The End Is Coming
35 Capítulo 35 - Não existe amor
Notas iniciais
Obrigada Marcos Vinicius FS que fez a cena do Carl e da Mari!
Melly estava sentada em seu sofá, ela estava olhando fixamente para Ethan enquanto ele brincava com os bonequinhos de Star Wars.
— Você é um crianção! – Ela ria dele.
— Você que é muito madura.
— Vai teimar comigo?
— Não, vou te beijar. – Ele se aproximou dela e a beijou.
Os dois estavam envolvendo os braços no beijo. Era um beijo simples, mas que deixou os dois felizes.
[...]
Prisão
Carl estava em sua cela. Ele resolveu sair um pouco para ver o que estava acontecendo lá fora.
Na Prisão estavam apenas Carol, Melanie, Molly e Beth. Kelly e os outros haviam saído em busca de suprimentos.
Ele viu aquele atalho que ele usava para ver Mari. E quem estava entrando pelo local? Mari.
— Ei... – Ele foi interrompido com Mari que pulou nele. Os dois estavam caídos no chão rindo.
— Desculpe. – Mari continuou a rir.
Carl se levantou e ofereceu o braço para Mari, que se levantou junto.
— E então... O que veio fazer aqui? – Ele sorriu.
— Ai não, não sorria. Assim eu vou ficar hipnotizada!
— Tarde de mais. – Ele a puxou para si e a beijou.
Suas mãos estavam envolta da cintura fina da garota. Ela entrelaçou os braços pelo pescoço dele.
— Onde estão todos? – Mari interrompeu o beijo.
— Suprimentos.
Ela voltou a beijá-lo e logo parou. Carl escutou algum barulho no chão e se separou de Mari.
— Own. – Mari sorriu, Judith que havia feito o barulho.
Carl carregou sua irmã no colo.
— Quer carregar? – Ele ofereceu a criança para Mari.
— Sim.
Mari pegou a bebê delicadamente e a segurou firmemente.
— Meu Deus. Como você nunca me contou que tinha uma irmã?
— Não sei... – Ele coçou a cabeça.
Mari deu uns beijinhos na testa da menininha.
Judith sorriu.
— Ela gostou de você! – Carl beijou a bochecha de Mari.
— Ela é muito fofa!
Logo, Mari colocou a menina no chão delicadamente e voltou a beijar Carl.
Os dois foram em direção à cela de Carl sem parar com o beijo.
Carl, só estava sentindo o beijo que Mari estava lhe dando, mas ele sabia que ela queria mais, mesmo assim, continuou esperando até ela fazer alguma coisa, e foi o que aconteceu, ela o deitou na cama, a partir daí, ele já tinha certeza do que deveria fazer, ela agarrou seus cabelos na parte de trás da cabeça, Carl respondeu pegando forte em sua cintura por baixo da blusa que ela vestia, ela deu um sorriso no beijo, e começou a tirar a camiseta de Carl, ele a ajudou, eles se beijavam tanto, que nem se preocupavam se alguém poderia aparecer do nada e abrir a porta da cela, Mari tinha absoluta certeza de a sua primeira vez seria com Carl, assim como Carl sabia que sua primeira vez seria com Mari, Carl começou a movimentar a blusa de Mari para cima, ela ergueu os braços para ir mais rápido, Carl se sentou na cama e Mari virada para ele, os dois pararam por um momento para respirar.
— Carl... – Mari cobriu o corpo. – Eu não sei se quero fazer isso, ainda sou muito nova, entende?
— Tudo bem. – Carl pegou sua camiseta. – Quando se sentir pronta me fale.
Mari sorriu para ele e colocou sua regata. Ela saiu sem dizer mais nada.
[...]
Woodbury
Letz e Charlie estavam conversando.
— Nossa, mas tipo... Mari e Carl ainda são namorados? – Charlie perguntou.
— Sei não hein...
— Por falar em Mari, cadê ela?
— Deve ter saído para caminhar. Ela tá muito estressada com a Mel.
— Nossa, mas a Mel não colabora também, né?
— Ela provoca Mari direto.
— Ela é legal comigo.
— Comigo também!
Mari apareceu e entrou em seu quarto sem dizer nada.
Letz e Charlie se entreolharam e fizeram sinais de que iriam subir para conversar com Mari.
— Oi... – Charlie abriu a porta do quarto de Mari.
Mari olhava para frente fixamente e ela segurava seu travesseiro e sua cabeça estava encostada no início da cama.
— Tudo bem? – Letz ajeitou o cabelo rosa.
Mari não tirou os olhos dos pés.
— Mari? Volta pra vida amiga! – Charlie passou a mão levemente na frente do rosto de Mari.
— Ahn... Oi? – A menina olhava para as duas amigas.
— Nossa, você tava pensando em que? – Charlie se sentou ao lado da amiga.
— Nada.
— Não vai mesmo contar? – Letz abaixou o olhar.
— Eu e Carl quase tivemos a nossa primeira vez.
— Meu Deus. – Annie se encostou ao batente da porta. – Acabo de chegar e já escuto isso, é mesmo?
— E por que “quase”? – Charlie se virou para Mari.
— Eu rejeitei.
— Por quê? – Letz perguntou.
— Eu tenho só 14 anos, sou muito jovem ainda.
— Mari... Estamos em um apocalipse zumbi, não existe amor.
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