Notas iniciais
Olá desculpem a demora, e os erros no cap.
Beijos.
Boa leitura!

Isabella POV:

Desaparatamos em um escritório muito conhecido por mim era todo decorado com as cores da Sonserina, com uma aparência muito requintada e ao mesmo tempo sombria. Estávamos na mansão Malfoy, num dos escritórios mais antigos da casa.

- Então minha querida, me conte o que causou a explosão de seu poder. – Voldemort perguntou em meu ouvido com sua voz incrivelmente sensual, mandando um arrepio por todo o meu corpo. Estávamos sozinhos ali, provavelmente ele ordenou aos comensais que aparatassem para outro lugar. Ele ainda mantinha o braço em volta de mim me fazendo extremamente consciente de seu corpo pressionado ao meu.

- Seria mais fácil você ver por si mesmo Milord.- Rolei a ultima palavra em minha boca dando um sentido totalmente obsceno a palavra. Liberei minha mente para ele novamente e comecei a mostrar tudo o que aconteceu para ele. Mostrei a provocação da Lufa Lufa sangue ruim, mostrei-me lançando um Crucio nela, o velhote me chantageando, a chegada a Forks, a primeira vez que vi os Cullens, o desafio que a Putéssica ( Puta + Jéssica) me fez ao dizer que o Cullen era ‘intocável’ ( oh, florzinha delicada), como eu me coloquei em várias confusões e situações de risco para o imbecil me salvar e eu poder me aproximar dele, o inicio do namoro, o nojo que eu sentia ao beijar aquele tumulo de pedra celibatário, minhas tentativas de quebrar a barreira do velho, cada momento que passei com todo o clã purpurina, as histórias de cada um deles, o jogo de baseball, a caçada de James, o tédio que eu continuava a sentir naquela cidade chata, o grude do Cullen, os meus ataques de raiva quando ele tentava me fazer inferior, as maldições que eu criei pensando em usar neles, a paixonite ridícula que o Black tinha por mim, meus planos de me livrar dos Cullens, a festa de aniversário e o meu corte ‘acidental’, o ataque de Jasper, o afastamento milagroso do Cullen, meu plano de usar o ataque como uma desculpa para terminar com ele, seu ‘pedido’ de um passeio na floresta suas palavras imbecis numa tentativa de me magoar o que só me divertia até o momento em que ele disse as palavras que me enfureceram, a barreira quebrando, minha vontade de lançar um Crucio nele, mas o bastardo já havia fugido, meu ataque de raiva na floresta, as sombras me obedecendo, as sensações e a promessa de poder, o sonho, cada parte dele passada cuidadosa e detalhadamente, a explosão de poder, meu ‘encontro’ com Mike, a espera por Charlie enquanto escrevia a carta para tio Lucio, e tudo o que aconteceu antes deles chegarem.

Quando as imagens terminaram, eu podia sentir a evidencia de sua excitação pressionada contra as minhas costas, parece que as imagens do sonho tiveram efeito, sorri maliciosamente.

- Você não tem idéia... – Ele sussurrou rouco em meu ouvido pressionando-se ainda mais apertado contra mim. Fechei minha mente novamente já que havia mostrado tudo que queria, e ele continuou falando. – Esse sanguessuga é realmente muito idiota, mas você pode conseguir algo melhor tenho certeza. Eu ordenei a um dos meus comensais para eliminar qualquer prova de que você exista daquela cidadezinha imunda, somente os vampiros e o traidor de sangue lembrarão de você, mesmo assim ele não conseguirá mostrar as memórias dos últimos acontecimentos para ninguém, desde que você tem que voltar a Hogwarts para obter seu certificado, então sem provas para o velho chantageá-la novamente. Mas eu estou curioso sobre as suas maldições... Conte-me mais sobre isso. – Ele ronronou se afastando, infelizmente, sentando-se na poltrona atrás da mesa e me indicando a cadeira a sua frente. Sentei-me e respondi.

- Tenho cinco, a primeira que criei foi Defunctio Nigra, causa manhas negras na pele assim como queimação interna e externa, a segunda foi Terrorem Necromagica causa um ataque coletivo de animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões... A terceira foi Desipiens causa dor semelhante a de um Crucio Mestre, e alucinações com os maiores medos. A quarta foi Hamurabi Sentence baseado nas idéias de um terrorista trouxa bastante criativo que seria de bom uso se não fosse trouxa, ela é um tipo de vingança olho por olho, tudo que o alvo tenha feito para os outros voltará para ele. E por ultimo Menti Mortis que eu usei em Charlie, causa dor de cabeça terrível, levando lentamente a loucura, em seguida vai matando-o até que a vítima vire um vegetal. – Eu sorrio pensando em como Charlie deve estar agora.

Uma batida na porta soou e Voldemort disse um baixo e irritado entre.

- Milord, sinto muito atrapalhar, mas o velho está me chamando urgentemente, acho que talvez ele já deve ter encontrado o traidor de sangue e precisa de mim para fazer uma poção de cura. – Snape disse se curvando.

— Você tem permissão para ir Severo. – O Lord assentiu. Eu sorri malignamente e disse friamente.

- A maldição não tem cura, o máximo que você pode fazer é atrasar o inevitável. A poção diminuirá a dor no inicio, mas dentro de uma hora no máximo ela volta dobrada, eu tive a certeza de que a poção servisse como um ampliador do sofrimento para todas as minhas maldições. – Terminei sorrindo de uma forma sádica e sendo acompanhada pelos dois.

- Então eu terei o cuidado de fazer uma dose extra. – Snape respondeu antes de se retirar da sala sorrindo perversamente.

- Nenhuma das suas maldições tem antídoto? – Voldemort perguntou sorrindo friamente.

- Eu não disse isso, elas têm antídoto sim, mas... Acho que ninguém gostaria de tomá-lo. – Eu sorri mais ainda.

- E porque não?

- Veneno de Basilisco não é algo o qual todos degustam... – Eu comentei diabolicamente. – Ele me olhou sem esconder o espanto por alguns minutos antes de perguntar.

- Como você conseguiu isso?

- Eu peguei depois que o Potter o matou na câmara no segundo ano. – Respondi.

- E porque diabos uma garota daquela idade iria querer veneno de Basilisco? – Perguntou genuinamente curioso.

- Eu criei a minha primeira maldição uma semana antes. Precisava de um antídoto, mas nãoo um que todos pudessem encontrar. Então eu criei uma poção, no diária fala somente sobre o veneno e em uma página separada tem o modo de preparo da poção, caso alguém descubra e por um milagre tenham veneno de Basilisco guardado, tomará só o veneno e morrerá de qualquer forma. – Dei de ombros.

- Incrível... Este diário é o que você pegou junto com sua varinha e o cordão na casa trouxa estou correto? – Perguntou. Eu assenti.

- Você se importaria de me deixar ler? – Eu sorri concordando, não me importava que ele soubesse o que tinha no diário afinal ali só continha coisas escuras, ele não era o velhote e não viria com sermões e castigos para mim por fazer magia negra. Peguei o diário dentro de minhas vestes e estendi para ele. Ente o pegou e abriu então franziu o cenho.

- Está em branco. – Assinalou.

- Tem um feitiço de proteção nele. É um selo de magia negra que pede uma senha. – Expliquei.

- Interessante, mas porque eu não posso sentir nenhuma magia vindo dele? – Perguntou analisando o diário.

- Feitiços de ocultação mágica. – Eu respondi.

- Mesmo assim eu sentiria, essa é uma magia diferente. – Ele olhou para mim em busca de respostas.

- Essa é uma magia pessoal, eu modifiquei a original fazendo a magia flexível diante do poder do conjurador. – Seus olhos brilharam calculistas e ele disse.

- Você é uma jóia rara minha querida... – Voltou seu olhar para o diário. – Qual a senha?

Com um aceno de mãos as sombras apareceram novamente trazendo-me um frasco médio de vidro,e ao meu comando fizeram um corte na palma da minha mão. Deixei o sangue escorrer para dentro do frasco até estar completamente cheio, fechei o frasco e as sombras se reuniram ao redor de minha mão alimentando-se do sangue ainda escorrendo ao mesmo tempo em que me curavam. Depois de alguns segundos elas se afastaram revelando minha palma lisa e sem sinais de qualquer ferimento recente ou cicatriz. Fechei o frasco e entreguei a e Voldemort que sorria mais frio e calculista que nunca.

- Basta uma gora o meio desse desenho. – Apontei para meio da capa do diário onde um desenho trouxa estava incrustado. – Se olhar novamente verá que a presilha no cabelo do desenho é uma runa, quando o sangue bater nela será absorvido e após o reconhecimento as anotações se revelarão. – Ele assentiu parecendo ávido por mais conhecimento.

- É incrível, como você parece saber de magias que eu não conheço. – Ele comentou.

- Talvez seja porque eu modifico ou crio a maioria das magias que uso, eu realmente odeio ser restringida somente a magia frouxa, por isso crio variações, ninguém pode me acusar de usar magia negra se me pegar usando, já que eu os criei. – Dei de ombros novamente, ele assentiu lentamente e guardou o diário e o frasco em suas vestes.

- Você deve estar cansada teve um dia e tanto, a acompanharei até seu quarto para que possa se acomodar. Amanhã após o café faremos iniciaremos seu treinamento, apesar de ser bastante esperta e criativa, acabou de ganhar novos poderes e precisa explorá-los. – Ele disse levantando-se e estendendo o braço para mim. Aceitei o gesto enganchando meu braço no seu e saímos pelos corredores da mansão andando em direção ao meu quarto. Ao chegarmos na porta ele surpreendeu-me ao dar um beijo delicado e ao mesmo tempo sensual em minha mão e inclinar-se para sussurrar em meu ouvido.

- Devolverei o diário quando terminar a leitura. Tenha uma boa noite Srta Darklyn. – Arrepiei-me toda, mas consegui respondei.

- Boa noite Milord, mas, por favor, não me chame de Srta, Isabella está bem. – Minha voz era suave e sussurrada, não conseguiria falar mais alto com toda a sua proximidade.

- Como quiser... Isabella. – Ele respondeu afastando seu rosto do meu ouvido, mas deixando uma proximidade significativa entre nossos rostos. Olhei fixamente seus lábios enquanto meu nome saia deles, fazendo outro arrepio mais forte passar por mim. Voltei meu olhar ao seu e encontrei duas orbes púrpuras me olhando maliciosamente. Eu não me aproximaria, ainda tinha a consciência de que ali era o Lord das Trevas e eu como sua seguidora o devia respeito. Só levaria adiante se ele quisesse. Um sorriso de satisfação brilhou em seu rosto chamando minha atenção aos seus lábios novamente. Ele estava me testando, para ver se eu faria algo sem a sua permissão, mas apesar de que ele era gostoso pra caralho e eu adoraria beijá-lo eu ainda mantinha meu respeito. Tio Lucio me disse a vida toda que eu devia respeitar o Lord das Trevas e eu o faria. Subi o olhar de volta a seus olhos rubis e lembrei-me imediatamente do sonho com as trevas. Os olhos... Vermelhos vívidos que enviavam arrepios de desejo por mim... Será...? Talvez... mas ele não é o único de olhos vermelhos que existe, poderia ser um vampiro ou.. Recusei esse pensamento imediatamente, jamais me envolveria com outro sanguessuga nojento novamente.

- Você parece profundamente imersa em pensamentos. — a voz rouca e aveludada do Lord das Trevas me trouxe novamente de volta a realidade, ele me olhava com uma sobrancelha arqueada e um minúsculo sorriso nos lábios. – O que passa em sua mente? – Sussurrou novamente. Lambi os lábios subitamente secos.

- Estava me perguntando se beijar o Lord das Trevas é um insulto muito grave... – Sussurrei de volta, com uma voz que expressava exatamente o que eu sentia. Luxúria. Desejo. Mas ao mesmo tempo Hesitação. Seu sorriso aumentou um pouco, tornando-se sedutor, convidativo e ao mesmo tempo divertido.

- Talvez seja... Mas, talvez ele não se sinta insultado... Você terá que descobrir sozinha... – Ele sussurrou aproximando nossos rostos ainda mais, criando uma perigosa proximidade entre nós. Eu estava encostada na porta do quarto com seu corpo a milímetros do meu e eu sentia-me formigar por seu toque.

- E você quer que eu descubra? – Tentei.

- Você quer descobrir? – Ele retrucou de volta. Eu sorri um pouco e respondi.

- Oh, sim! – Sem discutir mais colei meus lábios aos dele, não me importando se haveria punição, eu com certeza gostaria de qualquer que fosse desde que ele a fizesse. Uma de minhas mãos voou para os cabelos de sua nuca enquanto a outra estava em seu ombro me dando apoio para chegar a seus lábios. Por um momento ficamos somente assim. Lábios colados um no outro sentindo a sensação disso, então ele levou sua mão aos meus cabelos enquanto a outra foi para a minha cintura apertando-a com uma força exorbitante, pressionou seu corpo ao meu não deixando o mínimo espaço entre nossos corpos. Ele mordiscou meus lábios pedindo passagem e eu prontamente os entreabri gemendo abafadamente quando sua língua penetrou em minha boca. De inicio o beijo foi lento, apenas um reconhecimento. Mas logo o desejo e os instintos foram tomando conta, fazendo com que nos beijássemos com paixão e selvageria. Suas mãos seguraram minhas coxas puxando minhas pernas ao redor de sua cintura, logo me prensando novamente na porta, suas mãos apertando minhas coxas e puxando meu cabelo de uma forma dolorosamente deliciosa para que eu não pudesse quebrar o contato, não que eu o faria de qualquer jeito.

Ele mordeu meu lábio com força, fazendo-o sangrar um pouco e isso apenas me fez gemer ainda mais saboreando em seus lábios o gosto do meu sangue, apreciando a dor e o prazer que ele me proporcionava. Moí meu quadril contra o seu esfregando nossas intimidades fazendo-o rosnar e pressionar-me ainda mais forte contra a porta. Quando o ar nos faltou ele desceu os lábios por minha mandíbula até chegar ao meu pescoço onde mordeu e sugou dolorosamente me fazendo ofegar e gemer movendo-me mais freneticamente em seu colo. Desci a mão de seu ombro por seu peito deliciosamente duro e musculoso lamentando por suas vestes. Senti-o sorrir em meu pescoço ao ouvir meu gemido de frustração por não conseguir chegar até sua pele.

Eu não me importava que estávamos no meio do corredor e que a qualquer momento alguém poderia aparecer. Eu só queria-o tão necessitadamente como se seu toque fosse ar, era algo completamente essencial para a minha sobrevivência.

Puxei seus lábios aos meus novamente precisando sentir seu gosto novamente. Dessa vez ele me beijou forte e violentamente forçando sua língua em minha boca enquanto eu apenas gemia de prazer. Seu gosto era a coisa mais deliciosa que eu já provei. Ele mordia e chupava meus lábios e língua explorando minha boca como se sua vida dependesse disso, e eu não estava muito diferente, beijava-o com tanta voracidade e desejo que eu sentia como se fosse explodir com essas sensações. Escutamos passos ao longe se aproximamos de onde estávamos e ele rosnou de raiva em meus lábios enquanto eu gemia de frustração. Argh, tinha que ter um filho de uma jumenta para atrapalhar, que vontade de lançar um Crucio! Ele me deu um ultimo beijo rápido e disse.

- Eu cuidarei disso, vou adorar lançar um Crucio no maldito que nos atrapalhou, tenha uma boa noite querida. – Sua voz era sexy ainda rouca pelo beijo, mas continha uma borda de raiva direcionada a quem se aproximava de nós.

- Boa Noite Milord. – Respondi com a voz ainda mais rouca e sem fôlego do que a dele, causando-o a sorrir maliciosamente para mim. Com um ultimo aceno de boa noite entrei no quarto trancando a porta e indo diretamente para o banheiro.

Foi só quando eu estava dentro da banheira que a realidade me pegou. Eu tinha não só Libertados meus poderes, transado com as sombras, me livrado dos Cullens e de Charlie, , me tornado uma comensal, matado Jéssica e Mike com meus novos poderes, mas também tinha acabado de ter uma seção de amassos com o Lord Gostoso das Trevas!

- Uau, isso foi um dia e tanto — Eu sussurrei para mim mesma.

‘Principalmente pela ultima parte... ’ – Pensei sorrindo maliciosamente.

Fim do capitulo.

Notas finais
E ai o que acharam? Ficou bom? Ruim? Péssimo? Ótimo? ahhhh o/
Até a próxima!