Notas iniciais
Gentem! 7 reviews?! OMFG! Eu jurava que iam ser de gente me xingando, mas olha só!
Obrigada, obrigada! Por causa de vocês eu escrevi esse capítulo tão rápido.
Notas finais importântes.
Enjoy!

- Bocchan, hora de acordar. — Ciel sentiu a luz do sol em seus olhos e cobriu seu rosto com um travesseiro fofo. Sebastian suspirou, andou até a cama e tirou o travesseiro do rosto do conde revelando uma cara, não bonita e simpática, mas brava e carrancuda. — Bom dia jovem mestre. Ainda está com sono?

- Eu preciso mesmo responder? — respondeu Ciel ainda de mau humor. Ele se sentou na beirada da cama para que seu dia se iniciasse. Sebastian parecia ter se esquecido completamente da noite passada. Falava sobre as inutilidades do dia como o chá que o garoto tomaria ou o que ele faria no dia. Nem parecia que os dois haviam... O conde bateu no próprio rosto a fim de esconder a vermelhidão do mesmo.

- Você está bem bocchan? — o conde assentiu ainda com a mão no rosto — Dor de cabeça? — ele negou. — O gato comeu sua língua? — finalmente Ciel o encarou ainda vermelho, mas bravo. — Bom dia bocchan.

- Idiota... Vou direto para o meu escritório Sebastian, ainda tenho papéis inacabados e vou precisar de todo tempo possível, por isso não me interrompa e cancele os compromissos que tenho hoje. — o mordomo estava pronto para protestar quando o conde fechou a porta. Moleque, como se fosse tão fácil cancelar tudo, assim, de repente. Bem era melhor abedecê-lo, Ciel não parecia de muito bom humor. Como se ele ficasse de bom humor algum dia...

Três e meia da tarde e desde que chegara em seu escritório Ciel não conseguira sequer ler todos os documentos em sua mesa. Estava acabado. Todos os pensamentos estavam direcionados à noite passada e ao homem de terno em seu jardim. Por que ele estava ali? Quem era ele? Algum ladrão, espião quem sabe.

Suspirou e olhou para o relógio. Três e trinta e dois. Olhou para a janela e para o céu lá fora. Cinza escuro. Olhou para os papéis em sua mesa. Tédio. Não aguentava mais ficar sentado ali observando as coisas ao seu redor. A sala parecia o estar sufocando, tinha que sair. Tinha que pensar sobre algumas coisas sem ouvir o chiado em seu ouvido. Chiado?

Ciel se levantou e caminhou o mais rápido possível até a porta. Sua cabeça começara a doer um pouco. Ao sair, andou pelos corredores, mas parou encarando a parede a sua frente. Estava ficando tonto e sua vista estava embaçada deixando quase tudo escuro. Continuou andando devagar e repentinamente tudo passou. Sua cabeça parou de doer, sua visão não estava mais turva e o chiado havia parado também. O que estava havendo afinal?!

- Bocchan. — Sebastian apareceu na sua frente. O olhar acusador em seu rosto já denotava tudo, Ciel iria levar um bronca. — Achei que estivesse trabalhando.

- Eu estava. Vou dar uma volta lá fora... Na verdade eu não lhe devo satisfações Sebastian. — o conde passou pelo homem e o mesmo suspirou e começou a segui-lo. — Vai ficar me seguindo até quando?

- Até que volte ao trabalho... — Sebastian pensou um pouco — Melhor, me conte o que está havendo com você e eu paro de te seguir. — Ciel apertou o passo ao ouvir isso. Droga, agora aquele demônio não o deixaria em paz até ele lhe contasse alguma coisa. Jurou a sí mesmo que não diria nada, nem sob tortura. — Não adianta fugir de mim bocchan.

- Eu não sei do que você falando. — a essa altura já estavam no jardim. Ciel parou e olhou para o céu. Cinza escuro, tempestade à vista...

- Sabe sim. Por que não quer me contar? — "Vai zombar de mim maldito! É por isso!" — Se está com medo...

- Não estou com medo! — exclamou o conde vermelho de raiva e vergonha. — Eu passei por coisas demais para ter medo! — Ciel foi em direção a um caminho que dava para uma floresta.

- Não vá por ai bocchan. — o conde já havia entrado no meio das árvores e não havia escolha para o mordomo a não ser seguir o mestre teimoso. E foi o que Sebastian fez. Andou um pouco no meio das árvores, mas não encontrou o conde. Droga, será que...

- Sebastian! — o chamado veio a leste e foi para lá que Sebastian correu. Ele encontrou Ciel segurando uma folha de papel velha igual a que ele achara na noite passada. Ciel o viu e acenou, mas o mordomo não se mexia. — Sebastian? — chamou novamente e desta vez viu o mordomo dar um passo para trás e olhar ao redor. Quando os olhos do mais velho pousaram em Ciel, o conde sabia que havia algo errado com ele. Sem mais delongas, Sebastian foi até o conde o mais rápido possível e o pegou no colo bruscamente.

- Vamos sair daqui! — ele olhou para Ciel, que estava meio confuso, e suavizou a expressão. — A chuva... — o conde assentiu, mas sabia que não era por isso que estavam saindo dali. — Bocchan... — a voz de Sebastian falhou — Enquanto estivermos aqui fora... Quero que feche os olhos.

-Por que?

- Só... Feche os olhos e tente relaxar, ok? — Ciel concordou e logo Sebastian estava andando. Não sabiam onde estavam, nem se o próprio mordomo sabia, mas confiava nele. Tinha que confiar nele, pois não sabia o que estava acontecendo e nunca vira aquele olhar no homem antes. — Quase lá bocchan.

Ciel ouviu passos atrás deles. "Não olhe... Não olhe...". Droga, era curioso demais! Lentamente ele abriu os olhos e olhou para atrás. Não havia nada, mas ainda podia ouvir os passos. Olhou ao redor e pode ver um vulto negro se escondendo atrás de uma árvore. Sentiu a mão de Sebastian em seus cabelos o obrigando a esconder o rosto em seu ombro.

- Eu disse para não olhar. Será que não pode me obedecer só uma vez? — o garoto se assustou com o tímbre de seu mordomo. Estava nervoso, quase com... Medo...

- O que você viu Sebastian?

- Conversamos depois bocchan. — ele começou a correr. Ciel pode ouvir os passos se intensificarem atrás de ambos.

- Me diga agora Sebastian! Do que estamos fugindo?! — Sebastian rosnou. Ele não parou de correr quando sairam do meio das árvores. Correu direto para dentro da mansão, subindo escadas com pressa e atravessando corredores até chegar ao quarto do conde. Rapidamente ele fechou a janela e a porta ainda com Ciel em seu colo.

- Assim é melhor... — ele pôs Ciel no chão e começou a andar de lado para o outro checando se havia algum lugar aberto. Viu que Ciel ainda estava parado ao lado da porta e foi até ele.

- Ok, já acabou a inspeção, será que pode dizer o que está havendo?

- Não, não posso. Não antes que você me diga o que está havendo. — Ciel corou e andou até a cama. Não iria contar, nem sob tortura. Ouviu um trovão e então a chuva lá fora. — Bocchan, se está tendo problemas pode me contar. — a voz de Sebastian se suavizou enquanto ele se digiria até a cama — Não vou zombar de você se é com isso que está preocupado.

- Parece até verdade... — disse Ciel bem baixinho para que o mais velho não o escutasse.

- É verdade bocchan. — tentativa falha do garoto. — Confie em mim. Eu sou seu mordomo. — o garoto pressionou os lábios. A voz de Sebastian transpassava confiança, mas como acreditar? — Está hesitando.

- Não estou! Se quer tanto saber eu vou contar! — Sebastian sorriu. Nada como mexer no orgulho do pequeno conde. — Há dois dias eu venho tendo pesadelos e não consigo dormir, era isso que queria saber?!
Agora tudo fazia sentido para Sebastian. Sim, aquele filho da mãe havia voltado, mas desta vez o demônio não deixaria seu péssimo gosto roubar-lhe seu jantar. Não mesmo.

- Então era só isso? — perguntou o mordomo se ajoelhando a frente do garoto. — Que bobagem, bocchan. Achou mesmo que eu o zombaria por isso?

- Cale a boca e desembucha o que sabe! — Sebastian estava pronto para falar quando ambos ouviram passos no corredor. Eram passos fortes, faziam um barulho alto quando batiam contra a madeira e eram lentos.

- Vem aqui. — Ciel foi pego pela manga da camisa e puxado para um canto do quarto onde ficou entre a parede e o mordomo — Olhe para mim bocchan, não se mexa ou fale nada. — Ciel olhou para porta. A maçaneta estava começando a virar e a porta abrir quando Sebastian segurou o rosto do garoto. — Olhe para mim, aconteça o que acontecer, olhe só para mim.

A porta se abriu com um rangido assustador, mas ambos não conseguiram ouvir mais nenhum passo.

- Ele está nos procurando — gesticulou Sebastian com a boca. — Fique quieto, está tudo bem.

- Quem está aqui? — Ciel fez o mesmo tentando controlar a respiração acelerada e seus membros que tremiam. O mordomo hesitou. A última coisa que queria era deixar Ciel mais assustado do que ele já estava.

- Der Ritter... — o conde sorriu em deboche, mas seu sorriso não durou muito. Sua expressão começou a mudar para uma expressão de enjoo e suas duas mãos foram levadas a sua boca. Sentiu uma dor intensa no estômago e na cabeça. Queria gritar com a dor que estava sentindo, mas não podia. — Não tussa bocchan! Aguente só mais um pouco e ele vai embora. — sua visão estava ficando turva novamente e pode sentir algo molhado escorrendo em suas mãos. Era sangue.

"Aguente Ciel, só mais um pouco!" — Sebastian pode finalmente ouvir mais passos e então não pode sentir mais nenhuma presença a não ser seu mestre. Ciel não aguentou mais, tirou as mãos da boca e caiu no chão de joelhos tossindo sangue. Ele não sabia o que fazia, se tossia, se segurava sua cabeça dolorida ou se chorava. Sebastian apenas assistia seu jovem mestre, se culpando mentalmente por não ter trancado a maldita porta.

- Que diabos foi aquilo Sebastian?! — com isso Ciel apagou.

Ciel acordou com uma voz cantarolando alguma canção de ninar antiga. Abriu os olhos devagar e olhou ao redor. Estava sozinho? Fora um sonho? Tentou se mexer, mas seu corpo estava dolorido principalmente seu estômago. Viu Sebastian sair do banheiro com um pequeno recipiente em mãos e um pano em seu braço.

- Ei, não se mexa. — o mordomo se sentou na beirada da cama. — Fique deitado.

- O que houve...? — Sebastian molhou o pano em um pouco de água e colocou na testa do conde. Ele estava sério, parecia um pai pronto para por seu filho de castigo.

- Bocchan, temos que estabelecer novas regras. — Ciel tossiu gemendo em seguida. — Não quero que ande sozinho, não quero que faça barulho enquanto estivermos nos corredores e nunca olhe para trás. Entendeu?

- Por que tudo isso? — Sebastian pegou o conde no colo.

- Vamos procurar o nosso vilão agora mesmo. Sei que é arriscado, mas o desmaio é só no primeiro encontro. Só vai sentir dor de cabeça e, antes de vê-lo, tontura.

- E por que vamos fazer isso? — Sebastian abriu a porta olhando para os lados.

- Eu não consigo vê-lo. Preciso que você me mostre onde ele está. Consegue andar? — Ciel assentiu e o maior o colocou no chão. O conde cambaleou um pouco se apoiando no mordomo.

- Tá, quando eu o vir o que eu faço? — ambos começaram a andar. A chuva ainda estava forte e os corredores escuros sendo iluminados somente pelos raios.

- Me diga onde ele está e deixe o resto comigo. — os únicos barulhos que Ciel conseguia ouvir eram da chuva, dos trovões, seus passos e os de Sebastian logo atrás e seu coração ainda acelerado. O conde parou em uma esquina do corredor.

-Não vou... — não ouviu resposta do mordomo e quando olhou para trás viu que Sebastian havia sumido. — Me deixou sozinho! — desgraçado, Ciel iria matá-lo se saísse vivo dessa experiência. Respirou fundo e continuou mais devagar. Arriscou só um passo e então parou. Por que estava com medo? Ele nem sabia como era esse tal de Der Ritter e que nomezinho brega esse. Mais um passo e outro raio iluminou o corredor revelando uma sombra negra bem à frente do conde. Mas espera, não era uma sombra... Era aquele homem que ele havia visto noite passada. O que ele estava fazendo ali?

Ciel não disse nada, deu mais um passo e ficou parado. Ele era um pouco mais alto que Sebastian e seus braços eram estranhos. Chegavam quase até os joelhos e seus dedos eram pontudos. O conde teve certeza que aquele ser não era humano quando o mesmo se virou, lentamente, revelando sua face... Ou a falta dela.

- Tá brincando... — Ciel tentou recuar, mas suas pernas não se mexiam não importasse o quanto ele tentasse. a dor de cabeça voltou junto com a tosse. Ele olhou novamente para aquela coisa. Estava parado, somente observando. — "Sem rosto?! Por que aquele idiota não me disse nada?!"

- Ora, ora, ora... — duas facas foram atiradas em direção ao monstro e acertaram seu peito o fazendo olhar devagar para o mesmo. — Então você está de volta? — Sebastian saiu das sombras com os braços cruzados e parou à frente de Ciel. — O que você quer, héin?

O homem retirou as facas do peito e as examinou, deixando-as cair em seguida. Olhou para Sebastian e pendeu a cabeça para o lado o provocando. Se ele tivesse uma boca estaria rindo naquele momento. Mais um clarão e ele desapareceu.

- Safado! — o mordomo estava tão absorto com sua raiva que se esqueceu de seu mestre atrás de sí. Somente quando virou e viu Ciel de joelhos que se lembrou dos sintômas em humanos. Imediatamente o mais velho se ajoelhou em frente ao seu mestre. — Você está bem bocchan?! — Ciel encarou seu mordomo e com toda sua força lhe aplicou um belo tapa no rosto fazendo o barulho ecoar no corredor vazio.

- Você me deixou sozinho! Desgraçado, como pode?! — o demônio ficou quieto, pois sabia que não foi muito certo deixar o garoto sozinho.

- Eu estava atrás de você o tempo todo bocchan. — outro tapa, só que mais forte e acompanhado de xingamentos.

- Mentiroso! Eu olhei para trás você não estava! E o que diabos era aquilo?! — Sebastian suspirou. Teria que explicar tanta coisa para o conde. Coisas que ele próprio não entendia muito bem. — Você vai me contar tudo, tudo! Você está me entendendo Sebastian?! — o mordomo assentiu e se levantou estendendo a mão para o garoto que se recusou a pegá-la e se levantou sozinho. Por que estava tão bravo com o mais velho? Sim foi errado deixá-lo sozinho, mas foi preciso. Será que o teimoso conde entenderia?

Caminharam de volta para o quarto de Ciel em absoluto silêncio. Vez ou outra os olhos de Sebastian caíam em seu mestre. Ele mantinha sempre a pose de comandante, mesmo com medo. Fascinante...

- Onde está a maldita página que eu encontrei? — Sebastian apontou para o criado mudo ao lado da cama. — E a que eu achei ontem? — o mordomo tirou o papel do bolso interno do fraque e entregou a Ciel. O conde andou até o criado mudo e pegou a outra analisando a caligrafia. Era a mesma.

"He's Here!"

O que diabos eram essas páginas?! "Ele está aqui" se referia ao homem altão e magricelo? E, agora a pouco, Sebastian havia conversado com ele. Sebastian o conhecia?

- De onde o conhece Sebastian?

- Eu lhe contei noite passada jovem mestre. — Sebastian estava aliviado. Achou que o conde não falaria mais com ele depois do ocorrido. — Encontrei esse canalha na Alemanha e, desde então, ele vem me perseguindo... — isso esclarecia pouca coisa, mas era um começo.

- Por que me deixou sozinho? — o mordomo se aproximou de Ciel. — Se der mais um passo eu pego a arma que está embaixo do meu travesseiro e atiro em você. — Sebastian parou imediatamente. Puxa, Ciel estava tão bravo assim?

- Ele não aparece em presença de, digamos, adultos. Você era a ísca bocchan, não menti quando disse que estava atrás de você o tempo todo. Eu só estava fora de vista, tanto sua quanto a dele. — Sebastian arriscou mais um passo. — Eu já disse, eu nunca minto.

Fazia sentido para Ciel. Quando saiu do escritório, a dor de cabeça que sentiu foi causada pelo sem rosto e quando Sebastian apareceu ela parou por que o sem rosto havia ido embora. Estava tão absorto juntando as peças do quebra cabeça que nem notou que seu mordomo estava apouco centímetros de sí. Quando notou, tentou fazer o que havia prometido, mas foi impedido por Sebastian que rapidamente o segurou contra sí.

- Me larga Sebastian! Desgraçado, eu podia ter morrido por sua culpa!

- Bocchan... — o mordomo sussurrou em seu ouvido fazendo o conde se aquietar — Perdoe minha imprudência. Não sabia que estava com medo, você não me disse nada e eu tmabém não pude notar. — a tatíca de Sebastian estava dando certo, Ciel estava quieto e respirava com dificuldade. — Pode perdoar essa falha? — o conde ficou quieto por alguns segundo e então se soltou, finalmente, das mãos do mordomo.

- Não te perdoarei, mas também não vou tentar atirar em você. Desavenças são as últimas coisas que precisamos agora. — Ciel andou até a janela. Já estava escuro e ainda chovia. — Estou cansado, me de um banho e me vista, preciso dormir um pouco.

- Sim. — tudo foi feito conforme o script de mordomo e mestre perfeitos. Tudo em um mais absoluto silêncio. Silêncio quebrado apenas pelo "boa noite bocchan" de Sebastian. Ciel não queria ficar sozinho, mas seu orgulho falou mais alto e acabou deixando o mordomo fechar a porta o deixando no escuro. Sozinho. De novo...

- Quem precisa dele... — cerrou os olhos e logo adormeceu pensando em como Sebastian era um idiota. Pensamentos muito diferentes da noite passada.
Havia alguém em um canto escuro do quarto do conde. Estava estático, e apenas observava o pequeno garoto dormindo. Lembrou-se daquele rosto inocente. Foi há alguns anos, mas ainda se lembrava. Lembrou-se também do mordomo. Estava muito diferente de quando o havia conhecido, mas continuava forte como sempre. Passou os dedos em seu peito onde as facas haviam acertado e sorriu por dentro, já que por fora não era possível. Estava cansado de esperar, atacaria agora e deixaria aquele demônio com mais raiva ainda. Deu um passo decidido em direção a cama, mas foi impedido de prosseguir quando ouvir a porta abrir. Teria que esperar mais um pouco, sendo assim desapareceu.

Sebastian não podia deixar seu mestre sozinho. Aquela coisa podia voltar. Dirigiu-se até a cama de Ciel e se sentou ao seu lado. Olhou para o garoto acometido pelo sono e alisou seus cabelos. Com certeza não deixaria nada acontecer com ele. Sem dúvidas!

End of The Second Night

Notas finais
Capítulo gigante, mas tinha que ser assim. Desculpe. Eu precisava apresentar o Slender formalmente para o Ciel já que Sebby já conhece o cara.
Gente, gente pra quem tá se perguntando "cadê o Sangue?!" eu respondo. Estou tentando seguir o joguinho "Slender the eight pages", ou seja, o Slendy só aparece mesmo depois que você acha a segunda carta (neste capítulo) na quarta carta ele começa a te perseguir mesmo! Mas o sangue está no próximo capítulo mesmo podem esperar. Sangue mwahahaha adoro!
Se tiver algum erro ou alguma coisa, qualquer coisa, que vocês não gostaram, por favor, comentem. Aceito críticas construtivas para melhorar.
Thanks for reading!
Bloody