The Heir O Herdeiro.
5 Gemialidades Weasley
Notas iniciais
]— Então é isso... – Harry disse, ao entrar na loja que não via há tempos. – George o que... Aconteceu? Porque está tudo escuro? – Perguntou.
— Eu só queria mudar um pouco sabe? – Riu. – Deixar a loja um pouco mais sombria. – Luna estremeceu.
— Está frio aqui. – Reclamou.
— Venham, eu vou lhes mostrar o resto. – Disse, se encaminhando para o fundo da loja. Para cada lugar que Harry olhava, ele via coisas estranhas, coisas medonhas, não parecia mais àquela familiar loja de logros que ele visitara no 6º ano, agora mais parecia a Borgin & Burkes renovada, um lugar assustador.
— Você não vai nos contar sobre aquela maquina? – Rony indagou.
— Já disse que ela esta sendo testada! – Sua voz saiu fria e irritada. – Não vou dizer nada sobre ela ainda. – Ouviu – se, da porta da loja uma voz assustada, e logo depois:
— George Weasley! – A dona Molly gritara. – O que aconteceu com a sua loja? – Todos foram até ela.
— Essa não... – Ele murmurou. – Mamãe... Ah, eu quis renovar a loja.
— Isso aqui é um objeto das trevas? – Disse, se referindo a um medalhão muito parecido com o de Slytherin. — Você está como Mundungo, comercializando objetos das trevas? – Trovejou. – Seu pai vai saber disso!
— N-não mãe... Não é das trevas. – Ele levou à mão a cabeça. – Draco me ajudou a criar esses objetos.
— Draco Malfoy? – Molly gritou. – Eu não acredito que você...
— Ferrou! – Rony disse para George. – Você se ferrou.
— Nossa que tumulto! – Harry olhou para porta e viu Draco Malfoy entrando com uma sacola. – Como vai, senhora Weasley? – Molly se virou pra ele.
— Então é verdade... – Molly olhava de Draco para George. – Como você pode fazer isso com a gente, George? – Disse, batendo no filho.
— Mãe, pára! – George exclamou. – Qual é o problema de eu trabalhar com Draco? – Molly ia abrir a boca, mais viu a cara cabisbaixa de Draco e disse:
— Nada... – Foi até a porta da loja. – Mas em casa nós vamos ter uma conversinha. – Sussurrou para George, e saiu.
— Desculpe cara... – George disse pra Draco. – Minha mãe pirou ou algo assim. – Mergulharam em profundo silêncio, constrangidos, até que Draco falou.
— Tudo bem... – Começou. – Já me acostumei com isso.
— Bom... ahm... Vamos ver o resto das coisas? – Hermione sugeriu, e, assim continuaram vendo cada coisa mais bizarra do que a outra.
Draco esperou todos estarem ocupados e tirou o objeto da sacola, era uma mini – câmera, que ele colocou em cima de uma prateleira alta. Depois, voltou até eles e foi falar com Luna. Por algum motivo ele gostara dela.
— Oi... Luna, certo? – Perguntou, constrangido.
— É, oi Draco. – Luna apertou sua mão.
— Você era da Corvinal, né?
— Sim! Vejo que você lembrou mesmo nunca termos conversado antes. – Disse.
— É, e como eu poderia esquecer? – Indagou, Luna corou.
— Bom, nós podíamos sair algum...
— Eu estou namorando. – Luna falou. – Neville.
— Ah... – Parecia desapontado. – Mas, poderíamos sair como amigos entende?
— Então tudo bem. – Riu.
— Bom, vamos? – George perguntou, se encaminhando á porta. – Quero almoçar.
— George... Preciso ver se o computador está às ordens... – Draco disse. – Eu vou precisar ficar aqui.
— Ah, tudo bem então. – Respondeu. – Pegue. – Jogou uma chave a mais pra ele. – Quando for embora feche tudo.
— Tudo bem. – Disse, indo até o computador. Certificou-se que todos tivessem ido embora e, conectou a câmera com o computador, pegou seu notebook, e conectou com a câmera também. Fez mais alguns ajustes para que só ele tivesse acesso aos arquivos da câmera, e foi embora.
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