The Dark Lady
6 Capítulo 5
Notas iniciais
Tô de castigo da net pq tirei nota baixa ~~D:
Entãoo sem mtas palavras boa leitura
ATENÇÃO: Este capitulo tem cenas inadequadas de Lemon e violência.
Isabella POV:
Acordei na manhã seguinte completamente encharcada de suor e sentindo meu corpo tremer necessitado. Eu passei a noite toda tendo sonhos terrivelmente eróticos que envolviam a mim e ao Lord das Trevas. Merlin! Se com alguns beijos ele me deixa assim, não posso nem imaginar como eu ficaria se continuássemos de onde paramos ontem...
Tomei um banho muito gelado para aplacar o calor em mim, coisa que não deu muito certo, pois no momento em que coloquei os olhos nele ao chegar à sala onde ocorriam as refeições tudo voltou ferozmente trazendo consigo todas as sensações prazerosas me deixando molhada imediatamente. Com muito esforço mantive meu rosto o mais neutro possível e acenei respeitosamente para ele dizendo um “Bom dia Milord’ o qual ele respondeu da mesma forma, mas pelo brilho malicioso em seus olhos ele sabia exatamente o que eu estava sentindo, e sentei ao lado de Draco na mesa que sorriu para mim.
- Isa! – Ele praticamente gritou entusiasmado ao me ver. Éramos melhores amigos desde que eu posso me lembrar, não há quase nenhum momento da minha infância ou adolescência o qual ele não está presente, e sempre andávamos juntos em Hogwarts apesar de que eu tinha um ano a mais que ele. – meu pai me disse que você havia voltado, a escola é uma merda sem você lá. Será que você consegue voltar esse ano? – Ele perguntou.
- Hey Draco, eu também senti saudades, sim eu vou voltar para Hogwarts esse ano e me formar de uma vez. Parece que agora nós dois faremos o ultimo ano. – Sorri calorosamente para ele, que retribuiu voltando a comer.
- Então como foi lá no mundo trouxa? – ele perguntou.
- Irritante. Eu não podia nem mesmo lançar um inocente Crucio naqueles inúteis. Argh! Aquele velho me paga! – Eu fiz um bico chateado na primeira parte, mas terminei rosnando de raiva. Isso acidentalmente convocou as sombras ao meu redor, me acalmando instantaneamente.
- Ops! Ainda não tenho total controle... – Disse para Draco que me olhava assustado assim como todos os outros na mesa, fora o Lord das trevas e alguns poucos que já haviam visto na noite anterior.
- Então você conseguiu quebrar todas as barreiras? – Draco perguntou saindo do seu choque momentâneo e sorrindo maliciosamente como sempre.
- Sim, é realmente incrível, veja. – Fiz as sombras se tornarem uma serpente que se enrolou ao meu redor confortável mente.
- Isso é realmente impressionante, elas fazem tudo o que você manda? – Perguntou apontando para as sombras.
- Até agora sim. – Eu disse. – Mas como você viu às vezes eu as convoco acidentalmente... – Ele assentiu então eu dissipei as sombras começando a comer quando meu estômago reclamou por quase 20hs sem comida.
Comi rapidamente ignorando as olhares sobre mim, e logo que terminei, subi de para voltar ao quarto e trocar de roupa para o treinamento com Voldemort.
Uma batida soou na porta do quarto e eu a abri revelando um Lord das Trevas muito quente encostado na soleira da porta. Ele ao contrário do que eu pensava não usava aquelas vestes longas e medonhas, mas uma calça preta, botas de couro, assim como sua jaqueta, ambas negras, e uma camiseta também preta colado ao seu dorso. Como eu disse muito gostoso.
- Vamos? – Ele perguntou sorrindo maliciosamente, com se estivesse lendo minha mente. Ou talvez ele estivesse pensando o mesmo que eu.
Eu tinha vestido um short curto negro, uma camiseta preta de mangas curtas que deixavam minha marca negra a mostra, botas de couro de dragão também negras, o cordão dos Darklyn, minha varinha e passado uma simples maquiagem escura nos olhos.
Retribui seu sorriso da mesma forma e assenti segurando seu braço. Ele me conduziu em direção as masmorras até que paramos em frente a uma cela onde alguns trouxas estavam presos. Olhei para Voldemort a espera que ele dissesse o que eu deveria fazer.
- Eu estou intrigado com suas maldições, quero que as teste agora. – Ele ordenou, sorri acenado, estava louca para testar minhas maldições. Ele abriu a porta da sela e nós entramos, os trouxas nos olharam temerosos principalmente porque o Lord das Trevas havia criado uma ilusão para que eles o vissem com sua aparência ofídica, eu não via, mas percebi ao entrar acidentalmente na mente de um dos trouxas.
- Qual você quer que eu use Milord? – Eu perguntei em um sussurro rouco, pois ele havia me abraçado por trás moldando seu corpo ao meu e encostando seu queixo em meu ombro mantendo seus lábios próximos ao meu ouvido.
- Use a segunda... – Ele sussurrou de volta mandando um tremor por minha espinha o fazendo sorrir malicioso. Apontei minha varinha para um dos trouxas e disse a maldição apensando em todos os animais mais peçonhentos e venenosos que eu podia imaginar.
- Terrorem Necromagica – O trouxa olhou para cima aterrorizado, e gritou quando pequenas feridas começaram a mostrar-se em sua pele. Os animais eram visíveis apenas para eles, mas isso não queria dizer que não estavam lá. A mulher trouxa que estava perto dele começou a chorar e tentou puxá-lo para perto de si, mas como sua mão se aproximou dele encheu-se de pequenas picadas e mordidas.
O Lord das Trevas sibilou de prazer mordiscando meu pescoço e puxando-me mais apertado contra si, sem desviar o olhar do trouxa em agonia. Deitei a cabeça para trás em seu ombro me deleitando com seus lábios em meu pescoço e ombro assim como os gritos do trouxa que soavam aos meus ouvidos. As sombras se conjuraram ao nosso redor acariciando-nos como velhos amantes.
O Lord das trevas mordeu particularmente forte o pulso em meu pescoço e eu gemi baixinho. O trouxa já havia morrido e eu não tinha a mínima vontade de me preocupar com os outros agora, eu só queria continuar de onde paramos ontem a noite. Ele nos puxou para fora da cela a fechando rapidamente e logo em seguida em empurrando fortemente contra a parede arrancando-me um gemido que logo foi abafado por seus lábios famintos devorando os meus. Entrelacei minhas pernas em sua cintura aumentando o contato entre nós, me remexi em seu colo esfregando nossas intimidades com força e ele chiou, seu beijo se tornando mais violento. Senti o gosto de sangue em meus lábios, mas não sabia se era meu ou dele e não me importava eu estava cada vez mais descontrolada e queria mais e mais dele. Ele desceu seus lábios para meu pescoço deixando marcas de seus dentes por toda parte assim como rastros de fogo e luxúria. Eu gemi longamente como seus dedos esfregaram meu clitóris mesmo por cima da roupa e sua outra mão entrelaçou-se em meus cabelos puxando-os em um aperto firme, forçando meu pescoço exposto a ele, não que eu o afastaria, jamais faria isso, eu queria isso mais que qualquer coisa nesse momento.
- Você gosta disso não é? – Ele ronronou em meu ouvido roucamente, eu apenas gemi em resposta incapaz de formar uma frase coerente. – Você será minha Isabella? – Ele perguntou mais firme, meu nome saindo completamente obsceno em seus lábios suculentos. Eu forcei o resto da minha capacidade de pensar em formar uma resposta e sussurrei ofegante.
- Sempre Milord. – Senti-lo sorrir em meu pescoço e a familiar sensação de apraratação passou por mim.
Então já não estávamos nas masmorras, provavelmente estávamos em seu quarto, mas eu não me preocupei em olhar estava ocupada de mais puxando seus lábios de volta aos meus. Gemi com seu gosto másculo e inebriante e suguei seu lábio inferior em minha boca sentindo sua carne macia entre meus dentes. Ele caminhou um pouco ainda comigo escanchada em seu quadril e caiu em cima de uma superfície macia, provavelmente a cama, comigo embaixo de si. Suas mãos desceram rasgando minhas roupas com uma força descomunal, sua mão massageando e beliscando dolorosamente meu seio esquerdo e a outra descendo por meu estômago até chegar a meu centro onde sem nenhum aviso ele enfiou dois dedos profundamente dentro de mim fazendo-me arquear as costas e conseqüentemente separar nossos lábios. Sua boca encontrou meu seio livre onde ele mordeu e sugou fortemente causando-me a gritar de dor e prazer. Ele aumentou as investidas contra mim e logo eu estava gritando e gemendo seu nome como meu corpo explodia em prazer.
- Você tem um gosto delicioso, minha querida. – Ele sussurrou roucamente retirando os dedos de dentro de mim e lambendo-os, eu olhava-o hipnotizada como uma cobra fiel a seu mestre. Ele sorriu perversamente para mim seus olhos brilhando em vermelho vívido mandando mais espasmos em meu corpo. – Você quer sentir seu gosto? Quer sugá-lo dos meus dedos? – Ele perguntou passando os dedos provocativamente em minha mandíbula, mas não chegando perto da boca. – Me responda! – Ele ordenou em um tom de voz que me fez tremer.
- S-sim Milord. – Eu meio que gemi fazendo-o sorrir mais ainda. Ele passou os dedos úmidos por meus lábios ainda fechados incitando-me a abri-los para ele, e foi exatamente o que eu fiz. Entreabri os lábios e suguei seus dedos, rolando-os em minha língua. Ele gemeu excitado e eu chupei até o ultimo sabor dos meus sulcos de seus dedos, em seguida ele grudou nossos lábios sugando o gosto que ele havia me dado agora a pouco, gemi abafadamente. Merlin, ele é delicioso.
Puxei um pouco suas vestes pedindo permissão para retirá-las ele apenas acena com a mão e elas desaparecem deixando-o em plena gloria, eu queria poder admirar seu corpo, mas não tenho forças para desgrudar nossos lábios que se moviam em sincronia furiosa. Suas mãos apalpavam meu corpo com força deixando marcas e misturando novamente a dor e o prazer. Uma de minhas mãos estava em sua nuca puxando-o para mim e a outra descia por seu peito e estômago até chegar ao que eu queria.
Senti-lo pulsar duramente em minha mão e apertei-o um pouco iniciando movimentos de vai e vem fazendo seu beijo descontrolar-se, ele rosnou mordendo com força meu lábio inferior até sair um pouco de sangue lambendo-o e sugando com brutalidade prazerosa. Suas mãos tornaram-se mais fortes e frenéticas beliscando meus seios e puxando dolorosamente meu clitóris, nossos gemidos eram abafados pelos lábios esfomeados um pelo outro. Ele explorava cada canto da minha boca com sua língua deliciosamente quente e aveludada movimentando em sincronia com sua mão em meu clitóris praticamente me levando a loucura. O quarto estava completamente tomado pelas sombras que de alguma forma parecia triplicar nosso prazer, como se ela estivesse alimentando-se de nossa Luxúria.
Eu trabalhava rápido e forte massageando sua ereção ritmicamente aumentando cada vez mais seus gemidos, eu senti-o tremer acima de mim como seu orgasmo se aproximava e aumentei a pressão em seu membro. Ele movimentava-se em minha mão esfregando cada vez mais meu clitóris aumentando meu prazer assim como seu beijo se tornava cada vez mais duro e profundo. Apertei- com mais força ainda e ele paralisou por um momento em seguida seu todo corpo estremeceu fortemente como sua semente se derramou em minha mão. Ele gemeu roucamente, e separou nossos lábios minimamente para podermos respirar antes de pegar minha mão em seu membro esfregar uma ultima vez em sua extensão umedecendo-o, abri um pouco mais as pernas o dando total acesso a mim, ele sorriu e pressionou-se em minha entrada, olhando profundamente em meus olhos e beijando-me deliciosamente ao mesmo tempo em que com um só impulso afundava-se completamente em mim, e OH MERLIN! O Que era aquilo?!
- Milooord – Gemi meus pensamentos nublados, eu só pensava em como era bom sentir seu corpo próximo ao meu, profundamente cravado dentro de mim.
Ele não parou, mesmo quando sentiu minha barreira se rompeu e eu agradeci a todos os deuses por isso, a combinação da dor e ardência que meu rompimento causava com a sensação de preenchimento e prazer que eu sentia com ele dentro de mim era o suficiente para me fazer chegar a borda do orgasmo que ele construiu massageando meu clitóris latejante, eu sentia que a qualquer momento explodiria, e suas investidas violentas contra mim aumentavam essas sensações ao máximo, ele ainda mantinha seus olhos rubis nublados de prazer e luxúria fixos aos meus, e isso me deixava completamente a sua mercê. Minha mente se abriu e de alguma forma conectou-se a dele e eu gritei como seu prazer se derramou sobre mim, arrepiando todos os pêlos do meu corpo como se fosse uma corrente elétrica de puro prazer e luxúria.
Ele aumentou as estocadas, mais rápidas, mais fortes e eu somente gritava e gemia seu nome uma e outra vez pedindo-o para nunca parar. Seus lábios desceram para meus seios, mordendo-os fortemente causando dor que misturou-se ao prazer e eu gemi um grito alto e estridente, um grito primal feito de puro desejo. Eu sentia a pressão em meu baixo ventre ficar cada vez maior, e ele mantinha-se gemendo incoerentemente contra a minha pele causando uma vibração prazerosa na carne sensível e machucada do meu seio, eu cravava fortemente minhas unhas em suas costas a ponto de sentir a pele se romper e ele gemer de prazer pela dor que isso lhe causava.
- M-milooorrrdd – Eu gemi longamente, ele rosnou contra a minha pele e isso foi o suficiente para mim, o orgasmo me pegou em uma explosão e eu arqueei minha coluna gritando seu nome a plenos pulmões, as sensações tomaram conta de mim, dançando em cada parte do meu corpo, por um segundo eu me senti sem pele, completamente desossada, não me lembrava de mais nada, não sabia meu nome, onde estava, quem eu era. Eu só sabia que ele me fazia sentir todas aquelas sensações avassaladoras e eu não queria que isso acabasse nunca mais. Eu sentia a grande onda de prazer doloroso misturado como poder escuro, que saia em ondas de prazer de ambos os nossos corpos que eu tenho certeza que qualquer pessoa num raio de 10 km também podia sentir, e a única coisa que me mantinha ancorada fisicamente era seu pulsar como ele estremeceu gemendo e finalmente liberou seu liquido dentro de mim em jatos longos e quentes misturados aos meus.
Ele caiu respirando ofegante em acima tentando respirar normalmente, de uma forma que eu já havia desistido, apenas sugando grandes lufadas de ar satisfazendo meus pulmões. Com muito esforço ele rolou para o lado saindo de dentro de mim arrancando um pequeno gemido do fundo de nossas gargantas, ele me puxou para seu peito que subia e descia fortemente em longos arquejos, não muito diferente de mim.
- Mandarei... Os... Elfos... Moverem... Suas... Coisas... Para... Cá... A Partir... De agora... Você dorme... Comigo... – Ele disse por entre a respiração, com uma voz rouca de pós-sexo que... MERLIN, eu já me sentia excitada novamente. Ele deu uma risada profunda e sussurrou já controlando sua respiração. – Não é só você minha querida... – Olhei para baixo de seu corpo e encontrei-o já animado novamente, voltei a olhar em seu rosto e, apesar das dores do que acabamos de fazer começavam a aparecer em meu corpo, abri um sorriso de pura malicia capturando seus lábios num biejo profundo com lábios, línguas e dentes, enquanto ele rolava para cima de mim novamente.
“E lá vamos nós para o 2° Round!” – Pensei sorrindo internamente.
Fim do capitulo.
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