The Dark Knight: Night of the Huntress
24 Mais do que deveria...
Notas iniciais
Mil perdões meu queridos leitores...mas eu fiquei sem PC por isso não atualizei. Bom então como presente de pascoa aqui vai o capitulo..
AVISO CENAS PROIBIDAS PARA MENORES DE 18 ANOS SE VOCÊ LER A RESPOSABILIDADE SERÁ TOTALMENTE SUA...
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Kate chegara em casa exausta, colocara apenas um camisa escrito Batman e o logo do morcego ficando de calcinha preta. Ela praticamente tinha capotado na cama. Deveria ser umas três da manhã quando Kate fora acordada pela filha.
Helena estava ali de pé com seu pijama de ursinho e ternura nos braços.--O que houve filha?perguntou Kate.--Não estou me sentindo bem mamãe. E eu tive um pesadelo.reclamou Helena manhosa. Kate estendeu os braços para a filha. Ao tocar Helena ela sentiu que a filha estava ardendo em febre.--Helena filha, conta para a mamãe. Você está sentindo alguma coisa?perguntou pacientemente a menina.-- Tenho vontade de vomitar e a minha barriga está doendo.choramingou a menina. Kate notou que a filha estava abatida e pálida. Após medir a temperatura e contatar que Helena estava com quase 39° de febre alarmada Kate decidira levar a filha ao Hospital. Colocara apenas uma calça de moletom e simples sapatilhas pretas. Jogou tudo que necessitava dentro de uma bolsa grande se agasalhou com um cardigan branco e colocou um casaco na filha.Com Helena abatida no sofá Kate terminava de arrumar as coisas. --Mamãe liga para o papai...pediu a menina manhosa.--Querida o papai não pode agora.explicou ela a filha.--Mas eu quero o papai...choramingou ameaçando a começar a chorar. Não era normal de Helena fazer manha então isso significava que a coisa tava seria. Kate suspirou e ligou para a casa de Bruce.--Alô, Alfred. É a Kate olha a Helena não está bem, está com febre e manhosa, está pedindo por Bruce será que tem como ele nos levar no Hospital?--Sim. Srta. Rushman eu avisarei ao mestre Bruce sobre a filha e pedirei a ele para levá-las ao hospital.--Obrigada Alfred.Bruce demorou uma meia hora para chegar a casa de Kate. E assim como ela tinha uma expressão exausta, mas a preocupação com a filha era nítida em seus olhos. Depressa Bruce foi até sua filha que se encontrava no colo da mãe com os cabelinhos despenteados, um pijama de ursinhos e carregando sob o braço um ursinho cinza que mantinha apertado. Bruce inclinou-se em direção a filha ficando frente a frente e com carinho começou a percorrer seus dedos pelos fios longos. O que foi, meu anjinho?perguntou ele com calma. Pesadelo, papai. Ela dizia em tom choroso. Helena se lançou do colo da mãe abraçou apertado o pai pulando em cima dele e buscando pelo seu colo. O Wayne envolveu-a em seus braços em seu corpo confortando-a. Kate viu as mãozinhas da filha se agarraram ao pai com tanta necessidade e o calor em sua voz ao ter o pai ali com ela naquele momento. O abatimento e manha de Helena mudaram imediatamente com a presença do pai ali e conforme conversavam Kate foi vendo suas feições se tornarem mais ternas e tranquilas, menos abatida. Ambos ficaram conversando por minutos e Kate viu Bruce estava tentando consolá-la e estimulá-la de que o mau sonho não se passava de uma imaginação. E que logo ela ficaria boa. Quero ficar com você, papai. Helena choramingava.Aquela cena angustiou Kate e em poucos instantes pode sentir seu coração se apertando. Helena sentia falta do pai e isso estava nítido na forma como conversavam, no seu jeitinho. E agora seria difícil afastá-la dele. Por tanto por hora não se afastaria de Bruce, faria isso por sua filha. Se ela queria o pai por perto ela teria. Seria apenas isso, ela e Bruce seriam apenas amigos para o bem da filha e dela mesmo. O médico constatou que o que Helena tinha era uma virose. Receitou remédios para a febre e um soro para desidratação. E recomendou que Helena comesse refeições leves e em pequenas porções. Helena choramingou e fez manha até que Kate concordasse em dormir na casa de Bruce. Eles acomodaram Helena no antigo quarto que Bruce ocupava quando criança.-- Bem querida, o quarto do papai é na primeira porta e o da mamãe e a segunda.orientou Kate.--Qual quer coisa nos chame. disse Bruce.--De qual quer jeito a mamãe vai vir aqui mais trade para ver como você está.Tudo bem?questionou a mãe.Helena assentiu com a cabeça. Os pais a cobriram com um lençol, ligaram o abajur e deixaram a porta encostada. Depois de se desejarem boa noite cada um foi para seus respectivos quartos. Era estranho para Kate estar de volta àquela mansão que não havia mudado com o tempo. A última vez em que estivera aqui ela era namorada de Bruce Wayne, e lá estava ela novamente. Bruce e ela tinham uma filha, ela ainda o amava, mas não tinham nada um com o outro. Ela se sentia inquieta naquele lugar. Trazia tantas lembranças, lembranças essas que Kate tinha que aceitar que havia ficado no passado. Sua boca estava seca e as lembranças não a deixariam dormir. Jogou os edredons para o lado e seguiu em direção à cozinha no andar de baixo. O chão frio sob seus pés não a incomodava nem mesmo o ar gelado da mansão. Ela gostava do frio, da sensação de ser aquecida. Kate travou diante da sala de estar, olhou fixamente para a lareira onde o fogo ainda crepitava sendo tomada pela lembrança da primeira noite de amor entre ela e Bruce. Bem ali, em frente à lareira no chão. Foi à noite mais romântica de sua vida. Balançando a cabeça para espantar aquela lembrança nostálgica Kate seguiu em direção a cozinha. Ela bebericava paciente seu copo de água enquanto obsevava o jardim através da janela. Ela estava tão distraída com seus pensamentos tentando controlar suas lembranças e seus desejos que não notou uma presença atrás de si.
-- O que está distraindo você?perguntou uma voz rouca e sexy ao pé do seu ouvido.Kate ficou tensa devido ao arrepio que sobressaltou seu corpo. O copo que tinha em mãos quase escorregou de seus dedos.--Não é da sua conta Wayne.respondeu ríspida. --Não seja malcriada Katherine.disse autoritário.-- Pra você tem que ser 100% de obediência não Bruce?rebateu irritada. Ela reprimiu um ofego enquanto sentia as mãos quentes de Bruce passear por sua cintura através do tecido fino da camisa que vestia. E os lábios quentes e habilidosos beijarem sua nuca de forma sedutora. Ela apostava que se não fosse os braços de Bruce a segurando ela já teria desfalecido. Para o seu pavor ela percebeu que estava sentido muita pele para a sua sanidade, seria impossível oferecer resistência se ele estivesse sem camisa. Sentiu as mãos firmes agarrarem sua cintura e virá-la de frente para ele. Ela tentou se concentrar apenas em seu rosto, desviando a atenção de tudo o que se encontrava entre os quadris e o pescoço de Bruce. --Tire as suas mãos de mim Wayne.ordenou em um fio de voz. Oh Deus! Ela o odiava, ele sabia exatamente onde e como tocá-la. E sabia que dessa maneira ele conseguiria o que quisesse dela. O restante de bom senso que ela ainda possuía havia escorrido pelo ralo.Kate tateou os braços de Bruce, pode sentir que seus bíceps endureceram como pedra sob o contato das suas mãos, e que sua barriga contra a dela era uma massa compacta de músculos. Quando ele respirou em seu pescoço, seus mamilos endureceram, estimulados pela expansão do peito dele. Cambaleou sobre as pernas quando Bruce a colocou em cima do balcão, com os joelhos trêmulos em virtude do intenso contato corporal. Aquele contato tão intimo fez seu clitóris implorar por atenção. Ele era tão... Másculo. A compressão súbita que sentiu entre suas coxas a obrigou a procurar apoio no corpo de Bruce para manter o equilíbrio. O desejo era tão intenso que era como se ele tivesse se tornado uma droga para seu corpo, a única fonte de uma sensação inigualável. Ele a beijou. Foi um movimento rápido, mas ela viu o que ele estava fazendo e não se esquivou. Sua boca estava gelada e tinha gosto de menta com um toque de álcool. Uma delícia. Todo o turbilhão de energia e sentimentos caóticos que vinha se acumulando dentro de Kate de repente se tornou grande demais para ser contido. Enfiou a mão entre seus cabelos maravilhosos e os agarrei com força, mantendo-o imóvel enquanto o beijava com voracidade. Seu gemido foi o som mais estimulante que ela já tinha ouvido na vida, e fez a carne entre suas pernas enrijecer furiosamente. Ela o desejava e o amava com tanta intensidade que doía. Suas mãos escorregaram pela cintura de Kate para agarrar a parte de trás das suas coxas. Apertando-a de leve, ele a puxou um pouco mais para perto. A bainha da camiseta que vestia subiu de maneira quase indecente, e seu olhar ficou vidrado na pele que suas mãos tinham exposto. Ele umedeceu os lábios com a língua em um gesto tão carnal e insinuante que Kat quase se derreteu de desejo. Bruce ficou parado por um bom tempo, percorrendo com seu olhar desde a ponta dos seus cabelos até os seus dedos do pé pintados em estilo francesinha. Kate também estava impressionada. Os braços musculosos a massa compacta que era sua barriga tanquinho e o peito definido , fez com que ela quisesse se entregar a ele naquele momento sem qual quer pudor . Baixando a cabeça,Bruce pressionou seus lábios contra a curvatura do seu pescoço. Sua língua percorreu a veia pulsante da sua garganta e ela se derreteu sob ela. Seu corpo amoleceu quando ele a puxou para mais perto. Com um suspiro de surpresa ela sentiu os dedos habilidosos de Bruce; ele agarrava seus seios, explorando-os com apertões suaves e ritmados. Ele sugou seu lábio inferior, enquanto seus dedos beliscavam seus mamilos sensíveis. Ele abocanhou um dos seus seios, produzindo uma onda de calor que fez sua pele transpirar. Uma de suas mãos abriu caminho até o meio das suas pernas. Elas se abriram sem o menor pudor. Seu corpo estava todo excitado, ela estava quase febril. Sua outra mão continuou massageando os seus seios, deixando-os insuportavelmente sensíveis ao toque. Ele enfiou um dedo cuidadosamente dentro da intimidade. Seus olhos se fecharam diante da vulnerabilidade de estar de pernas abertas sendo masturbada pelo homem pelo qual ela seria capas de dar a vida. O dedo de Bruce entrava e saía suavemente de Kate. Suas costas se curvaram, e suas pernas o abraçaram com vontade. Ele tirou o dedo de Kate e voltou com dois. Ela não conseguiu segurar um gemido de prazer. Aquele homem tinha mãos talentosas, confiantes e habilidosas, e conseguia tudo o que queria de Kate daquela maneira. Ela estava ofegante, girando os quadris sem nenhuma vergonha ao ritmo dos dedos dele. Sentiu que ia explodir se Bruce não a fizesse gozar. Nunca tinha ficado tão excitada na sua vida. Estava absolutamente dominada pela necessidade de ter um orgasmo. Se Alfred chegasse naquele momento e a visse se contorcendo no meio da cozinha enquanto Bruce a masturbava, ela não ia nem ligar. Seus dedos produziam ondas dentro de Kate e isso deixava à beira do orgasmo. Para a loucura de Kate Bruce começou a esfregar seu clitóris com o dedão, em movimentos circulares. Ela estava prestes a explodir, e a tensão só aumentava enquanto ele massageava seu clitóris e enfiava os dedos em Kate em um ritmo constante, sem a menor pressa. Ela chegou ao orgasmo com um grito abafado, arranhando as costas de Bruce levemente, remexendo os quadris nas mãos dele, esquecendo completamente qualquer vergonha ou timidez. Os olhos de Kate estavam grudados nos dele, incapazes de se desviar, hipnotizados pelo triunfo masculino que brilhava em seus olhos. Naquele momento, ele tinha total poder sobre ela. E ela faria tudo o que ele quisesse. E ele sabia disso. Um prazer avassalador tomava conta de Kate. Ambos voltaram a se beijar com fúria e desejo, sem nunca pararem eles chegaram ao corredor dos quartos aquilo pareceu despertar Kate.--Bruce para!exclamou ela.Eu...eu..tenho que ver a Helena.de modo nervoso e confuso ela despareceu para o quarto da filha. Droga! Eles estavam se envolvendo mais do que deveria. Kate teria que ser cautelosa.
Notas finais
preciso saber se o capitulo está bom então comentários por favor...
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