The Boy And The Wolf

36 Capítulo XXXV – Tremble for My Beloved


Notas iniciais
Oi, neko-chans! Tudo bem? Eu acabei de ver aquele anime que eu mencionei no capítulo passado (Uragiri wa Boku no Namae o Shitteiru) e tenho que dizer que... O LUKA É TÃO LINDO E MEU! Ele tá no mesmo nível fodástico do Sebastian, de Kuroshitsuji! Okay, parei *ajeita a roupa*. Tudo bem, tudo bem, acho que nesse capítulo você vão ficar mais desconfiados do que nunca, só lhes digo uma coisa: Não se iludem, por favor (esse é o lema da terceira saga). Música de hoje: Tremble For My Beloved, do Collective Soul (sim, sim, da trilha sonora de Twilight e sim, eu gosto da primeira trilha '-') Boa leitura, almirapevas ^.^

Capítulo XXXV – Tremble for My Beloved

“Your windows opened wide, your innocence takes flight”

— Ele tentou se matar, Madre! Não sabemos o que fazer. – Diz a senhora, chorosa.

A Madre olha para o garotinho de olhos azuis vazios com faixas nos pulsos. Tão pequeno... Pensa e suspira.

— Eu posso cuidar dele, a vida lhe deu uma segunda chance. Prometo que nada de ruim acontecerá com ele. – Promete a Madre a senhora.

A senhora sorri e agradece, dando um leve beijo na testa do pequeno.

— Cuide-se – fala carinhosamente e vai embora.

O garotinho olha a avó partir e suspira, ele sente a mão macia e quente da Madre. Ela o olha e sorri, puxando-o para dentro do orfanato. Prometo cuidar de você, não importa o que aconteça. Pensa novamente a Madre...

***

Renata olhava as crianças brincando, elas não sabiam de nada ainda... Uma borboleta azul passa por ela, pousando em seu ombro. A raposa apenas ignora a borboleta, tendo o pequeno ímpeto de caçá-la, como se fosse um filhote de raposa.

Ela encontra os olhos de Carl em si, ele anda até ela e sorri.

— Elas estão nos perseguindo até agora, desde que Nicholas morreu. – Diz o Hunter do meio, ajeitando os óculos, desconfiado.

— Parece que estou revivendo a morte de Ayla e Sarah novamente – comenta, numa voz baixa e grossa.

— Nunca vou entender as borboletas, só sei que elas são as almas dos mortos e curandeiras dos vivos. – Expôs, olhando uma borboleta azul passar por eles.

Renata suspira. Estava sendo difícil para ela, tratava Nicholas como um irmão. Nós somos um Clã... O Clã Orfanato. Pensa infantilmente. Ela fica cabisbaixa e sente a mão quente de Carl, ela o olha e cora. Carl sorri gentilmente e volta a ficar com os irmãos. Kurt olha uma borboleta azul passar por eles, ele franze o cenho e dá de ombros, sentindo a borboleta pousar em seu ombro. Ele suspira e não liga.

***

Kellan... Kellan... Por favor... Ajude-me...

Kellan abre os olhos e se depara com uma borboleta azul, ele franze o cenho e se levanta. A borboleta começa a bater as asas e voa para longe, pedindo-lhe para segui-la. Ele se levanta lentamente e segue a borboleta.

Ele anda quilômetros e quilômetros, sempre sentindo um poder forte. Ele para em frente à caverna de Vladimir. Ele franze o cenho e olha para os lados, vendo a borboleta pousar em seu ombro. Kellan apenas observa o movimento. Ele sabia que o clima estava pesado ali, sabia que a escuridão ainda rondava por ali.

Elas disseram que o mataram... Mentira.— A voz de uma mulher encheu sua cabeça.

O rapaz franze o cenho e sente o poder do avô sufocá-lo, ele tosse e toca em seu pescoço, engolindo em seco. A borboleta bate de leve as asas, dizendo-lhe para sair dali. Ele começa a correr para longe, não queria que a escuridão tomasse conta dele novamente. Ele corre mais e mais, perdendo-se da trilha da caverna de Genpachi.

Ele continua a correr, no entanto tropeça em algo e cai no chão úmido. Ele se senta e toca em sua cabeça, vendo sangue em sua testa. Merda. Pensa e olha em volta, vendo um grande buraco perto dele. Ele franze o cenho e vê uma borboleta pousar na frente dele. A borboleta o encara e então ele ouve algo se mexendo pelos arbustos.

Ele se vira, tomando um susto.

— Calma, não vou machucar-te – fala numa voz gentil e calma.

Ele franze o cenho para a pessoa com capa preta e capuz cobrindo-lhe o rosto. A pessoa estende a mão para Kellan, que rapidamente a pega.

— Apenas... Ajude-me... Kellan... – diz numa voz impossível de distinguir se era homem ou mulher.

Kellan cora com o toque e se levanta, tentando ver nos olhos da pessoa, mas não vê nada. Nem os momentos mais agonizantes dela. A pessoa começa a tossir e cai de joelhos no chão, Kellan rapidamente a segura e o abraça, acalmando a tosse dela.

— Ajude-me... Kellan... – diz a pessoa.

Kellan assente e deita a pessoa no chão, ele se levanta e percebe que está próximo a cachoeira. Ele corre até lá e pega um pouco de água. Ele volta correndo, mas não vê mais a pessoa ali, só uma borboleta azul. Ele franze o cenho e suspira, bebendo a água e jogando o recipiente.

Quem... Quem era aquela pessoa?— Indaga-se, tentando retomar a trilha da caverna de Genpachi.

Notas finais
Gostaram? Reviews? Ja nee, neko-chans Até mais, almirapevas =3