Notas iniciais
Desculpem o hiatus. Enfim, consegui escrever. E POR FAVOR SE QUEREM CONTINUAÇÃO COMENTEM. AMO VCS. E ATÉ. *Isaac - Ian, quando ele fazia Lost - na capa ♥

The Chainsmokers — Closer ft. Halsey

— Você é a melhor pessoa que já conheci! – digo para Lysa que corava fortemente.

A nossa caminhada foi longa, já estamos caminhando há dois dias. Lysa está mandando em todo mundo, isso me irrita às vezes. Mas ela é legal quando não está reclamando comigo com Isaac ou com Miles.

— Bom, vocês dois, Miles e Agiih— ela aponta para mim e Miles – vão olhar o robô. E eu e o Isaac vamos procurar comida. Achem coisas que sejam úteis!

Miles sorri, e acena com a cabeça. E eu me viro para me juntar a Miles.

LYSA

Isaac estava ao meu lado, caminhando devagar. Ele estava com uma cara tranquila, e tinha um sorriso torto. Já caminhávamos há uns 30 ou 40 minutos, e ele não falou nada! Sinceramente, quando ficam muito quietos eu acho que estão com problemas. Resolvo puxar assunto.

— Isaac, tudo bom? Tá quieto.

— ‘To bem sim. – quando ele fala aqui, olho para alguns cogumelos no chão.

— Olhe! Comida!

— Você não acha que é venenoso? – pergunta ele desconfiado.

— Ah, qual é? Por que um de nós não experimenta? Vamos fazer pedra, papel e tesoura pra decidir quem vai.

— Ok. – suspira.

— Três, dois, um...

Ele mostra uma dois dedos e eu a minha mão aberta. Ah. Tesoura corta o papel. Perdi.

— Bom, acho que você vai ter comer o cogumelo. – diz com um sorriso no rosto.

Tiro o cogumelo da terra e analiso-o. Era um vermelho meio laranja, estranho. Tiro a terra e coloco-o na boca, tiro um pedaço e mastigo. O seu gosto era incrivelmente doce! Sinto como se estivesse viajando, de repente, fico zonza e minha visão fica turva. Eu estava desmaiando.

* * *

— Lysa! Lysa! – alguém berrava. Ouço uma voz. Era Miles. Estávamos em um quarto. O meu quarto!

— O que aconteceu? – digo, sem entender.

— Você desmaiou.

— Sério? Mas... eu não estava...

— Esquece, Lysa. – ele me corta.

Resmungo um “ok...” baixinho, e ele olha bem nos meus olhos, e se aproxima. Ele me beija e eu retribuo. Ele toca o meu rosto durante o beijo. O beijo era quente, e nada calmo como era sempre. Tinha um sinal de que ele queria mais que só uns beijos.

— Lysa... – ele para e eu o encaro. – Não podemos fazer isso. – diz baixinho.

— O quê? Por quê? Eu gosto de você, e quero que isso aconteça algum dia! – reclamo, e ele me puxa pra mais perto dele, deve ter percebido o meu tom de irritação. Enfim ele me beija e só percebo que estou sentada na cama quando ele começa a passar as mãos pelas minhas costas, levantando a minha camisa, ele a tira. E eu fico só de sutiã. Ele tira a sua camisa, e logo em seguida mexe no fecho do sutiã, ele tira e eu sinto que estou corando. Minhas bochechas devem estar mais vermelhas que meus cabelos. Ele me encara envergonhado, e eu um pouco atrevida me dirijo ao zíper de sua calça, e a abro. Vejo sua cueca box vermelha, e fico sinto corar mais. Minhas mão tremem um pouco. E ele me beija de novo enquanto me puxa para seu colo. Ele toca em meus seios com cuidado, e massageia-os. Logo depois começa a chupa-los, gemi um pouco alto, e ele para. Tira meu short e vê a minha calcinha. E logo a tira. E foi assim que tive a melhor noite da minha vida.

De manhã...

Acordo, mas não abro os olhos, sinto alguém ao meu lado, sinto sua mão ao lado da minha coxa. Me viro e vejo Isaac ao meu lado. Então berro alto. Ele acorda e me encara.

— Lysa... oi...

— O QUE ACONTECEU AQUI?

— Olha, não sei exatamente. Você estava louca e disse que queria transar comigo...

— EU?!

Ele ri e diz:

— Sim, você.

E-I-T-A. Mas eu não tinha ficado com o Miles? Como apareci com Isaac?

— Enfim, antes de você acordar dei uma volta por aí e vi que tem uma cachoeira, vou pra lá agora tomar um banho. Fique aí e se vista. – diz apontando para minha roupa jogada num canto.

Eu olho feio para ele, e ele vai embora.

Alguns minutos depois...

Já vestida caminho por aí. Aquele lugar tinha bastante árvores frutíferas, depois devíamos pegar alguma coisa. Sem querer acho a cachoeira e vejo ele de costas! Nu! Vejo se tinha alto para me esconder, no máximo uma árvore. Corro para trás dela e suspiro. Ouço passos e bufo:

— Ah tudo bem, ‘tô te espio... – alguém abafa minha voz com a mão. E não era Isaac. Era um garoto alto e com cabelos castanhos e com olhos da mesma cor. Havia duas garotas ao seu lado, uma loira e uma morena.

— Quem é você? – pergunta, tirando a mão da minha boca.

— Eu que deveria perguntar isso...

— Responde logo.

— Sou Lysa.

— Sou Harry. Ela é Alice – aponta para a morena –, e essa é Allea – fala apontando para a loira.

— Ok. E aquele menino lá – falo apontando para Isaac –, tomando banho é o Isaac.

— Seu namorado? – pergunta Alice.

— Quê?! – vocifero e continuo: – Não!

— Para de mentir... – diz Allea.

— Olha, mal conheço vocês, então, por que não falamos de coisas normais ou não, já que caímos num planeta bosta. Só peço: podemos falar de qualquer coisa, menos de namorados, ok, obrigada.

Harry se afasta, e olha o perímetro.

— O que aconteceu?

— A namorada, ficante ou sei lá dele morreu faz dois dias. Foi difícil, nem conseguimos enterrá-la. – explica Alice.

— Quando conheci ela, ela tentou me matar. Mas tudo bem!

Ri alto. Isaac já deve ter saído do banho, e deve ter visto essas pessoas.

— Quem são estes?

Devagar demais. Ele já estava ali. Parecia que toda a sua inocência se esvaziará. Ele tinha um olhar convencido e me encarava com aqueles olhos azuis, e eu encaro-o também.

— Alice. – ela se apresenta estendendo a mão. Isaac estende a mão molhada para Alice, e Alice sem problema algum aperta a mão de Isaac.

— Allea. – eles se cumprimentam.

— E aquele é Harry – diz Alice –, ele está meio triste, mas ele logo voltará. E como vai o seu namoro com a Lysa?

Finjo uma série de tosses.

— Você está bem, Lysa? – primeira vez que ele fala como o inocente Isaac.

— Estou. – digo, encarando as duas garotas com um olhar mortífero. – Bom, temos de voltar, Miles – foi duro falar de Miles, mas continuei: – e Agiih estão olhando o robô. Mas vamos pegar umas frutas. Eles devem estar com fome.