The Best Damn Thing

17 Retardados no Escuro, Parte 1


Notas iniciais
SOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRY PELA DEMORA .-.
Em compensação, voltei com duas atualizações.
Aqui e em Fuckin Perfect *-*
Obrigada, obrigada mesmo pelas reviews.
113 *-* Espero maaaaaaaaaais *U*
Capitulo dedicado a Bitch que amo:
pequenaapaixonadaporletras
Por recomendar a fic *-*
Espero que gostem.
Boa Leitura.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

Ok, isso é a única coisa que se passa em minha cabeça, na boa.

Mas, não me julguem, se coloquem em meu lugar e percebam que eu estou em um cenário de filme de terror.

– Sango, vamos morrer! – exclamei me abraçando a ela, quando mais um relâmpago clareou a cozinha.

– E aqueles putos, nem vieram nos salvar. – choramingou ela, revoltada. – Quando eu morrer vou voltar para mata-los dolorosamente. – completou com raiva.

Um Baque forte foi ouvido.

– Isso tudo é culpa da Carmem Sheila, a Tartaruga do Josh, que ele se esqueceu de alimentar e que começou a fazer vinganças contra pessoas bondosas como eu. TA FELIZ CARMEN SHEILA? — chorei revoltada.

– O QUE A CARMEM SHEILA TEM A VER? – Sango me deu um beliscão.

– AI! – reclamei. – Estamos em situação critica, Carmem Sheila é a culpada.

Ela parou um pouco e gritou:

– CARMEM SHEILA, SUA BITCH!

E então de repente...

Pá, tomei um susto e caí dura no chão. Mentira, um ser com os cabelos sobre o rosto apareceu na porta da cozinha.

– AAAAAAAAAAAAAA EU DISSE QUE ERA A SAMARA! – Gritei começando a correr pela cozinha, junto com a Sango.

– OOH SAMARA, LEVA A KAGOME, MAS ME DEIXE! – Sango gritava correndo também. – É CULPA DESSA PANDA MALDITA, QUE SÓ SABE COMER E DORMIR AAAAAAAAAAAAA!

– MINHA CULPA? – Gritei correndo – É culpa da CARMEM! – completei indignada.

E então, eu e Sango (ainda no escuro, enquanto corríamos), acabamos esbarrando e caindo no chão. A Samara se aproximou e disse:

– Kagome, os seus sete dias acabaram.

– Ok, diga aos meus filhos que eu os amei muito. E que eles devem acordar a Ellen todo dia, com um balde d’agua , porque ela nunca me deixou fazer isso... – comecei a murmurar, mas então uma risada muito conhecida da minha parte soou no local.

– HAHAHAHA – ela dava risada. – Não acredito que caiu nessa.

– Ellen, SUA BITCH DESGRAÇADA, QUER NOS MATAR DO CORAÇÃO? – eu e Sango gritamos com raiva.

Ela jogou os cabelos para trás, enquanto ainda dava risada. Percebi então, que ela estava molhada.

– Você não devia estar na faculdade? – Sango perguntou se levantando e me ajudando a fazer o mesmo.

– Olha, eu que não fico na faculdade, enquanto vocês estão aqui. – ela respondeu dando ombros.

– E como descobriu que estávamos aqui, criatura? – Perguntei arqueando uma sobrancelha.

Silencio dramático, por favor, produção...

Dei um pequeno pulo de susto, com mais um maldito trovão. Fiquei feliz em saber que não fui à única.

– Rin. – e então ela deu um sorriso amarelo.

– Prima maldita... – murmurei. – Mas eu amo ela. – e então assenti.

Ficamos em silencio por um breve momento e então Sango perguntou:

– Cadê aqueles retardados, que chamamos de namorados?

– A ultima vez que eu os vi... – murmurei pensativa.

– Estavam na sala... – ela completou também pensativa.

Ficamos em silencio por um tempo, até que o Inuyasha disse:

– Acho que deveria ir à sala, ver se eles estão lá.

– É Inuyasha, concordo contigo... – murmurei. – Ellen vai na frente, porque não quero cair de novo. – sorri amarelo.

– Garota idiota, você não ouviu o Inuyasha falando com você agora? – Ellen deve ter revirado os olhos.

– Ah é... – murmurei. – Inuyasha? – chamei estreitando os olhos.

– Sim? – ele perguntou receoso.

– Se eu caísse ou tomasse outro susto, te mataria seu maldito. – dei um sorriso maligno, mas acho que ele não viu.

– Vamos para a sala, vamos! – Sango passou por mim, indo em direção à sala. — E MIROKU HOUSHI, SE VOCÊ ME ASSUSTAR PODE CRER QUE NÃO IRÁ TER FILHOS! — gritou ameaçadoramente.

– Calma Sangozinha... — Miroku falou.

– AAAAA! — Sango gritou e um barulho de tapa MUITO forte foi ouvido. — MIROKU, EU DISSE PRA NÃO ME ASSUSTAR! — Sango exclamou com raiva.

Quando entrei na sala (sendo seguida pela Ellen e o Inuyasha), encontrei um Miroku no chão com as mãos... Bem, acho que deu pra entender e... Ah, ele tinha a marca vermelha da mão da Sango no rosto.

E como vimos?

Simples, o Sesshomaru (que também estava molhado e que provavelmente tinha vindo com a Ellen), iluminou a onde o Miroku estava com o celular.

– Sangozinha.... Quer acabar com os nossos futuros filhos? — perguntou no chão.

– E-Eu disse pra não me assustar! — ela retrucou começando a ficar vermelha.

– Mas Pô, precisava dar um chute e um tapa? — Miroku perguntou frustrado.

– Reflexos. — respondeu Sango, ah eu sabia muito bem desses reflexos impulsivos dela. Tapa e chute, toda vez que ela é surpreendida (com um susto), faz isso. Acreditem doí mais do que parece... BEM mais.

– É Miroku, da próxima vez, fique longe da onde a Sango está em um lugar escuro. — Sesshomaru falou dando risada.

Olhei para ele e comentei:

– Sesshy, cê ta parecendo um cachorro molhado. — sério, eu comentei sem pensar. SEM pensar mesmo.

– Cachorro molhado? — ele perguntou com raiva e isso piorou ainda mais, quando o Inuyasha começou a rir da cara dele, falando que ele parecia mesmo um cachorro. Claro, que o Miroku também começou a rir, e a Sango também e a Ellen também... E eu fiquei entre: Tentar controlar o riso e rezar para o Sesshomaru não querer me matar.

– Er... Sesshy... — falei tentando controlar o riso.

– Você me chamou de Cachorro molhado e Sesshy? — ele perguntou ameaçadoramente. — PAREM DE RIR, SEUS IDIOTAS!!

– Cachorro.... — Miroku falou se dobrando de dar risada (detalhe, ele ainda tava no chão).

– Molhado... — Inuyasha completou, fazendo com que eles rissem mais ainda.

Eu já ia começar a fazer todas as preces que eu havia conhecido, quando uma coisa veio na minha cabeça:

– Inuyasha, você é IRMÃO do Sesshomaru, então você também parece um cachorro. — sorri maldosamente, fazendo com que ele parasse de dar risadas na hora.

– Você ta de que lado, Mulher? — ele perguntou frustrado.

– Do lado que me faz continuar viva. — respondi dando ombros.

– Traidora. — ele estreitou os olhos e cruzou os braços, virando o rosto infantilmente.

Dei um sorrisinho e me virei para o Miroku, abaixando até ficar da altura em que ele se encontrava.

– Se você continuar rindo, faço questão de te capar. — sorri de um modo cruel.

– S-Sangozinha? — ele chamou a Sango temeroso.

– Não me meto, nas ameaças da minha amiga. — Sango falou dando ombros.

– Uia, acho melhor eu calar a minha boca. — vi por cima do meu ombro a Ellen assentindo conformada.

Levante-me com um sorriso satisfeito, pelo menos havia conseguido fazer com que os garotos parassem de dar risada.

– Sessh... Sesshomaru me perdoa? — perguntei fazendo carinha do gato de botas.

– Hn, Ok. Só porque fez os babacas pararem de rir. — ele respondeu revirando os olhos.

– Sou foda! — exclamei fazendo uma dancinha tosca.

– Menos Kagome, Menos. — Ellen falou também revirando os olhos. — ATCHIM! — espirrou.

– Ah é... — Sango murmurou pensativa. — Esqueci que vocês estavam molhados. — assentiu feito idiota.

– Esqueceu é? — Sesshomaru perguntou sarcasticamente. — Atchim! — espirrou discretamente.

– Kagome, vá buscar toalhas e algumas roupas lá no andar de cima. — mandou Sango.

– EU? — Perguntei indignada. — Porque não o Miroku?

– Estou no chão. — Miroku anunciou deitando rapidamente no chão.

– Levante daí, seu cretino! — Sango falou puxando a orelha dele.

– To levantando, To levantando. — Miroku falou desesperado, tentando evitar os puxões de orelha.

– Vá buscar as roupas, Miroku. — falei assentindo.

– Inuyasha, vai com essa frouxa da Kagome. — Ellen disse revirando os olhos. — RÁPIDO!

– Uia estressada, o que faz você pensar que eu vou? — perguntei arqueando uma sobrancelha.

– Ou eu conto daquele urso, você chamava de Raimundo. — ela deu um sorrisinho malvado.

– Não fale do Raimundo. — apontei para ela. Como ela ousa falar do Raimundo e ainda por cima, ameaçar de contar sobre ele?

– Urso? — Miroku perguntou.

– Raimundo? — Inuyasha perguntou espantado.

– Mas que diabos é esse Raimundo? — perguntou Sesshomaru tentando controlar o riso.

– Meu dinossauro de pelúcia... — murmurei contrariada.

– E quem põe esse tipo de nome em um urso de pelúcia? — Inuyasha perguntou.

– O que foi? Queria que eu o chamasse de Rex? — retruquei frustrada.

– E não é um nome normal, de um dinossauro? — Inuyasha respondeu com outra pergunta.

– Babaca. — estreitei os olhos e depois dei ombros. -Vamos logo. — anunciei seguindo em direção as escadas.

– Kagome, tome... — começou o Inuyasha, mas foi tarde de mais. Sim, eu tomei um tombo, SUBINDO as escadas.

– Eu to legal! — murmurei nos degraus.

– Como alguém caí, subindo as escadas? — Sesshomaru perguntou ironicamente

– Ela já não tem controle sobre os pés no claro, imagine no escuro? — Inuyasha devolveu com outra pergunta, enquanto ajudava-me a levantar.

– Não falem de mim, como se eu não estivesse aqui. — retruquei. — Valeu Inu.

– Ok, Ok. — eles resmungaram.

– Ah, Kagome, não se esqueça de pegar algumas lanternas, dentro da minha gaveta de "bugigangas". — Sango avisou.

– Ah, claro. — assenti. — Enquanto isso, usaremos as luzes do celular. — falei pegando meu celular no bolso (Um milagre foi que ele não quebrou, com os tombos que eu tomei).

– Finalmente uma ideia brilhante. — Ellen resmungou e eu a ignorei, subindo as escadas enquanto segurava a mão do Inuyasha... Por receio de cair de novo e sair rolando escada a baixo.

X-X-X

Assim que Kagome e Inuyasha subiram, todos suspiraram. Sango olhou para o teto e quando voltou a fitar Sesshomaru e Ellen (que como um raio), haviam se sentado no sofá.

– VAMOS, LEVANTEM DAÍ! — Sango gritou arregalando os olhos. — SE ESTRAGAREM O SOFÁ, QUEM PERDE A VIDA É EU! — acrescentou desesperada.

Os dois levantaram em um pulo, assustados pela afobação da garota.

– Sua mãe vai te matar, por causa de um sofá? — Miroku perguntou.

– Ela comprou o sofá semana passada. — Sango engoliu em seco. — E alertou, que se caso ele fosse estragado por mim, pelo Kohaku ou pelo meu pai, poderíamos dar adeus para as nossas vidas.

– Minha sogrinha é bem... Não tenho palavras. — Miroku assentiu sorrindo amarelo.

– Atchim! — Ellen espirrou novamente. — Se eu ficar resfriada por causa da Kagome, vou acorda-la com um balde... Atchim! de agua... Atchim! Gelada. — completou com uma cara assassina.

Sango deu risada e Miroku a acompanhou.

– SANGO, A ONDE ESTÃO AS ROUPAS? — Inuyasha gritou do andar de cima.

– PEGUEM PARA ELLEN, ALGUMA MINHA E PARA O SESSHOMARU, UMA DO MEU PAI, NO GUARDA-ROUPA DO QUARTO DA MINHA MÃE! — respondeu a garota.

– TA! — eles gritaram em resposta.

– Vocês, são muito barulhentos. — Sesshomaru resmungou massageando as temporas.

– Você que é muito quieto Sesshy. — Ellen comentou dando ombros. — Não sei como a Rin te aguenta.

– Ela não me pega no colo. — ele respondeu e fez com que a Loira estreitasse os olhos.

– Uou, depois dessa eu ficava quieta. — Sango murmurou para Miroku, que assentiu concordando.

X-X-X

Um baque foi ouvido e depois o Inuyasha praguejou. Há, isso porque tirou sarro de mim na escada. U.U

– Machucou? — perguntei com um tom cínico.

– O que você acha? — ele perguntou do mesmo modo.

– Que deve ter doído muito, tchê. — fiz graça e dei risada.

– Idiota... — ele murmurou se separando de mim, quando entrei no quarto da Sango. — Vou pegar as roupas do Sesshomaru. — avisou.

– Bah. — resmunguei entrando no quarto da Sango. Estava... estranhamente arrumado. É, acho que ontem foi dia da faxina. Que a Sango não escute e nem leia isso. — Ah, sacanagem a Sango ter um closet enorme no quarto — murmurei estreitando os olhos, enquanto ia em direção a porta do mesmo.

E então, entrei naquela multidão de roupas. Na boa, é roupa pra não acabar mais. Bati a cabeça em alguns cabides e derrubei algumas roupas... Qual é, mesmo com a porta aberta, no closet não entra LUZ, nem dos raios.

Peguei qualquer calça e qualquer blusa que eu "senti" e fui pra fora, derrubando mais alguns cabides e batendo a cabeça em mais alguns deles.

– Porcaria... — resmunguei ao ver que meu celular tinha descarregado.

Estava saindo do quarto, quando deu mais um daqueles grandes relâmpagos.

– INUYASHA! — gritei saindo correndo desesperada.

– KAGOME! — ele gritou correndo em minha direção. Claro, que eu deduzi isso, já que esbarramos e batemos as testas, caindo no chão por causa do impacto. Detalhe eu por cima dele.

– Mas porque sempre caímos assim? — perguntei o encarando. Mentira, eu só via a silhueta dele.

– Cê acha que eu sei? — ele respondeu com outra pergunta.

– Deveria saber sô, tu que és o bonzão. – murmurei tentando dar ombros.

– Você com essas gírias malucas me confundem. – Inuyasha deu risada.

– Eu não sou confusa. – estreitei os olhos.

– Ah, é sim. – ele recrutou.

– Sou não. – recrutei.

– É sim. – Inuyasha murmurou, estávamos MUITO próximos. E então, em um impulso, IMPULSO, OK? . Dei um sorrisinho de canto e o beijei.

Oh, Shit.

Hormônios me possuindo. Ok podem me matar agora.

“Loucura, é apenas uma questão de ponto de vista. – Johnny Depp”.


Notas finais
Continua...
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