Notas iniciais
Heeey, tudo bem? Eu estou ótima!
Feliz 2013!!!! Eu já postei depois do ano novo?
Acho que não né?
Também, vocês fizeram por merecer, sabe quantas pessoas vieram falar comigo? Nenhuma! Isso mesmo, nenhuma... faz 3 capítulos que ninguém comenta nem para criticar, eu vou começar a parar de postar e quando eu posta vou voltar a fazer aqueles capítulos de 100 palavras, vocês estão merecendo isso!
Eu estou me esforçando muuuito para conseguir chegar a 1000 palavras e vocês nem para me darem uma força? Ok, acho que essa bronca já deu!
Boa leitura!!!

13 de Dezembro de 1188 — Castelo de Puterfilk

Não consegui me concentrar na batalha, eu deveria, mas não, eu não consegui! Oque eu fiz para merecer isso? Estar apaixonado? Não, eu nunca conheci o amor, e nunca... NUNCA VOU CONHECER!

Isso me irrita, o fato de existir a possibilidade de eu estar amando Kelesy, é insuportável. Como isso pode acontecer? Como eu permiti isso? É tudo culpa minha. NÃO, É ULPA DAQUELA GAROTA! POR QUE ELA TINHA QUE APARECER JUSTO AGORA?

MINHA VIDA ESTAVA ÓTIMA ATÉ ELA SURGIR! Eu.. eu... eu iria me casar com Hamona, iria ter todas as mulheres ao meus pés. As que eu quisesse!

Sim, eu disse que não gostaria de trair ninguém, mas... As pessoas não podem mudar de ideia? Quero dizer, todos os reis até agora tinham amantes, por que eu não posso ter? Isso é totalmente normal, e se minha mulher não souber disso e não estiver preparada o problema é dela, o que ela irá fazer? Sair de casa? Ridícula essa ideia!

Voltando ao inicio: sim, eu perdi a concentração, e tudo por causa da Kelesy! Estávamos invadindo uma cidade, eu como rei, queria ir nesta batalha — como também irei em outras.

Arrebentamos o portão eu dava acesso para a cidade e entramos destruindo e matando todos, eles suplicavam com o olhar, ajoelhavam e rezavam, uns pediam uma morte rápida, outros lutavam tentando não morrer, mas sempre... sempre morriam.

Não deixaríamos ninguém sobreviver, desejo conquistar essa terra, ela é fértil, tudo que é plantado aqui sobrevive. Todos invadiam casas e matavam pessoas, as únicas que poderiam sobreviver eram mulheres jovens, com 15 anos para servir no castelo.

Todas as mulheres passavam por meus olhos antes de serem levadas até a jaula para que nenhuma fuja. Suas crianças eram mortas pelos próprios soldados após a captura da mãe – não queremos traumatizar as mulheres para que seu trabalho saia imperfeito depois.

Eu estava dentro de uma casa, matei todos lá dentro e sai. Quando saí, vi uma mulher correndo para o outro lado, para uma saída que tinha do outro lado da cidade. Como eu ainda estava sob meu cavalo, foi em uma fração de segundos para que eu a alcançasse.

Fiz um profundo corte em suas costas, ela virou de frente para mim e eu olhei em seus olhos. Aqueles olhos, eles não me eram estranhos, eu a conhecia, de algum lugar eu a conhecia, mas de onde? Onde eu já a tinha visto?

Mas não me levei pela emoção, eu a encarei com um olhar determinado e disse: “Você sabe o que acontece com quem tenta escapar?”

Ela implorou, cada vez mais e mais para que eu não a matasse, mas eu não podia deixa-la ir e espalhar por várias outras cidades que o rei Will não matava ninguém, que era um covarde e que atendia as súplicas de uma pobre mulher.

Não dei ouvidos a ela e sim, desci do cavalo e finquei a espada em seu peito, os olhos dela, por mais morta que estivesse, ainda me fitavam com medo, suas mãos também estavam sangrando pois quando eu fui fincar a espada nela ela segurou na lâmina, na esperança de que eu realmente não a matasse.

Mas eu tinha feito, não tinha mais como evitar, eu já havia a matado e o corpo da mulher continuava preso em minha espada, o sangue dela caia no chão de pedras daquela cidade. Por um momento me senti mal por aquilo, afinal aquelas pessoas eram simples trabalhadores com família, eles não tinham como se defender.

Me obriguei por um momento a me livrar deste pensamento inútil, se eu quisesse ser um bom rei para o meu reino, eu teria que ser como meu pai, eu teria que ser rude com os que mereciam para que meu povo ficasse a vontade, para que eles tivessem conforto e para que eu ficasse tranquilo.

Quando terminamos com aquela cidade fomos embora, levamos conosco aquelas mulheres que restavam e alguns armamentos a mais que encontramos. Nossa água estava quase acabando, na volta teremos que passar em um riacho que se encontra próximo deste vilarejo.

Antes de atacar nós fazemos nosso dever, exploramos a área envolta como simples pessoas, como simples comerciantes para termos certeza que a terra é boa, que não há nenhum guarda real e que as condições para irmos lutar e para que voltássemos da luta sejam boas.

Assim, encontramos um riacho, não chega a ser bem um rio, mas se tem água, não importa se for somente uma poça d’água, nós aproveitaremos dela. Situações extremas – como a falta de água – pede soluções extremas, não é isso mesmo que dizem? Pois esta era uma destas situações!

Como um bom rei, eu fui na frente com o representante de Deus, ele nos guiava e eu dava ordens aos cavaleiros conforme o representante quisesse, claro que em muitas vezes eu não aceitava suas recomendações e então seguíamos pelo meu caminho.

A imagem daquela mulher ficava em minha cabeça, aquela cena se passava e s repassava involuntariamente em minha cabeça. Onde será que eu vi aquela pobre mulher? Pense Will, pense!

Ahh, sim, em meu pesadelo... COMO ASSIM EM MEU PESADELO?


Notas finais
Gostaram? COMENTEM OK? Essa é a última vez que eu vou pedir! se ninguém vier falar comigo eu paro de postar até alguém comentar, eu prometo!
Beijos!!
xx