Notas iniciais
Obrigada suas lindas JUSSARA CULLEN, Eclipse She, Belita, SHIRLEY, jamillesmoura, Debora Lima, Anaa, Marcela, Ka Almeidah, MariRS, Polli, Raskia, DEA, Penélope, Fran Carvalho, MaraRobsten, ClaudiaMonteiro35, Iolanda, angel, Lú, juliatf e CassieStew pelos reviews sobre o ultimo capítulo. Bjão -;- Quero aqui indicar a Fic de querida Debora Lima, Suas asas - http://fanfiction.com.br/historia/457560/Suas_asas/ -;- As palavras em negrito significa que são referências reais e podem ser por você pesquisado se assim desejar, deixando claro que esta é uma obra de ficção em nada um relato da realidade. -;- Vamos ao que interessa...

“Eu que sempre fui tão corajosa, tão determinada e guerreira, fiquei frágil como uma asa de passarinho quando você me disse: Eu te quero”. Denise Portes

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– Música sugerida (Arms Feel Like Home – 3 Doors Down) –

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Voltou-se para o rio e ao longe viu, na outra margem, Newton pegando fogo...

Espero que os nossos amigos estejam bem. – Disse com o rosto encostado ao tórax dele... Edward pensava da mesma forma, mas algo lhe dizia que aquela imensa fogueira era feito do China e por isso sorriu... Isabella elevou seus olhos para fitar seu salvador. — Edward e se... Se outros vierem atrás de nós... Os homens de James ou do tal capitão... – Dizia em angustia.

Não... Ficas tranquila, eles não imaginam que atravessamos o rio... Está tudo bem... Precisamos nos aquecer... Os cavalos se foram... – Constatou incomodado. — Acho melhor ficarmos por aqui até que amanheça... – Disse fitando-a. — Tudo vai ficar bem! – Afirmou abraçando-a mais uma vez, ela cansada voltou a encostar seu rosto no tórax do rapaz... – Por que fizeste isso? Por que deixou que levassem? – Perguntou apertando-a contra si sentindo-se agora aliviado por tê-la viva em seus braços, sem importar-se com o ardor que permanecia entre suas costelas... O sangue por ali vazava, mas as roupas por serem escuras e estarem molhadas camuflavam o purpura que escorria de suas entranhas...

Eles iam atear fogo em tudo e ainda disseram que te matariam assim que chegasse... Eu... Eu sabia que logo você estaria ali e quando visse Forks incendiada perderia a noção das coisas... Seria presa fácil para eles... Eu não tive escolha... Preferia morrer a ver o povo padecer... Nolan e Paige morreriam... Tu irias morrer... Eu... Eu não aguentaria... – Soltou emocionando-se.

– Bella...

– Ele propôs e me pareceu justo, fácil... Achei que quando ele me tivesse nas mãos... Logo me mataria, mas não e aí tu apareceste desembestado... E... Enfim... – Falava, mas as lagrimas a calaram... – Edward... – Disse chorando.

Eu morreria se algo acontecesse a ti. – Afirmou apertando-a ainda mais... A moça tremeu de frio despertando nele ainda mais pesar... As roupas molhadas, o frio intenso... Edward correu os olhos em busca de abrigo, a dor em seu lado lhe queimando... Isabella ainda não tinha notado que ele estava ferido, superficialmente, mas ferido... Permaneceram caminhando, em busca de abrigo... O Cullen sentiu-se agraciado ao notar a frente uma tapera abandonada... O local era utilizado por viajantes que pernoitavam no abrigo para depois seguir viagem ou por caçadores na época de caça... O crepúsculo anunciava o final do dia fazendo o clima tornar-se ainda mais frio... Arrastando-a consigo ele caminhou em direção a tapera e ela ao vislumbrar o lugar sentiu-se entre aliviada e amedrontada... Adentraram ao local há tempos desabitado...

Ficas aqui, vou atrás de lenha. – Disse afastando-se dela.

Edward... Espera... – A nobre diferente de outras vezes se via de fato amedrontada... Tudo que passara estava vivo em sua mente e a chance ainda que remota de que outros soldados pudessem por ali aparecer a deixavam ainda mais tensa... Ela ainda tremia quando Edward aproximou-se mais uma vez...

Tudo vai ficar bem garanto-te! – Afirmou se retirando... Não demorou a retornar com alguns gravetos para aquece-los no momento em que uma chuva iniciou-se de forma violenta, manchando os últimos raios de sol daquele final de dia... Edward acendeu a pequena fogueira improvisada e Isabella o fitava atenta a seus movimentos, agradecendo em silenciosa prece por tê-lo ali, vivo... — Precisas se aquecer... Essas roupas molhadas... Precisas tira-las... – Comentou preocupado tirando-a de seus pensamentos.

Tu também precisas tirar. – Devolveu tremendo e abraçando o próprio corpo... O frio atingia a ambos de forma descomunal...

Vou sair... Deixa-la à vontade... Para que possa se aquecer... Ficarei lá fora e...

– Não... Edward... Não. – Disse aproximando-se dele, levando suas mãos aos braços dele. – Não quero ficar longe de ti. – Afirmou fazendo-o engolir em seco ao passo que ela própria se assustava com tamanha constatação... Era a primeira vez na vida que tal frase saia da boca de Isabella sendo relacionada a ele e aquilo fez o coração do homem incendiar em resposta... Um calor bem vindo se instalou e ele sem mais esperar aproximou-se mais e a beijou... Um beijo suave, saudoso, de alivio... Um beijo que trazia paz a ambos... As mãos percorreram os lados um do outro... Isabella sentia-se segura tendo-o ali grudada a si... Seu coração se via em milagrosa paz pela presença de seu amado “estrupício”...

Tive tanto medo de perder-te... Minha magricela. – Declarou ainda grudado em seus lábios e a moça apertou-se mais a ele, agarrando seu tronco com os braços tirando do Cullen um gemido de dor que não passou despercebido pela moça... Isabella afastou-se minimamente dele.

O que foi? – Perguntou afastando-se e analisando o rosto do rapaz.

Nada que se preocupar... Apenas um pequeno corte que...

– Corte? Onde? – Perguntou temerosa sem tirar as mãos do tronco dele... Passou a observa-lo com atenção e notou por baixo do abrigo de couro que ele usava a ponta da camisa creme suja de algo escuro... Puxou o abrigo desfazendo os laços na frente e logo notou sua lateral empapada de sangue... – Deus... Edward... – Disse temerosa de imediato levantando a camisa, o corte embora superficial estava muito irritado e sangue dali ainda saia...

Argh... – Resmungou Edward deixando o coração dela ainda mais apertado.

Tem que limpar isso... – Declarou retirando dele por completo o abrigo e em seguida a camisa. – Vem aproxima-te do fogo. – Pediu puxando-o, um pequeno tronco se encontrava ali e ela o fez sentar-se.

Não a com que se preocupar... Digo a sério. – Falou tentando para-la.

Ficas quieto... Deixa-me cuidar de ti. – Afirmou rasgando um pedaço de sua veste e passando em cima do corte para limpa-lo...

Argh... – Soltou Edward retesando-se pelo incomodo, mas ela não parou.

Pode inflamar... Edward devias ter me dito. – Dizia ainda preocupada, pesarosa... O Cullen sentindo seu coração aquecido pelos cuidados que dela recebia levantou seu queixo trazendo-a para perto de si...

Minha magricela estás a preocupar-se comigo? – Questionou com um discreto sorriso puxando para o debochado.

Edward... – Esboçou irritando-se. – Ficas quieto! – Advertiu voltando a olhar o corte e fazendo-o sorrir ainda mais.

Seu estrupício agradece. – Afirmou, puxou seu queixo mais uma vez e encurvando-se grudou seus lábios nos dela... Apertou-a em seus braços não se importando com o corte... A moça desejosa por ele se deixou levar abraçando-o... Os medos de Isabella se viam aflorados bem como seu desejo por aquele homem que despertava nela ódios e paixões... Lembrou-se das palavras de Esme dias antes...

Flash Back On

– Às vezes o que mais nos incomoda é o que na verdade mais nos agrada, mas nos faz sentir viva... A vida nos é incoerente muitas vezes porque fazemos questão de complica-la ao invés de deixa-la seguir o fluxo já predestinado... – Soltava a matriarca Cullen ao notar Isabella a vislumbrar Edward brincando com os pequenos...

– O que mais importa é o quanto e como nosso coração bate... O entorno fica melhor ou pior dependendo única e exclusivamente desses batimentos... Não tenhas medo filha, não te assombres pelo que sente e por quem sente... Pode até parecer desajustado, mas na verdade é o certo... Era assim que tinha que ser e sempre o fora. – Finalizou deixando Isabella sem palavras.

Flash Back Of

Isabella percebia ali que lutar contra o que sentia, se revoltar contra seu coração, não aceitar a realidade que sua alma insistia em gritar era permanecer perdendo tempo... Respirou de forma profunda ainda muito próxima aos lábios dele... Edward não importou-se com o ferimento que o incomodava, Isabella seduzida pelos braços e lábios do homem associados ao calor do seu corpo se viu tonta e não mais resistiu, permitiu-se envolver pelo sentimento mais intenso que já experimentara em vida... Agarrou-se a ele...

**

O campo de batalha instalado em Newton estava em seus últimos minutos sendo agora devorado pelas grossas gotas d’água que do céu desciam e foi esse o cenário da vitória para os “templários” e seus amigos que Emmett encontrou junto com Harry, McCarty depois de trazer Maccoy a força para Forks deixou-o aos cuidados das mulheres, que não tiveram o menor problema em deter o homem que mal parava em pé por conta da bebedeira e Emmett correu em direção a Newton encontrando-se com seus amigos... O capitão Royce King em toda a sua empáfia não foi pariu para Jacob que satisfeito depois de duelarem lhe enfiou a lamina nas entranhas o vendo cair aos seus pés já morto... Os soldados agora sem líder se viram perdidos e o que se via era alguns frouxos se rendendo e outros decididos se atirando a morte... Cheney que pouco sabia usar a espada ou até mesmo o arco e flecha se limitou a atirar pequeninas pedras impulsionadas pela pólvora com uma das zarabatanas de ferro que forjara com a ajuda do Black... Mike Newton estava entre o perdido e o revoltado pela escolha de seu pai, via agora seu lar desde que nascera incendiar... Estava consumado, mais uma vez os “templários” saiam-se bem, embora nessa o Cullen não estivesse presente e isso todos sentiam...

Sinto muito Mike. – Falou Jacob.

Foi ele quem buscou isso... Tenho eu apenas que lamentar, sinceramente não me sinto enlutado ou entristecido... Tenho mais comigo um sentimento de revolta por tamanha burrice embebida em maldade e covardia... Como ele pode permitir que mantivessem Isabella aqui presa? – Questionava e lamentava o jovem Newton.

Onde está Edward e Isabella? – Questionou lorde Cullen com evidente preocupação.

É o que nos perguntamos também. – Declarou Jasper aproximando-se de Jacob.

Dentro da casa não estão... Está que é só ruinas o lugar, mas não tem ninguém dentro. – Afirmou o Black que a instantes examinara o local que agora era só fumaça por conta da chuva violenta que fez o fogo diminuir... Todos se viam agora preocupados com o sumiço de Edward e Isabella...

Talvez ele a tenha levado para Forks. – Comentou Ben e todos avaliaram a possibilidade... Deram mais uma varredura no local, descobriram a trilha feita por cavalos e seguiram-na... Ao aproximarem-se do rio ficaram ainda mais intrigados, ali paravam as pegadas indicando entrada rio adentro...

Acho que estamos perdendo tempo... Essas pegadas não são deles. – Declarou Emmett com convicção.

Se alguém ai adentrou teve pela frente uma correnteza forte a enfrentar... Quando criança quase me afoguei aqui. – Afirmou Mike.

O tal Gigandet... Alguém o viu? – Perguntou Jasper pensativo e todos em negativa se colocaram a responder. – Isso tudo está muito estranho. – Constatou.

Talvez o China tenha razão... Edward deve ter levado lady Swan para a floresta de Forks. – Argumentou Jacob e resolveram todos retornar a floresta... Mike e John Savoy ainda permaneceram em Newton computando os estragos e decidindo o que fazer com o corpo do pai.

**

As labaredas oriundas da pequena fogueira não eram as responsáveis pelo calor instalado naquela tapera... Lábios e mãos em um trabalho incessante imiscuíam-se fazendo Edward e Isabella se entregarem pela primeira vez sem reservas... A jovem, ofegante, afastou-se minimamente e essa reação trouxe medo ao Cullen... Será que mais uma vez ela iria fugir? Será que mais uma vez iria negar o que ambos sentiam? As questão lhe atingiram... Passou o polegar no canto dos lábios femininos que traziam um pequeno e avermelhado corte...

Bella... És... És a mais formosa criatura que já tive chance de ter nos braços. – Disse antecipando-se, saindo totalmente fora dos padrões “Edward Cullen” de ser e de forma hercúlea buscava mantê-la próxima a ele.

Tornou-se um cortejador... Cullen? – Perguntou sentindo as mãos dele descerem em direção a parte baixa de seus quadris e aquilo a assustou... Ele logo percebeu...

Não tenha medo, eu... Eu... Isabella... Não sou romântico, nunca tive a habilidade de ser cortes e menos ainda preocupado com o que as mulheres sentem ou deixam de sentir... Ora... Tu o sabes disso... Tanto o sabes que sempre me recriminou por ser grosseirão e inconveniente... – Dizia afobado apertando as mãos em torno do quadril feminino... Para ele o tempo era inimigo, imaginava... Mas a realidade batia diferente em Isabella, por mais que ela quisesse manter a pose de durona e indiferente... De achar que ele mais uma vez estava sendo abusado... Ali, agora, não podia mais fugir, não conseguia mais esconder... Levou as delicadas mãos ao rosto com barba rala e acariciou sua extensão deixando-o confuso.

Edward Cullen... Quando foi que finalmente cresceu? Onde estava eu que não vi tal milagre acontecer? – Perguntava sorrindo e fitando cada detalhe da face máscula a sua frente, observando cada cicatriz como também os machucados adquiridos naquele dia... O jovem rosnou em descontentamento ao ouvir as perguntas em quase deboche vindas dela... Sim, ela estava sendo debochada, estava tentando reagir segundo seu coração lhe exigia, mas sem perder a cabeça por completo...

Permaneces me tendo em baixa conta não é Swan? – Perguntou trazendo um biquinho adorável ao final e ela sorriu ainda mais.

Tenho-te na verdade em alta conta estrupício. – Declarou ainda carregando um sorriso nos lábios e dando um passo atrás fez com que as mãos dele se soltassem de seu quadril e ele abaixando a cabeça sentiu-se derrotado.

Ok... – Soltou decido depois de respirar fundo... Para ele a jovem carregava a certeza de que suas palavras ou ações para com ela não tinham ligação alguma com um sentimento profundo e verdadeiro... Edward a fitou profundamente e ela sentiu-se nua diante dele por conta do olhar que lhe lançava... – Serei direto... Não sei ser de outra forma. – Antecipou preparando-a e ela manteve-se atenta a ele. – Já fui o homem mais promiscuo de toda a Inglaterra e talvez... Talvez de parte da Palestina... – Declarou fazendo-a fita-lo com os olhos em fenda enquanto cruzava os braços. – Como disse... Já fui... – Tornou a repetir percebendo-a séria em demasia. – O fato... Homessa. – Esboçou frustrado fitando o teto de sape que gotejava, voltando a fita-la. – O que se passa é que desde que nos encontramos eu... Bem... Eu não estive de saliência com ninguém se é que me entendes. – Jogou fazendo-a arregalar os olhos surpresa. – Não estou mentindo, antes que isso pense, afirmo, estou sendo sincero... – Declarava.

– Edward... Onde de fato queres chegar? – Perguntou cortando-o.

Estou lhe dizendo... Ou melhor tentando dizer que tu... Vejas... Estou tentando dizer que... Que te quero mulher. – Disse por fim, de forma impaciente, fazendo-a abrir a boca em espanto e ele pensando que ela entendera errado correu... – Veja Swan, quero dizer que... Que quero ficar contigo... Ser teu marido, fazer-te a corte... Cuidar de ti... Bem... Não nessa ordem... Quer dizer... Ora... – Soltava aos atropelos e suspirando por fim. – Me entendes não é? Me entendes de certo, por favor, o digas. – Disse com o semblante preocupado e Isabella ao mesmo tempo que tinha vontade de rir sentia-se acarinhada pela confusão que fora as explicações dele, aproximou-se dele que ainda com a feição derrotada se mantinha.

Isso tudo... Todas essas palavras... São a tua forma de dizer-me que desejas fazer-me a corte Cullen? – Questionou voltando a tocar o rosto másculo e ele soltou o ar com força fazendo-a rir.

Eu disse que não era bom nisso. – Devolveu envergonhado.

Não, tu de fato não és! – Declarou e ele a fitou com quase irritação. – Mas quem lhe disse que sou eu desejosa que me faças a corte? – Soltou fazendo-o ficar ainda mais confuso e quase angustiado... Todas as palavras que dissera não tinham tido efeito algum sobre ela? Indagava-se inconformado. – Ora essa Edward... Achei que me conhecesses melhor... Céus tu és tão cego que não consegues perceber que mesmo sem querer me estragaste para qualquer um outro? – Perguntou agora surpreendendo-o de forma positiva... Ele fez a menção de um grande sorriso abrir, mas ela... – Não te gabes por isso... Irei mata-lo se o fizeres. – Advertiu.

Homessa mulher... Sejas um pouco romântica. – Pediu enlaçando-a mais uma vez e ela sorriu.

Sou tua Cullen... Acho que sempre o fui! – Declarou decidida. – Mesmo tu não merecendo. – Emendou fazendo-o trazer mais um bico aos lábios e ela sorrindo o beijou sem medo de parecer afoita ou abusada... O beijo tornou-se intenso e o fato de estarem com as roupas molhadas e Edward ainda estar com um corte em seu lado não foi mais notado, ao invés disso o que prevaleceu foi a vontade de juntos estarem... De sentirem de perto o calor do desejado corpo... A necessidade de tocar e explorar... As mãos, delicadas mãos, agora espalmavam o tórax largo e definido desnudo... O Cullen voltou a levar as mãos ao quadril dela e puxando-a para si deixou evidente o quanto estava envolvido naquele momento... Seu ventre sendo pressionado pela indiscreta ereção dele a causou bem vindos arrepios... O ar faltou mais uma vez... Inconveniente, seria a melhor denominação para a necessidade de respirar naquele momento... Os olhos mais uma vez se encontraram e Isabella sabia que seguir adiante a levaria a caminhos sem volta, a levaria a uma nova realidade... Ao vislumbrar com detalhes a face máscula a sua frente, o tórax largo que subia e descia com intensidade... Ela teve a certeza... Era dele... Não tinha como não ser dele... E ele... Seria dela... Iria marca-lo como dela... As mãos que espalmadas alisavam o largo peitoral desceram para o abdômen e dali aproximaram-se do baixo ventre de Edward ao ponto de tocar de forma muito discreta, quase imperceptível, em seu membro rijo escondido pela calça molhada... O rapaz surpreendeu-se demonstrando isso de forma nítida em sua face e ela sorriu em resposta... – Me faça sua mulher e seja meu homem. – Declarou direta e ele engolindo a saliva a puxou mais contra si.

Isabella... – Falou perdido, surpreso...

É a minha escolha... Minha decisão... Me tome como sua. – Ordenou firme e o Cullen sem mais tempo perder levou as mãos a camisa que ela usava puxando-a para cima... Isabella mesmo temerosa diante do novo caminho a sua frente levantou os braços o ajudando no processo... Edward puxou a blusa deixando a jovem apenas com o sorquerie e a comprida saia... Os olhos do nobre varreram o colo leitoso e volumoso na medida certa, pele delicada e apetitosa, pensou e com o indicador tocou o local...

Doce dama... – Soltou fascinado e Isabella voltou a beija-lo... Ela mesmo decidida, certa de sua escolha ainda mantinha lá no fundo a incerteza, ou melhor insegurança do que viria a seguir... Os dois retiraram as botas e Isabella adiantando-se levou as mãos à saia... – Não... Deixe que eu o faça. – Advertiu com doçura o rapaz... As peças de ambos continuaram a ser descartadas e quando pele com pele era a única coisa presente a jovem enrubesceu diante da masculinidade de seu homem... – A mais... Formosa de todas... És tu Isabella! – Afirmou com devoção... Voltaram a beijar-se e as mãos a traçar caminhos, explorar lugares por tanto tempo desejados, imaginados... Isabella sem perder a oportunidade tocou na masculinidade dele que soltou um suspiro audível ao sentir os delicados dedos o alisando... As roupas ao chão serviram de abrigo para que deitassem... O Cullen a impulsionou para que ali se acomodasse e ele por cima dela, com delicadeza se colocou... Os olhos mais uma vez se conectaram e Edward viu ali a incerteza misturada a medo nos orbes verdes claros de sua amada. – Vais-me fazer provar o amor hoje doce Bella. – Disse com um suave sorriso nos lábios ao acomodar-se no meio das pernas dela... E quando o contato, ainda superficial se fez os dois suspiraram em antecipação... A experiência do nobre ajudou no processo... Levando os dedos a intimidade dela notou o quanto estava úmida e quente. – Estais assim por mim? – Questionou sentindo-a mexer-se em torno de seus dedos.

Não zombes... De mim... Cullen. – Soltou demonstrando seu desconforto e vergonha.

Jamais faria isso... Me causa lisonja saber que sente-se excitada por mim... Que lhe atinjo dessa forma... Posto que tu já percebeste com as próprias mãos como me deixas. – Disse ao fazer seu membro pincelar a entrada intocada, Isabella quase deu um salto sendo impedida pelo corpo pesado dele em cima do seu...

Nunca... Tinha ficado assim... Molhada... – Tentou explicar enquanto recebia dele beijos em seu pescoço e colo. – A primeira vez foi contigo... Fiquei confusa e... E me senti estranha... Depois pareceu ser bom, mas um bom angustiante que não tinha alivio... Eu... Achava que era errado... – Tentava explicar sendo calada por ele em mais um beijo.

Isso é desejo minha magricela... Desejo, puro e simples. – Afirmou entre o beijo e ela arregalou os olhos.

Céus... Estou a pecar então... Me tornei uma devassa... E por causa de... – Soltou tensa e ele percebendo...

Não... A devassidão não cabe aqui... Aqui, doce Bella... Impera o amor e esse sentimento é divino... Tu bem o sabes. – Afirmou voltando a beija-la e agora tocando em seus seios turgidos e necessitados... Ela ao receber tais carinhos murmurou em deleite suspirando por fim... – Vês como é bom... Isso é amor minha magricela... – Dizia tentando faze-la relaxar, beijos distribuiu em seus seios, chupando-os e mordicando-os... Ele sabia que iria doer e ela imaginava que seria incomodo... De fato ambos estavam certos, mas Edward, pela primeira vez em sua vida, queria que aquele momento fosse realmente partilhado... Diferente de outras vezes, com outras mulheres ou donzelas, ele queria que ali... Com sua doce magricela fosse profundo e perfeito, marcante de forma positiva e inesquecível... Voltou a acarinhar a intimidade dela com os dedos e espalhar os sulcos que por ali transbordavam e Isabella sentia em cada toque pequeninos choques, bem vindas sensações que a faziam desejar serem permanentes, constantes... Involuntariamente arranhou as costas de Edward proporcionando a ele uma nova sensação entre a dor e o prazer... O rapaz percebendo que ela estava bem lubrificada se posicionou e impulsionando de forma calculada o seu membro a penetrou superficialmente... Foi o suficiente para Isabella sentir a pressão incomoda e se retesar...

Edward... – Soltou entre o confuso e o incomodada.

Tenhas calma... – Disse buscando se controlar... Seu nível de excitação era tamanho que em breve ele se aliviaria e isso para ele seria vergonhoso. – Vai doer um pouco meu amor, mas lhe garanto que isso é só dessa vez... Prometo-te que das outras será apenas prazer... Como... – Dizia retirando a cabeça inchada de seu pênis da intocada entrada e voltando a acarinha-la com o dedo... – Sintas... Assim é gostoso não é? – Perguntou e ela assentiu respirando pesadamente sem perder o contato olho no olho... – Será ainda melhor quando dentro de ti estiver... Agora será incomodo, é verdade... Mas depois será muito melhor do que o que agora sentes... Ajude-me meu amor... – Pediu trincando os dentes pela ânsia de seu corpo em se liberar... Isabella percebendo que ele se controlava tocou em seu membro e corajosamente levou-o até sua entrada e o empurrou inicialmente... Edward sem mais resistir seguiu trazendo a ela um grunhido de dor que foi calado por seu beijo... Quanto todo dentro dela, ele parou na intensão de que ela se acostumasse... A dor incomoda, foi sentida como se rasgasse-a por dentro, mas Isabella sabia, sentia que Edward estava sendo cuidadoso ao máximo... – Desculpe. – Disse com pesar no máximo de seu controle.

Tudo bem. – Devolveu com esforço e ainda mais decidida pediu com o corpo que ele se movesse e o Cullen o fez, com calma... Tremulo por sentir-se no limite de suas forças, logo gozaria... Isabella ainda sentia uma ardência incomoda, mas a dor inicial não era mais presente... Contudo prazer ainda não sentia, mas ao ver as feições dele intensas, os olhos escurecidos, a adoração em cada toque, fez seu coração e alma aquecer-se e por isso ela com os olhos permanentemente conectados aos dele se deixou levar e o Cullen se liberou de forma pontual em seu interior... Os jatos quentes em seu interior foram sentidos... A sensação, nova, única a fez sorrir vendo-o satisfeito agora escondido em seu pescoço... Abraçou-o, com braços e pernas mantendo-o dentro de si por mais um tempo...

Te amo minha magricela. – Soltou brincalhão, mas no máximo de sua sinceridade e verdade e ela sorriu quando os olhos voltaram a se encontrar.

Eu também te amo estrupício. – Declarou feliz, dolorida, mas realizada.

**

Os “templários” junto com Carlisle, Randall e Harry colocaram Maccoy no meio da praça de Forks e ordenaram que um grande balde d’água fosse nele despejado... O homem ainda bêbado se agitou voltando a si... Carlisle chutou sua bota fazendo-o ficar em alerta.

Começa a falar maldito... Diga-nos qual era a sua ligação com James Gigandet. – Soltou Jasper com aspereza e o homem aos resmungos se colocou... Emmett no auge de sua raiva o levantou pelos colarinhos fazendo-o arregalar os olhos.

Ele ordenou que fales... Desembucha Maccoy. – Gritou raivoso e o homem engolindo em seco teve naquele momento a cura milagrosa de sua bebedeira...

Ele... Ele me pediu apenas algumas informações. – Disse baixinho, temeroso ao notar todos os homens fitando-o... Irei morrer agora, constatou amedrontado.

Queremos detalhes bêbado miserável. – Disse Jasper e o lenhador começou a contar em meio à confusão que eram seus pensamentos...

Como tevês coragem Maccoy? Permitir que sequestrassem lady Swan... Ela... Por todos os santos... Pode agora estar morta e tu maldito... Está aqui vivo... Não tens o direito de viver bastardo... Tu não o tens. – Jogou Sam Uley revoltado e sem mais pensar aproveitando do momento em que Emmett do homem se afastava desferiu-lhe um murro certeiro na face fazendo voltar ao chão... Os homens próximos o seguraram...

Vamos manter a calma... A noite já caiu e não temos escolha a não ser esperar e ter a esperança de que Edward e Isabella estejam vivos e se protegendo em algum lugar. – Declarou Jasper e todos inconformados silenciosos se colocaram...

Carl por Deus o que aconteceu? Onde está nosso menino? E Isabella? – Questionava Esme aflita a frente do marido que não sabia o que dizer para conforta-la.

Eles simplesmente sumiram Esme... Nós os procuramos, mas eles desapareceram assim como o maldito Gigandet... Nenhum sinal, nada que nos pudesse servir de evidencia... Desapareceram e o cair da noite nos dificulta fazer buscas... O povo de Newton está a procurar, por conhecer melhor a região... Mas como falei a noite não é nossa auxiliadora no momento... Infelizmente teremos que esperar, não temos escolha. – Declarou derrotado e com o semblante baixo... Paige dele se aproximou tocando sua mão e o lorde durão sorriu tristonho pegando-a no colo.

– Papai Edwad é espeito... Ele foi salva a mamãe Bella e vai volta pa casa... Eu sei que vai. – Declarou Paige, demonstrando como via Edward e Isabella assim como Nolan o fizera, e com a cabecinha recostado no largo ombro do nobre lorde se colocou... Tristeza e incerteza eram esses os sentimentos em cada um dos moradores da floresta de Forks... Naquela noite não teve cantoria, naquela noite faltou até mesmo apetite para provar os quitutes a assados feitos pelas mulheres... Naquela noite pouco se conversou... Os casais em formação apenas se aqueciam... Emmett e Rosalie, Jasper e Alice, Leah e Jacob que a menos de dois dias havia falado com Harry pedindo a permissão de cortejar a filha e agora estavam compromissados... Sam Uley sentando-se próximo a Emily Young permaneceu em silencio, hoje não era dia para cortejos e galanteios...

Deus a de os proteger... Tenhamos fé meus filhos... Nossos amados amigos irão retornar com vida, vamos assim acreditar. – Declarou frei Young tentando a todos consolar...

**

A improvisada fogueira estava produzindo suas ultimas labaredas quando Isabella despertou sentindo braços ao seu redor... Lembrou-se de onde estava e de tudo que acontecera... Sua mente deu um rápido giro lembrando-se do dia anterior e do modo como ele terminara... Ouviu o ressonar tranquilo de Edward em seu pescoço e sorriu ao constatar que tanto fizera... Fora contra o que sentia por tanto tempo... Tola havia sido, pensava... Se antes tivesse assumido o que sentia, se tivesse lutado sendo fiel aos seus sentimentos muitas coisas seriam diferentes... Era certo dizer que sim, Edward era inconvenientemente arrogante em muitas vezes, mas provara de várias formas que era além disso um homem de bom coração, integro e fiel a quem amava... E provara que a amava com todas as forças... Riu ao lembrar-se da conversa que tiveram antes de entregarem-se de forma desenfreada... E a entrega, lembrar-se daqueles momentos fizeram seu rosto arder em brasa...

Penses baixo mulher... Quero dormir. – Resmungou com a voz grossa pelo sono e Isabella dando-lhe uma cotovelada de brincadeira voltou a rir... O nobre sem perder tempo a apertou em seus braços também feliz. – Largas de violência magricela. – Jogou mordendo seu pescoço e tirando dela suspiros.

Pare com isso estrupício... Precisamos sair daqui Edward. – Disse levantando-se e ele mesmo a contra gosto teve que concordar.

Tens razão... Precisamos voltar pra casa... Ver como terminaram as coisas por lá... – Dizia o Cullen ao levantar-se.

De certo devem todos estar a nossa procura. – Comentou Isabella buscando suas roupas e se escondendo... Edward sorriu ao ver seus pudores.

Tudo aí já passou por meus olhos, e garanto registrei todos os detalhes. – Afirmou bem humorado recebendo em troca uma peça de roupa atirada em sua direção.

Aquieta-te estrupício. – Resmungou sem graça e ele insistente aproximou-se enlaçando sua cintura.

Bom dia milady resmungona. – Soltou lhe tocando os lábios com os seus e ela o recebeu, ainda sem graça, mas o recebeu e um gostoso beijo se deu sem importarem-se com o hálito matinal... Olharam-se mais uma vez... – Estais bem? Digo... Sente-se... Incomodada? – Perguntou sem graça e ela franziu a testa desconcertada.

Estou bem, ficas tranquilo. – Devolveu afastando-se e voltando a buscar suas roupas.

Certo... – Disse demonstrando estar incerto sobre o que dizer depois de tudo. – Bella... – Disse fazendo-a fita-lo. – Sabes que o que aconteceu não foi apenas uma aventura de certo... Tu o sabes não é? – Questionou. – Nós... Bem... Nos declaramos e... Temos agora um compromisso certo? – Jogou inseguro e ela teve vontade de rir... Não era ela que deveria preocupar-se com aquilo? Questionava-se internamente, mas mantendo-se séria apenas manteve seus olhos para ele. – Se teus pais fossem... Bem se estivessem aqui... Eu... Bem, iria pedir-lhe a mão... Tu o sabes não é mesmo? – Perguntou.

Cullen... – Disse tentando manter a seriedade... Isabella de forma tranquila enxergava a situação com simplicidade... Em sua mente, alma e coração ela e Edward agora eram um, estavam juntos e isso era definitivo, sentia-se segura em pensar assim.

Não quero que penses que me aproveitei e que agora vou sair... Esquecer-me de tudo e fingir que nada aconteceu... Não vou fugir a minha obrigação... – Declarou fazendo-a franzir a testa e aquilo o preocupou. – Bem não o vejo com uma ruim obrigação... Bem... Na verdade eu quero essa obrigação... Quero isso entendes? – Perguntou quase afobado.

Edward explicar-se não é uma de suas qualidades. – Soltou tentando não rir.

Ora essa... Magricela... Estou tentando ser sério aqui... Isso é sério. – Falou impaciente e ela apertou os lábios com força para não rir... Aproximou-se dele, levando as mãos ao seu pescoço...

Estamos juntos... Somos um casal agora... E vamos nos portar assim concordas? – Perguntou.

Tu és um tanto moderna de certo. – Disse surpreso.

As mulheres da minha família sempre foram criadas assim... Mamãe era assim e com meu pai assim se portou... Hábitos celtas. – Explicou. – Não vamos complicar mais do que já complicamos... – Disse por fim.

Não quero que ninguém penses mal de ti... E mesmo se alguém o fizer terá que se ver com minha espada. – Afirmou sério.

Ok The Hood... Está esclarecido... Vais lidar como um homem das cavernas... Típico da raça... Tudo bem. – Jogou dando-lhe um rápido selinho.

O que é isso magricela? Estou apenas zelando pelo bem de minha mulher... Da minha dama. – Soltou com uma ponta de irritação.

Certo... Estamos juntos e ponto, ok? – Perguntou agora séria e ele assentiu.

E vamos nos casar, tão logo as coisas se ajeitem. – Declarou fazendo-a sorrir. – Agora precisamos ir... O sol já está alto. – Disse pegando a camisa para vestir e nessa hora Isabella lembrou-se do corte.

Edward... Estás dolorido? O corte... Como está? – Perguntou procurando o ferimento.

Estou bem... Apenas um insignificante ardor. – Devolveu.

Quanto chegarmos a Forks irei ver com mais calma. – Afirmou não gostando de ver a coloração avermelhada em torno do corte... Arrumaram-se e de lá saíram, estavam famintos e as roupas ainda estavam úmidas... – Teremos que atravessar o rio. – Comentou Isabella.

A correnteza é forte. – Lembrou-os o nobre, seria difícil atravessar o rio nadando sem a ajuda de um animal... Mas por providencia divina encontraram depois de um tempo caminhando um dos cavalos da noite anterior... Isabella sorriu para o Cullen e logo aproximaram-se do animal que comia algumas folhagens...

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O ar de seriedade imperava entre os moradores de Forks... A vila permanecia silenciosa, tristonha... Carlisle e Esme haviam passado a noite na cabana do filho com os pequeninos e agora junto com os rapazes e os moradores de Forks se viam sem saber por onde começar as buscas por The Hood e lady Swan.

Mike mandou avisar que até o momento nenhuma pista sobre Edward e Isabella fora vista e muito menos sobre o paradeiro do tal Gigandet. – Disse Jacob.

Vamos nos organizar e retomar as buscas, não é possível, ninguém some assim. – Declarou austero o lorde Cullen e foi nesse momento que o cavalo carregando Isabella e Edward adentrou a praça da vila deslumbrando a todos com o alivio imediato que se instalou... Esme e Sue sorriram felizes com Mary e Druides ao lado... Rosalie e Alice abraçaram-se felizes... Os “templários” também sorriram ao ver o amigo vive de volta...

Um viva para The Hood e Lady Swan! – Jogou Sam feliz em revê-los e todo o povo festejou com vivas e aplausos... Edward e Isabella se entreolharam satisfeitos com a recepção... O Cullen logo desceu da montaria ajudando sua lady a fazer o mesmo... As pessoas se achegaram para cumprimentar, demonstrar o carinho e afeto misturados a gratidão e alivio por vê-los vivos e bem... Isabella viu Paige correr para os braços de Edward e vislumbrou descendo as escadas que levavam a cabana um pequenino sério em demasia... Caminhou na direção dele... Nolan aproximou-se inseguro e tristonho, embora o alivio atingisse seu infantil coraçãozinho ao rever Isabella e Edward o garotinho sentiu-se tão emocionado que as lagrimas começaram de seu rosto escorrer...

Oi meu querido. – Disse Isabella ajoelhando-se a frente dele e com as mãos espalmadas em seu rosto o fitou sorrindo... Nolan viu o rosto da jovem machucado.

Eles feiam você. – Disse triste por ela que ainda lhe sorria.

Estou bem meu amor, está tudo bem! – Afirmou Isabella penteando com a mão o cabelo do garotinho.

Um tá bem não, machucaiam você... Mamãe Bella. – Disse sentido e a jovem ao ouvir as palavras se viu entre o êxtase e o choque, seus olhos foram de assalto tomados pelas lagrimas e ela sem conter-se o abraçou apertado.

Está tudo bem... Tudo bem. – Disse com a voz embargada e se distanciando o fitou mesmo com os olhos agora transbordando lagrimas assim como os dele. – Agora estou segura porque tenho você... Meu cavaleiro para defender-me. – Disse sorrindo.

Eu defende! – Afirmou o pequenino voltando para os braços da jovem.

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Mereces a forca bastardo! – Soltou irado o Cullen ao fitar Maccoy em sua frente depois de ouvir o relato do como o lenhador havia ajudado Gigandet e seu bando... Jasper e Emmett haviam contado como tudo se passara, sobre a morte de lorde Newton e do capitão Royce King... Maccoy nada dizia, o homem agora fora da bebedeira percebia que não tinha mais como escapar da raiva de todos, inclusive de sua esposa e filha que estavam neste momento na vila depois de serem avisadas por seus antigos vizinhos em Swan... Isabella ao lado de Edward avaliava em silencio toda a situação... Edward notando seu silencio virou-se para fita-la. – Se quiser nós daremos uma coça nele ou até mesmo... – Começou Edward.

Maccoy... – Disse cortando o Cullen e se voltando para o lenhador que se encontrava no meio da vila. – A partir de hoje não és mais morador de Swan... Estou agora banindo-o de meus domínios. – Decretou de forma dura e voltando-se para a esposa e filha do lenhador. – De certo que você e sua filha continuam a ser bem vindas em minhas terras... A cabana em que moram, permanece sendo de vocês duas se assim o quiserem e afirmo nada irá lhes faltar se ali quiserem permanecer, mas ele... — Jogou apontando para o lenhador. – Está banido como já afirmei. — Disse firme.

Visto que essa é tua decisão... – Disse Edward tomando a frente e voltando-se para os homens de Forks. – Agora pergunto aos homens daqui, da floresta de Forks... Aceitarão a presença de Maccoy aqui ou não? – Perguntou e quase que imediatamente as palavras saíram em unanimidade...

FORA... FORA! – Gritavam com os punhos cerrados.

Posto que aqui também não o queremos. – Declarou Edward. — Fora Maccoy e se dê por satisfeito de sair daqui com vida patife miserável. – Soltou em alta voz e o homem com o semblante cabisbaixo se retirou caminhando a passos silenciosos se afastando da vila... A esposa e filha nada disseram ou se quer o seguiram... Tudo o que fizera era imperdoável e sem volta... O homem distanciou-se... – Todos estão avisados, fiquem de olho... Ele provou ser vingativo, pode querer fazer algum mal... Mulheres e donzelas não andem por aí sozinhas e para as crianças digo o mesmo. – Comunicou Edward e todos assentiram.

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Aro observava o irmão e lorde Riley Biers com seus sorrisos para a jovem ruiva sentada entre os dois... O banquete, um "cala a boca" para alguns da seleta nobreza londrina estava em seu auge e Dom Volturi na cabeceira da mesa se alimentava sendo bajulado por uns e outros tendo ao seu lado, em pé a jovem Gianna a sua disposição se portando como uma criada, mas a maioria das pessoas na corte já sabiam que entre o bispo e a jovem o tratamento ia além de senhor e serviçal...

Dom Volturi estamos todos preocupados com a saúde de nossa rainha. – Declarou lorde Stefan ao lado do irmão e também lorde Vladimir... Aro os fitou, sentados lado a lado com suas esposas e sorriu complacente.

De fato esse é também o meu sentimento querido lorde Stefan... Minha irmã e sua rainha anda um tanto adoentada, mas lhes garanto que isso é temporário... Ela logo se restabelecerá e de nossa companhia partilhará como também governará enquanto seu querido rei não retorna... – Dizia suave, mas a verdade é que uma das criadas da rainha estava sendo paga por Gianna para adulterar o chá que Berengária tinha o habito de tomar tanto pela manhã quanto no final do dia... O liquido, agora sendo misturado a um sonífero natural extraído da Lavanda um potente tranquilizante se ingerido em excesso... A rainha andava tão preocupada com o reino e a ausência de seu marido que nem se dava conta de que andava sendo dopada e via muitas vezes nisso uma depressão sendo estimulada pelos irmãos a descansar... Sim os Volturi estavam mantendo-a calada por enquanto... Aro voltou a notar o irmão muito animado com a jovem ruiva e intrigado se colocou... A mulher era de uma beleza deslumbrante e mulheres assim tendem a ser perigo na certa, pensava o clérigo incomodado... Até o momento as coisas andavam tranquilas, o dinheiro alemão estava entrando em seus bolsos, o povo inglês permanecia subjugado e na corte o circo montado dava a impressão de que tudo andava bem, uma grande mentira é claro e alguns nobres que ali mesmo estavam sabiam que tudo era um jogo, um show montado para fingir uma paz e tranquilidade que não existiam em Londres e muito menos no resto da Inglaterra... A presença do lorde Biers, vindo da Alemanha, intrigava a alguns que sempre queira saber mais sobre o homem e dela ainda não tinham conseguido arrancar nada até agora...

**

Rapazes quero agradecer a ajuda, vocês foram mais uma vez fies e eficientes. – Declarou o Cullen com Isabella ao seu lado em uma reunião dentro da gruta, Carlisle em seu outro lado concordava com suas palavras... Edward e Isabella lhes contara como tinha sido a fuga de Gigandet a levando consigo e o duelo entre ele e Edward, contaram que se protegeram na tapera abandonada, mas é claro esconderam os fatos íntimos...

Estaremos sempre aqui Edward... Tu o sabes... Uma vez “templário” sempre “templário”. – Jogou Jasper sorrindo.

Pela cruz e pela ordem! – Disse Jacob e todos os “templários”...

Pela cruz e pela ordem! – Repetiram com sorrisos.

Ótimo... Mas todos sabemos que as coisas não acabam aqui... – Retrucou Edward.

Os Volturi. – Vociferou Carlisle e o filho assentiu.

Não temos escolha a não ser arrancar o mal pela raiz... Coisa que aqueles maricas da corte ainda não o fizeram. – Jogou com quase irritação.

Os nobres em Londres não são unidos filho, existe muitas divisões e jogos de interesse por lá. – Explicou Carlisle.

E é por isso que estou decidido, vou arrancar o mal com minhas próprias mãos. – Declarou Edward surpreendendo a todos.

Estais dizendo que vais a Londres enfrentar o maldito bispo frente a frente? – Questionou o Black.

É o que digo e afirmo! – Respondeu o Cullen e Isabella o fitou vendo em seus olhos convicção, Edward apertou sua mão pedindo que nele confiasse e ela devolveu o aperto.

Acho então que vamos ter que arrumar as malas e colocar o pé na estrada. – Declarou Jasper, os rapazes se entreolharam...

Que venha Londres e os maldito Volturi. – Disse Emmett se levantando. – Pela cruz e pela ordem! – Soltou altivo.

– PELA CRUZ E PELA ORDEM! –Disseram todos, inclusive Carlisle e Isabella.

Spoiler —

– Ser indigente! – Vociferou em revolta.

O que eu fiz? – Questionou sem entender vendo o rosto de Isabella ganhar tons de vermelho tamanha era sua raiva.

Nasceste infeliz... Você nasceu e desde o primeiro segundo de vida passou a me infernizar! Maldito Cullen... Eu mato você!Soltou com os olhos arregalados

Notas finais
E chegamos onde todas desejavam... kkkkk... O que acharam? Pensam assim como Edward que nossa lady é moderna demais para os padrões daquela época? Tenho que dizer que sim, Isabella é moderna para a época e é como ela mesma explicou... Corre em suas veias o sangue Celta e para as mulheres dessa raça as coisas se conduziam assim e ninguém via nisso um abuso ou escândalo. Estamos agora partindo para a ultima fase da Fic, o encontro com os Volturi e o nosso agora assumido casal Edward e Isabella... Vamos ver o que vai acontecer... Espero encontra-las no meio do caminho ok? Vamos digam o que pensam, o que estão achando de tudo isso... Quero muuuuuito saber. -;- As novidades como sempre chegam antes no Facebook - Lu Nandes Fanfic's. -;- Bjos e obrigada até mais com The Hood!