The Hidden Kiss

9 Are You Ready to Give Up of Everything?


Notas iniciais
Hey lindos cupcakes, era para eu ter postado ontem porque eu havia prometido... Mas minha internet é uma merda, então... Aqui está. A fase de encheção de linguiça já está acabando, as coisas vão começar a ficar interessantes, juro. Enfim... Boa leitura!

* * *

Emma abriu os olhos lentamente, acostumando com a visão que lhe era exposta. As paredes de pedra, o degradê do teto ao chão. Branco, cinza, preto. Parecia mágica. De repente, a loira reconheceu o lugar, e levantou num pulo. Ela havia deitado ali na noite anterior e adormecido desde então. Perdera o jantar que Regina havia dito que aconteceria. Regina. Emma se lembrou. Queria ter visto como Regina se comportaria num jantar. Nunca havia visto Regina sentada a uma mesa, a imagem respeitável e quase intocável da Prefeita não a permitia imaginá-la em situações que não de pura elegância. Emma imaginava que Regina usava um daqueles guardanapos frescos sobre o colo e que comesse com dúzias de talheres ao redor. É claro, usando aquele vestido esquisito. Era engraçado ver a Prefeita, que usava roupas sóbrias e retas, usando vestidos longos, chamativos, decotados e brilhantes. Eram igualmente sóbrios, tinha que admitir. Mas mesmo assim, esquisitos.

Ficou surpresa de ninguém tê-la chamado, como de costume no castelo dos Charmings. Mas rapidamente se repreendeu em comparar Snow com Regina. Parecia um erro fazê-lo. De qualquer maneira, Emma se pôs sentada na cama. Olhou em volta mais uma vez, como quem gravasse os detalhes da arquitetura do quarto. Levantou um pouco depois, alongando os músculos que ainda estavam doloridos por conta da agressiva queda. Emma caminhou até a porta e forçou a maçaneta. Trancada. Puxou algumas vezes, mas fora inútil. Impossível, pensou. Algum guarda deveria ter entendido errado e trancado por acidente. Ela, então, bateu com o punho no alto da porta, na intensão de chamar a atenção de qualquer um que passasse pelo corredor naquela hora. Não deveria ser difícil de ouvir, havia muitos funcionários naquele castelo. Algum deles tinha que ouvi-la.

“Regina!” Gritou Emma. “Eros!” Optou por chamar minutos depois. Não houve resposta, mas Emma sabia que havia alguém lá fora. Talvez um daqueles guardas imbecis que a prenderam na cela “por engano”.

Cerca de meia hora depois, Emma parou de gritar e pensou em arrombar a porta com um chute forte. Entretanto, no mesmo momento em que Swan se preparava para atacar a porta se abriu. A loira pulou para a cama, como quem fosse pega fazendo algo errado. Era Eros com um sorriso contente nos lábios. Emma não entendia porque aquele homem parecia feliz em vê-la, mas se importou em perguntar.

“Bom dia, Princesa” Disse Eros gentilmente. Emma franziu o cenho.

“Não sou princesa alguma, não me chame assim.” Exigiu. O homem assentiu de modo tranquilo, o que fez Emma perceber que estava sempre na defensiva. Talvez devesse relaxar um pouco.

“Você dormiu ontem no fim da tarde e perdeu o jantar.” Contou, como se Emma já não soubesse. “Sugeri acordá-la, mas a Rainha preferiu que a deixasse dormir.” Acrescentou sorridente.

“Regina pediu para me deixar dormir?” Repetiu. Eros assentiu.

“Ainda acho mais seguro chama-la de Rainha quando estiver em sua companhia.” Comentou brevemente, mas Emma decidiu ignorar.

“Por que me trancaram aqui? Onde está Regina?” Perguntou Emma, sentando-se na cama novamente. Eros continuou em pé, caminhando distraído pelo quarto.

“A Rainha provavelmente está em seus aposentos. E falando nisso, pediu que trouxesse o café caso ainda estivesse indisposta para sair.” Lembrou-se, andando até a porta. “Podem trazer.” Confirmou. Um homem vestido de terno e uma gravata borboleta adentrou o quarto. Emma se perguntou se aquilo era um serviço normal. Mas pela expressão perplexa e, quiçá assustada, de Eros, não era. Logo os cristalinos olhos azuis-turquesa do homem chamaram a atenção de Emma. A primeira sensação ao se deparar com ele era medo. Seus olhos eram o que mais assustavam ou capturavam aquele o admirasse, mas o conjunto anatômico do homem também ajudava a amenizar a sensação. Entretanto, Emma achava tudo novo. Portanto, a impressão tensa que o homem passava poderia ser apenas fruto de sua mente.

“Para a Princesa.” Anunciou o homem, erguendo a bandeja farta, com pão, manteiga, um copo vazio e uma jarra estreita de suco, uma caneca com o que poderia se chamar de chá e alguns biscoitos. Escondido em baixo do guardanapo havia também um remédio para dor, Emma conhecia bem. Ela aceitou de bom grado, e quase desesperadamente, ignorando o fato de ser chamada de Princesa.

“Gosta de chá?” Perguntou o homem sorrindo excessivamente. Eros observava-os atentamente. Emma estranhou o silêncio repentino do cavaleiro, mas preferiu não questionar.

“Depende. É chá de quê?” Perguntou com a gentileza possível. O homem riu brevemente.

“Ora, é chá de chá, minha cara.” Respondeu olhando para Eros, como se fosse alguma piada interna. Mas Eros não riu, apenas forçou um sorriso — não muito convincente, aliás. “Muito bom, de fato.” Resmungou, mais para si mesmo do que para Emma. “Não é mesmo, querido?” Olhou para Eros.

“M-Muito bom.” Respondeu, após um tempo, numa voz trêmula. Desta vez, Emma sentiu a tensão entre os dois. “Querido” não parecia uma para palavra apropriada para se referir a Eros, um homem robusto e musculoso, mesmo que, por dentro, ele fosse tão ingênuo quanto uma criança.

Swan, entretanto, continuou a comer enquanto os olhares entre aquele homem e Eros ficavam mais intensos. Ela apenas observava, tentando decifra-los como um estudante. O cavaleiro já tinha suas costas na parede quando Emma se levantou, indo a socorro de quem, agora, poderia chamar de amigo. Eros parecia assustado e acuado com a presença daquele homem. Perguntava-se se algum dia, ele já teria o feito algum mal.

“Sabe onde Regina está? Gostaria de vê-la.” Disse Emma, pondo-se entre os dois homens. O homem deu uma risadinha breve e a fitou baixo para cima, mordendo o lábio inferior. Seu olhar parou no rosto da loira, mais especificamente nos lábios. O homem deu um passo afrente, erguendo a mão ao tocar o rosto de Swan. Leve e delicadamente. Surpreendentemente, Emma sequer se moveu. Talvez pelo mesmo motivo de Eros.

“Por que deseja ver minha Rainha?” Perguntou com um sorriso — agora Emma reconhecera ser malicioso. Imediatamente, ela franziu a testa e ergueu a sobrancelha. Minha Rainha?

“Por que desejo ver Regina?” Corrigiu arrogantemente. “Porque, pelo que sei, sou sua convidada e mãe do filho dela, então, é por isso, sim, que quero vê-la.” Acrescentou. O homem sorriu satisfeito e se afastou.

“Então, assim a verá.” Resmungou alto o bastante para que Emma ouvisse. O homem deu as costas e, antes que saísse, olhou-os sobre os ombros. “Aproveitem o chá, meus queridos.” E saiu simplesmente.

* * *

Claude reapareceu no quarto escuro da Rainha. Ela já havia acordado e até levantado para resolver algumas coisas, mas voltara para cama assim que foi possível. O homem caminhou, sem cerimônia, pelo quarto até as janelas e, rapidamente, as abriu. Regina imediatamente resmungou, protestando contra a luz que iluminava metade do quarto.

“Não sou teu pai, muito menos tua mãe. Levante-se, ou a obrigarei a isso.” Disse Claude, virando-se para a cama.

“Gostaria de vê-lo tentar.” Ameaçou Regina em um tom sarcástico. Claude deu passos até a enorme cama de cortinas de cena roxa e as afastou, dando visão ao corpo seminu da Rainha.

“Não usarei minha força com você, querida. Não hoje.” Disse risonho. “Muito menos nesse delicioso jeito que está agora.” Regina sorriu, embora seus olhos ainda permanecessem fechados.

“Vá se divertir com alguém, Claude. Não estou com paciência para você hoje.” Resmungou, puxando as cobertas e cobrindo suas coxas e virando-se de costas para o homem.

“Adoraria minha cara. Mas, a não ser que você me dê permissão, não posso fazer isso.” Comentou o homem sarcasticamente. Ele se sentou na quina da cama e começou a puxar o lençol da Rainha. “E falando na diversão, ela está chamando por você mais uma vez.”

“Você foi vê-la?!” Exclamou num pulo, pondo-se sentada no colchão. Claude assentiu. “EU NÃO LHE DEI PERMISSÃO!” Urrou.

“Certo, agora eu lhe acordei, não é mesmo?” Riu levantando-se da cama. Regina puxou o lençol por completo e o jogou no chão. Após ajeitar sua roupa no corpo, levantou-se.

“Eu deixei claro que você não tocaria em um fio de cabelo dela!” Exclamou a Rainha, vermelha de raiva. Claude se sentou em uma mesinha pequena demais para um adulto e cruzou as pernas.

“Minha cara, você me disse que não poderia me divertir com ela. Não disse que não poderia tocá-la.” Esclareceu num tom sério. Regina ergueu a sobrancelha. Ele estava certo, e ela odiava quando acontecia. “E não se preocupe, só o fiz para checar aquilo que me dissera outrora.”

“O beijo.” Afirmou. Claude assentiu satisfeito. “Está escondido lá, não é mesmo?” Disse, caminhando para o closet. Claude a seguiu.

“Sim, de fato. Mas o que mais me surpreendeu é que é preciso de muita concentração para acha-lo. Não é algo que se veja de primeira vista. É preciso atenção.” Explicava com um sorriso malicioso. Regina despiu-se rapidamente, ignorando o fato de Claude estar observando-a e vestiram-se minutos depois.

“E daí?” Resmungou a Rainha, indiferente.

“E daí - gíria nova, minha cara?” Comentou brevemente, risonho. Mas Regina permaneceu séria. “Certo, sem piadas. O que digo, é: como foi que o canto dos lábios da princesa foram alertar os olhos da minha Majestade?” Perguntou, lembrando-se dos momentos anteriores com a Princesa.

“Gosto de avaliar meus inimigos. Principalmente, no plano que eles têm contra mim.” Respondeu voltando ao quarto.

“Sendo assim, não pelo que se preocupar. Aquela garota te venera, mais que seus próprios escravos.” Riu. Regina o fitou por um momento.

“O que quer dizer?” Questionou duvidosa.

“Quando fui visitar a Princesa, disse que queria vê-la. Então eu a provoquei, questionei porque ela queria ver a minha Rainha.” Contava. Regina juntou-se ao homem na pequena mesinha, com um sorriso curioso nos lábios. “Precisava ver o quão ofendida ficou.” Riu.

“Duvido que tenha sido assim.” Comentou sorridente. Claude gargalhou contente.

“Então veja por si mesma.”

“Irei. Mas está proibido de visita-la, muito menos tocá-la novamente.” Ordenou Regina rigosamente.

* * *

Regina decidiu seguir a sugestão de Claude. Mas desta vez, ordenou que ele não a acompanhasse. Ela não queria assustar Emma, muito menos dar alguma dica de seu plano de destruir o reino dos Charmings antes de partir. A Rainha não havia decidido o que fazer exatamente, qual meio usaria para ter sua vingança. Mas ela sabia muito bem o que queria: Henry e a destruição dos Charmings. Talvez mais Henry do que vingança. De qualquer maneira, Regina se conduziu até o quarto de Emma, que ficava um andar abaixo dos seus aposentos. Os corredores sempre foram extensos e largos o bastante para oito homens lado a lado. Fora projetado com imagens de rabiscos do teto ao chão, para que quem quer que passe se distraia ao olhá-las. Aquela parte do castelo era somente para a realeza, portanto, economizar tempo não era algo necessário. O quarto de Emma ficava alguns metros após a enorme janela em uma curva do corredor, no entanto, não foi necessário adentrar o quarto para vê-la. A loira estava debruçada, com os cotovelos apoiados na bancada da janela e todo seu corpo curvado para frente. Emma parecia entretida o suficiente para não ouvir o bater dos saltos de Regina no piso. Regina viu que ela não havia trocado de roupa ainda, e que talvez devesse arranjar-lhe algumas peças. Entretanto, antes que pudesse se aproximar o bastante, um barulho a fez parar.

“Hey, não é muito justo me deixar aqui com todo esse banquete.” A voz masculina soou de dentro do quarto. Não demorou até que Eros saísse do quarto de hóspedes. Os ombros largos e a voz rouca eram inconfundível, semblante idêntico ao de Graham. Talvez seja por isso que a Rainha quis manter o cavaleiro em seu castelo, invés de transformá-lo de volta no animal.

“Pode comer o resto, seu esfomeado!” Brincou Emma, virando-se para o homem. Eros permaneceu parado quando a loira virou, entretanto, seu olhar não se fixava no rapaz e sim na mulher alguns passos atrás. O sorriso ameno nos lábios de Swan se estendeu, por alguns segundos Regina pode vê-lo, mas rapidamente este foi reprimido, como quem escondesse por puro orgulho.

“Bom dia, Miss Swan.” Regina cumprimentou. Emma pôs-se em posição ereta, tentando passar a impressão menos desleixada possível. Coisa que não se importava há tempos. Eros pareceu congelar, esperando por sua próxima punição.

“Bom dia” Disse Emma, lamentando-se por não poder mais chama-la de prefeita. Regina sorriu, sentindo como se faltasse algo na frase.

“Vejo que já vieram lhe importunar.” Regina disse, dando passos até a loira e passando por Eros.

“Não é incomodo algum” Apressou-se em explicar mais para Eros que para a Rainha.

“Parece que fez uma amiga, Eros. Estou certa?” Regina indagou, repousando sua mão na janela, de costas para ambos. Um pequeno sorriso esperançoso brotou nos finos lábios do cavaleiro.

“Sim, Majestade.” Respondeu contente. Emma riu de sua animação, e fez um gesto com a mão pedindo que ele lhe desse licença. Eros assentiu sem emitir um som, e o fez. Emma virou-se para a janela, parando numa distancia segura da mulher, de modo que não invadisse seu espaço pessoal.

“Eros é muito gentil.” Disse Emma, na tentativa de impedir que o silêncio se fortalecesse. Regina balançou a cabeça, confirmando. Seus olhos estavam perdidos no visual exterior. A extensa camada de grama seca seguia por quilômetros e mais quilômetros sem árvores ou cumes. Se prestasse bastante atenção conseguiria ver o pico de uma das torres do castelo dos Charmings na linha do horizonte, desfocado pela distância.

“Ele lembra muito Graham, não é mesmo?” A voz de Regina parecia ferida, machucada pela frase dita. Emma se repreendeu para não olhá-la nos olhos, mas mesmo assim conseguia sentir a dor.

“Idêntico.” Respondeu Emma. Regina nada disse, continuou a observar lá fora. “Sei que sente muito a falta dele.” Disse tentando fazer com que a conversa não morresse. A loira ergueu a mão e se atreveu a apoiá-la no ombro da Rainha, mas se repreendeu imediatamente. Nunca fez isso antes e não sabia se sua ação seria bem recebida.

“Não importa.” Retrucou Regina, sem olhar para a loira, embora também tivesse a intensão de ser rude. “Ele me trocou por você.” Emma engoliu seco.

“E-Eu nunca tive a intenção…” Balbuciou, reprimindo-se e fitando seus próprios pés. Regina a olhou pela primeira vez em longos minutos.

“Não precisa se desculpar.” Disse a fitando. Emma não se atreveu a olha-la. “Agora eu entendo…” Se interrompeu.

“Entende o que?” Perguntou Swan bruscamente. Regina encontrou os olhos verdes-esmeralda da loira, responsável por sua atual miséria — ela precisava se lembrar.

“Esquece.” Resmungou Regina, forçando um sorriso. “Não adianta lamentar, não é mesmo?” Desconversou rapidamente. Emma assentiu com a cabeça. “Já devíamos ter seguido em frente.” Comentou, em um sussurro.

“Talvez ainda falte algo para isso.” Disse alto o bastante, como se garantisse a Rainha que ela havia escutado seu apelo. Regina riu brevemente.

“E o que sugeriria?” Questionou.

“Voltarmos para casa?” Respondeu Emma, numa sinceridade quase excessiva. Regina arqueou a sobrancelha.

“Não acha irônico dizer isso? Quer dizer, você e eu nascemos neste mundo, Miss Swan.” Contrapôs a Rainha, recostando as costas na janela e pondo-se de frente para a loira. Emma decidiu aproveitar que agora tinha a atenção de Regina para dizer:

“Assim como você e eu odiamos esse lugar.” Surpreendeu ao dizer. “Não diga que estou errada.” Acrescentou. Regina ergueu ambas a sobrancelhas.

“De fato, seria mentira dizer. Mas estou surpresa em presenciar.” Disse. Emma franziu o cenho. Mas a Rainha não se importou em esclarecer: “Presenciar o egoísmo de um herói. Onde está a Salvadora que salvou o final feliz de todos?” Disse Regina num tom sínico. Mas isso sequer pareceu ofendê-la.

“Ela cumpriu sua missão e agora deseja seguir sua própria vida.” Respondeu, como se soubesse exatamente o que a morena falaria. Regina não pode controlar um sorriso satisfeito, quiçá malicioso.

“Miss Swan, nunca pensei que fosse apreciar tanto uma frase dita por você.” Comentou, arqueando a sobrancelha e permitindo seu sorriso de permanecer em seus lábios. Emma sorriu mutuamente.

“Isso significa que está do meu lado? Que quer arrumar um jeito de sair daqui?” Prosseguiu, sentindo que a convenceria se persistisse. Regina mordeu o lábio ao dar um passo à frente, aproximando-se da loira.

“Significa que sou toda ouvidos para suas propostas.” Sussurrou. Emma acompanhou o movimento dos lábios da Rainha, enquanto esta invadia seu espaço pessoal. “Mas diga-me apenas uma coisa: estaria disposta a abandonar seu trono, castelo e inclusive seus pais?” Perguntou, fitando os olhos verdes. Emma conseguia sentir o hálito de maçã da mulher, e teve de se repreender para não demorar a responder.

“Estou disposta a tudo para ter minha vida de volta.” Respondeu, embora soubesse que não fosse totalmente verdade. Mas sabia que Regina ficaria satisfeita em ouvir. “Tudo”

Notas finais
Reviews? Se der (por causa as provas e tal) eu posto no sábado. O que acharam?