The Diary Of A King Off The Armature
12 Perfeito, não poderia estar melhor!!
Notas iniciais
Ok, eu demorei muito, mas eu disse que não iria aparecer enquanto vocês não comentassem!
Mas eu resolvi e vim aqui postar um para vocês, está pequeno eu sei, mas minha cabeça está doendo muito ultimamente e eu tenho algumas tonturas então eu não consigo me concentrar por muito tempo.
Boa leitura!
14 de Dezembro de 1188 – NÃO SEI AONDE EU FUI PARAR
O som de um violino me acordou, eu estava em um velho casarão completamente cheio de pó. Olhei em volta mas não havia ninguém, tudo estava escuro, somente uma luz estava voltada para mim.
Tentei levantar mas não conseguia me mexer, tentar gritar também não continha efeito algum, além de minha voz sair completamente fraca, eu possuía uma certeza: ninguém poderia me ouvir, para tal situação ser possível – sequestrarem um rei – ninguém deveria estar por perto.
O desespero começou a domar meus pensamentos, meu coração e minha alma. Comecei a pedir perdão para Deus, perdão por tudo que eu fiz, todos os erros que cometi e todos que eu enganei, tudo de errado que fiz em minha vida.
Até que os violinos pararam de tocar e uma voz sombria soou: “ Isso mesmo reizinho, peça perdão, se desespere, grite e tente se libertar, quanto mais você faz isso mais prazeroso para mim será te matar, continue com os seus pensamentos em Deus e em seus fiéis escudeiros. Mas uma coisa é certa, aqui, nem Deus poderá te salvar”. Eu queria fazer várias perguntas, mas no mesmo instante que eu ia falar, os violinos retornaram e eu caí em um sono novamente.
Me jogaram – literalmente jogaram – em uma cela, e foi assim que retornei a acordar. Ela completamente suja e fedorenta. Ratos passavam por todos os lados, ratos gigantes! Sangue pintando completamente a parede, palavras em outras línguas estampando o teto e o chão de cimento.
Em um canto da sela, uma menina loira de lado permanecia imóvel, não sei se ela dormia, ou se estava morta, mas ela me pareceu – mesmo de longe e de costas – muito jovem e indefesa para ter feito algo para essa gente, com certeza quem me sequestrou é um inimigo antigo de meu pai e agora que estávamos voltando para o castelo sem quase nenhuma vigia e todos estavam se recuperando do ataque surpresa que fizemos, se aproveitaram da situação.
“Você está errado, mais uma vez você está errado. Não somos nós que queremos vingança, nós não temos nada a ver com você, com o seu papaizinho ou com o seu reino, você se intrometeu em nossa vida, você quis saber de mais, você procurou as respostas que não poderia ter e agora sofrerá com as consequências” – Como ela sabia o que eu pensava? Onde ela está a final? Quem é ela?
“Não a deixe me matar, não a deixe se aproximar, não caia em seus encantos!” Aparentemente a menina adormecida despertou, ela não se mexeu e sua voz saiu trêmula, e isso me fez levantar e me aproximar dela, a cada passo que eu dava sua voz parecia ficar mais alta e a canção que ela cantava ficava cada vez mais fácil de entender.
I remember tears streaming down your face
When I said, I'll never let you go
When all those shadows almost killed your light
I remember you said, Don't leave me here alone
But all that's dead and gone and passed tonight
Just close your eyes
The sun is going down
You'll be alright
No one can hurt you now
Come morning light
You and I'll be safe and sound
Don't you dare look out your window darling
Everything's on fire
The war outside our door keeps raging on
Hold into this lullaby
Even when the music's gone (gone)
Just close your eyes
The sun is going down
You'll be alright
No one can hurt you now
Come morning light
You and I'll be safe and sound
Just close your eyes
You'll be alright
Come morning light,
You and I'll be safe and sound..
Me aproximei calmamente dela, fiz várias perguntas mas ela não respondeu nenhuma, só ficou repetindo aquela canção várias e várias vezes até que eu peguei no sono ao seu lado.
Não sei a hora que ela dormiu ou se dormiu porque no meio da noite eu acordei rapidamente e ela estava abraçada a mim com os olhos colados na parede, tentei conversar com ela novamente mas ela não me respondia, mas desta vez, ao invés de repetir incansavelmente a música, ela simplesmente falava.
“Não deixem eles me pegarem, não deixe eles me pegarem, não deixe eles me pegarem, por favor, não deixe, por favor, não deixe eles me pegarem...”
Notas finais
Beijos!!!
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