Notas iniciais
HEYAAAAAAAAA! Vocês não sabem como eu estou feliz. Mas eu queria divulgar aquie algumas fics: https://fanfiction.com.br/historia/681113/Mad_Dreams_INTERATIVA/ https://fanfiction.com.br/historia/681649/Blood_of_Glass_-_INTERATIVA/ https://fanfiction.com.br/historia/679232/Under_My_Skin_-_INTERATIVA/ https://fanfiction.com.br/historia/676609/52_Edicao_dos_Jogos_Vorazes_-_INTERATIVA/ Só isso... kk brinks. Me matem depois disso, ok? Me lembre de cortar os pulsos e tals. — Música ouvida quando eu escrevia: Selena Gomez - Good For You, Gabrielle Aplin - Home, e outras desse playlist: https://www.youtube.com/playlist?list=PLuO441GqI10JUFyvKdN_yBh1Kbw9Mkm6Q Motivos da demora: BLOQUEIO CRIATIVO! - não me julguem, mas O QUE EU PODERIA FAZER? Daí veio a ideia brilhante depois de acordar de escrever isso que vocês lerão, e tals. Nos vemos nas notas finais... (Quatro lindo na capa ♥) Trailer aqui ó: https://m.youtube.com/watch?v=nR_Q1bHU1ys. Foi feito pela (linda) criadora do Isaac, TANKS, BLACKIE! TE AMO, GAROTA! Enjoy!

David Guetta — She Wolf (Falling To Pieces) ft. Sia

“Caminhamos algum tempo, procurando algo, alguma comida, a nossa já estava acabando. Hillary na frente, já que é a líder...

— Olhem – diz, passando a mão pelo cabelo, não sei como sobreviveu só com a roupa que estava usando, calças camufladas, e uma camisa regata branca e um casaco. Está claramente muito frio, estou dividindo o cobertor! – Vocês até que são legais.

Como assim?! Até que somos legais?

— Apesar de você ser um idiota completo, Harry, você é legal.

— Por que você está falando isso? – Alice se pronuncia, sua voz soava rouca, dirijo o meu olhar a ela, vejo o seu nariz vermelho, consequência do frio, acho que o meu também está vermelho, junto com o de Hillary...

— Eu gosto de expressar a minha opinião. – responde. – E vamos seguir em frente. Cantando Ameno. Dorime! – continuou cantando uma música estranha, claramente, música estranha.”

Já estávamos a alguns dias andando por aí, e Hillary cantando que estrago.

— Ice on the fringe, it's so damn frosty

That people like, "Damn! That's a cold ass honky"

Rollin' in hella deep headed to the mezzanine

Dressed in all pink

'Cept my gator shoes, those are green — cantava acho que Thrift Shop, acho que foi isso que ela falou antes de começar a cantar, sei lá. Eu e Alice, tampávamos os ouvidos, credo. – A próxima será...

— A próxima será “Fique quieta!” – retruco, e ela revira os olhos.

— Bom, querido, você não manda em mim... então! Eu canto se eu quiser... – ela parou de falar, estava tão concentrado em discutir com ela, que nem percebi o que tinha a minha frente. Um cemitério. Cheio de gente morta, lápides...

— É um Jogo de Sobrevivência, os mais fortes sobrevivem. – diz Hillary, olhando em volta, vendo os corpos no chão, ela não expressa nada, seu rosto está numa poker face bem feita... bom, parabéns. – Bom, acho que SHM combina com a ocasião...

— Cala boca, Hillary! – berro. Ela me olha com uma expressão misto de raiva e dúvida.

— Eu estou tentando dar o melhor de mim! Melhor... – sua voz falha – do que no dia da queda! E você é um Idiota XX! Só crítica, eu só estava... cantando. – ela se afasta de nós dois. – Prefiro ficar longe. – finaliza, com a voz embargada. Ela corre para longe, olho para Alice, ela desvia o olhar e diz:

— Vamos atrás dela.

Concordo com um aceno de cabeça, ouço o grito de Hillary e Alice corre, e eu acompanho. Alice aponta para Hillary que estava jogada no chão, mas o que aconteceu? Ouço galhos, me viro, havia uma garota com uma pedra na mão, pronta para nos atacar. Alice avança sobre ela, e segura os seus braços, Alice empurra ela para uma árvore, e eu vou ajuda-la.

— Não preciso de ajuda – diz, calma.

— Claro que precisa – a garota responde, antes de dar uma cabeçada no nariz de Alice.

Vejo Alice, cair no chão com a mão no nariz, percebi que sangrava. Ela avança contra mim, e ainda com a pedra na mão.

— Por que você está fazendo isso?

Ela não responde. Vejo Hillary atrás dela, ela estava incrivelmente mal, estava toda roxa, boa surra ela levou, mas ela empurrou a garota para o chão, imobilizando-a.

— Garota, se você tentar me bater novamente... você nunca mais vai bater em alguém. – sussurra Hillary, segurando os seus braços.

— Me larga – diz tentando se soltar.

— Harry, segure ela. Vou olhar como Alice está. – Hillary levanta a garota, ainda segurando os seus braços, vou até a garota e seguro os dois braços atrás de suas costas.

Hillary anda até Alice, que estava jogada no chão.

— Como você se chama? – pergunto a loira que se debatia.

— Por que eu falaria?

— Porque eu sou cara legal, segundo ela – faço sinal para Hillary que ri.

— Allea.

— Prazer, sou Harold. Mas me chame de Harry.

— Okay, vou fingir que confio em você – diz um pouco ríspida. – Mas, você sabe onde estamos?

— Atlante.

— Ah! – diz, e olha para o chão.

— Por que você ainda não tentou fugir? – pergunto.

— Porque estou esperando o momento certo, que é agora – diz, antes de me desferir um chute na barriga. Caio no chão, e Hill se levanta, e a garota corre para longe, Hill corre, mas berra:

— CUIDA DA ALICE, EU JÁ VOLTO.

Cambaleio até a Alice, ela está sentada no chão, olhava para as árvores, com a mão no nariz.

— Você está bem?

— Está doendo – diz simplesmente. – Quer ir atrás dela? Eu sei me cuidar sozinha.

— Tem certeza?

— Claro, vai lá!

Me levanto, e olho para a direção que Hillary correu, corro na mesma direção. Sei lá o que aquela louca da Allea pode fazer.

Vejo as duas lutando, Allea estava caída no chão e Hillary estava ameaçando-a com... a adaga de Alice.

— Pare de nos incomodar, garota! – rosnou.

— Tá eu paro! Mas saia de cima de mim. – bufa.

Hillary dirigi o olhar a mim, e sorri, estende a mão para a outra loira, e ela se levanta, com a ajuda dela.

— Bom, pelo visto você é das minhas – comenta Hillary – fez artes marciais?

— Por que você pergunta isso?

Hillary reprime os lábios e revira os olhos, caminha até a minha direção, e fala:

— Cadê a Alice? – exclama ela.

— Ficou lá – aponto.

Ela revira os olhos e continua a caminhar, a Allea, vinha calmamente, ainda meio desconfiada.

— Por que você está nos seguindo?

— Com mais pessoas eu posso tentar sobreviver a aquela garota que está agarrando a sua amiga – fala apontando para onde Alice está, não havia percebido mas, havia uma garota perto de Alice. – E da sua amiga loira.

Alice berra, e corremos até lá, uma garota com cabelos castanhos agarrava ela e tinha uma faca no seu pescoço.

— Larga ela, idiota! – berra Hillary. – Hoje vocês acordaram com o demônio no couro, né? Hoje foi o dia de atacar, né?! PAREM!

— Eu não vou larga-la antes de vocês não me dar tudo que tem – diz a morena.

— Não deem nada... – murmura Alice.

— Nós vamos dar – decide-se Hill, ela joga as comidas perto da morena, ela pega tudo e Alice dá uma cotovelada nela. A garota cai, e Hillary pega a adaga e enfia a faca na barriga dela, ela cai. E Hillary canta:

— We're a million lonely people
All together on this needle in the sky

Afraid of heights
In your dreams we made it legal
By the laws of lesser evil
We call life, but not tonight

I dare you to love
I dare you to cry
I dare you to run
I dare you to try

I dare you to fall
And lay on the ground
I dare you to feel
I dare you to be now.

A garota está morta, como Hillary pode cantar assim? (Apesar dela cantar muito ruim).

— Bom, acho que vamos, né? Não quero ficar aqui perto deste Cemitério de Zumbis. – diz se levantando. – E adorei lutar com você, garota. – completa sorrindo para Allea.

— Hill – chama Alice –, o que foi aquilo?

— O que foi o quê?

— Essa música... por que você cantou ela?

— Porque eu ‘to feliz! Não posso ser? Ou quer a mal-humorada e mandona de sempre?

Alice reprimiu os lábios, e começou a pegar as coisas do chão.

— Vocês tem comida? – pergunta Allea. – Estou morrendo de fome!

Alice estende um pedaço de comida... está começando a acabar, precisamos achar mais!

Hillary morde o lábio que estavam quase sangrando de tão rachado que está, ela revira os olhos e lança um olhar para a outra loira.

— Não tire os olhos dela – aponta, enquanto anda com dificuldade, o que estaria acontecendo?

— Eita! – Alice exclama, enquanto tenta pisar em alguma coisa.

Hillary senta no chão, fazendo uma careta, ela percebe que eu estou olhando e desvia o olhar.

— Alice, quando você vai matar essa peste? – pergunta Hillary, impaciente.

— Ela já matou – diz Allea apontando para o bicho morto.

— Bom, acho que podemos montar um lindo acampamento, né? – diz Hillary, irônica. – Eu não consigo andar mais, ela me deu uma boa surra, misturada... – ela se corta e faz uma careta.

— Misturada? – Alice levanta a sobrancelha. – Hillary, você está bem?

— ‘To, por quê? – diz ela apertando o casaco ao corpo, vejo uma macha grande de sangue na sua blusa, ela percebe...

— Hillary...

— Eu não ‘to bem! – berra, e tira a jaqueta, puxa a blusa, e mostra a ferida.

— Como...? – Alice pergunta.

— Foi no dia do segundo ataque dos lobos, vocês estavam longe e um me pegou desprevenida, e eu tentei bater nele, mas ele pulou em mim – é a primeira vez que vejo ela chorar – e me mordeu, estou aguentando isso desde anteontem... – ela chora alto, enquanto Alice tenta tratar aquilo.

— Você vai ficar bem, Hill – Alice tenta animar Hillary, mas ela retruca:

— Não, eu não – ela murmura, Alice pede para eu colocar um cobertor no chão e deitar Hillary, pego um cobertor e estendo, Hillary já está meio mole, mas ainda respirando, pego ela e coloco ela encima do cobertor. Ela está ficando pálida, ela segura a minha mão e pede: – Fica do meu lado.

Assinto, e Alice mandava Allea ajuda-la em algumas coisas, junto com a caixa de primeiros socorros (que nós havíamos encontrado há alguns dias).

— Primeiramente, eu queria dizer, Alice, obrigado por ser uma grande amiga para mim...

— Não fale asneiras, Hill...

—... e espero que você continue sendo essa pessoa incrível que você é. E, chegamos você, Harry. Por favor, para os dois, não fiquem tristes pela minha morte...

— O que não irá acontecer – murmuro.

— ...mas, eu queria dizer para vocês serem felizes! E se conseguirem sair dessa p*rra, encontrem alguém especial e tenham a família de vocês. E se encontrarem a minha família, digam que eu os amo mais que tudo. Bom, digo adeus a todos, mas antes eu quero fazer uma loucura. Idiota XIX – ela se senta no cobertor, vejo que ela parecia um zumbi, ela me puxa para si e me beija serenamente. Ela se solta de mim, e sorri, se deita novamente e tossi. Ela ainda tem um sorriso no rosto, e ela relaxa.

Alice chorava descontroladamente, passando as mãos pelos cabelos, segurava a mão de Hillary e olhava para o seu corpo morto, Allea tentava consolar Lice, mas não dava certo, e eu estava chorando, sinceramente estava mal.

— Que tal enterrarmos ela? – sugere Allea.

Alice soluçou e concordou, não iria discordar. Claramente.

— Imagino o que ela iria dizer uma coisa assim: “Me enterrar em um cemitério com pessoas jogadas no chão? Que massa!”, acho que ela iria adorar.

— Com certeza.

— Mas faremos isso amanhã de manhã – aviso – mas começaremos a cavar de madrugada.

Allea assenti, e Alice a abraça, de surpresa, e passo a mão pelos meus cabelos. Olho para ela naquele jeito. Vou até a direção dela e abaixo suas pálpebra, escondendo os seus olhos verdes...

— Você se lembra o que ela disse? Para vocês serem felizes... então por que não param de chorar?

— Pois não dá para ser feliz sem ela – respondo – e não quero perder mais ninguém importante.

— E você não perderá, não aqui – diz Alice, determinada. – Nós iremos sair, não sei como, mas vamos sair.

Concordo com um aceno de cabeça, Hill se estivesse viva ia estar xingando alguém... Alice se levanta e diz:

— Vou achar alguma coisa para fazer, não aguento ficar olhando para ela assim.

Allea olha para o chão e se levanta.

— Vou atrás dela.

— Vou junto – digo. – Mas iremos voltar ao entardecer.

Ela assenti e começa a caminhar atrás de Alice, olho para trás, o corpo de Hillary no chão... lembrar da frase que ela disse antes de morrer...

“– Eu queria dizer para vocês serem felizes! E se conseguirem sair dessa p*rra, encontrem alguém especial e tenham a família de vocês.” Hillary desejando que alguém seja feliz? Ela no seu estado normal ia mandar-nos para o inferno (ou como ela disse para Atlante); encontrar alguém especial? Como? Família. Ótimo.

Vejo que Allea puxava assunto comigo, eu nem ouvi.

— Ela era a sua namorada?

— Bem, eu não sei... – respondo.

— Ela parecia gostar muito de você – comenta olhando para a Alice – e Alice ficou bem mal com isso.

— Elas eram bem próximas, bom quando elas me encontraram estavam juntas e Alice estava machucada, Hillary ajudou-a.

— Bom, por que ela não contou para vocês que estava machucada?

— Não sei o que se passava pela cabeça dela, não sei exatamente o que ela quis dizer com algumas frases...

Ela não responde de imediato; suspira e olha para os próprios pés.

— Você viu os corpos dilacerados? Suas barrigas perfuradas do mesmo jeito de Hillary? Os lobos comem gente, e não tem piedade, não sei o porquê deles serem assim, talvez seja alguma mutação...

— Feitos em laboratório? – pergunto.

— É. E treinados para matar. Eu sinto em dizer isso mas: estamos ferrados. Acho que será impossível de sair daqui – paro de andar, ela também para, e eu falo:

— Sempre há uma possibilidade. – respondo voltando a andar, ela me olha boquiaberta, mas não responde. Como Alice disse, nós vamos sair, seja lá como, mas vamos. – Como conseguiu sobreviver esse tempo todo sozinha?

— Não dormindo, e não comendo – explica – não tem comida aqui, então passar fome foi a melhor opção. Até que encontrei vocês. Eu bati na Hillary e em Alice, e nem sabia que elas iriam me ajudar. Nem deu tempo para pedir desculpas... – Ela assenti – mas, agora me sinto melhor. E tenho certeza que encontraremos uma saída. E não sei se conseguirei sobreviver, será que há outros sobreviventes? Além de nós.

— Não sei, acho que não havia um número grande de gente morta lá... então não. – Respondo.

Notas finais
Eu 'to com dó de matar eles... ooops, desculpem, mas foi preciso, EU ACORDEI COM ESSA IDÉIA NÃO ME JULGUEM (e sonhei com ela também) e DOMINIQUE VÊ SE COMENTA SENÃO DEGOLO O PESCOÇO DO ISAAC, tanks, valeu. kk - Beijinhos