Notas iniciais
Foi mal a demora, mas eu tô sem ânimo esses dias, a gripe maldita ainda não foi embora continua me deixando com preguiça, mais que o normal...
Espero que gostem do capitulo e não me matem, eu ainda tneho que escrever o próximo...

Gente o significado do nome da cobra da Bella é Demônio, mas não no sentido bíblico, e sim no sentido de espírito maligno, gênio do mal, e essas coisas, o nome é algo para contrastar ainda mais a ‘maldade’ de seus mestres ok? Eu não achei nome melhor então é esse aí mesmo, mas a Bella vai abreviar para Dev, ou Devy. Vocês podem ver aí em baixo o significado de demônio no dicionário.

de.mô.nio: s. m. 1. Gênio do mal; anjo caído, anjo mau, belzebu, diabo, espírito maligno, satanás. 2. Pessoa feia, ruim ou turbulenta. 3. Fam. Criança travessa.

Isabella POV:

O resto da semana passou rápida, assim como a minha paciência ficava cada vez mais curta. Eu estava irritada, sentindo a falta do meu Lord, e os Cullens malditos não me deixavam em paz um dia se quer.

O cabeça de todos nós, vulgo Edward Brocha Cullen, estava sempre me chamando para conversar, ou tentando falar comigo, mesmo que para isso tenha que se enfiar no meio de todos os Sonserinos que o odiavam e me protegiam. Hoje mesmo ele tentou sentar-se à mesa da Sonserina ao meu lado. Maldito. Tinha também a baixinha idiota, que aproveitava qualquer chance de se aproximar de mim. Perdi a conta de quantas vezes eu os mandei ir pra o mais profundo do inferno e morrer por lá mesmo. Emmett as vezes tentava puxar assunto, mas ele estranhamente respeitava meu afastamento, assim como Rosalie e Jasper. Esme fica puxando meu saco a qualquer sinal da mina presença, eu a ignorava. ‘Misteriosamente’ a turma de Estudo dos Trouxas ficava cada dia mais perigosa. Uma aluna quase perde a mão ao tentar usar um liquidificador, outro aluno foi para a enfermaria depois de pegar um choque elétrico tentando ligar uma televisão, a energia elétrica só funcionava na sala de estudo dos trouxas mesmo.

O velho desconfiava que eu fosse a culpada, mas não tinha nada que pudesse provar. O mais divertido das aulas era que Draco, convenceu a ‘professora’ de que tinha um súbito interesse pelos trouxas e agora me acompanha nas aulas, eu ria horrores vendo-o tentar entender que merda eram os utensílios trouxas.

O Dr. Presas era um pouco mais cauteloso ao meu redor, mas continuava me enchendo ele parecia pensar que eu fingia ser má por estar magoada pelo abandono do filho frouxo dele e que se me forçasse muito eu quebraria e voltaria a ser a ‘filha que ele sente tanta falta’ em suas próprias palavras.

Hoje eu acordei muito mais animada do que nos outros dias que passei aqui. O motivo? Simples hoje era o passeio à Hogsmeade e eu encontraria meu Lord. Eu não me preocupava com sua vinda aqui, ele sabia se proteger e não estaria desprotegido, com certeza vários pais de alguns alunos decidiram aparecer em Hogsmeade, principalmente os Sonserinos. Dei um sorriso sinistro olhando para meu reflexo no espelho.

Eu tinha colocado um vestido completamente de seda negra e alguns detalhes em renda que batia no meio das minhas coxas. Uma bota de salto baixo preta, que ia até quatro dedos acima dos joelhos, um brinco de prata em forma de serpente na orelha esquerda. Um casaco preto que batia nos meus joelhos. Fazia frio lá fora, mas não tanto para que eu precise fechar o casaco, o cordão dos Darklyn no pescoço, meus cabelos em perfeitos cachos soltos, e uma maquiagem escura no rosto marcando meus olhos azuis e meus lábios com um batom vermelho que se assemelhava a sangue. Minha varinha estava escondida na minha bota invisível para as pessoas, menos meu lord é claro, ele sempre percebia tudo que eu vestia, onde eu escondia as coisas em minha roupa, eu nunca questionei isso, não me importava em ser analisada por ele, e para finalizar eu tinha o anel dos Gaunt em minha mão direita, é claro com um feitiço que anulava a maldição que meu Lord colocou como proteção nele, que só funcionava quando estava comigo, se qualquer outro tentasse usá-lo seria amaldiçoado, exceto meu Lord. E por ultimo eu transfigurei o anel para um mais feminino com uma serpente enrolada em uma pedra de esmeralda, não podia dar bandeira por aí exibindo a Horcrux do Meu Lord tão publicamente.

Desci para o salão comunal onde Pansy, Blaise, Draco, Agnes e Astória me esperavam para irmos ao salão principal para o café antes do passeio ao vilarejo. Agnes tinha um brilho malicioso nos olhos e isso me fez pensar que o plano que eu e Pany bolamos para juntar ela e o Snape estava dando certo, agora nós não apenas insinuávamos para eles, mas sempre que podíamos os deixávamos sozinhos. Eles estavam mais próximos, mas eu sabia que o Snape ainda estava relutante por seu cargo de professor, mas isso eu resolvo mais tarde.

– Bom, vamos ao salão principal ou será que o Draco e a Ast preferem ficar na privacidade dos dormitórios hoje a tarde? – Eu perguntei maliciosamente quando me aproximei do grupo. Eles estavam conversando tão próximos um do outro que quase não tinha espaço entre eles, e o olhar nos olhos dos dois era puro desejo, eles se afastaram corando disfarçadamente com meu comentário. Eu rolei os olhos e disse. – Não sei por que vocês não assumem logo e se pegam de uma vez. – Eu disse e dessa vez eles coraram mais ainda. – Blás estava se acabando de rir com a Pansy e Agguie ainda sonhava acordada.

– Acorda Agnes, vamos logo, ou vai ficar aí sonhando com o Snape? – Pansy zombou quando eles se levantaram para me acompanhar e ela continuou lá olhando para o nada. Agguie piscou confuso em seguida mandou o dedo do meio para Pansy que apenas riu mais e se levantou seguindo para fora do salão bufando.

– Nossa que mau humor! Será que o Morcegão não ta dando conta? – Blás perguntou malicioso e zombeteiro. Nós rimos quando Agnes bufou e deu-lhe um tapa atrás da cabeça dizendo.

– Vai a merda, Zabine, você não está em condição de falar da minha vida sexual sendo que não da conta nem da sua.

– Só pra informação, ele dá conta sim... – Pansy sorriu maldosa e completou quando Blás estufou o peito. – Ás vezes... – Ele olhou tão perplexo pra ela que até chegou a parar no meio do corredor.

– O QUE? Isso é mentira, é claro que eu dou conta, SEMPRE! Hum! — Nós rimos novamente quando ele disse o ultimo e saiu caminhando nossa frente com um ar arrogante.

– Idiota... – Pansy riu colocando o braço na cintura dele e falando em seu ouvido, provavelmente coisas pervertidas que eu não queria saber sobre a vida sexual deles.

Entramos no salão e como sempre todos os olhos se voltaram para nós. Vi o Cullen cabeça de todos nós, quase babar ao me olhar de cima a baixo, e lancei-lhe um olhar de desprezo, a baixinha quicava no lugar olhando sorridente para mim, rolei os olhos e caminhei junto com os outros para a mesa da Sonserina com os olhares fixos sobre nós. Não é pra menos é claro, nós estávamos vestidos pra matar... Literalmente...

Pansy usava um vestido curto com listras verde e preto com uma saia de um palmo e meio que combinou perfeitamente com seu corpo, uma jaqueta curta, de mangas longas, que batia abaixo do seu busto. Uma meia calça preta rendada para diminuir o frio, uma bota de cano médio de salto baixo, seus cabelos soltos e lisos como sempre, uma maquiagem preta e verde no rosto, um anel de compromisso com o símbolo dos Zabine na mão esquerda e um cordão com o símbolo dos Parkinson no pescoço. Seu rosto continha uma expressão muito maliciosa enquanto sussurrava no ouvido do namorado.

Blás usava uma calça de couro de dragão que devia ficar ridícula se não fosse por seu corpo atlético e de um porte perfeito que o Quadribol lhe proporcionou uma camiseta verde escura, sem detalhes e uma jaqueta preta com uma serpente prata atrás, nos pés um simples tênis preto. Seu rosto tinha uma expressão maliciosa que deixava algumas com muito calor, é claro que eu não fazia parte desse grupo, eu só suspiro pelo meu Lord, mas isso não me impedia de ver como meus amigos eram gatos.

Draco usava uma camiseta de gola alta preta justa que enfatizavam seus ombros largos e peitoral definido, uma calça Jeans escura, e a parte de cima de um terno negro, seus cabelos loiro-branco desalinhados e seu sempre sorriso irônico e confiante no rosto que deixava as garotas suspirando.

Agnes usava uma calça de couro preta justíssima que destacava suas pernas e bunda chamando a atenção dos garotos e deixando o Snape babando ao mesmo tempo em que fuzilava com o olhar quem ousava olhar para ela, um corpete preto que enfatizava sua cintura e uma camisa de renda quase transparente por cima, com mangas longas, pode não parecer, mas renda, não importa se fina ou grossa sempre aquece. Nos pés um salto baixo preto, no rosto uma maquiagem que deixava seu rosto exótico enfatizando seus olhos azuis-violeta. Os cabelos loiros em um penteado quase medieval com tranças complexas completava seu visual matador.

– Eu sei que eu sou linda e gostosa, eu sei que você me ama e me quer... – Pansy Zombou alto sorrindo maliciosa para Agnes e eu, que retribuímos da mesma fora arrancando suspiros abafados dos garotos ao nosso redor e bufos irritados das garotas. Os caras não flertavam diretamente comigo, pelo menos não os da Sonserina, ele sabiam que eu era perigosa, mas que meu Lord era muito pior, ainda mais quando se tratava de algum idiota com coragem o suficiente para dar em cima de mim. Sempre que algum garoto tenta flertar comigo há uma boa tensão entre os Sonserinos, como se eles estivessem se preparando para me defender a qualquer momento. Eu simplesmente rolava os olhos para isso, meu Lord era super protetor, tinha certeza que isso eram ordens suas portanto não disse nada para meus mais novos defensores. Mas sério, uma vez até mesmo um primeiranista da Sonserina apontou a varinha para outro primeiranista da Grifinória que olhou de mais quando eu passei perto.

O café foi rápido e eu continuava ignorando as tentativas de chamar a minha atenção que o Cullen cabeça de todos nós fazia. Já nos portões do colégio quando estávamos entregando as autorizações ridículas, os Cullens imbecis se aproximaram para me encher o saco.

– Bella, você está tão linda meu amor, podíamos dar um passeio povoado o que acha? – Preciso dizer quem foi o filho da Puta que disse isso?

– Isabella. – Draco, Pansy, Blaise, Ast e Agnes corrigiram irritados, eles também já estavam de saco cheio das baboseiras dos purpurinas.

– E ela não vai a lugar nenhum com VOCÊ. – Draco completou enfatizando a ultima palavra.

– Então ela poderia ir comigo! – A anã saltitou. – Podemos fazer compras como antes, seu gosto pra moda melhorou tanto... O que acha Bella? – Ela tentou se aproximar e como todas as outras vezes meus amigos a impediram formando uma barreira a minha frente. Eu apenas olhava fria e impassível o desenrolar da cena, aprendi que ignorar era melhor para a minha paciência do que dar trela pra ralé.

– Pelas barbas de Salazar! Será que vocês não entendem? É I-S-A-B-E-L-L-A. – Agnes falou com raiva, ela fez uma pausa quando entregamos nossas autorizações e passamos pelos portões começando a andar para o povoado. – E ela não quer estar em nenhum lugar perto de vocês!

– Estou começando a pensar que você tem medo de falar conosco, sempre são esses daí que falam por você... – A baixinha disse desdenhosa. Eu finalmente soltei uma gargalhada sarcástica e disse.

– Se eu fosse ter medo de alguma coisa, não seria de algo tão insignificante como um bando de sanguessugas traidores de raça. – Desdenhei já estávamos quase na entrada do vilarejo. Eu

– Bella, amor, eu sei que você quer estar comigo, não se faça mais de difícil, nós somos perf... – O Cabeça não terminou sua frase apelativa e idiota porque uma voz profunda e aveludada que arrepiava todos os pelos do meu corpo flutuou até nós.

– Amante...

Fim do Capítulo.



Notas finais
*Dáumsorrisoamareloesaicorrendofugindodosavadas*