Notas iniciais
Foi mal a demora, e foi mal tbm não ter respondido os Reviews, mas não me deixam ficar tempo o suficiente no pc pra isso, qud eu puder respondo, mas eu leio tudinho ok?
Desculpem os erros tá bem?
Boa leitura.

No capitulo anterior:

– Bella, amor, eu sei que você quer estar comigo, não se faça mais de difícil, nós somos perf... – O Cabeça não terminou sua frase apelativa e idiota porque uma voz profunda e aveludada que arrepiava todos os pelos do meu corpo flutuou até nós.

– Amante...

Isabella POV:

Vir-me-ei para o lugar de onde vinha sua voz, sendo acompanhada pelo resto do grupo, ele estava há uns dois metros de nós, olhando positivamente comestível em seus jeans de couro negro bem justos, jaqueta também de couro que enfatizava seus ombros largos, uma camiseta preta que se moldava a seu peitoral bem definido e botas de combate pretas. Seus cabelos estavam lisos e caiam por seu rosto como seda negra dando-lhe um ar sexy e ao mesmo tempo inocente, é claro se você realmente o conhecesse perceberia que ele não era nem um pouco inocente. Analisei-o de cima a baixo pensando em coisas muito lascivas a seu respeito. Ele sorriu maliciosamente para mim como se percebesse meus pensamentos e seus olhos viajaram famintos por todo o meu corpo, fazendo uma onda de excitação e antecipação me inundar.

Pansy, Blaise,Agnes e Astória olhavam-no boquiabertos, eles só o tinham visto em sua aparência ofídica, e se não soubessem que eu era a amante do Lord das Trevas nunca o reconheceriam como tal. Eu o achava atraente em todas as formas, meu corpo o reconhecia como meu companheiro, mas eu entendia que era difícil para eles conciliarem as duas formas. Draco já o tinha visto antes então não estava tão chocado, ele simplesmente sorriu zombeteiro para a cara de mongol dos Cullens. Eu tinha certeza que ele os tinha percebido ali, mas ele prontamente os ignorava, como se não os visse. Pelo menos por enquanto.

Eu não me importava com os sanguessugas, tudo que eu conseguia pensar era que eu estava louca para vê-lo sem aquela roupa trabalhando ardorosamente em cima de mim. Eu não duvidava que estivesse salivando, mas eu não me importava, meu Lod era um deus entre os homens e não havia vergonha nisso.

– Não ganho um beijo amante? – Sua voz rouca com desejo, presunção e uma pitada de divertimento tirou-me dos meus pensamentos maliciosos, ele estava agora a um metro de distância, e suas palavras foram a minha deixa para pular em seus braços e devorar-lhe os lábios vorazmente. Ele retribuiu da mesma forma, mordiscando e sugando meus lábios com força pedindo passagem que eu de boa vontade o dei. Nossas línguas se tocaram e uma onda de calor e excitação me transpassou, suas mãos acariciavam minhas costas por dentro do casaco e o beijo demostrava tudo que estávamos sentindo. Desejo. Saudade. Excitação. Luxúria. Fome. Paixão. Ânsia. E Amor.

Um rosnado ressoou as minhas costas, mas nós dois ignoramos e não desgrudamos nossos lábios até que o ar fosse extremamente necessário.

– Senti... sua falta... amante... – Ele sussurrou dando selinhos demorados e arfantes em meus lábios.

– Eu... Também... – Sussurrei de volta, não sabia como devia chamá-lo em público, alguém pode desconfiar se eu o chamar de Milord, Meu senhor, ou Meu Lord.

Nos afastamos um pouco só o suficiente para que ele pudesse pegar minha mão e puxar-me de encontro ao seu corpo. No momento em que sua mão tocou a minha, que estava com sua Horcrux seus olhos se acenderam e ele olhou questionadoramente para mim, eu apenas sorri astutamente e ele entendeu que eu falaria disso quando tivéssemos privacidade. Ele assentiu e abraçou-me por trás possessivamente olhando presunçoso e arrogante para os Cullens.

Emmett, Jasper e Carlisle seguravam o telepata fajuto que se debatia tentando se soltar e rosnava para meu senhor. Fechei minhas mãos em punhos e um ódio mais mortal ainda do que eu sentia por ele recaiu sobre mim, rosnar para mim era perigoso, rosnar para meu Lord especialmente na minha frente era morte sob tortura. Eu estava prestes a evocar as sombras e atacá-lo quando meu senhor apertou-me em seus braços com mais força e acariciou levemente meus braços, cobertos pelo casaco, em sinal de calma. Instantaneamente uma parte da raiva desapareceu, mas ainda estava lá, abaixo da superfície pronta para atacar novamente.

– Então vocês são os sanguessugas do qual eu tenho ouvido tanto ultimamente... – Meu Lord comentou quase desinteressadamente.

– Quem é você? Solte a minha Bella imediatamente! – O Telepata ousou dizer rosnando novamente, eu não fiz nada, pois meu senhor ainda me segurava em seus braços, mas a raiva estava de volta com força total. Meu Lord jogou a cabeça para trás e riu deliciosamente, um som musical, completamente entretido, era impossível não admirá-lo, por um segundo eu esqueci de tudo exceto o som de seu riso, a perfeição das linhas de seu rosto moldados em um sorriso sarcástico e arrogante.

– Sua Bella? – Ele perguntou ficando subitamente sério, uma mudança radical de humor que fez alguns olharem assustados para ele, de acordo com a mudança do seu temperamento algumas nuvens escuras começavam a aparecer no céu criando um clima repentinamente assustador, para o alvo de sua raiva é claro. – Você está enganado traidor de raça. – Meu Lord continuou, sua voz cada vez mais letal. – Ela é minha, corpo... – Ele passou as mãos por meu corpo nesse momento enfatizando suas palavras, sua mão passeou pelos meus seios, somente um roçar leve de dedos, mas tenho certeza que os sanguessugas poderiam sentir o cheiro de excitação no ar, provando que éramos carnalmente um do outro. Eu não tinha vergonha que meus amigos ou qualquer outra pessoa estivesse vendo isso, não tinha vergonha de desejá-lo, eu me orgulhava disso, porque ele era uma divindade, uma imagem da perfeição e ele era meu, se alguém ousasse olhá-lo de alguma forma que eu não goste a ultima coisa que verá será meu rosto antes que eu o mate. – E alma... – Meu Lord agora sussurrava baixinho, mas a ameaça ainda era presente em sua voz. No momento em que ele disse alma, foi como se nossas aura se unissem e dançassem ao nosso redor, não era algo visível, mas tenho certeza que qualquer pessoa sensível ao sobrenatural tenha sentido isso num raio de 5km. Eu me recostei contra o peito do meu senhor olhando preguiçosamente para os Cullens, como um tigre satisfeito, mas que ainda atacaria se você o provocasse. – E se você tocar em minha companheira novamente, um fio de cabelo, mesmo que esse fio não esteja em seu corpo, eu vou fazer uma visita, a cada amigo, cada conhecido, cada lugar que você tenha passado, seus possíveis descendentes, qualquer um que tenha qualquer tipo de ligação com você, uma visita nada agradável, e eu deixarei em cada lugar um pequeno presentinho para você, uma lembrança para não tocar no que me pertence. E então por ultimo eu vou atrás de você... – Ele deixou a frase no ar por um segundo e como um só nós dois sorrimos sadicamente ao mesmo tempo em que sombras vermelhas dançavam em nossos olhos. Um pequeno grupo de pessoas assistiam de longe a espera de uma briga ou algo emocionante, mas ninguém ousou se aproximar, pois seus subconscientes os avisavam do perigo. – Tenho certeza que minha amante deixou bem claro as possibilidades, eu posso garantir que tudo isso pode ficar muito pior se você provocar o bastante... – Meu Lord disse sinistramente. – Você foi avisado. – Ele completou. O Cullen não mais se debatia, ele olhava para meu Lord com raiva, mas não tentava atacá-lo, havia um pouco de medo e precaução em seus olhos e em sua forma rígida que não estava lá antes, ele estava em dúvida sobre acreditar ou não na ameaça. Eu torcia para que ele não acreditasse, estava louca para torturá-lo. Rosalie e Jasper tinham um conhecimento em seus olhos que dizia que eles sabiam que as ameaças eram verdadeiras, desde a primeira, a que eu mesma disse na sala do velho, eles entendiam e respeitavam o perigo, portanto, mantinham-se longe da confusão. Jasper tinha soltado o Cullen á tempos, quando ele percebeu a verdadeira ameaça ele se distanciou sinalizando que ele sentia o perigo e sabia que morreria verdadeiramente se o subestimasse, Rosalie o seguiu com o mesmo olhar em seus olhos e Emmett a seguiu um pouco confuso, mas eu podia dizer que ele havia entendido que a ameaça era verdadeira. Carlisle olhava pacificador tentando passar calma e esmagar a tensão, o que não funcionava de nenhuma forma, havia algo em sua forma que dizia que se houvesse uma luta ele brigaria ao lado de seu filho, honrado, mas tolo. Esme tinha o mesmo olhar maternal de sempre, ele parecia não acreditar nas ameaças, mas eu sabia que se Carlisle lutasse ela também o faria.

Autora POV:

Mesmo com a ameaça não sendo direcionada a eles Draco, Pansy, Blaise, Agnes e Astória empalideceram um pouco ao pensar nas ‘possibilidades’ que seu Lord se referiu. E eles agradeciam internamente por sua ira não ser direcionada a eles.

Jasper ainda ao lado de Rosalie e Emmett, olhava astutamente o desenrolar da cena, recebendo várias emoções do grupo. O Medo. O Alívio. A Cautela. A Raiva. A Preocupação. A Crueldade. A Frieza. A Satisfação. A Arrogância. E a Suspeita.

A satisfação e a suspeita vinham de Rosalie. Ela estava satisfeita com o sofrimento de seu irmão idiota, nunca foi à favor de abandonar a ‘pequena Swan’, apesar de não demonstrar isso ela gostava da garota, e ela mesmo não gostaria de ser abandonada como algo sem valor do modo que Edward fez com Bella. E agora, vendo-o correr atrás dela, e ela o desprezar, mostrando-o que havia arranjado outro, um homem de verdade e um muito melhor como a mesma disse, ela sentia-se satisfeita, porque a vingança é algo doce que rola pela língua como sangue fresco para vampiro, como mel para abelha, como magia para um bruxo, como álcool para um alcoólatra, a vingança era algo perfeito e ela sabia disso de primeira mão. Mas a loira também suspeitava sobre a identidade do novo companheiro de Isabella, ele tinha uma aura de poder escuro, uma superioridade que o denominava como líder, os bruxos menores, mesmo Isabella o olhavam como se ele fosse seu rei, seu líder, e isso era realmente a verdade, e Rosalie desconfiava de sua identidade, e ao contrário do que muitos sentiriam ela não ficou com medo ou assustada, mesmo não sendo uma empata como Jasper ela se deliciou como a aura escura dos dois bruxos poderosos a sua frente dançou por seu corpo dando-lhe sensações de poder.

Emmett se sentia semelhante, ele não era tão idiota ou bobo como todos pensavam, ele era muito esperto na verdade, apenas usava sua natural criancice como uma aura ao seu redor escondendo muito sobre a sua personalidade dos outros. Ele mesmo só ficou na Grifinória porque o velho o pediu, Rosalie e Jasper foram colocados na Sonserina, também a pedido do velho para vigiar os possíveis comensais Jr, mas o chapéu mesmo disse que eles eram verdadeiros Sonserinos. Já Edward, foi selecionado para a Corvinal depois de uma longa conversa secreta e particular que teve com o velho Dumbledore. Emmett gostaria de não ter aceitado seguir os desejos do velho e ter ficado na Sonserina com sua companheira, seu irmão, que além de Rosalie era quem o conhecia melhor de todos os Cullens, e sua ainda considerada irmã mais nova, versão mais ‘sinistra e maneira’ como o mesmo pensa, Isabella ‘Swan’ Darklyn. Emmett estava se divertindo bastante com todo o desprezo que sua ‘irmãzinha’ destilava em seu irmão, ele odiava Edward por tê-lo obrigado a ir embora e abandoná-la, odiava-o por desprezar sua companheira, odiava-o por ser o filho preferido, o que nunca erra, assim como a baixinha, ele odiava os dois por ter enganado a todos se fazendo de bons samaritanos, mas que ambos traiam seus supostos companheiros e se achavam no direito de alguma coisa, ele odiava os dois por vários motivos, que poderia passar horas os nomeando, mas mesmo assim ele não deixa isso transparecer sobre sua máscara de criança brincalhona. Ele sorria ao ver a dor nos olhos de seu irmão, porque ele finalmente tinha achado alguém que não cederia a todas as suas vontades, que não se curvaria diante do garoto de bronze, e o melhor era que Edward realmente a amava, e isso fazia a dor dele pior e o divertimento de Emmett, Rosalie, Jasper, Isabella, Voldemort, dos outros bruxos mais jovens aumentar, porque todos eles gostavam de ver o Cullen sofrer, sádico, mas preciso. Era óbvio para qualquer um que o sentimento entre Isabella e seu novo companheiro não era algo passageiro, e sim, como o próprio Voldemort citou, algo de corpo, alma, mente e espírito, eles completavam um ao outro, Jasper podia sentir isso vindo dos dois, a paerfeita sincronia entre eles, o modo como um agia ao redor do outro como a terra se movimenta ao redor do sol, como a vida de um girasse em torno do outro. Os olhares que ambos trocavam, de perfeito entendimento, como se falassem entre si sem precisar de palavras, o desejo e amor quando olhavam um para o outro era lago bastante considerável, e isso tanto irritava como magoava ainda mais Edward porque ele percebia como os dois eram perfeitos um para o outro, e que ele perdeu sua companheira, que na verdade nunca foi dele, porque ele no fundo sabia que as ameaças dela, o ódio cru em seu rosto quando o olhava, e o modo venenoso como ela disse que tudo entre eles foi uma simples e inútil aposta, ele sabia que era tudo verdadeiro, só não queria acreditar nisso.

Antes que o vampiro pudesse abrir a boca e retrucar a ameaça do bruxo das Trevas como ele queria, duas figuras com porte fino, requintado e arrogante se aproximaram do grupo. Suas expressões eram tão frias quanto a neve aos seus pés, seus olhos tão azuis e vazios como um céu de inverno, Lucius e Narcisa Malfoy, ambos estavam ali a mando de seu Lord, assim como muitos outros comensais, que como Isabella previu estavam ali alguns ‘visitando’ seus filhos, sobrinhos ou parentes, que na maioria eram sonserinos, uns apenas ‘passeando’ ou ‘fazendo compras’, pelo menos essa era a fachada que eles mostravam, mas a verdade era que todos eles estavam prontos para batalhar ao lado de seu Lord e sua Lady.

– Tio Lucio, não os esperava por aqui. – Isabella o abraçou ignorando a tensão entre seu ex e seu companheiro, ela sabia que seu Lord podia se cuidar e não estava preocupada com isso afinal no momento em que o sanguessuga se preparasse para atacar quase metade da vila estaria com varinhas em punho prontos para defendê-los. Ela fez o mesmo cumprimento com sua Tia e logo em seguida voltou ao lado de seu amante, Draco cumprimentou seus pais, mas continuou perto de seus amigos que apenas acenaram em sinal de reconhecimento para os dois.

– Olá Tom. – Lucio disse agindo como lhe foi ordenado. Lord Voldemort, ou temporariamente Tom, o respondeu ainda sem desviar o olhar do vampiro. Ele não recuaria perante tão inferior criatura.

– Olá Lucio.

– Esses são os tais sanguessugas que estão importunando minha sobrinha, eu creio? – Lucio perguntou olhando com escárnio para os três sanguessugas que ainda ousavam ficar de pé perante seu Lord e olhou impassível para os outros três parados a uma distância segura do grupo. Voldemort assim como sua companheira adoraria dar uma lição nos sanguessugas, mas tinham muitas testemunhas, e isso além de não ser favorável a seus planos, estragaria seu passeio com sua amada.

– Oh sim. – Voldemort respondeu com um tipo de alegria e escárnio sádico em sua voz. Lucio olhou-os de cima abaixo e não viu nada de mais nas criaturas, em seguida deu de ombros.

– São muito simples para vampiros, talvez o sangue animal os afete de um modo a deixá-los não somente sem a beleza estrondeante dos verdadeiros vampiros, como também anula seus extintos de proteção já que acham que podem ganhar alguma coisa enfrentando um grupo de Bruxos mais poderosos e em maior número. – Lucio disse com sarcasmo impregnado em sua voz. Os vampiros finalmente desviaram o olhar de Isabella e Voldemort para olharem o casal recém chegado. Voldemort sorriu vitorioso, pois querendo ou não o vampiro havia recuado ao desviar o olhar. Discretamente ele lançou um pequeno feitiço que aumentaria a queimação na garganta dos três que ficaram contra ele e sorriu mais ainda comentando.

– Concordo, mas não vamos perder todo o passeio por tal... – Ele olhou para os vampiros novamente e completou. — Coisa insignificante. Eu tenho idéias bem mais divertidas do que fazer nesse passeio e não inclui perder meu tempo discutindo com traidores de raça. – Voldemort disse olhando sua companheira com desejo e antecipação ignorando os vampiros. Isabella retribuía seu olhar com todo o ardor que sentia e não via a hora de estarem a sós. Os vampiros apenas começavam a sentir a ardência em sua garganta aumentar, ainda conseguiam ignorar, mas em alguns minutos doeria tanto que eles só poderiam pensar na dor.

Voldemort ofereceu o braço cavalheirescamente para sua companheira, ela sorriu fazendo uma pequena reverencia em agradecimento e aceitando seu braço. Voldemort voltou-se para os Cullens, olhando um por um e parando em Edward.

– Nos veremos novamente, muito em breve... – Ele deu seu típico sorriso frio e sádico de gelar os ossos de qualquer um e virou-se com Isabella em seu braço caminhando em direção ao povoado. Lucio e Narcisa deram um ultimo brilho frio para os Vampiros e seguiram seus Líderes, sendo acompanhados pelos outros bruxos mais jovens que sorriram arrogantes e com despeito para os vampiros antes de seguir os passos dos bruxos mais velhos.

Isabella POV:

Caminhamos pelas ruas de Hogsmeade em silêncio, eu me mantinha perto do Meu Lord, o suficiente para que eu sentisse que ele não estava totalmente relaxando quanto aparentava. Eu podia sentir a tensão emanando dele bem como a raiva. Afaguei cautelosamente seu braço ainda entrelaçado ao meu, mas não fiz mais que isso, não sabia de onde vinha sua raiva e não sabia se era dirigida a mim.

Ele olhou-me como se visse minha alma, talvez ele pudesse, eu não tinha certeza, e seus olhos se suavizaram apenas um pouco. Ele puxou-me mais próxima de si mesmo e sussurrou no vão do meu pescoço.

– Não tema amante. Minha raiva é para com os sanguessugas, não me alegra deixá-los assim. Quero que eles sofram por tudo que fizeram a você... – Deixei escapar um suspiro, bem como a tensão que eu nem tinha percebido que segurava e sorri para meu senhor. Tio Lucio e tia Narcisa disseram que ficariam por perto e se afastaram por entre as pessoas do povoado. Draco, Agnes, Pansy, Astória e Blaise também se afastaram indo para o Três Vassouras, deixando-nos às sós, ou tão sós quanto poderíamos no meio do povoado cheio de gente.

Paramos perto de algumas do Três Vassouras e da Dervixes e Bangues.

– O que queres fazer amante? Podemos ir para algumas dessas lojas ou podemos ir para a mansão. – Meu Lord perguntou sorrindo com malicia. Algumas garotas ao nosso redor suspiraram e eu fechei a cara lançando um olhar mortal para elas que rapidamente olharam para outra parte, mas tão logo eu voltei a olhar para meu Lord as vadias voltaram a secá-lo. Ele sorriu mais ainda percebendo meus ciúmes, mas ele não disse nada porque eu colei meus lábios nos dele, assim como prensei meu corpo ao seu não deixando nenhum espaço entre nós.

Ele assumiu o controle do beijo, como eu sabia que faria, entrelaçando uma de suas mãos em meus cabelos com uma força dolorosa que apenas me fez gemer abafadamente em seus lábios. Sua outra mão estava em minhas costas garantindo que não teria o mínimo espaço que nos separasse, eu sentia-o duro e firme contra mim e rocei meu corpo mais forte em sua ereção fazendo-o meio gemer, meio rosnar mordendo meus lábios com força a ponto de tirar um pouco de sangue o qual ele lambeu muito lentamente, muito sensualmente encerrando o beijo já que o ar estava quase nos faltando.

– Mansão... – Eu sussurrei ofegante em seus lábios. Ele sorriu, seus olhos escureceram de uma forma que não tinha nada haver com ser um bruxo das trevas, e tudo haver com ser um homem cheio de desejo primitivo, carnal.

‘Com certeza será uma tarde muito divertida.’ Pensei enquanto ele nos aparatava para a mansão diretamente em seu quarto.

Fim do capitulo.


Notas finais
*Semcomentsapenassaicorrendonovamentefugindodasmaldições*