Notas iniciais
Aqui tem alguns avisos muitos especias pra se dar, prestem atenção na parte do final!

Ele queria estar olhando em qualquer outra direção, queria não estar ali.

Ele estava olhando diretamente pros olhos do sueco, e estava adorando ter sua pele mordida e provada repetidas vezes pelo outro. E enquanto o de óculos descia a língua pela barriga e percebeu que não tinha dito algo muito importante.

-Tino. –O sueco sussurrou, conforme seu hálito quente batia contra a parte mais sensível do menor. –Você tem gosto de baunilha.

*

A manhã chegava e fios de luz atravessavam a janela. O loiro germânico acordou, sentiu seus dedos tocaram o peito musculoso e nu de um certo romano. Não lembrava como chegaram a aquele nível. Pior, chegaram àquele ponto de novo. E foram várias vezes em uma só noite.

Imagens da noite anterior passavam pela sua cabeça, como Roma beijando suas coxas e descendo com a língua até seus pontos sensíveis. Aquele cara sabia como fazer amor e deixar o loiro louco. Lentamente, o outro acordava e cobria-o com um abraço apertado e intimo.

-Bom dia, paixão. –Falou o moreno, beijando o outro com força e controle.

Céus, como aquele homem sabia o que fazer nessas horas.

-Pare com isso, Roma. –O outro falou, empurrando-o de leve pro lado, claro que isso não diminui sua libido ou vontade praquilo, aliás a de nenhum dos dois. –Eu só vim à cidade para que eu pudesse colocar juízo na cabeça de um neto meu, não esperava te encontrar aqui.

-Mas agora que encontrou ficou feliz, não ficou? –Roma perguntou, enquanto o outro se levantava da cama, mesmo nu e com uma enorme marca de chupão nas costas.

-Por favor, eu me divorciei faz pouco tempo, não sei por que fiz isso, mas não foi mais que um acidente. –Germânia apalpava o chão atrás de suas roupas. Ele encontrou sua camisa e a vestiu por cima dos ombros.

-Germânia, por favor, não seja mau consigo mesmo. –Roma já estava trás do outro, sua respiração quente o excitava ainda mais para continuar a noite passada. –Deixa eu te fazer sentir bem. –as mãos do romano sabiam onde tocar.

Um aperto na coxa o faria gemer baixo.

Um aperto nos mamilos faria com que ele se inclinasse pra frente e começasse a se derreter.

Com apenas um giro, os dois estariam olhando um pro outro e um beijo de leve nos lábios o fazia enlouquecer.

Beijava-o no pescoço enquanto as pernas do mesmo se envolviam na cintura dele e mais gemidos saiam

Sim, eles provavelmente continuariam aquilo por horas.

*

Tino correu pelos corredores do hospital. Seu jaleco branco estava um pouco bagunçado pela presa com que o colocou. Ela havia saído correndo depois de perceber o que havia feito com Berwald, ainda mais uma pessoa que acabara de conhecer.

Eles fizeram feito animais, ele até estava usando uma camisa de gola role, pra esconder chupões espalhados pelo pescoço. O sueco havia sido gentil, mas também firme e isso o deixava tão extasiado e louco que só podia gemer e gritar enquanto o outro lhe levava pras estrelas.

Se sentia culpado por se sentir desse jeito. Mesmo que de algum forma, ainda sentisse o choque na espinha pelos beijos fortes e controladores do outro.

Nunca sentiu tanto prazer até ser dominado pelo maior.

-Dr. Tino! –Alguém chamou, alto. Uma enfermeira o informava que alguém o esperava no saguão. Ele suspirou baixinho, se virando e agradecendo a mulher.

O finlandês era conhecido pelo hospital por ser gentil, doce e, talvez a palavra certa seja… fofo. Ele era como um ursinho de pelúcia com o qual uma garotinha conversa e desabafa antes de dormir a noite e sem o qual não dorme por se sentir insegura quando ele está longe.

Ele dava uma sensação caseira e gentil.

*

Matthew estava corado, pensando no que fazer no saguão enquanto o americano ao seu lado fazia barulho por comer um hambúrguer que ninguém sabia de onde ele pegou. Seria estranho cogitar que ele andava por ai com hambúrgueres, mas Matthew começou a pensar se isso não podia ser verdade.

-Matthew? –Tino surgiu do corredor, com um sorriso por ver um rosto mais conhecido. –Tudo bem?

-Tudo. –O canadense abraçou o amigo, com certa saudade do outro. –Tino, se eu fizer uma pergunta, você promete não estranhar?

-Acho que sim. –Tino falou, já estranhando aquilo.

-Você sabe onde eu estava na noite de anteontem? –Perguntou, já com certa hesitação na resposta do outro.

-Noite de anteontem? –Tino franziu o cenho, tentando ter alguma memória, mesmo que elas só vagassem pela noite que teve com o sueco. –Não me lembro de ter te visto naquele dia.

-Entendo. –Matthew suspirou, sua cabeça doeu um pouco com aquela declaração. –Obrigado ainda assim.

Logo que os dois iam se virar o finlandês viu um certo sueco entrando pela porta, seu corpo estava em perfeito estado e ele estava acompanhado de um buquê de flores. Todos os pensamentos passaram pela cabeça do pequeno e inocente Tino. Se bem que algumas de suas cogitações não eram nem um pouco inocentes. Pensou se ele não teria vindo visita-lo e tentar chama-lo de novo pra sair, apenas os dois ou pra fazerem de novo. Mesmo cada fibra do seu corpo o empurrando em direção ao homem alto e forte, seu cérebro dizia que talvez ele pudesse ter vindo visitar um parente doente, e que não sabia nada sobre Tino e não tinha interessa em saber, mas… ele ficava triste em pensar nisso.

-Tino. –Berwald surgiu de repente na frente do menor, que quase caiu pra trás no susto. –Tome. –Ele falou, entregando as flores ao menor, que corou as segurando.

-O-Obrigado... –O menor corou levemente conforme aproximava o buquê do rosto e sentia o cheiro das orquídeas. Matt riu um segundo ao lembrar do significado daquelas flores: “A dama mais bela”.

-Se estiver tudo bem, quero sair com você de novo. –Provavelmente, Tino não havia percebido, mas Mathias e Lukas observavam da porta do hospital, querendo saber como se desenvolveria o novo amor do maior.

Tino quase engasgou com a pergunta, como ele podia ser tão direto e simples. E se sair fosse um código pra fazer sexo? Obviamente ele não queria recusar, mas não iria aceitar, não com Matthew ali, ele estava em meio a um dilema de grande nível. O que seus pacientes podiam pensar de si?

“São outros tempos, mais liberais, está tudo bem em sair com um cara”. Uma voz na sua cabeça era insistente e o atirava contra o maior.

-Quando? –Tino aceitou perguntar, mas aceitar o convite seria mais difícil.

-O quanto antes, no restaurante dos meus pais. –Ele falou. Sim, um dos restaurantes mais caros da cidade logo no primeiro encontro? Era um sonho ou uma alucinação?

-Ce-certo. –Tino concordou.

O maior segurou o menor pela cintura, puxando-o em sua direção e o beijando com força e paixão, por sorte, poucas pessoas que não Matthew e Alfred estavam lá, e por isso, ninguém viu quando os olhares se cruzaram e uma aura de paixão e doçura se expandiu ao redor do hospital.

-Não se preocupe, eu irei te ligar assim que estivermos prontos. –Ele falou, mostrando o celular no bolso e mostrando como já tinha até mesmo a foto de Tino. Mais precisamente, uma foto dele dormindo, cheio de mordidas no dorso e sujo da noite anterior. O finlandês corou.

De alguma forma, Mathias estava orgulhoso do que criou.

*

As horas se passavam na casa do italiano. Enquanto ele e seu novamente namoravam incansavelmente, com beijos, caricias e elogios, uma figura de cabelos castanhos atravessava o corredor, seu paletó ainda estava amassado de alguns certos imprevistos que aconteceram na saída do hotel com um certo germânico que se fazia de difícil.

Os dois amantes foram interrompidos pela campainha, por mais que Feliciano nem ligasse considerando o quanto sua boca estava ocupada descendo a beijos o abdômen sarado de Ludwig, o maior tremeu de medo ao imaginar que alguém descobrisse seu caso.

Eles pareciam até recém casados apaixonados completamente.

-Vou ver quem é. –O italiano se levantou, e com um sorriso selou os lábios do maior que ainda estava corado com aquela aproximação.

Assim que o pequeno sorridente abriu a porta foi surpreendido por um abraço de um corpo muito maior que outro que o segurava com força e saudade, foi logo recebido com outro abraço de saudades. Enquanto Ludwig assistia aquilo, questionava-se como entender aquilo. Mas logo, aquele maior olhou pro loiro parado no sofá, ficou parado, o encarando com uma certa aura ameaçadora enquanto segurava o menor mais perto de si.

-Você é um dos amigos do il mio piccolo? –Ele estreitou os olho enquanto libertava Feliciano um pouco mais e se virava pra Ludwig com um olhar jovial e radiante de felicidade. –Não fui com a tua cara.

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Avisos do Ace

-Em visto das minhas voltas as aulas, todas as minhas histórias estão atrasadas. Acreditem, eu to tentando, mas ta tudo se batendo aqui e eu tenho pouco tempo. Eu não posso mais garantir de quanto em quanto tempo atualizo, mas garanto que todas as histórias sertão atualizadas com ao menos dois chap novos mensalmente.

-Eu postei uma one-shot ligada a essa fic. Chama-se The Bittersweet Dessert Symphony. Mostra a história de um dos encontros do Gilbert com o Roderich na época em que eles namoravam bonitinho, espero que leiam e gostem. Pretendo ainda postar uma história chamada The Sexier Kiss I Ever Received, que é uma fic Germânia x Roma na época do inicio do namoro dos dois.

-O casal GermâniaxRoma se tornará bem mais frequente no decorrer da história, a relação deles é acredite ou não, importante pros casais PrusAus e GerIta. Eles ganharão o próprio chap pra votação na próxima sessão.

-Os concorrentes dessa vez serão: Mathias x Lukas vs. Spamano vs. UkJapan. Podem votar desde já.

Notas finais
Avisos dados!