The Hood
5 Ódio ou...
Notas iniciais
“Não há maior dor do que a de nos recordarmos dos dias felizes quando estamos na miséria”. Dante Alighieri
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– Música sugerida (Arms Feel Like Home – 3 Doors Down) –
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O Cullen de pronto ainda mantendo a mão na lamina afiada da espada de Isabella a apertou com demasia, sem medo de se cortar e fora o que realmente aconteceu, o couro da luva que ele vestia cedeu à afiada lamina e transpassando alcançou sua pele, o jovem guerreiro não se importou e de pronto em uma manobra com o corpo esquivou-se do ataque e puxando da espada colocou-se agora em posição de ataque... Isabella, raivosa, manteve a postura... A rapidez de Edward surpreendeu Isabella, mas ainda assim a moça não deu-se por vencida...
– Será que podemos conversar civilizadamente? – Questionou o Cullen e a jovem sem importar-se partiu para cima dele... O som intenso das laminas em contado fez-se ouvir e iniciou-se o duelo... Os olhos de Isabella praticamente flamejavam de revolta pela audácia do intruso ao penetrar em suas terras, mas a moça não conseguia esconder de si mesma a excitação daquele momento... Sim, a Swan gostava de uma movimentação e se essa viesse carregada de adrenalina era ainda mais bem vinda... Golpes e mais golpes ditaram o ritmo... Uma coreografia perturbadoramente voraz se via... E a única expectadora no momento assistia a tudo com uma vivacidade suprema, Rosalie sabia das habilidades de sua senhora e é claro apostava em seus bem sucedidos golpes... O som das laminas era o que reinava... Edward estava de fato cortando um dobrado com a moça que não se intimidava em nenhum momento, mesmo tendo em seu oponente força e estatura muito maiores do que a sua... O embate levou-os a uma maior proximidade e foi nesse instante, em que as espadas praticamente se engancharam que Edward teve o vislumbre dos olhos da guerreira a sua frente e algo de familiar lhe surgiu, os panos que lhe cobriam o rosto deixavam de fora apenas os lindos olhos... Algo de familiar atingiu o Cullen, os olhos verdes claros de sua oponente lhe eram conhecidos e ele queria lembrar de onde os conhecia... Isabella com esforço afastou-se e foi nesse instante, se aproveitando da distração de Edward em tentar lembrar-se de onde a conhecia que a moça conseguiu de raspão atingir-lhe o queixo, uma pincelada apenas da lamina e um pequeno corte foi aberto... Edward levou a mão ao local no momento seguinte se afastando um pouco mais dela, o sangue se evidenciou em sua luva e o rapaz ficou irritado, já Isabella sorriu vitoriosa... – Gata selvagem... Quem és tu? – Soltou o Cullen com sorriso confuso, Isabella se mantinha em posição de ataque e ele a provocou fingindo que iria para cima dela...
– Seus pais não lhe ensinaram o mínimo de educação intruso? Entrar em terras alheias é muito feio sabia? – Devolveu bem humorada, estava satisfeita em tê-lo acertado, mesmo que minimamente... Edward aproximou-se um pouco mais... Quem seria aquele homem, inconveniente homem trajando vestes nobres? A arrogância na voz lhe fazia lembrar-se de alguém que para Isabella estava morto há tempos...
Flash Back On
– Isabella magricela... Isabella magricela... – Ele cantarolava com empáfia... Todo encontro era sempre a mesma coisa... Edward lhe provocava e ela de raiva lhe chutava as canelas, mas ele não se importava, a garotinha ainda pequena, de lindas tranças e olhos verdes claros, não tinha força suficiente para infringir-lhe dor intensa.
– Cales a boca Cullen! – Gritava irritada vendo-o rir dela depois que a mesma o atingia e para piorar ele lhe puxava as tranças... O embate só acabava quando Renée ou Esme intervinham e é claro sempre a favor de Isabella... As duas crianças em idades próximas sempre que se encontravam era motivo de desordem... A arrogância de Edward detalhe já exacerbado em sua personalidade irritava a pequena e ela quando recebia a visita dos Cullen em Swan já ficava emburrada, de mesmo modo quando ia as terras dos Cullen já ia emburrada por imaginar ter que encontrar aquele menino aloirado e chato que sempre lhe irritava...
Flash Back Of
As espadas voltaram a se tocar, os movimentos de ambos assemelhavam-se mais e mais com uma coreografia, joelhos quase dobrados, pés fincados na terra, troncos inclinados em posição de ataque... O som das espadas em permanente choque como uma trilha sonora... Uma arvore facilitou o trabalho de Edward que conseguiu com a manobra bem elaborada se colocar atrás dela por instantes e de longe viu a trança bem feita nos cabelos avermelhados...
Flash Back On
– Veja se te comportas ao menos dessa vez... Vir a Swan e trazer-te é sempre um tormento. – Dizia Esme já prevendo o incomodo que seria ter Edward e Isabella no mesmo ambiente.
– Oras mamãe quem sempre começa é a magricela da Isabella. – Retrucou o garoto virando o rosto para a abertura na carruagem que lhe permitia vislumbrar o caminho... Esme suspirou alto.
– Comporta-te como tua mãe está exigindo garoto, do contrário conversaremos quando voltarmos e acho que não irás gostar da conversa. – Declarou Carlisle, o caminho se segui e lorde Cullen sorriu... – Ela vai crescer Edward e tu vais se arrepender de tê-la enchido a paciência... Vais querer lhe fazer a corte e não vais poder porque ela terá raiva crônica de ti... – Dizia Carlisle agora rindo no final e Edward bufou...
– Eu nunca que vou fazer a corte para Isabella magricela. – Devolveu emburrado e cruzando os braços.
– Menino! Advertiu Esme e Carlisle revirou os olhos já se irritando.
Flash Back Of
Edward sorriu ao ver a trança... Só podia ser ela pensou, mas conteve-se, contudo antes, puxou-lhe a trança e afastando-se no instante seguinte manteve a espada ainda em punho... Isabella virou-se furiosa já entendendo que o intruso queria na verdade brincar consigo...
– Tens humor, intruso. – Soltou ainda em posição de ataque e agora de frente para ele, em seu interior ela se via irritada em demasia, pela afronta em ter em suas posses um intruso brincalhão e pior por ter sido descuidada permitindo que ele se colocasse atrás dela em um movimento de ataque... As espadas mais uma vez se tocaram, o Cullen aproveitou-se da instabilidade daquele piso pedregoso e mais uma vez aproximou-se em demasia da jovem, sem demora, e usando da lamina afiada puxou o tecido que cobria o rosto dela, o laço se desfez e o rosto de Isabella ficou parcialmente descoberto... Ela em resposta empurrou com sua espada o capuz dele, e naquele instante os olhos verdes azulados se fizeram vistos, a barba muito bem cuidada foi também notada... Edward era vaidoso e a navalha sempre era utilizada por ele, mesmo estando na guerra, aparava os fios, diversas vezes retirando-os por completo, mas logo voltavam a crescer e por ele eram cuidados... Isabella é claro o identificou na mesma hora e em choque se colocou... Como? Pensou e aproveitando-se disso o Cullen se aproximando ainda mais, retirou por completo os panos que cobriam o rosto da moça, o rosto delicado se fez ver e Edward sorriu ao constatar que sua suspeita era verdadeira, a Isabella magricela que ele tanto tinha infernizado havia se tornado uma formosa e vistosa jovem, com curvas nos lugares certos, seios fartos, mas ainda mantinha o rosto divinamente angelical em nada combinando com sua atitude violenta... Edward lembrou-se das palavras do pai, maldição não é que o velho Carlisle tinha razão concluiu, Isabella magricela se tornara uma linda mulher e ali completamente extasiado pela visão que tinha... – Voc... Esboçou ela, Edward no ímpeto, impelido pela beleza a frente grudou seus corpos perdendo-a junto a si com seu braço, atacou-lhe os lábios, um beijo violento... O primeiro, sim, o primeiro beijo da jovem... Isabella podia ser destemida, entendida na arte da luta e espada, mas na arte do amor, na arte da sedução, era ainda uma completa criança, nunca havia se envolvido com um homem, não estava habituada a beijos ou algo mais, não que ela nunca tivesse se interessado por algum jovem, na verdade um ou outro lhe interessaram, mas não ao ponto de fazer-lhe suspirar e por isso estava ainda distante desse universo e os muitos jovens interessados nela eram logo afugentados por seu jeito destemido e valente, a espada que ela empunhava foi ao chão, bem como a do Cullen... Rosalie ao notar o desfecho do duelo levou a mão a boca chocada com o que via, mas algo desviou-lhe a atenção... Do lado oposto do riacho Emmett surgiu parando ao ver a mesma cena que a loira presenciava...
– Emmett! – Soltou a jovem baixinho, para Rosalie o semblante do grandão era inconfundível, talvez porque o mesmo lhe permeasse os sonhos há tempos, sonhos acalorados e fantasiosos, ao contrario de Isabella a jovem Hale já provara de lábios famintos e joviais, não gostara de inicio e até se sentira invadida dando ao responsável por tal prova uma bofetada e dessa Jacob Black jamais se esqueceria, fora em um dos festivais ocorridos em Carlisle tempos atrás... Voltando ao cenário protagonizado por Edward e Isabella... A moça sentindo os lábios masculinos lhe pressionar assustou-se, mas em seu interior duelavam duas forças, intensas, a revolta pela afronta e a lascívia pela excitação bem vinda sentida naquele ato, um calor instalando-se em seu baixo ventre lhe assustou... E foi quando a língua de Edward tocou na sua que ela se despertou de sua letargia chocosa... Uma bofetada foi a primeira reação da moça e Edward concentrado no que fazia foi pego de surpresa, afastando-se, instalou nos lábios um sorriso abobalhado...
– Isabella magricela! – Disse bem humorado e a moça grunhiu ao ouvir a antiga provocação.
– Cullen seu... Energúmeno... Achei que estivesses... Morto! – Devolveu esganiçado com as mãos em punho, o corpo enrijecido de raiva, ele agora esfregando o local da bofetada...
– Se bem que de magricela tu não tens mais nada não é mesmo Isabella? – Provocou agora se insinuando, o meio das pernas do rapaz ganhava vida e trazia-lhe certo desconforto para o momento que em nada era propicio...
– O que fazes aqui imbecil? – Retrucou e Edward abaixando-se pegou sua espada de volta... Emmett começou a aproximar-se e o Cullen notou assim como notou a aproximação de uma moça aloirada que logo reconheceu ser a dama de companhia de Isabella... Os anos haviam modificado os corpos dos quatro jovens ali, mas o semblante ainda era muito parecido e isso facilitava...
– Continuas uma menina raivosa não é Swan? – Soltou um pouco mais perto e Isabella abaixando-se trouxe de volta a sua mão a espada que antes empunhava. – E agora sabes lutar como um homem... E isso... É... Estranho devo dizer! Declarou e Isabella sorriu.
– O que sei ou não fazer não é de sua conta e se lhe causa estranheza pouco me importa... Digas logo o que quer Edward. – Afirmou dando-lhe as costas e caminhando na direção em que estavam os cavalos dela e de Rosalie... Quanto a Rosalie agora recebendo o olhar cobiçoso de Emmett se via radiante por sentir-se por ele notada e por saber que ele estava vivo e não morto como todos imaginavam.
– Senhorita Hale. – Disse Emmett curvando-se em direção a ela que ruborizada assentiu.
– Como vai Emmett McCarty? – Questionou... Edward seguiu Isabella que parando ao lado de seu cavalo prendeu na sela a sua espada e virou-se bruscamente em sua direção ao seu “desafeto”.
– Vais dizer o que veio fazer aqui? Ou devo começar a pensar que agora o malcriado Cullen depois de velho adquiriu o habito de invadir terras alheias? Questionou.
– Paz, ok? Paz! – Pediu erguendo as mãos depois de ter prendido a espada em sua cintura, Isabella revirou os olhos e cruzando os braços esperou. – E para que conste eu fui atacado primeiro. – Esclareceu e a moça revirando os olhos bufou mais uma vez.
– Você invadiu a minha propriedade e pior encapuzado como um criminoso, o que querias que pensasse? – Devolveu irritada.
– Não tivemos escolha, já que nos portões de Swan não permitiram nossa entrada e eu precisava lhe falar. – Explicou.
– Achei de fato que estivesses morto, depois de tanto tempo naquela...
– A Cruzada não foi capaz de me sugar Swan, embora isso te chateie... Eu voltei e mais vivo do que nunca! – Disse bem humorado cortando Isabella.
– Ao menos teus pais ficarão felizes! – Retrucou trazendo agora o semblante abatido e Edward logo notou.
– É justamente sobre eles que gostaria de falar... Tens noticias de teus pais? Soube que estavam juntos com os meus na corte... Em minha casa pouco se sabe... Bah e Randall apenas me mostraram uma carta de meus pais, mas a data é antiga e...
– Não sei de teus pais Edward. – Devolveu se voltando ao cavalo, o nó em sua garganta queria virar choro e a moça tentou esquivar-se do olhar do Cullen...
– Mas de certo tens noticias dos teus pais, ao menos... – Disse Edward aproximando-se um pouco mais, Isabella respirou fundo, virando-se para ele...
– Meus pais... Eles... Foram mortos! Afirmou com dor no peito, uma dor que cortava-lhe a alma e o Cullen a notou nos olhos verdes claros que desde que reconhecera se juntaram a sua mente como uma moldura de fina arte.
– Como foram mortos? Por quem? Questionou inconformado e lhe acendendo a revolta, os Swan eram para os Cullen como da família e para os Swan a reciproca sempre fora verdadeira... – Isabella... Por Deus... — Dizia e a atitude a seguir, mais uma vez impensada levou o rapaz a abraçar a jovem a sua frente, prensando-a em seus braços, o rosto da moça afundou-se no peito másculo do Cullen e Isabella que tentava se controlar desabou em um choro silencioso... Mas a revolta se sobressaiu em seu interior e esmurrando o tórax do rapaz demonstrou o quanto se sentia impotente diante da dor que há dias carregava... – Sinto muito Swan... Bella... Eu sinto muito! — Dizia contendo-a e a moça ainda chorando escondeu-se novamente em seu peito, vencida de fato pela tristeza que lhe abatera desde que descobrira e que mesmo se fazendo de forte lhe atingia de forma violenta quando sozinha estava... A resistência de dias, se mostrando forte para com as pessoas que com ela intimamente convivia desintegrou-se nos braços de Edward, estranho não é mesmo? Já que para ela o rapaz não passava de um garoto chato e petulante que há anos conhecia... Rosalie e Emmett aproximaram-se...
– Bella... – Esboçou Rosalie tocando nas costas de sua senhora, apesar da formalidade que deveria existir entre ambas e essa Rosalie em dados momentos fazia questão de impor tendo em vista que os demais de Swan, camponeses e serviçais, não deveriam, na opinião de Rosalie, ver em Isabella que para ela todos eram iguais e os títulos nada mais era do que improdutivos e sem proposito... A Swan ateve-se ao seu atual comportamento e abruptamente se afastou de Edward, limpando as lagrimas que seu rosto mancharam ela se recompôs.
– Quanto chegaste Cullen? – Questionou e Edward sério e compadecido da dor da jovem.
– Dois dias apenas. – Respondeu. – Me contes essa história direito... Como assim teus pais foram mortos? – Perguntou.
– Mortos? – Retrucou Emmett chocado e Isabella o fitou. – Milady! – Disse curvando-se em sua presença e Isabella...
– Como vai Emmett? – Questionou e Edward bufou ao notar que para com seu criado a jovem era amável e para com ele espadas eram o cumprimento... Ora essa! Pensou indignado, mas o morte de Charlie e Renée voltou a lhe assombrar.
– Isabella... – Chamou.
– Venham, vamos para casa... Mostrarei a você Cullen o que é educação. – Disse debochado ao final.
– Ora... Foi você quem começou Swan... Levantou a espada e me atacou, não venhas dar de santa porque tu não o és... Nunca foste... – Resmungava, Rosalie e Emmett sorriram por ver que para aqueles dois o tempo parecia não ter passado, todos se voltaram a seus cavalos e montando-os seguiram rumo a grande casa dos Swan...
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– Ao que tudo indica James está tendo dificuldades em fazer a corte a filha dos Swan... – Dizia Caius ao irmão.
– Filha? – Questionou Aro.
– Exatamente... O Swan tinha uma única herdeira e pelas tortuosas linhas de Gigandet me parece que a moça é dura na queda... Valente e até sabe lutar... – Reiterou Caius.
– Herdou a arrogância do pai e a burrice da mão com certeza! – Afirmou Aro limpando a boca após deliciar-se com um chá da tarde. – Ordene a James que continue insistindo, fale que não meça esforços, todos os artifícios são validos. – Dizia e o irmão assentia.
– Lorde Cullen mal tem comido... – Comentou Caius.
– Deixe-o, se quer ficar doente eu nada posso fazer, melhor mesmo que morra de fome se assim preferir, um favor nos faria... Depois que eliminamos o Swan e prendemos o Cullen as coisas se acalmaram por aqui... Parece que os demais não tem peito para nos enfrentar, o que é ótimo na verdade... Veja o tal Newton, fugiu com o rabinho entre as pernas... Aliás, comente sobre ele a James, talvez se torne um aliado já que é um grande covarde. – Dizia Aro satisfeito.
– O farei irmão, o farei... – Devolveu Caius... A jovem Gianna entrando na sala despertou a atenção dos irmãos...
– Eminência... – Disse curvando-se.
– Diga Gianna. – Falou o clérigo.
– Lady Cullen pediu uma audiência consigo. – Afirmou a moça e o Volturi entediado mostrou-se.
– Mais essa...
– Ela já tentou falar com Berengária por varias vezes. – Intrometeu-se Caius.
– E de certo isso não chegou ao ouvido de nossa irmã espero... Se bem que Berengária tem um único interesse, noticias de Ricardo é só o que lhe importa. – Expressou Aro levantando-se da mesa. – Receberei a mulher, não tenho como fugir...
– Irás rezar a missa em prece a Ricardo como pediu Berengária? – Perguntou Caius.
– Tenho escolha? – Devolveu ainda mais entediado...
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A chegada de Isabella a grande casa acompanhada de Rosalie e dois homens espantou a todos, mas é claro que ninguém diria nada de acusatório ou até mesmo difamatório com medo de ser castigado pela senhora daquelas terras...
– Valha-me Deus! – Afirmou Sue ao ver Edward adentrar ao grande salão... De fato todos na região acreditavam que a maioria a ter ido com Ricardo para a Cruzada não voltaria com vida devido o tempo em que estavam distantes...
– Sue prepare um lanche sim... Temos convidados. – Soltou Isabella e a velha senhora se recompondo seguiu para a cozinha.
– Podes agora explicar o que de fato aconteceu com seus pais e por que os portões de Swan se tornaram fechados em permanente? Jogou Edward...
– Uma emboscada... Meus pais sofreram uma emboscada e no revide morreram... Apenas Seth sobreviveu... — Respondeu em parte o questionamento...
– Emboscada... – Devolveu Edward pensativo... Emmett ao seu lado fazia o mesmo...
– Então é verdade. – Soltou Harry ao entrar na grande sala vindo da cozinha, surpreso avaliava os jovens ali presentes.
– Sim é verdade Harry. – Afirmou Isabella sabendo a que o Clearwater se referia, a presença de Edward e seu fiel escudeiro... Na certa Sue ainda em choque comentou com o marido.
– Milorde. – Disse Harry curvando-se diante de Edward que colocando a mão em seu ombro o cumprimentou.
– Como vai Harry? – Questionou sério. – Digas-me que massada é essa com relação ao seu lorde? – Indagou e Isabella irritou-se, pois o Cullen estava fazendo pouco caso de sua pessoa por ela ser mulher voltando-se a Harry.
– É como falei Edward... Harry não sabe nada além do que acabo de contar. – Disse mostrando a irritação e no mesmo instante entrava frei Young comendo uma coxa de frango, parou no meio do caminho notando a movimentação na sala. – Está aí o frei que testemunhou todo o cenário da morte de... Meus... Pais. – Disse voltando a entristecer-se, Edward levou seu olhar para o religioso que sério se colocou retirando a coxa de frango da boca.
– Frei... – Disse com quase indagação o Cullen.
– Frei Joseph Young, e sua graça meu filho? – Retrucou o frei.
– Edward Cullen, filho de lorde Cullen. – Apresentou-se orgulhoso sem importar-se com a formalidade diante do religioso e é claro não lhe beijou a mão... Sue chegou anunciando que o lanche estava pronto e a mesa a conversa prosseguiu, o frei entre uma mastigada e outra explicou o que sabia, Seth que também se achegara explicou sua parte naquele trágico momento e em Edward a revolta se agigantava a cada instante contra os Volturi...
– É como digo a igreja é o maior sacrilégio contra Deus... Veja o responsável por nossa calamidade é um bispo, um maldito bispo! – Soltou irritado e o frei pigarreando se impôs deixando claro que não gostara do comentário. – O que frei, me achas com erradas ideias? Concordas com as atitudes deste bispo? – Questionou Edward.
– Por Deus que não milorde, mas atacar a sagrada igreja por conta das atitudes de um único homem é errado, insano e isso sim é sacrilégio. – Afirmou o frei, Isabella e os demais apenas assistiam...
– É por conta da igreja que estamos vivendo esses negros dias... Ricardo foi para Jerusalém e nos levou consigo a pedido da igreja... E olha no que deu... Onde está Ricardo, onde estão meus pais? Veja o que se sucedeu com lorde Swan e sua esposa... Culpa da igreja é o que digo! Esbravejou Edward.
– A culpa não é da igreja, mas sim da politica que tem sido feita dentro da igreja, ou seja, a culpa é dos homens que tem feito da igreja pura politica! – Afirmou Isabella dando um basta na acalorada conversa.
– Esses malditos Volturi vão pagar... A se vão, com certeza vão e com a vida! Jogou Edward levantando-se bruscamente da mesa e os demais em silencio permaneceram... O Cullen saiu para o grande pátio e seguiu em direção ao pomar ao lado do casarão... Isabella logo o seguiu... Vendo-o ao longe, mãos na cintura claramente nervoso...
– Teus pais devem ainda estar na corte tentando segurar os desmandos desse bispo que pelo visto envenenou a rainha ou a está manipulando. – Começou Isabella, Edward já a havia notado, mas manteve-se de costas fitando o horizonte.
– Não posso sair daqui agora! – Afirmou para si lembrando-se do compromisso que tinha com seus amigos, o tesouro, seu futuro... Mas a necessidade de saber de seus pais se impunha em seu coração. – Realmente sinto muito o acontecido com teus pais... Isabella, saiba que podes contar comigo. – Declarou. – Estarei sempre por perto! – Afirmou e a moça estranhou tamanha seriedade vinda justamente do boa vida Edward Cullen.
– Não te preocupes Cullen... Não necessito de tua proteção, seu me cuidar assim como sei cuidar do meu povo. – Disse tranquila, contudo demonstrando superioridade, Edward virou-se para ela...
– Mas continuas sendo impertinente não é mesmo Swan? – Soltou provocando-a, coisa que adorava fazer e ela como sempre entrando na provocação...
– Ora não me amoles estrupício... É e sempre serás um moleque malcriado Cullen! – Afirmou irritada.
– E você sempre será impertinente mulher... – Devolveu e encurtando a distancia entre eles enlaçou a cintura da moça lembrando-se do beijo roubado no lago, do doce sabor daqueles delicados lábios e a vontade de saboreá-los mais uma vez lhe atingiu, lambendo os próprios lábios fitou os carnudos a sua frente.
– Ora me solte seu insolente. – Disse tentando se desvencilhar dos braços fortes.
– Tu precisas ser domada mulher... – Esboçou o Cullen sem tirar os olhos dos convidativos lábios.
– Está para nascer o homem que me fará isso. – Retrucou...
– Tu queres que te beije... Sei que queres, mas ficará para outra vez Swan... Antes preciso resolver coisas de gente grande. – Afirmou soltando-a e se distanciando começou a fazer o caminho de volta a casa... – Swan? – Chamou e a jovem entre a revolta e a excitação que tanto desejava esconder se virou grunhindo e ele sorrindo. – Dá próxima vez abra os portões ou me encontre no lago. – Disse debochado voltando a caminhar e sorrindo faceiro...
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Edward anunciou sua partida e Harry o acompanhou até seu cavalo... Emmett fitando Rosalie...
– Espero vê-la em breve senhorita Hale. – Disse e audaciosamente pegando sua mão beijou-lhe a palma, o ato ao extremo do romantismo fez o coração de Rosalie saltar e quando a mesma mão foi solta ela levou-a ao peito vendo o grandão se distanciar... Harry levou os homens até os portões...
– Harry estou por aqui, não vou me distanciar de Carlisle, qualquer problema, o mais simples que seja mande me avisar... Sabemos que Isabella sabe ser teimosa, mas também sabemos que se tratando de uma mulher devemos sempre estar prontos a proteger mesmo que esta seja... A Swan! – Afirmou bem humorado ao final e Harry em negativa com a cabeça também sorriu.
– Fiques tranquilo milorde, estamos todos aqui para defende-la... Milady é bem valente, verdade, mas não deixou de ser a menina que peguei no colo. – Declarou saudoso o homem que tanto queria bem a Isabella. – Sei que o mal tempo entre vocês é rixa de criança, provocação entre irmãos... – Dizia e a palavra irmão caiu no amargou na opinião do Cullen. — Mas, acho que devo dizer o real motivo de Isabella pedir o fechamento dos portões... – Dizia Harry e Edward parou seu cavalo voltando seu semblante que antes sorria agora sério para o Clearwater.
– E seria? – Perguntou em expectativa.
– Apareceu por essas bandas um tal de James Gigandet... Disse que acompanhava meus senhores na viagem, que a carruagem se desembestou caindo em um precipício vitimando-os... Mentiu descaradamente e ainda insinuou que meu lorde queria apresentar-lhe a filha, meia palavra basta não é milorde? É claro que a intenção do homem era fazer-lhe a corte... Ele identificou-se com auxiliar direto de lorde Volturi... Desde então Isabella intui que ele representava perigo e mandou fechar os portões e reforçar a segurança em toda a propriedade e até mesmo na vila de camponeses... Hoje ele esteve rondando pela vizinhança com seus soldados... – Contava Harry e aquilo fez ferver o sangue do Cullen... Primeiro pela audácia do homem e sua ligação com os malditos Volturi que já odiava sem ao menos conhecer e segundo por querer ele fazer a corte a Isabella...
– Não te apoquentes homem... Irei eu mesmo me entender com esse James. – Afirmou e logo se despediram...
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Isabella permaneceu no pomar, tentando se desfazer do nervosismo que a atingiu... Edward sempre tivera esse poder sobre ela, coloca-la a flor da pele, soltando fogo pelas ventas... Mas diferente de antes, quando ambos eram crianças, agora ela estivera sim nervosa, raivosa, quase a espumar, mas misturado a isso vinha a ânsia de nele se agarrar, um frio a atingia no estomago encaminhando-se para o baixo ventre e lá se aquecia de tal forma que fervilhava, arrepios difusos em sua coluna se espalhavam em cada terminação nervoso...
– Maldito! Vociferou para si mesma adentrando a grande casa.
– Eles já foram filha. – Disse Sue vendo-a entrar.
– Graças ao bom Deus! Devolveu com exagero e Sue estranhou. – Rose? – Chamou e a moça que fitava o grande vitral que dava para o pai e dali era possível ver os portões via seu Emmett se distanciando e nem se quer ouvira sua senhora lhe chamar. – Rosalie! – Soltou alto e a moça se sobressaltando virou-se em sua direção.
– Sim, desculpe! – Devolveu sem graça.
– Pare de babar por nada e me ajudo com o banho. – Soltou subindo as escadas e Rosalie de pronto a seguiu... Sue ali permaneceu pensativa, a idosa senhora recordou-se de imediato de Isabella e Edward crianças, de suas peraltices e provocações, da carinha emburrada de sua menina quando o Cullen estava por perto e em seu coração uma certeza lhe fez sorrir...
– Renée querida, nossa flor está desabrochando! – Disse quase em prece mantendo o sorriso.
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Edward cavalgou com raiva, pois em sua mente o tal James lhe parecia um inseto que precisava ser exterminado custe o que custasse.
– Estais calado em demasia. – Comentou Emmett quando seu senhor diminuiu o ritmo e assim lado a lado pode falar-lhe.
– Pensando Emm... Apenas pensado. – Devolveu serio.
– Isso vejo, mas seria sobre o tal James ou sobre a Swan? – Questionou provocando, Edward voltou seu olhar a ele, olhos quase fechados...
– Estou pensando em... É claro que nesse tal James, mas também em meus pais... – Devolveu. – Por que diabos estaria pensando em Isabella? – Retrucou incomodado. – Ora que ideia! – Resmungou.
– Talvez um certo beijo esteja em teu pensamento! – Soltou ainda provocando e Edward sem responder voltou a apertar o passo e Emmett ficando para trás gargalhou...
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Rosalie ajudou Isabella a despir-se por completo e providenciou agua quente para seu banho despejando o liquido na tina, a Swan em silencio entrou na tina e começou a se banhar.
– Um milagre eles estarem vivos não é mesmo? – Comentou Rosalie sorrindo. – Emmett me falou que na Cruzada as coisas foram terríveis e que por muitas vezes viram a morte de perto... Valha-me Deus. – Soltou fazendo o sinal da cruz e tremendo-se toda só de imaginar tamanha calamidade... Isabella nada respondia, Rosalie pôs-se a arrumar suas vestes pegando uma limpa e separando as sujas.
– O que aquele maldito pensava estar fazendo me beijando daquela forma? – Questionava consigo, contudo Rosalie a ouviu e ruborizando-se lembrou-se da cena... A Swan sem perceber levou os dedos aos lábios, tocando onde os masculinos lábios haviam tocado... Surpreendeu-se com a sensação dormente que ali se instalava só de lembrar-se do beijo. – E ele achando que eu queria mais... Um desaforado é isso que ele é... Um desaforado! – Afirmava e Rosalie saindo do aposente riu quando os corredores do andar superior da grande casa ganhou... Isabella permaneceu no banho, pensativa e de Edward e o beijo recebido, seu primeiro beijo, pensava e concordava internamente que apesar de ter sido um tanto violento tinha um que de doce... E quando ele colocou sua língua em sua boca, quando suas línguas se encontraram... Os pensamentos dela lhe trouxeram calor e esse não podia ser confundido com a quentura da agua... Porém no mesmo instante a moça lembrou-se de um Edward irritante, uma criança franzina e irritante e esse pensamento lhe levou a sua infância e dali para seus pais... Mas uma vez a moça sentia-se pesarosa, tristonha, sozinha...
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– Tu de fato és bom mesmo China... – Dizia Jasper pegando em mãos uma das peças que Ben tinha feito, um colar de ouro com um rubi encrustado... Jacob ajudara Cheney a derreter o ouro e com a precisão de um artesão o oriental desenhou a peça mondando o ouro quente em uma pequena forma, depois de feito o cordão de ouro o pingente nele foi colocado e o trabalho realmente ficara bom...
– Vamos começar com as moedas e utensílios pequenos, depois que dos utensílios grandes juntamente com as pedras Ben conseguir fazer mais colares, anéis e braceletes pensaremos em como vender... – Explicava Edward e todos concordaram...
– Eu e Emmett vamos construir um abrigo próximo daqui, logo depois da nascente, acho prudente termos um esconderijo para abrigar-nos. – Disse Jasper e todos consentiram.
– Querias saber do tal James e seus homens... – Disse Jacob, Edward tinha contado aos seus companheiros sobre o tal James e suas atitudes suspeitas e pedira que todos ficassem de olho. – Eles estão hospedados na estalagem dos Crowley e andam fazendo perguntas demais a todos da região... – Afirmava o Black. – O próprio Tyler me relatou o quanto ele é curioso, sempre querendo saber de tudo e de todos. – Finalizou deixando Edward bem irritado.
– Se esse curiosidade toda chegar até nós teremos grandes problemas. – Afirmou Mike.
– E põe problema nisso! – Destacou Emmett.
– Antes disso eu lhe esmago a cabeça como com uma barata se faz! – Afirmou Edward com a mão ao alto e em punho e todos notaram o quanto ele estava nervoso, a dias andava pensativo e sabiam que tinha relação com a visita que fizera as terras dos Swan... Emmett imaginava o motivo, mas de longe iria comentar, não queria ter sua cabeça cortada, já os demais devaneavam em busca da razão de tal azedume e aliado ao incomodo chamado Isabella ou a falta de seus beijos estava a preocupação do Cullen com relação aos seus pais que permaneciam sem dar sinal de vida.
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Um mensageiro diretamente da corte se achegou em Carlisle e batendo direto na estalagem dos Crowley buscou por James lhe trazendo recado da parte dos irmãos Volturi em forma de carta... Tyler de olho lembrou-se do pedido do amigo Black – contar-lhe qualquer novidade sobre o estranho homem e seu grupo de soldados... James atento a cada ordem dada na carta começou a agir visitando lorde Newton... O homem de estatura baixa, cabelos aloirados, barriga proeminente o recebeu depois de saber que se tratava de um auxiliar direto dos Volturi...
– Seja bem vindo senhor Gigandet. – Disse o Newton e James sorrindo o cumprimentou.
– Lorde Newton é um prazer conhece-lo... Dom Volturi mandou-lhe a benção. – Afirmou James e o homem chegou a estremecer com tais palavras... O covarde Newton tinha seus informantes e sabia que Carlisle Cullen estava preso, mas preferia fingir não saber, manter-se calado era melhor do que perder a língua e sem contar a morte de Charlie e Renée, a noticia se espalhara pela região e a situação real do acidente era mais do que suspeita tendo em vista que muitos afirmavam terem visto Seth Clearwater andando por aquelas bandas, mas como se ele era o cocheiro oficial dos Swan e estava com o casal na corte? Estranho, tudo estava muito estranho e lorde Newton pensativo preferia se manter distante do perigo e proteger sua cabeça.
– Agradeço a atenção. – Devolveu com um sorriso amarelo...
– O lorde com certeza sabe que podes contar com a proteção da coroa não é mesmo? – Perguntou... – De certo sabes disso. – Dizia em afirmativa... James orientado por Caius que é claro seguia instruções de seu irmão tentando se aliar a lorde Newton. – Um homem com as responsabilidades que o senhor carrega deve precisar... – Dizia...
– Bem... Temos vivido dias terríveis não é mesmo? E a situação contábil não tem sido das mais promissoras devo acrescentar. – Destacou o nobre... É claro que diante da cena seguir o lema “Junte-se aos bons” não era a melhor opção, o que restava e esse deveria ser o mais importante era manter a pose, o título e a vida e que essa vida permanecesse sendo bem vivida e de preferencia com os luxos de sempre... Willian Newton sabia que juntar-se a quem mantinha a coroa no momento era a melhor estratégia e era o que ele faria sem sombra de duvidas.
– Com certeza milorde, tens total razão e é por isso que Dom Volturi está preocupado consigo e com os seus. – Devolveu sorrindo... Gigandet acabara de alcançar mais um peão para o jogo de Aro e Caius e estaria satisfeito com isso.
– O cavalheiro aceita uma bebida? Perguntou o lorde com o semblante tranquilo... James sorrindo assentiu... A conversa permaneceu e por sobre a cabeça de Willian pairava a ameaça, o medo ao mesmo tempo em que via vantagem em cada palavra dita por Gigandet... Já no final da conversa Mike adentrou a casa... – Filho... Mike se achegue, venha conhecer o auxiliar direto de Dom Volturi. – Disse o lorde e Mike percebendo de quem se tratava empertigou-se no mesmo instante... Era fato que a todos a imagem de Mike era a de que ele sendo filho de Willian mantinha em seu sangue o caráter do pai, mas será que mantinha mesmo? Ao que sempre pareceu sim e por esse motivo Edward, Jacob e Emmett sempre tiveram com ele um pé atrás influenciando Jasper e até mesmo o recém-chegado Ben a manter o mesmo comportamento... – Este é meu orgulho. – Disse Willian assim que o filho se aproximou, colocou a mão sobre o ombro do rapaz que sério se mantinha... – Mike esteve na Cruzada junto com Ricardo, no fronte de batalha, orgulha-me ter um bravo guerreiro em casa e graças ao bom Deus dou todos os dias por ele ter voltado com vida. – Ostentava o lorde e James fitando o rapaz...
– De certo que sim, de certo que sim. – Devolveu. – Como vai Mike? – Questionou estendendo a mão e Mike fitou a mão estendida e voltando seus olhos a James...
Spoiler —
A carroça alvo principal foi inspecionada por Edward e Jacob e com sorrisos constataram estar mais do que certos.
– Jasper venha ver! – Declarou o Cullen satisfeito e não obtendo resposta se voltou ao amigo ainda parado ao lado da carruagem. – Homessa francês qual o problema? – Questionou caminhando em direção ao amigo e Jasper voltando a agir abriu a portinhola da carruagem...
– Por que ela está com as mãos presas? – Questionou Whitlock.
– Porque ela é uma bruxa! Afirmou o padre sentado ao lado da moça de aparência frágil, suja e com o semblante cansado... Edward chegando no mesmo instante ouviu a frase do clérigo...
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