The Dark Knight: Night of the Huntress
23 Asilo Arkham
Notas iniciais
Huntress e Batman tinham combinado de se encontrar no telhado do departamento de policia de Gotham. Chovia naquela noite. Huntress vestia além do traje de Kevlar uma capa aprova de fogo como a de Batman presa firmemente em seu traje que naquele momento servia como proteção para a chuva. Suas armas estavam presas por coldres uma em cada perna era só engatilhar. Carregava sua tradicional adaga de adamantium e em cada pulso tinha uma equipada para disparar uma rajada de alta freqüência eletrostática de até 30 mil volts, capaz de desestabilizar um humano superpoderoso numa distância de até 20 pés, dispara cartulhos de gás lacrimogenio e age como um transmissor de rádio em situações extremas. As várias funções da pulseira são ativados por sensores de galvânicos introduzido a musculatura do pulso de Huntress. Além de carregar discos de plástico explosivo equivalente a 4 quilos de TNT em seu cinto junto com quatro pentes de arma com 19 balas cada. O capuz protegia seu rosto mascarado da chuva mas mesmo assim seus cabelos caiam molhados sobre os ombros enquanto aguradava Batman.
-- Você foi rápida.—disse uma voz rouca e sexy.
--Temos muito trabalho a fazer.
A porta d terraço foi aberta, o comissário Gordon parecia surpreso e aliviado por encontrar os dois.
--Algum problema Sr. Gordon?—perguntou Batman.
-- Arlequina tomou a segurança de Arkham, e parece que o Coringa subornou um guarda para deixá-lo escapar e tomar controle da instalação.
--Mais alguma informação?—perguntou Huntress.
--Parece que o Coringa instalou várias bombas pela cidade. E ameaça explodi-las caso alguém tente entrar. O que...—mas o comissário percebeu que estava sozinho.—Eles sempre fazem isso...—bufou.
Batman e Huntress saltavam lado a lado em meio a escuridão.
--Acho que vamos ter que trabalharmos sozinhos. Sem ajuda externa. Droga! Não achei que o coringa fosse se mexer tão depressa...—resmungou Huntress irritada.
--Temos que descobrir logo o que o Coringa quer, tem uma Batcaverna em baixo do Asilo. Vamos para lá.
--Vamos usar o meu carro, o tumbler chama muita atenção, além do barulho.
O carro de Huntress rodava tão silencioso quanto uma pantera pelas ruas de Gotham, camuflado pelas sombras que os imensos prédios lançavam. O silencio era quase opressivo dentro do veiculo, mas nem um dos dois perecia realmente se importar. Huntress sendo orientada por Batman seguiu por uma estrada sem pavimentação perto do parque de preservação da cidade. As arvores quase tomavam a estrada, era dificilmente usada. O único som ouvido era o baixo som do motor do carro. Em certo ponto da estrada Batman pediu que Huntress parasse e escondesse o carro. Dali eles seguiram a pé. Se esgueirando pelas sombras da floresta de forma sombria e fantasmagórica. Escondida por uma cortina de samambaias e musgo verde e escorregadio em uma formação rochosa que lembrava um monte de pedras grandes empilhadas de forma desorganizada havia uma passagem de mais ou menos uns sessenta centímetros. Realmente ninguém desconfiaria que havia uma passagem ali, por que quem passasse achara que era apenas um monte de pedra. Os dois entrar pela passagem estreita. Uma...caverna?Porque isso não a surpreendia?
Huntress teve que tomar cuidado com a escada esculpida em pedra que levava a um longo corredor cavernoso e estreito. O ar era úmido e denso. O mesmo silencio opressivo ainda os perseguia. Os únicos sons ouvidos eram seus passos, suas respirações pesadas e o pingar da água acumulada pela umidade. A caverna embaixo de Arkham não era grande, mas tinha um tamanho considerável. As únicas coisas ali eram quatro telas de led do tamanho de uma teve de cinquenta e duas polegadas, uma bancada com vários teclados e aparelhos que conectavam os computadores a rede pessoal de Batman e duas cadeiras. Uma escada de ferro dava acesso à plataforma onde o batcomputador se encontrava. O cavaleiro das trevas acionou um botão acendendo os refletores e o computador. Depois de discutirem como fariam. Eles pegaram a passagem que os levava para dentro de Arkham e cada um seguiu por caminhos opostos afim de cobrirem uma área de busca maior. Por uma janela Huntress observou as coisas lá fora. O Asilo Arkham era um lugar horripilante por si só. Mas o jardim mal cuidado, os grandes portões ferro que era ladeado por estátuas de figuras encapuzadas de aspecto sombrios segurando lanternas, a fachada deteriorada e gasta do imenso casarão de pedra e principalmente o fato de abrigar os loucos mais perigosos do país faziam qual quer um extintivamente se afastar do lugar. Huntress tratou de afastar sua mente de divagações tolas naquele momento e volto a se concentrar em explorar o lado esquerdo de Arkham. Depois de duas horas procurando algo que lhe fosse útil ela achou uma porta que apesar de aparentar ser esquecida em meio a tantas havia sinais que tinha sido utilizada frequentemente. Em alerta e com cuidado ela abriu a porta e um corredor se revelou a sua frente, a lufada de ar causada pela porta trouxe o cheiro forte de umidade e mofo fazendo Huntress se sentir nauseada. No final do corredor havia um laboratório, assim que seus lhos esquadrinharam o ambiente ela encontrou um armário, a passos rápidos se dirigiu a ele. Depois de vasculhar os papeis que havia dentro do armário ela finalmente descobriu.
--Batman, eu descobri o que o Coringa procura!—disse através do comunicador em seu ouvido.—Ao que parece Arkham está sintetizando um veneno chamado Titan baseado na droga chamada Venom apreendido no Caribe. No entanto Titan é bem mais potente que Venom. Quando utilizado o Titan leva a pessoa ao ápice do condicionamento físico, no entanto a droga causa dependência e tem duração de doze horas.
-- Coringa planeja usar a fórmula Titan em vários prisioneiros de Blackgate...—ponderou Batman do outro lado da linha.— criando assim um poderoso exército. Mas sabemos que ele não vai se limitar a apenas isso, ele gosta de causar o caos então provavelmente também planeja despejar o produto extra da produção de Titan no suprimento de água de Gotham...—Batman tinha certeza de que este era o plano do palhaço do crime.
--Mas se ele despejar o liquido na água pode causar efeitos desastrosos na cidade. –exclamou Huntress.—Tudo bem, o que temos que fazer agora é pegar uma amostra e sintetizar um antídoto.
Depois de pegar pelo menos três frascos de amostra, Huntress verificou se não havia deixado nem um rastro de sua passagem no local deixando-o tão silenciosamente quanto havia chegado.
Se ao menos Kate soubesse que o momento que vivia era apenas os primeiros passos de sua carreira não como espiã, mas como vigilante, e apenas a metade do caminho da sua história com Bruce....
Notas finais
Bom o que acharam sobre o capitulo???
A unica prévia que posso dar da fic é que muitos obstáculos virão para Kate e Bruce...e talvez uma nova chance para eles...
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