ouvido, o Cheney.

Mais do que feliz esposo meu, mais do que feliz. – Respondeu com um escandaloso sorriso.

Eleazar Denalli e sua esposa Carmem observaram com estranheza a alternada ausência de suas filhas... Quando conseguiam avistar Tanya perdiam de vista a jovem kate e vice versa...

Algo não me cheira bem, diria que na verdade fede e muito. – Resmungou Eleazar.

Estavas escondida em qual buraco menina? – Questionou Carmem a filha Kate e a menina procurando controlar-se...

Ora mamãe estava na taverna... Organizando as coisas, assim facilitará nosso trabalho no final do dia. – Afirmou e Carmem estreitando o olhar sob a filha...

Ok... Que seja! — Disse demonstrando permanecer com a desconfiança. – E Tanya, vistes? – Perguntou e Kate em negativa abaixou a cabeça caminhando em direção a taverna.

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– Céus milorde... Vais levar-me a morte assim... – Dizia ofegante a jovem Tanya montada no colo de Mike Newton e o nobre deliciava-se beijando colo e pescoço da moça.

Quem irá me levar à loucura são vocês. – Devolveu abafado.

O que disse milorde? – Perguntou empurrando a cabeça do Newton que se encontrava afundada entre o vão se seus seios, estreitando o olhar o fitou e o rapaz percebendo que falou a mais...

Disse que tu irás me levar a loucura... Apenas tu linda Tanya. – Declarou tomando posse dos lábios da garota que calada deixou-se levar mais uma vez... É Mike Newton estava brincando com fogo, era o que parecia.

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Ao chegarem ao topo da colina vislumbraram a grande e suntuosa propriedade...

Minhas terras senhores. – Expos o nobre alemão trazendo aos cansados “templários” um sorriso de satisfação.

Já não era sem tempo. – Resmungou Jacob.

Vamos... Quero usufruir da hospitalidade de nosso nobre guia por um pouco mais. – Jogou bem humorado o jovem Cullen e todos seguiram em marcha para os portões da propriedade... — Devemos ficar alerta, baixar a guarda não deve ser uma alternativa. – Afirmou para Jasper e seu pai que seguiam com os cavalos próximos ao seu.

Tens razão, olhos abertos sempre! – Falou lorde Cullen... Aproximaram-se dos portões e todos fitaram Riley...

Ivan? – Chamou Riley por seu capitão, o porteiro o observou sem ainda reconhece-lo...

O capitão está no interior da grande casa. – Respondeu o porteiro.

Posto que abra os portões, quem vos ordena é seu senhor e amo, lorde Byers. – Retrucou em alta voz e o porteiro arregalando os olhos reconheceu seu senhor.

Desculpe milorde, de pronto lhe atenderei. – Respondeu rapidamente ordenando que acionassem a abertura dos portões... Os cavalos marcharam propriedade adentro de forma calma e disciplinada... As pessoas que pelo pátio transitava pararam seus afazeres para receber os visitantes e todos logo reconheceram Riley Byers curvando-se em sua direção.

Acompanhem-me. – Declarou o jovem descendo da montaria que compartilhava com Emmett... O capitão de seus homens, um homem de meia de idade que atendia pelo nome de Ivan logo apareceu curvando-se diante de seu senhor.

Bom vê-lo milorde. – Afirmou contido e Riley apenas assentiu e o que lhe chamou a atenção foi a presença de um outro homem no meio de sua sala principal.

Lorde Byers bom revê-lo. – Declarou Alistair comandante do exercito alemão, um dos oficiais que trabalhavam diretamente com o imperador alemão.

Comandante Alistair. – Devolveu Riley com certa estranheza na voz e voltando-se ao seu capitão viu o homem dar de ombros sem saber o que responder. – Estais de passagem Alistair? – Questionou.

Na verdade vim a pedido de nosso imperador, estou apenas a observar as condições em que se encontra nosso hospede inglês. – Respondeu.

Você quer dizer sua majestade rei Ricardo Coração de Leão. – Disse Edward em tom de advertência ao colocar-se ao lado de Riley e o comandante Alistair franzindo a testa fitou a ele e os demais que logo atrás se colocavam.

Você quem seria? – Perguntou Alistair... A atmosfera que até instantes era tranquila tornou-se pesada, tensa...

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Devem ser punidos, talvez banidos... São meus irmãos, Aro é um bispo muito conceituado em Roma... Mas devem, é claro, ser punidos... Abusaram de minha confiança... De meu amor e carinho... – Argumentava Berengária.

Estais certa minha rainha, mas necessário é que se faça as coisas com calma, o que precisamos e queremos evitar é um escândalo de proporções catastróficas... Acredito que sua majestade, rei Ricardo irá saber como agir...

– O que não podemos esquecer é que existem muitos nobres ao lado deles, apoiando-os sem contar que estão se beneficiando de suas abusivas e maldosas atitudes. – Emendou Isabella cortando a sogra e Berengária mesmo se mostrando entre o chateada e o irritada fitou a jovem com carinho.

Parece-se em demasia com sua amada mãe, diria até que és para ela um orgulho. – Colocou a rainha. – Aliás onde está Renée? Quero muito revê-la. – Falou saudosa e Isabella desviou o olhar no mesmo instante fazendo a rainha perceber seu desagrado. – Disse eu algum inconveniente? – Perguntou voltando-se a Esme que ao seu lado estava sentada a lady sem saber como proceder resolver ser direta.

Infelizmente o que se sucedeu a tempos atrás... Tirou-nos do convívio de nossos queridos amigos. – Disse baixo fazendo a rainha franzir a testa.

O que queres dizer? – Indagou sua majestade.

O que ela quer dizer é que seus irmãos ordenaram a morte de meus pais. – Jogou com rispidez a jovem Isabella fazendo a rainha ofegar em horror.

Pela santa... Digas que isso é uma brincadeira. – Pediu Berengária levando as mãos ao peito em choque... Isabella levantou-se afastando-se de sua sogra e da rainha e fitando o lindo jardim respirou fundo.

Desculpe minha agressividade. – Declarou entristecida. – Vossa majestade nada tem com os despautérios daqueles monstros que se dizem seus irmãos. – Soltou virando-se de frente para a rainha... Esme sentindo Berengária ainda em choque...

Infelizmente é uma verdade... Aro ordenou a prisão de Charlie e Caius foi pessoalmente faze-lo... Ao abordarem a carruagem que levava Charlie e Renée o incidente se deu...

– A tragédia você quer dizer milady. – Retrucou Isabella.

Ao que parece Renée e Charlie reagiram e foram mortos ao fio da espada. – Explicou Esme.

E como não reagiriam? Foram tratados como criminosos e assassinados de maneira vil e horrenda. – Acusou Isabella e respirando profundamente mais uma vez deu-se conta que estava extrapolando em suas reações. – Se me dão licença irei ver como estão meus pequenos. – Pediu baixo deixando para trás sua sogra sem saber o que dizer e uma rainha chocada.

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Um cachorro estava tendo total e absoluta atenção de Paige e Nolan que encantados se deliciavam correndo com o peludo em seu encalço, mas a miniatura de cavaleiro notou os olhos entristecidos de sua mamãe Bella e distanciando-se da brincadeira achegou-se até sua mamãe no momento em que a jovem limpava o rosto das traiçoeiras lagrimas derramadas.

O que foi mamãe Bella? Poi que você tá tiste? – Perguntou preocupado e Isabella lhe devolveu um sorriso encoberto pela tristeza ainda aparente.

Não foi nada meu amor, está tudo bem. – Disse inclinando-se e penteando a frança suada de seu garotinho.

Um tá não, você tava choiando... A gente só choia quando tá tiste, quando alguém biga com a gente... Quem fez maldade com você? Diz pa eu que eu vai defende você e bate nessa pessoa feiosa. – Declarou sério demais e a jovem acalmando-se sentiu vontade de rir da seriedade de seu homenzinho... Sentou-se na cadeira próxima e o puxou para seus braços.

Meu cavaleiro galante eu apenas lembrei-me de meus pais... Senti saudades, apenas isso. – Explicou fazendo Nolan fita-la como se examinando em busca da verdade em suas palavras.

Um fica tiste, eu tá aqui... A Paige tamém e logo papai Edwad volta. – Disse passando a diminuta mão no rosto feminino a sua frente e Isabella beijou-lhe a bochecha sentindo-se aquecida por suas palavras.

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– Edward Cullen de Carlisle, Inglaterra. – Afirmou orgulhoso e sem nada temer.

Bem vi que era estrangeiro. – Devolveu com altivez o comandante alemão, virou-se para Riley... – Estão aqui para negociarmos a soltura de seu rei? – Perguntou.

Estamos aqui para levar nosso rei para casa. – Respondeu austero lorde Cullen ao lado do filho... Alistair levou a mão a espada presa em sua cintura fazendo todos os ingleses reagirem da mesma forma.

Que embrulhada é essa lorde Byers? – Indagou duro demonstrando que a situação não lhe agradava e tão logo soltou a frase dois de seus homens que próximos estavam colocaram-se com a guarda alta... O capitão Ivan fitou seu senhor a espera de uma ordem, sem saber ao certo como agir.

Vamos manter a calma senhores... Não quero brigas em minha propriedade. – Disse Riley dando um passo à frente e colocando-se entre Edward e Alistair.

Não te esqueças milorde de que “tuas” terras estão em solo alemão e que aqui quem manda é seu imperador e primo Henrique VI, posto que a ordem de nossa majestade é apenas entregar o prisioneiro mediante o resgate pago e a promessa de vassalagem assinada. – Jogou duro o comandante alemão e Edward sem conter-se gargalhou levando os demais “templários” a fazer o mesmo.

Vassalagem? Nós ingleses? A vocês alemães? – Perguntou Carlisle com um sorriso debochado nos lábios e Alistair emitiu algo semelhante a um rosnado pelo deboche e afronta.

Nem por cima de nossos cadáveres. – Retrucou Emmett com o peito estufado de raiva... A situação estava saindo ao controle...

Nenhum cadáver inglês irá nos impedir de cumprir as ordens de nosso imperador. – Rosnou Alistair e de pronto as espadas foram desembainhadas... — Trouxeste inimigos para tuas terras milorde? Saibas que teu imperador não irá gostar disso quando a seus olhos chegar as cabeças desses malditos ingleses. – Vociferou Alistair deixando claro que estava sim interessado em um bom duelo.

Quem és tu? Cão de guarda do imperador? – Provocou Edward empurrando Riley e se aproximando de Alistair... Alemães e ingleses agora se provocavam pelo olhar raivoso, espumando em revolta.

Queremos ver nosso rei... E o queremos agora! – Exigiu Carlisle e Alistair sorriu em escarnio.

Irão vê-lo... Agora mesmo... E com ele ficarão confinados. – Devolveu o comandante com um sorriso pretencioso nos lábios.

Alistair não te esqueças que estás em minhas terras e aqui afirmo... Não aceitarei derramamento de sangue. – Advertiu Riley tentando conter a situação.

Acredito que seja tarde para isso milorde... Fostes tu que trouxeste os cães malditos... Tenho eu agora que me encarregar de conter seus ânimos animalescos. – Soltou.

Tu vais ver quem aqui é o animal. – Vociferou Edward empurrando Riley e partindo em seguida para cima do comandante alemão... O embate se deu no mesmo instante e o clima já tenso tornou-se incontrolável... O tilintar do metal se fez ouvir em alto som... Alemães contra ingleses fizeram da luxuosa sala uma arena... Lorde Byers caído no chão esgueirou-se colocando-se atrás de seu capitão que em guarda se colocou... O jovem nobre nunca fora dado a duelos ou lutas... Na verdade o boa vida que sempre fora deixava clara a sua indisposição em ser um cavaleiro como todos os homens de sua geração e ao invés disso preferiu seguir o caminho apenas do desfrute...

Milorde que diabos é isso? Como trazes a teus domínios inimigos nossos? – Confrontou-lhe seu subordinado ainda aturdido ao passo que lhe empurrava em direção a copa tentando assim protege-lo.

Eu é que pergunto o que em minha casa se instalou... Por acaso aqui virou o QG do exercito alemão e não me informaram? – Retrucou sem tirar os olhos do embate que ocorria em cima de suas caras tapeçarias enquanto a trilha sonora era ministrada pelo insistente tilintar das laminas a chocar-se.

Como disse o comandante sua majestade o imperador ordenou que ele viesse verificar nosso hospede... Sua chegada a quatro dias deixou clara previsão de que tão logo vossa senhoria chegasse a negociação a que ele se referiu ocorreria... – Explicava Ivan ao lado de seu senhor, os dois assistiam Edward, seu pai e amigos enfrentando o comandante Alistair e os dois soldados que o acompanhavam bravamente junto ao seu superior duelavam... Ao que parecia o duelo trazia desvantagem ao alemão Alistair visto que estava desprovido de melhor retaguarda... Não esperava o comandante passar por um enfrentamento ao encaminhar-se para as terras de lorde Byers e agora arrependia-se de não ter providenciado uma tropa para lhe acompanhar... – Meu senhor chega com esses ingleses afrontadores e agora a desordem está feita. – Concluía Ivan...

Pois trate de conte-la Ivan... Como disse não quero derramamento de sangue em minhas posses. – Ordenou, mas nesse mesmo instante Edward de forma brilhante conseguia conter o comandante, mas este esperto atingiu o ombro do jovem Cullen lhe causando um corte profundo... Ivan ordenando a entrada de seus homens conteve o embate sem que ninguém mais fosse atingido.

Ainda sou senhor em minhas terras e reafirmo não aceitarei derramamento de sangue aqui. – Disse alto o nobre Byers se valendo de seus homens que agora controlavam os ânimos naquela sala.

Um pouco tarde para isso não achas? – Resmungou Edward segurando o ombro ensanguentado. – Alemão miserável! – Jogou com os olhos ejetados em cima de Alistair que mesmo sendo contido pelos homens de Byers sorria vitorioso.

Senhores vamos manter a calma. – Interveio mais uma vez o jovem lorde alemão.

Teu imperador vai querer tua cabeça milorde se facilitar a saída de teu hospede inglês. – Lembrou Alistair algo que Riley já sabia... Sim, ele teria problemas com o primo... Veria sua fúria, mas sabia que por fim essa fúria se reverteria apenas em berros e alguma reprimenda temporária como forma de castigo ao jovem que no fim das contas lhe era muito estimado... Riley Byers era primo em segundo grau do imperador... A autoridade máxima na Alemanha via no jovem boa vida um filho depois que este perdera os pais muito cedo.

Eles são meus convidados. – Argumentou Riley. – E quanto a meu primo... Com ele me entenderei e não será tu... Comandante Alistair que irá interferir nisso... Como falei esses domínios são meus e quem aqui estiver está sob meus cuidados. – Salientou.

Ivan providencia criadas para cuidar do nobre inglês aqui ferido. – Ordenou Riley referindo-se a Edward que era agora observado de perto pelo pai... O clima ainda tenso se manteve e Alistair no canto oposto da sala juntamente com seus dois soldados haviam sido desarmados bem como os ingleses ali presentes, mas os olhares raivosos ainda permaneciam e Alistair se mantinha firme como militar que era pronto a impor-se no momento em que conseguisse. – Levem o comandante Alistair e seus homens para meu escritório... Logo irei ter com o senhor. – Disse Riley.

Estais agindo equivocadamente milorde e isso lhe custará muito caro. – Jogou Alistair ao ser gentilmente conduzido para a sala ao lado.

Lorde Cullen... Acompanhe-me... Vamos ver como está seu rei. – Disse firme enquanto uma jovem criada conduzia Edward para um aposento na intenção de cuidar de seu ferimento enquanto Jasper, Emmett e Jacob permaneceram na sala.

Achei que a merda estava feita. – Comentou Jacob.

Por pouco não esteve. – Disse Emmett.

Ainda acho que devemos ficar atentos... Nada aqui me cheira bem, nada! – Comentou Jasper de braços cruzados demonstrando manter-se rígido no lugar.

**

Carlisle sendo levado por Riley achegou-se ao grande aposento onde rei Ricardo estava sendo mantido... O rei fitava o horizonte visto da grande janela quando a porta foi aberta e ele se voltando para ver quem entrava admirou-se com o que viu...

Carlisle. – Pronunciou surpreso.

Majestade. – Disse lorde Cullen curvando-se discretamente e em seguida lhe apertando a mão como demonstração de amizade.

É bom vê-lo caro amigo. – Disse Ricardo com um sorriso sincero.

Digo o mesmo majestade. – Devolveu Carlisle e Ricardo notando a presença do jovem Byers a quem vira por momentos rápidos durante o dia em que havia sido capturado sabia que se tratava de seu sequestrador.

Lorde Byers. – Soltou sério.

Rei Ricardo. – Devolveu Riley com a mesma seriedade... Antes de partir o jovem conversara com o rei inglês lhe dizendo quais eram as suas intenções e Ricardo lhe afirmara que seria perda de tempo ir ter com seus súditos, pois antes que propusesse algo estaria morto e seu exercito lhe resgataria... Mal sabia Ricardo que seus falsos cunhados italianos haviam recebido o nobre alemão e com ele estavam negociando o futuro de sua Inglaterra tendo infelizmente a ajuda de alguns nobres traidores.

Ao menos lhe deixaram vivo. – Disse Ricardo sorrindo para Riley e se voltando para Carlisle. – É claro que ninguém em toda a Inglaterra aceitaria tal proposta e ver Carlisle aqui só reforça tal ideia... É como acabo de dizer foram benevolentes os meus nobres súditos lhe deixando vivo lorde Byers. – Declarou com mansidão e diplomacia o rei.

Lamento informar que a bem pouco tempo atrás os intentos entre alguns na corte não eram esses caro amigo... Vossa majestade estava na verdade sofrendo um golpe de estado sem se quer estar presente para tentar impedi-lo. – Antecipou-se Carlisle fazendo o rei franzir a testa em confuso desagrado.

O que estais a dizer Carlisle? O que diabos essas palavras significam? – Perguntou firme.

Lorde Cullen... Rei Ricardo... Deixarei que conversem em paz... Enquanto isso irei me inteirar de tudo por aqui... – Declarou Riley, mas antes que ele saísse Carlisle dele se aproximou demonstrando desconfiança em suas atitudes... – Ficas tranquilo milorde... Não tenho intenção de seguir adiante com a ideia original... Vejo hoje, com lucides redobrada, que tal ideia seria um grande erro visto que o povo inglês está a levantar-se nesse momento e isso significa guerra... Uma guerra que meu imperador nunca quis, garanto-lhe... Ele na verdade custou a aceitar tal proposta de manter seu rei aqui e por sua vida trocar altos valores e vassalagem... Sejamos sinceros senhores... – Disse olhando nos olhos de rei Ricardo e depois lorde Cullen. – Tudo só daria certo se os Volturi se mantivessem no poder, mas como isso está com os dias contados... É seguro dizer que nada disso teria futuro. – Concluiu e Carlisle vendo em seus olhos a sinceridade deixou-o ir.

Posso eu saber o que afinal se passa? O por que diabos o sobrenome da família de minha esposa foi citado? – Perguntou o rei já impaciente e Carlisle respirando profundamente preparou-se para contar tudo a sua majestade...

**

Sei que a dor de tua perda é irreparável Isabella... Sinto-me culpada, muito... Culpada por tudo isso... – Dizia a rainha compadecida e entristecida por saber agora da morte de seus queridos amigos... Isabella agora mais calma...

Não foi sua culpa minha rainha... Sei de sua amizade por meus pais, da estima do rei por eles... Eu é que tenho que lhe pedir desculpas pela forma grosseira como falei... Mas, dizer que não me revolta... Que não quero vingar a morte deles... Seria mentira, uma grande mentira... É o que desejo... Vê-los pagar pelo que fizeram de forma fria e cruel e pior por pura ganancia pelo poder. – Devolveu buscando manter a calma.

Entendo-te e tens todo o direito de querer reparação... Isabella depois de tudo que ouvi e infelizmente, sei ser verdade... Confesso que o que menos sinto agora é afeição por meus irmãos... Se não... Se não fosse a intervenção de teu marido, de meus amigos Esme e Carlisle... Eu talvez tivesse morrido... Por isso lhes devo gratidão e minha eterna amizade aqui renovada bem como sei que o senhor meu marido, vosso rei irá confirmar quando retornar. – Declarou pegando na mão de Isabella e lhe dando um carinhoso aperto... Ao longe viram Esme assentada com os netos ao seu redor ouvindo atentamente algo que ela lhes contava. – Teus filhos são lindos. – Disse carinhosa e Isabella orgulhosa concordou em silencio.

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– Malditos... Malditos é o que são! – Gritava Ricardo após ouvir o relato de Carlisle de tudo que ocorrera em sua ausência. – Matá-los-ei com minhas próprias mãos. – Esbravejava apertando os dedos entre a palma das mãos.

Infelizmente nossa Inglaterra está ajoelhada... Contudo tenho fé que com seu retorno conseguiremos, unidos ao povo, reconstruir nossa posição... – Dizia o nobre Cullen tentando reconfortar seu rei.

Se é que em minha volta ainda encontrarei um trono meu. – Disse contendo a ira. – Quero nomes Carlisle... Os nomes de cada um daqueles que foram corrompidos... Que se venderam para esses malditos... – Comandava firme.

Stefan e Vladimir possuem um dossiê com cada nome podes ficar tranquilo... Assim que retornarmos irás ficar a par de tudo. – Assegurou o nobre lorde.

**

A saída de Ricardo sendo escoltado por seus amigos e súditos se deu tranquila... Sim, Riley Byers cumprira o combinado libertando o rei inglês e tendo de volta sua paz, embora soubesse que teria que enfrentar os gritos e resmungos de seu imperador e primo... Contudo, não se sentia menos agraciado, pois após todo o ocorrido ainda ganhou certa simpatia dos ingleses lhe dando a oportunidade de futuramente retornar aquele país e rever Cloe e quem sabe divertir-se com ela e a irmã como um dia fizera... Os ingleses seguiram viagem e nem a exaustão os conteve a ânsia de logo chegar a seu destino, e imponto uma marcha acelerada seguiram rumo ao mar que por duros três dias os separavam...

Tão logo cheguemos a Londres irei tirar aquele maldito Bispo do meu trono e seu irmão irá com ele se ver comigo pessoalmente. – Dizia Ricardo ainda irritado.

Majestade... Acredito que logo dar as caras não é uma boa ideia...

– Concordo com meu Filho. – Disse Carlisle cortando Edward. – Ricardo... Não te esqueças que dentre teus nobres súditos existe uma extensa lista de traidores... Pegar um a um requer estratégia... Vamos com calma... – Argumentava o lorde.

Vejas majestade, façamos o seguinte... Levaremos vossa senhoria ao encontro de sua esposa e lá onde ela está recolhida faremos uma reunião para definir os próximos passos e com cautela pegaremos um a um dos que estão a tempos traindo sua coroa. – Declarou Edward e todos concordando mostraram ao rei ser a melhor alternativa e Ricardo por fim concordou.

**

O jovem casal em lua de mel acompanhado do indiscreto e exagerado observador frei Joseph Young viajava em direção a capital inglesa...

– O que te afliges ao ponto de ficares assim serio demais, senhor meu marido? – Perguntou Angela apertando a mão de Ben... O jovem Cheney fitou por sobre os cílios o frei que meio acordado, meio dormindo impunha sua presença na carruagem que os levava.

Não é nada! – Pronunciou baixo o jovem Ben beijando o dorso da mão de sua esposa... Mas é claro que era algo e esse algo era a presença do religioso que o impedia de tomar liberdade com sua esposa.

**

O navio dos “templários” percorria os mares com força máxima na expectativa de logo chegar a Londres...

Ao que parece teu filho criou juízo Carlisle. – Comentou o rei e o nobre lorde sorriu.

Sim, Ricardo... Meu Edward enfim cresceu, casou-se, tornou-se um pai de família... Não poderia eu estar mais orgulhoso. – Devolveu satisfeito.

Essa de The Hood pegou-me... O moleque é esperto e ao que parece seus amigos são iguais. – Disse ainda surpreso com tudo que descobrira nos últimos dias...

Pois veja você... Não é que movimentaram as coisas e fizeram até o povo sair as ruas... Prepara-te meu rei... Vais encontrar Londres em polvorosa e ainda arrisco dizer que esses garotos vão fazer de tua chegada uma grande e estrondos feito pondo abaixo qualquer ideia contraria a teu poder como rei da nossa Inglaterra. – Disse com orgulho e certeza em cada palavra.

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Isabella, Alice, Rosalie e Leah receberam Ben com sua esposa e o frei na mansão próximo a hora do almoço.

Desejo a você muitas felicidades. – Disse Isabella surpresa ao reencontrar Angela... Ela e a jovem se conheciam de longa data, bem como Rosalie e Leah... A senhora Cheney estava extasiada ao prestar atenção nos detalhes da luxuosa mansão dos Newton onde ficaria hospedada.

Obrigada milady, muito obrigada. – Devolveu sorrindo.

Então anda tudo tranquilo por Carlisle? – Perguntou Isabella se voltando para Ben e o frei.

Tudo na mais perfeita ordem milady. – Respondeu o Cheney.

O mesmo não podemos dizer da corte não é mesmo? – Soltou o frei já ciente dos últimos acontecimentos.

É verdade frei, por aqui as coisas andam tensas. – Falou Isabella.

Mas tão logo os rapazes voltem e com eles venho nossa majestade... Temos a certeza tudo voltara a ficar em paz. – Disse uma esperançosa Alice.

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O navio atracou no porto na calada da noite, de maneira proposital para facilitar a retirada do rei... Tão logo atracaram o grupo se dividiu... Indo lorde Cullen e o rei para a casa onde a rainha estava reclusa sendo acompanhados por Emmett e Jacob enquanto Edward e Jasper seguiram para a mansão dos Newton... As lamparinas no interior da mansão já se encontravam apagadas deixando claro que todos dormiam... Os rapazes adentraram sorrateiros, fazendo o mínimo de barulho para não assustar suas esposas... Mas é claro que Isabella, atenta como sempre fora logo notou o movimento no andar de baixo e empunhando sua espada caminhou em direção à escada no momento em que Edward chegava ao primeiro degrau enquanto um faminto francês ia em direção a cozinha em busca de algo para beliscar... O nobre Cullen foi parado no terceiro degrau pela ponta de uma espada tocando seu peitoral, elevou os olhos encontrando uma presunçosa e sorridente Isabella... O rapaz elevou a sobrancelha em sinal de provocação ela...

Entrando sorrateiro assim corres o risco de ser atingido onde não deve marido meu. – Provocou levando a ponta da espada para uma região um pouco mais baixa e o jovem acompanhando o movimento sorriu ao sentir ser cutucado em suas partes baixas... Tocou a lamina a afastando de si no momento em que Isabella soltando a espada atirou-se nos braços do marido quase os derrubando escada abaixo.

Assim mata-nos mulher! – Devolveu bem humorado.

Inferno! Como senti tua falta estrupício. – Disse tomando posso dos lábios que tanto sentia falta e Jasper mastigando uma coxa de galinha vislumbrou a cena ao chegar à grande sala e com um sorriso melecado balançou a cabeça em negativa pela empolgação dos amigos.

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A felicidade se instalou na mansão dos Newton ou para todos os efeitos dos Platt com a chegada dos “templários” enquanto rei e rainha se ocupavam em matar a saudade...

China precisaremos de um novo invento... Algo que cause surpresa e euforia... – Dizia Edward.

O que estás a aprontar agora? – Perguntou Isabella e seu marido revirando os olhos...

Você sempre pensando o pior de mim mulher. – Devolveu aos resmungos e se recompondo. – Como dizia precisaremos de algo que desperte atenção de todos... Algo como uma cortina e por de trás dela aparecerá nosso rei. – Dizia pensativo o jovem Cullen e todos franziram a testa pelas palavras descabidas... Mas Ben Cheney como de costume captou no ar a ideia e sorrindo se afastou deixando a todos curiosos, inclusive sua esposa que mesmo maravilhada por agora fazer parte do bando de The Hood ainda não estava acostumada a ser esposa de um inventor do porte do China como Edward o chamava...

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A reunião na casa onde rei e rainha estavam escondidos se deu com a presença de lorde Stefan e seu irmão, lorde Cullen e esposa, Edward e Isabella assim como os demais “templários”... O dossiê com os nomes de cada traidor fora entregue as mãos do rei e sua esposa... Ben havia dito a Edward antes da reunião iniciar que já tinha o que ele pedira para ser providenciado... Esclarecera também que o invento seria com certeza muito mais do que uma surpresa... Ao termino da primeira etapa de reuniões para os preparativos da volta do rei, o jovem Cullen fez todos saírem para o lado de fora da grande casa...

O que tanto queres conosco aqui fora? – Questionou o rei.

Tenhas calma majestade... Logo verás! – Respondeu Edward acreditando no novo invento de seu amigo China se nem ao menos tê-lo visto antes em ação... Todos posicionados esperavam sem ter ideia do que na verdade esperar... Ben com a ajuda de Jacob preparou tudo e acendendo o pavio, a brincadeira se fez... A luminosidade brilhosa e avermelhada estourava a frente fazendo todos arregalarem os olhos, e enquanto a cor se desvanecia deixava em seu rastro uma fumaça avermelhada, semelhante à mágica...

Tua cortina mágica The Hood! – Disse Ben satisfeito em mais uma vez ser bem sucedido e como premio recebeu um beijo de sua Angela que sorrindo se via orgulhosa.

A danação do demônio! Por todos os modos Edward o que é isso? Magia? – Indagou em choque rei Ricardo e Edward riu bem humorado.

Será essa a tua aparição no meio do povo majestade. – Declarou Edward e Ben Cheney muito satisfeito se colocava ao lado dos amigos “templários”... Mais um invento seu era criado, uma brincadeira colorida como ele mesmo a denominara a sua recém-esposa... A mistura de pólvora com tinta em pó... A pólvora sendo consumida pelo fogo misturada a uma quantidade de tinta provocava um espetáculo assombrosamente magnifico para todos... Mesmo ainda em choque, tendo a esposa a apertar sua mão por estar assustada com o que vira, rei Ricardo sorriu sentindo naquele momento que as coisas iriam seguir de forma benfazeja levando-o de volta ao seu trono ao passo que no caminho colocaria a cada traidor em seu devido lugar.

Spoiler —

Os preparativos estavam sendo cuidadosamente providenciados e os “templários” e suas esposas iriam no dia do festival estar estrategicamente em seus postos preparados para agir conforme as conversas que tiveram com o rei e lorde Cullen que exaustivamente junto com Edward e seus amigos programaram cada momento até a aparição de fato de sua majestade e sua rainha...

– Vamos todos então enfrentar o inimigo... Eu vou ter uma espada? – Perguntou Angela batendo palmas por conta de sua empolgação fazendo Alice, que ao seu lado estava, rir.

Onde diabos arrumaste esta esposa China? – Resmungou Edward enquanto Isabella revirava os olhos por conta das rabugices do marido e do deslumbramento de Angela que se quer tinha noção das coisas que dizia.

Notas finais
O fim se aproxima e estrupicio e magricela estão cada vez mais unidos tendo seus amigos ao redor na busca pela justiça... Rei Ricardo retornou aos braços de sua rainha e em breve o trono lhe será devolvido... Vamos ver como isso irá se desenrolar? Posso contar com vocês nesses ultimos momentos de nossa Fic? Espero que sim, assim como espero ansiosa por seus comentários... Vamos lá não se acanhem, cada palavrinha escrita por vocês é um impulso a mais em minha criatividade. :) -;- É bom estar de volta! Enfim estou de casa nova, feliz mesmo ainda tendo coisas para ajeitar... Mas graças a Deus tudo está correndo bem e é isso que importa não é mesmo? -;- Obrigada a cada uma que tem aqui me acompanhado... Nos vemos no restante da semana no Facebook - Lu Nandes Fanfic's certo? Por lá vamos ter mais novidades sobre a próxima Fic, Magazine é o seu nome e este é o trailer - http://videolog.tv/1050082. -;- Bjos e até mais com The Hood!