Notas iniciais
It's almolst the last chapter. Bem, eu já tenho a segunda temporada escrita. Se esse capítulo tiver mais de um comentário, eu posto a segunda. Lembrando: eu continuo postando pra você, CampHalfDirectioner.

Trinta segundos depois de Rapha sair com a mãe dela, eu percebi que não poderia mais viver sem ela. Precisava daquela garota. Eu... eu acho que... eu acho que eu a amava. Estava decidido. Eu procuraria por ela. Ela morava em Nova York. Não seria tão difícil. Digo, são só alguns milhões de pessoas. Ok. Eu não tinha esperanças. Mas eu não desisti. Voltei para minha casa, e junto com meu padrasto, Paul Blofis, buscamos informações em diversas escolas de Nova York sobre uma tal de Raphaella Elizabeth Harmon. Ligamos para diversas escolas, visitamos casas, ligamos para pessoas com o sobrenome “Harmon” na lista telefônica e nada. Ninguém conhecia nenhuma Raphaella Elizabeth Harmon. Legal. O problema, era que além disso, eu tinha a escola, os “deveres de casa”, e todas essas porcarias chatas. Nem as minhas rezas a Apolo ou Poseidon faziam diferença. Será que eu nunca mais a veria novamente? Digo, veria, no próximo verão, mas a saudade já estava me consumindo por dentro. Eu precisava dela.

New York; Upper East Side; 12/03; 19:23 da noite;

Eu estava carregando uma bandeja com chocolate quente para a minha mãe. Ela estava na sala, esperando. Como ela estava com gripe, eu estava cuidando dela. Foi naquele momento que uma coisa se passou pela minha cabeça. Uma lembrança. Deixei a bandeja cair. O dia em que Rapha foi falar a sós com Annabeth, eu as segui, e elas mandaram uma mensagem de Íris para a mãe dela. Ela falou que a mãe morava em Upper Manhattan. E um outro dia em que ela me disse que estudava no Carnegie Hill. Isso fica aqui no Upper East Side. Ela mora aqui do lado. Somos praticamente vizinhos e eu ainda fico procurando ela.

Eu: Burro. Burro. Burro!

Bati em minha cabeça três vezes. Minha mãe ficou preocupada.

Mãe: O que foi, Percy?

Eu: Ela mora em Upper Manhattan, mãe. Eu me esqueci completamente disso.

Mãe: É aqui do lado.

Eu: E ela estuda aqui no Upper East Side.

Mãe: Isso é sinal de que ela deve estar perto.

Eu: Sim. Ah, mãe... Você se importa se eu...

Mãe: Vá atrás dela, filho. E traga ela aqui, se puder.

Assenti. Vesti meu casaco e desci correndo as escadas do prédio. Iria até Upper Manhattan, e depois, ligaria para a escola dela. Quando olhei para e minha esquerda, havia um Starbucks lá. Mas, daquele dia em diante, aquele seria o meu Starbucks preferido. Porque lá, havia uma menina com cabelos cacheados castanhos, um pouco abaixo do ombro, vestindo um jeans camuflado e uma camisa camuflada, com as mangas arregaçadas, por cima de uma camiseta do Acampamento Meio-Sangue, cortada na metade do umbigo. E, claro, coturnos. Ela havia crescido. Seu corpo estava mais... como é que as meninas dizem mesmo? Escultural. Seu corpo estava mais escultural. Os traços do rosto estavam mais desenhados, mais adultos. Ela parecia uma mulher adulta. Isso poderia não fazer muito bem para a nossa relação. Ela estava se levantando, quando se virou para onde eu estava e me viu. Ela sorriu para mim. Aquele mesmo sorriso leve e tímido pelo qual eu sou louco.

Notas finais
Por favor, comentem, blz? Amo vocês :3