The Heir O Herdeiro.
4 A reunião.
Bellatrix estava olhando para sua barriga, maravilhada. Já fazia três meses, e, tudo estava perfeitamente bem. Ela fora inocentada de Azkaban, ela era como qualquer outro bruxo, todas as suas maldades tinham sido deixadas de lado e estavam em um passado muito distante. Mas, ela fora criada assim, ela tinha essa índole, ela era má por natureza. Mesmo as coisas estando perfeitas, ela sentia saudades de jogar uma maldição em alguém. E, agora que ela escolhera criar o filho de Voldemort, com essas condições, ficara mais difícil. Ela sabia que precisava fazer isso, afinal ela também queria vingança, pois seu amado fora morto, mas estava tudo tão bom...
— Bella. – Cissa a chamou. – Draco está aqui.
— Precisamos conversar, eu, você, Draco e Lúcio, tenho que ter total apoio...
— Bella você tem certeza?
— Cissa, confie em mim. Sei que agora esta maravilhoso mas Voldemort me fez prometer, e esse é o destino dele. – Apontou para a sua barriga. – Ele vai ser como o pai, e vai conquistar o mundo bruxo, e precisará de Draco.
— Eu não sei se ele...
— Draco não negará isso à própria tia, negará? – Perguntou.
— Não sei... – Draco entrou na sala, com as mãos nos bolsos, e sem entusiasmo algum.
— Disseram que queria me ver. – Falou.
— Sim, sim Draquinho, sente – se. – A tia indicou uma cadeira e ele se sentou, Cissa ao lado dele e Lucio, na outra ponta. – Draco, mesmo que Voldemort esteja morto. – Draco estremeceu. – Ele me confiou uma missão, e eu preciso da sua ajuda.
— Tia... Uma missão? Nada, nada que esteja relacionado a Voldemort me interessa! Minha vida está boa agora, e não quero estragar tudo...
— Cissa! – Bella exclamou. – Faça ele me ouvir.
— Filho...
— Mãe, não adianta tá? Está melhor assim, sem Voldemort, sem guerra, sem sangue, sem feridos, sem morte, principalmente, sem culpa!
— Me escuta! – Bella gritou. – Eu preciso de você Draquinho, eu estou grávida de Voldemort. – Sorriu ao dizer a frase, Draco arregalou os olhos.
— O q-quê? – Perguntou.
— Ele será o herdeiro de Voldemort, e acabará com Potter e aquela gentalha! Voldemort queria isso. Mas, sem você, creio que ele não vai conseguir. – Disse.
— Eu não quero...
— Ouça! – Gritou. – Você tem que virar muito amigo de Potter, e descobrir tudo, suas fraquezas, suas neuras... E, descubra aonde ele deixou a varinha das varinhas. – Draco ia protestar, mas Bella continuou. – Ou eu posso praticar o meu crucio com você, Draquinho. – Riu.
Draco ficou sentado olhando para o nada. Estava louco ou ouviu que Bella estava esperando um filho de Voldemort? Ele não iria ajudar nisso, nunca! Sua vida já estava boa e, agora estava prestes a trabalhar com George, se ele descobrisse disso, o mataria! Mas, será que valia a pena ser torturado até a loucura pela própria tia? Ele tinha que pensar a respeito.
— Mãe você acha que...
— A escolha é sua filho, eu não posso fazer nada, se você quiser voltar...
— Eu não quero voltar! – Respondeu de imediato.
— Então não volte. – Ela sorriu.
— Mas ela vai me...
— Então não volte. – Repetiu. – A verdadeira coragem é viver e sofrer por aquilo em que você acredita!
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