Notas iniciais
Oii, corações, tudo bem? Espero que sim. MAS EU TO MUITO ANIMADA! HOJE É MEU ANIVERRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR ♥ Tô a mil! Esse capítulo provavelmente sairá as 2:05 e então sorry (imaginem a voz do JB) por programar a essa hora, mas eu adoro madrugar ♥ Adivinha na sacanagem? Fui postar caiu a net, MINHA INTERNET SAFADA DEMAIS DA CONTA KKK Ah! E não esqueçam dis meus parabéns, mereço? E não achem A WINTER INÚTIL, POR FAVOR! Kkk mas ela não posta nada, mas ela revisou os meus erros de digitação (escrevi esse capítulo no celular e as teclas são minúsculas) e eu gostei do resultado, apesar de excluir a metade, pois eu achei desnecessário e eu achei minha escrita muito fragmentada e eu tirei – e, pois, tinha bugs no meu celular por causa disso, e ele tá estragando. Não tá abrindo nada! Que raiva. Espero que não estrague, pois, se estragar eu entro no computador uma vez por mês, e é ruim para responder reviews uma vez por mês, né? E os capítulos sairiam com muita demora e eu amo o meu celular ♥ Colocarei o dreamcast aqui, beleza? Se não aparecer o gif, eu colocarei os nomes aqui: Hillary – Amanda Seyfried Alice – Lily Collins Harold – Theo James ♥ ♥ Sweet – Mackenzie Foy (a menina tem 15 anos e tem 1,32 eu tenho o dobro de centímetros dela 1,64.) (gif: https://media.giphy.com/media/eWAg1Bk17w7xm/giphy.gif) General Sageness – imaginem como quiserem! Mas um homem de 54 anos, beleza? É que eu não conheço muitos atores mais velhos, beleza? Ah se o gif da Alice não funcionar: http://31.media.tumblr.com/tumblr_m8s8esPkpV1r9a1xh.gif. Posso recomendar uma música? Heartbeat - Vicetone ♥ Então... Enjoy!)

Acordei com uma forte dor de cabeça, olhei para o lado e vi a minha companheira de cabine acordada.

— Está acordada, Hillary? – perguntou Alice.

— Sim, por quê? – perguntei com um pouco de mal-humor.

— Por nada. Só queria saber. Você não confia em mim ainda? – perguntou, confusa.

— Eu acabei de te conhecer – murmurei. Eu sabia que ela não era uma pessoa ruim, e é uma pessoa muito bonita, com seus cabelos castanhos e seus olhos da mesma cor, ela devia ter chamado muita atenção na escola. Já eu como filha do General Sageness tenho bom... restrições. Lembro-me da minha última conversa com ele.

“— Hillary— pediu ele suavemente –, não vá ser enfermeira. Eu acabei de voltar da guerra e você me vem com isso? Não fale besteira! – aumentou o tom de voz. Olhei para Sweet que estava ao meu lado, sua expressão era de terror, papai nunca tinha berrado comigo na frente dela. – Sweet, vá para o seu quarto. – falou ainda com a voz alta. Como Sweet era mais nova que eu ela obedeceu, crianças com 10 anos obedecem os pais, eu obedecia.

— Olha, não fale assim com Sweet. – pedi. – Ela não tem nada a ver.

— Saia da minha casa – falou apontando para a porta. – VÁ!

Obedeci-o. Saí sem me despedir de Sweet, iria sentir saudades da minha irmãzinha.

— Ei, Hillary. Você está sentindo a nave balançar? – Alice me perguntou.

Parei de me mexer. Não consigo escutar nada me mexendo. Ouvi uma explosão. Ouvi o piloto dizer:

Senhores passageiros, informo que tivemos uma falha no motor 1, e teremos que fazer um pouso forçado em Atlante, o planeta onde os guardas são treinados..., parei de escutar, estava estática. Meu pai havia me falado sobre esse planeta. Ele foi para lá, e sobreviveu. Ele disse que no lugar onde ele foi para era num lugar cheio de grama, só disse isso. Ele começava a chorar. Não tinha muita informação, mas sabia que eles tinham controle total do planeta e tudo o que tinha dentro, bom, não garantimos um pouso bom...

Naquela hora não pensei duas vezes, e falei:

— Precisamos nos proteger do pouso, como? – questionei-a, ela hesitou, eu tive uma ideia boba, de se enrolar nas cobertas... – Vamos nos enrolar... Pegue as cobertas e se enrole nelas, onde cairemos precisaremos delas.

Ela me olhou confusa, apenas apontei para o cobertor. Ouvi outra explosão, vi que Alice ia gritar, logo tapei a sua boca. Odeio berros.

Senti a nave se inclinar, meu corpo e o de Alice foram jogados para o outro lado da cabine, só isso que eu me lembro antes de desmaiar.

* * *

Senti minha mão estar agarrada a outra, fui abrindo meus olhos devagarinho. O cenário era de destruição realmente. Olhei para a minha mão, estava agarrada a de Alice, que pelo que vi estava desacordada.

Me levantei, com dificuldade. Os restos de nossa cabine estava, bem, prensando a perna de Alice, fui até lá, e tentei puxar, mas era muito difícil para levantar tudo sozinha.

Vi Alice acordar, ela ficou parada. Peguei e empurrei um pouco, mas não mudou muito de lugar.

— Alice, eu vou te tirar daqui, eu prometo.

Alice não respondeu; apenas ficou quieta. – Por que você não me responde?! – perguntei, furiosa.

— Desculpe, Hillary – falou. – Mas tire logo isso dos meus pés – pediu.

Levantei aquilo e joguei para o lado, estendi a mão para Alice, mas ela não aceitou.

— Não consigo levantar – sussurrou ela.

— Eu te ajudo – falo, ajudando-a. Ela se apoiou no meu corpo, pude sentir sua mão sobre o meu ombro, isso me deu arrepios, peguei algumas cobertas e continuamos um pouco, o cenário era de neve, a tonta aqui, não havia percebido, estava frio, enrolei Alice e eu em uma coberta. Vi um lugar onde havia um pouco de fumaça.

— Alice, olhe! – apontei para onde a fumaça vinha, começamos a andar um pouco mais rápido, sem abusar.

Senti o corpo de Alice tremer. Peguei outra coberta que havia trazido comigo e botei-a sobre ela. Ela me deu um sorriso fraco e me deu um olhar agradecido.

Até que enfim chegamos no lugar onde havia a fumaça, encontramos vários equipamentos, armas e um pouco de comida!

Carne! Estava com fome e já estou cansada de carregar o meu corpo e da Alice. Pego um pedaço com a minha mão livre e mordo um pedaço. Peito de frango. Sinto todo o gosto. Até ouvir Alice dizer:

— Olhe, armas – anunciou apontando para o outro canto. Sorrio e levo Alice até lá, ela olha e percebe uma pequena adaga. – Pega aquela adaga para mim? – pediu e eu assenti. Olhei ao lado da adaga havia um arco e flecha, peguei a adaga e estendi para Alice.

Abaixei-me e peguei o arco, senti sua textura, e peguei a aljava. Havia uma espada ao lado, peguei-a e deixei junto de meu arco.

Voltamos para o lugar das comidas, havia apenas 2 maçãs. Estendi para Alice e ela guardou no bolso da frente da sua calça, eu peguei aquelas carnes, elas estavam embrulhadas em um plástico, peguei e coloquei em meus vários bolsos da minha calça, ela era tipo aquelas calças camufladas dos soldados. Havia pego um pacote e abri, comi um pedaço. Alice não estava comendo as maçãs. Estendi um pedaço de carne e ela disse:

— Sou vegetariana.

Fiquei incrédula, olhei-a como ela fosse uma louca.

— O que foi? – ela me deu um sorriso bobo e eu apenas revirei os olhos.

— Vamos dormir aqui hoje?

— Sim. Será difícil achar um lugar melhor – ela comentou e eu assenti. Joguei o meu último cobertor no chão, ele era grande. Cabia nós duas de boa, deitei-a no tapete e tentei achar alguma coisa de útil naqueles destroços. Comecei a vasculhar, achei duas bolsas, na qual podíamos guardar nossas coisas. Comecei a andar para trás dos destroços, era a parte final da nave, olhei lá havia um garoto. Um garoto lindo. Ele estava tremendo e de cara na neve, cutuquei-o.

— Alice! Achei alguém! – berrei, continuei cutuquei-o. Ele acordou e apontou a faca na qual ele tinha na mão. Fechei os olhos, pensando na dor da minha morte. Mas não senti nada.

— Garota, você me assustou – confessou o garoto. – Como você se chama? – perguntou tirando a faca de perto do meu rosto.

— Hillary, mas você pode me chamar de Hill. – me apresentei. E ela sorriu.

— Tem mais alguém com você, loira? – corei com aquela frase.

— Hey, quero te mostrar alguém. – olhei seus cabelos morenos, ele é bem bonito para garotas normais, com olhos castanhos e corpo definidos, era o sonho de qualquer garota. – Alice! Encontrei esse garoto ali atrás.

Ela levantou os olhos da sua adaga, seus olhos iluminaram-se e falou:

— Agora você não precisa... ficar que nem uma louca sozinha me levando!

Certamente senti meu corpo esquentar, estava falando assim dele sem conhecê-lo.

— Não me importo de te levar – falo e ela ri.

— Não estaremos sozinhas.

— Alice, para. – peço e ela me olha intrigada.

— Garota, o que você tem? – perguntou, eu apenas corei. Ela não devia me chamar de "garota". Eu tenho nome, e provavelmente sou mais velha que ela.

— EU NÃO TENHO NADA! É VOCÊ QUE JÁ ESTÁ CONFIANDO NESSE CARA?! FAÇA-ME O FAVOR, GAROTA! TU É FORA? VOCÊ ACABOU DE CONHECÊ-LO! – berrei, exaltada.

— Eu te conheço a muito tempo... 6 horas.

— Pelo menos não é 2 minutos – comentei e ela me fuzilou com o olhar. – Olha teremos de trabalhar juntos para sobreviver. Então, eu serei a líder...

— Não. Eu serei. – falou o moreno.

— Garoto, eu nem sei o seu nome muito menos se você é um bom líder.

— E como saberíamos que você é uma boa líder?

— É – concordou Alice. Traíra.

— Vocês não sabem de quem eu sou filha, então calem-se. – rosnei.

— Seu pai e a sua mãe eram apenas moradores da Capital, hmm, só isso? – tentou o garoto.

— Aí, garoto, você não sabe de nada! – bufei. – Eu sou filha do general que falou a notícia para vocês, e então eu serei a líder ou eu mato um de vocês dois agora mesmo.

— Como se você não tem armas?

Idiota, pensei.

Olhei para o chão, ao lado de mim estava uma faca, me abaixei e peguei-a.

Dei uma rasteira nele e ele caiu, fiquei encima dele com a minha faca no seu pescoço usando a técnica de cortar o pescoço, melhor morte.

— LARGA ELE, HILLARY! – berrou Alice, e eu ignorei.

— Quem é a líder? – perguntei em voz alta.

— Eu.

Fui colocando a faca cada vez mais perto de seu pescoço estava já encostando muito, seu pescoço começava a ficar vermelho, adoraria matá-lo agora, mas talvez ele seria útil.

— Fala quem é a líder logo! – diz Alice.

— Você tem 5 segundos. 4... 3...

— Tá é você! – cedeu o garoto. – Agora dá pra descer de cima de mim, você é pesada.

Saí, joguei a faca no chão, peguei o segundo cobertor que cobri a Alice, jogue-o no chão, e sentei-me. Olhei para o lado, bufando, olhei para o lado. O garoto e Alice estavam um ao lado do outro, resolvi procurar outro lugar para ficar, olhei para o resto da nave.

Havia uma entrada. Uma entrada quentinha. Empurrei um pouco dos destroços e consegui passar meu corpo magro pela passagem. E lá tinha alguns travesseiros, e uma coberta. Parecia uma cabine. Havia também um resto mortal de um prato de plástico, apenas empurrei-o para o lado com o pé. Joguei a coberta no chão e peguei o travesseiro, a outra coberta era mais grossa que a minha o que me deixou relaxada.

— Hillary. – ouvi Alice chamar. – Hillary?

Ela continuou a chamar meu nome, aquele momento eu já estava meio fora.

Ela me viu lá dentro e se arrastou mais rápido.

— Garota, você quase me matou de susto! – ela disse ao meu lado. Fechei os olhos, para não encara-la. – Ei, ei – ela me cutucou. – O nome do garoto é Harold, mas prefere ser chamado de Harry.

— Bom pra ele – resmunguei, indiferente. – E venham para cá, está quentinho – me senti mole. Não conseguia permanecer de olhos abertos, nem falar direito. Vi que minutos depois, eles trouxeram tudo para dentro do meu espaço.

— Está escurecendo.

— Alice e Harry... Vocês irão dormir no mesmo cobertor? – perguntei.

— Tem outro? – Harry perguntou, sério.

— Eu achei um aqui, mas não é suficiente.

— Então sim.

— Nada de merda quando eu estou aqui, e, Harry, fecha a entrada tô com frio.

Harry saiu um pouco, chamei Alice e ela se arrasta até mim e digo:

— Cuidado com ele, ele só está querendo te usar...

E ele finalmente entra. Droga!

— Como?

— Ele só quer te usar – sussurrei. – Você sabe.

Ela olhou para Harry, e foi para o lado dele. Eles estavam de costas um para o outro, ouvi um uivo. Um uivo alto. Um uivo de lobo.

— O que foi isso? – perguntou Harry.

Alice levantou e olhou para a porta, havia uma grande sombra.

Fiquem quietos, soletrei sem falar nada.

O lobo farejava tudo, ele achou um pedaço da minha carne e comeu-o sem mastigar. Alice estava apavorada, Harry a abraçava de lado. Idiota II.

O lobo saiu da porta e uivou para o seus companheiros que responderam.

— Harry – sussurrei –, Harry...

— Oi?

— Trouxe o meu arco?

— Sim e sua aljava também.

Deus do céu! Agora estou vendo que ele prestou para alguma coisa.

Ele estendeu o arco para mim, e a aljava logo depois.

— Pegue a espada, Harry. Iremos sair. – sussurro e ele assenti, reviro os olhos e boto a aljava nas costas. – Alice, cuidado, se algum deles entrar você vai matá-lo com a sua adaga, beleza?

Ela também assenti e eu apenas me levanto deixei minha bolsa escondida debaixo dos meus cobertores, Harry foi na frente, ele arrastou a porta improvisada. Um lobo pulou nele e ele caiu encima de mim, ele e o lobo encima de mim lindo. Chutei a sua perna, e ele matou o lobo e jogou-o para o lado, e me ajudou a levantar.

— Doeu – comentou e eu ri.

Saímos e eu fechei a porta para não atacarem Alice, vi um lobo correndo para atacar Harry, peguei uma flecha rapidamente e apontei para ele, e soltei, acertou no peito do lobo, virei-me e vi 2 lobos, e mais nada, parecia que tinham se mandado, mirei e atirei, fiz isso no outro, Harry sorriu para mim, dei um sorriso malicioso.

— Você é uma idiota – fala ele no meu ouvido.

— Uma idiota que você gosta – respondeu, encostando o meu lábio do lado do seu. Ele moveu os seus lábios até os meus. Foi rápido, tadinha da Alice se tiver sentindo alguma coisa por ele. Ele pegou na minha cintura, e estávamos com as testas encostadas. – Pensei que você gostasse da Alice.

— Eu não gosto de você e nem dela. Você é só diversão.

Eu ri, baixinho. E ele desceu a sua mão direita até a minha bunda.

— Tarado – murmurei no seu ouvido, e empurrei-o para longe de mim, tirei um fio loiro do meu rosto e caminhei até a entrada de onde está Alice, entro e vejo que ela já está dormindo, aproveito que ela está dormindo para puxar Harry para dentro, ele começa a me beijar com intensidade, e desceu para o meu pescoço, dando leves beijos. Sorrio maliciosamente e vejo Alice se mexer, empurro ele para longe e finjo uma conversa civilizada.

— Vocês já voltaram? – perguntou Alice, bocejando. – E, Hillary, por que seu pescoço está babado?

Passo a mão pelo meu pescoço, tiro a saliva.

— Saliva de lobo – olho para Harry que segurava um sorriso. Idiota III.

Harry não aguenta e ri alto, tantas que me fizeram corar.

Alice também riu da minha cara, apenas fiquei olhando a cara de deboche de Harry. Alice finalmente diz que vai dormir, me levanto e vou lá pra fora novamente. Fico o primeiro turno por mais ou menos 3 horas, e depois Harry veio e trocou de lugar comigo, e eu dormi tranquilamente.

Notas finais
Ah, Happy, comente senão a Alice vai falecer, vou explodi-la como a Helena fez com a Erika - uma série no Youtube rs, rezendeevil