Notas iniciais
Oláa minhas amoras e amores (Se tiver) *Sorrisoamarelo*
Gente desculpem a demora *Carinhadogatodebotas*
Mas eu estou tão triste em escrever o fim da fic *Snif**Snif*
Eu ainda não tive uma idéia para prolongar a fic então eu acho que continua sendo a reta final.
Desculpem a demora espero que gostem desse capitulo e que ro muitos reviews e muitas recomendações pra fic nesses ultimos capitulos ok! Pra me animar mais ok?
Sem mais delongas, Boa Leitura!

No Capitulo Anterior:

- Não... Não estou sentindo nada... É só que... Eu... Eu acho que... Estou grávida!

Terceira Pessoa POV:

Nem um ruído foi ouvido no quarto após as palavras dela. Ambos prendiam a respiração. Ela em expectativa da reação dele, e ele ainda em choque. Finalmente ela cansou-se de esperar e perguntou temerosa.

- M-milord? – Ele ainda a olhava de olhos arregalados milhões de pensamentos passando na velocidade da luz em sua mente. Ela o olhava com medo, o amava mais que a si mesma, e ao pensar que tinha um pequeno pedacinho dele crescendo dentro de si um sentimento de alegria a enchia completamente, mas... E se ele não quisesse filhos? Ela não queria escolher entre eles, seria uma decisão que a mataria por dentro.

- Milord, por favor, responda, v-você não... Não quer... Não... – A voz dela não saia, a frase era dolorosa de mais só em pensamento, falar em voz alta faria parecer mais real. Ele finalmente saindo do seu choque percebeu o estado de aflição de sua amante. Não tinha escutado uma palavra do que ela disse depois da palavra ‘grávida’, mas com um rápido legilimens percebeu os medos dela, e uma fúria fria o encheu ao mesmo ver esses pensamentos em sua mente.

- Não pense isso. – Ele rugiu a assustando, os olhos arregalados enchendo-se de lágrimas, e o fazendo arrepender-se imediatamente de ter essa reação. – Amante... Amante... – Ele a chamou, mas inevitavelmente as lágrimas se engrossaram e ela não percebia o arrependimento e a felicidade no rosto dele, havia entendido errado sua reação, ele a havia mandado não cogitar a idéia de se livrar do herdeiro deles, e ela havia entendido que não era para cogitar a idéia de ter um bebê. Sentindo-se impotente diante do choro dela, fez a única coisa que lhe passou pela mente que a acalmaria, avançou em seus lábios tentando demonstrar através daquele beijo o quanto estava feliz com a notícia.

Por um momento ela congelou desnorteadamente, mas quase que inconscientemente seus braços foram para seu pescoço puxando-o mais perto, enquanto seus lábios correspondiam com paixão ao beijo dele. Somente quando o ar era extremamente necessário foi que ele separou seus lábios dos dela, mas mantendo seus braços firmemente apertados ao redor dela.

- Eu não poderia estar mais feliz amante, e não poderia pensar em alguém melhor para me dar um herdeiro. Eu amo você e agora essa pequena vida sendo formada dentro de seu ventre. – Ele sussurrou beijando o resto das lágrimas e retribuindo o enorme sorriso que ela o presenteou.

- Eu também amo você Milord. – Ela sorriu observando os traços magníficos daquele homem em seus braços. Ela também não acreditava que pudesse estar mais feliz, o telepata se foi e deve estar sofrendo das mais terríveis torturas nesse momento, ele a havia pedido em casamento, e estava feliz com o fato de ser pai, agora só faltava a morte do Potter e do Velho para por fim na guerra e eles poderiam ser felizes.

Ela ainda achava irreal, ter encontrado alguém tão perfeito para ela como seu Voldemort, achava-se a pessoa mais sortuda do mundo por ter alguém tão magnífico, poderoso e escuro como ele a amando.

Ele sentia-se da mesma forma olhando para sua forma pequena e delicada em seus braços. Ele sabia muito bem que a delicadeza dela era ilusão, ele sabia que ele era muito forte e muito poderosa, e amava isso nela. Ele amava como ela podia ser sua versão feminina perfeita em alguns momentos, como ela podia ser tão sentimental com ele, mas tão fria e calculista com os outros, da mesma forma que ele era com ela, ele amava como ela poderia torturar qualquer um, ou segui-lo cegamente, sem se arrepender ou se preocupar com mais nada além da satisfação de ambos. Ele sabia que ela era mais humana do que ele, sabia que ainda existiam pessoas que ela considerava amigos, e ele não queria que ela perdesse essa parte dela, ela o tornava mais humano e o fazia sentir coisas que haviam sido adormecidas dentro dele há décadas, e ele amava isso, como amava tudo nela. Sentia-se muito sortudo por ter alguém como ela o amando e o seguindo, ela era angelical e demoníaca, fria e emocional, boa e má tudo ao mesmo tempo, e ele não poderia imaginá-la mais perfeita.

Quase que ao mesmo tempo ambos inclinaram-se para o outro ao mesmo tempo, formando um beijo que era diferente de todo os que eles já trocaram, mas mesmo assim tão igual. Seus lábios se moviam com paixão lenta, suas línguas se acariciavam com desejo mutuo e amoroso, suas mãos acariciavam a pele que podiam tocar de um modo tão delicado que era como se ambos tivessem medo de quebrar o que tinham em mãos. Ambos se separaram sorrindo, e desta vez o sorriso era o mais trocado entre eles, cheio de desejo, luxuria, escuridão e malicia.

Em perfeita sincronia seus lábios atacaram-se novamente com mais desejo e selvageria, a pura luxuria queimando entre eles. Ela arrastou-se para seu colo, colocando cada uma das pernas de um lado dos seus quadris. Enquanto ele passeava as mãos por suas costas passando por sua cintura fina e descendo para suas coxas firmes e roliças.

Ambos gemeram ao mesmo tempo quando ela remexeu-se em seu colo causando atrito entre suas intimidades enviando um choque de desejo descontrolado entre eles.

Ele desceu as mãos pela parte interna das coxas dela enquanto descia seus lábios pela mandíbula e clavícula dando-lhe beijos ardentes e mordidas ferozes. Arrancando gemidos e arquejos dos lábios dela.

Isabella POV:

Suas mãos apertavam fortemente minhas coxas fazendo um caminho lento para onde eu queria que ele tocasse. Tentei apressar seu caminho, mas suas mãos se apertaram mais forte impedindo-me, ele estava brincando comigo...

Seus beijos e mordidas em meu pescoço só aumentavam o fogo terrível dentro de mim, causando-me a gemer em seus braços implorando por um toque mais profundo.

Finalmente seus dedos chegaram à seda completamente encharcada que separava-o irritantemente da minha pele nua. Ele passou os dedos por cima do tecido brincando com meu desejo e fazendo um gemido frustrado sair dos meus lábios quando ele novamente afastou o toque. Eu senti-o sorrir maliciosamente no vão do meu pescoço deliciando-se com o que fazia comigo.

- Milord... Por favor... – Pedi tentando colar ainda mais meu corpo ao dele.

- Tenha paciência amada... Diga-me... O que você quer?- Perguntou em sua voz rouca e delirante ao pé do meu ouvido, enquanto puxava entre os dentes o lóbulo da minha orelha.

- Eu quero... Eu quero... – As palavras não saiam, pois seus dedos passaram a passear novamente pela seda da minha calcinha.

- O que você quer amante? – Ele perguntou novamente em tom de ordem me fazendo gemer quando seu dedo roçou por cima do tecido meu clitóris intumescido.

- Eu quero você Milord... – Respondi entre arfadas.

- Agora isso é uma resposta vaga amante... Você já me tem... Diga o que realmente quer... – Persuadiu novamente, Merlin... Sua voz...

- Eu... – As palavras novamente foram cortadas por um gemido quando em um movimento brusco ele rasgou o tecido da minha calcinha jogando-o longe, e mesmo assim ele ainda não me tocou...

- O que você quer amante? Responda-me... – Ele sussurrou sedutoramente passando as mãos pelas minhas coxas. Merlin! Eu podia sentir a umidade escorrendo entre as minhas pernas, com somente a promessa escura de prazer que sua voz trazia...

- Eu quero você... Você dentro de mim... – Praticamente gritei sentindo seus dedos circularem languidamente meu clitóris, torturando-me ainda mais. Senti-o sorrir ao escutar minhas palavras e seus dedos muito lentamente desceram pelas minhas dobras separando a carne encharcada trazendo outro gemido aos meus lábios, seu toque deixando um rastro de fogo em minha pele.

- Como amante? Como você me quer dentro de você? – Perguntou roucamente. Passando a ponta dos dedos em minha entrada. Antes mesmo que eu pudesse responder ele continuou. – Como amante... Assim? – Com essas palavras, seus dedos abriram espaço dentro de mim, trazendo gemidos em meus lábios e arrepios em meu corpo. Eu assenti freneticamente, gemendo frustrada quando ele passou a outra mão pela minha cintura impedindo-me de fazer qualquer movimento em seus dedos. – O que você quer de eu faça amante? – Perguntou descendo os lábios pela minha clavícula e brincando com a borda do sutiã que compunha a lingerie, ou pijama, que eu usava. Eu gemi novamente sentindo-o iniciar movimentos languidos e tortuosos dentro de mim.

- Milord Por favor... – Gemi implorando, precisava dele, necessitava de um alivio para o fogo que sentia queimando dentro de mim.

- Por favor, o que amante...? – Sorriu perversamente enquanto seus dedos subiam pela minha cintura terminando no fecho do sutiã onde ele abriu revelando meus seios com mamilos intumescidos em sua direção. Essa visão só fez o fogo dentro de mim duplicar, e pelo que eu sentia em minha coxa ele sentia-se da mesma forma.

- Por favor... – Minha voz saiu quase em um choramingar e eu quase podia sentir lágrimas de necessidade molhando meus olhos. Ele sorriu novamente perverso e retirou seus dedos muito lentamente da minha intimidade, trazendo outro gemido frustrado do fundo de minha garganta.

Ele sorriu novamente e guiou-me deitada no tapete felpudo e negro do quarto. O sorriso perverso e lascivo ainda presente em seu rosto. Seus dedos subiram pelo meu estômago, muito languidamente espalhando um rastro úmido com meus sulcos até que sua mão fixou-se em um de meus seios esfregando o liquido de seus dedos pelos meus mamilos. Logo em seguida, sem desviar seus olhos luxuriosamente vermelhos dos meus abaixou seu rosto para mim, sua língua serpenteando para fora de seus lábios e sugando o liquido em minha pele, seguindo o rastro que seus dedos haviam deixado. Eu apenas gemia e me contorcia esfregando minhas coxas em busca de uma fricção para aliviar as sensações devastadoras que ele causava em mim.

Suas mãos afastaram minhas pernas, acariciando a pele, seus lábios distribuindo beijos, primeiro numa, depois n’outra, nunca chegando onde eu mais precisava. Meu corpo sentia-se pegando fogo.

Depois de longos minutos me torturando, ele finalmente se aproximou da minha intimidade encharcada, eu podia mesmo sentir sua respiração quente acariciando minha carne dolorida.

- Diga-me amante? Fale para mim, o que você quer que eu faça... – Persuadiu. Eu estava ficando louca, podia sentir a sanidade escorregando para longe e o desejo tomando seu lugar. Eu odiava esse joguinho, ao mesmo tempo em que amava. Mas eu precisava dele, precisava dele quase como precisava do ar, estava a dias precisando senti-lo em mim.

- Eu preciso de você Milord, preciso de sua boca em mim, de suas mãos em mim, preciso senti-lo me rasgando por dentro preciso de você... – As palavras quase selvagens saíram quase em um rosnado de meus lábios. Era irritante a calma que ele demonstrava, era irritante o sorrisinho malicioso e convencido em seus lábios deliciosos, mas a escuridão luxuriante em seus olhos... Merlin! Se ele continuasse me olhando assim eu poderia vir sem que ele mesmo me toque...

Sem mais uma palavra senti seus lábios em mim, beijando, lambendo, mordendo... Enlouquecendo. Eu gemia e me contorcia, clamando seu nome, arfando meu desejo entre gemidos. Não demorou muito para que eu me derramasse em sua boca, liberando parte daquele calor que se instalava em meu baixo ventre. Ele sugou até a ultima gota mordendo fortemente meu clitóris no processo, e arrancando um grito de prazer doloroso vindo do fundo da minha garganta.

Ele olhou para mim, seus olhos impossivelmente mais dilatados cheios de desejo e luxúria do que antes.

- Senti falta do seu gosto amante... – Ele ronronou aproximando seu rosto do meu, com movimentos predatórios, inflamando novamente uma chama escaldante pelo meu corpo. Ele não me deixou responder, atacou meus lábios em um beijo ardente e feroz, com seu desejo. Sentia sua ereção pressionada à minha coxa dura como mármore, me fazendo gemer em seus lábios.

Uma de suas mãos beliscava dolorosamente e prazerosamente os bicos dos meus seios enquanto a outra se esticava entre nós posicionando seu membro latejante em minha entrada. Para a minha frustração ele não se aprofundou em mim imediatamente. Ele esfregou-se em minha extensão, pressionando sua cabeça em meu clitóris dolorido. Eu gemia em seus lábios que famintos devoravam os meus com todo desejo e luxúria que sentia.

- Por... Favor... Mi... Milord... – Implorei entre os beijos.

- O que amante? – Ele rosnou descendo os lábios para meu pescoço deixando-me arfante com seus beijo de tirar o fôlego e gemendo por suas carícias tortuosas. – O que você quer? – Perguntou mordendo e lambendo minha clavícula.

- Eu... Quero você... Quero que você... Me faça gritar novamente... Quero... Quero que você me foda Milord. – As palavras inegavelmente obsenas que saíram dos meus lábios expressavam exatamente o que eu queria. Ele rosnou algo incompreensível seus lábios agora em meus seios mordendo-os e chupando dolorosamente ao mesmo tempo em que com um grunhido inteligível, ele enfiou-se completamente em mim.

Gemi alto e longamente sentindo novamente a sensação de preenchimento que sentia quando o tinha dentro de mim. Sem delongas ele começou a dar estocadas fortes e furiosas dentro de mim, que arrancavam seu nome a gritos dos meus lábios. Eu sentia a pressão construindo-se cada vez maior dentro de mim, enquanto minhas paredes internas o apertavam fortemente, como se para sugá-lo totalmente dentro de mim.

Ele gemia e rosnava sugando meus seios deixando marcas roxas em minha pele, algumas de suas mordidas partiam a pele, mas como sempre isso só trazia mais prazer para mim.

Ele continuava as estocadas furiosas, e eu sentia-o perto da borda, passei as pernas ao seu redor fazendo-o bater-se ainda mais profundamente dentro de mim, a minha perdição foi quando ele mudou ligeiramente o ângulo de suas investidas até que seu membro friccionava dolorosamente meu clitóris a cada estocada.

Seu nome saiu a gritos, gemidos e arfadas dos meus lábios enquanto eu me sentia convulsionar ao seu redor, com mais duas estocadas ele estremeceu procurando meus lábios com os seus e abafando seus gemidos quando ele veio longa e duramente dentro de mim.

Ele rolou-se para o lado puxando-me para seus braços, inicialmente estranhei o fato dele não deixar-se cair por cima de mim como sempre fazia. Mas quando sua mão acariciou cuidadosa e carinhosamente meu ventre eu me lembrei.

O prazer foi escorrendo para longe, deixando o cansaço e o sono para trás. Senti seus lábios em minha testa e um rouco e sussurrado ‘eu te amo’ em meu ouvido, e a ultima coisa que pensei antes que a escuridão me levasse em um sono sem sonhos foi que desta vez havia sido somente nós dois, ou melhor, nós três e não havia nenhum poder envolvido, somente nós e o que sentíamos pelo outro...

Fim do Capitulo

Notas finais
E ai o que acharam? =) Aí tá o Hentai que faltou no capitulo passado 66'!
Gente comentem muito e mandem bastante recomendações pra fic ok?
Beijinhos, e até a próxima!
P.E.