The Best Damn Thing
18 Retardados no Escuro, Parte 2
Notas iniciais
Gente, me desculpem pela demora. Tive dificuldade em montar o capitulo e também tirei uma folga de escrever por umas duas semanas, então acho que fiquei enferrujada em TBDT KKKKKKKKKKKKKK'
Mas me esforcei bastante, espero que gostem.
Como já é 00:11, eu estou com dor de cabeça desde hoje a tarde e estou morrendo de sono, não irei responder as reviews agora u_u ~viram o sacrificio que estou fazendo? u-u
Boa Leitura.
Foi coisa de doido. Que isso.
Separamo-nos, com as respirações ofegantes e eu como a bela folgada que sou, ainda por cima dele.
– Obrigada por amortecer minha queda. – murmurei sem saber o que estava falando.
– Quando você cair, eu estarei lá... – Inuyasha falou revirando os olhos. – Assinado: Chão.
– Corrija essa assinatura. – protestei encostando minha testa na dele. – Quando eu caio, quem sempre está em baixo de mim é você.
– Você devia me agradecer, então. – Inuyasha murmurou.
– De que maneira? – murmurei começando a aproximar meus lábios novamente aos dele. Mas como não sou romântica.
“CABUM!” (N/a: Por favor, finjam que isso foi o barulho de um trovão ¬¬).
– AAAAAAAAAAAAAA – Gritei batendo minha testa novamente na dele e rolando com tudo por cima do mesmo, caindo no chão em seguida.
– Kagome sua cabeça dura! – reclamou ele, provavelmente estava com a mão na testa... Igualmente a mim.
– Eu tenho um tijolo no lugar da cabeça, só pode. – falei esfregando minha testa. – Mas se for assim, você também!
– Você machuca a minha testa e eu sou a cabeça de tijolo? – ele falou indignado. – Cara, somos muito românticos... Na boa. – e então eu concordei, começando a rir logo em seguida.
– Vamos ganhar o premio de casal do ano. – falei encarando o teto. – Não estamos esquecendo de alguma coisa? – murmurei bocejando e escorando minha cabeça no ombro dele.
– Não, acho que não. – ele murmurou bocejando também. Maldita mania que temos, ao ver outra pessoa bocejando e logo em seguida fazer isso também.
Meus olhos foram pesando... Pesando.... E eu dormi, ah que lindo. *-*
– Er... Kagome? – Inuyasha me cutucou antes mesmo que eu me imaginasse no planeta de algodão doce.
– Quê? – murmurei. Cara, eu admiro minha facilidade de dormir e ter sono rápido. Acho que nunca vou ter problemas com insônia.
– Lembrei-me do que estávamos esquecendo. – ele falou. – Sabe que subimos aqui, por um motivo, não é?
– Pare de enrolar. – resmunguei. – Fale... AAAAAA! – gritei mais uma vez e depois coloquei a mão na boca, dando um sorriso amarelo por ter gritado próximo aos “ouvidos sensíveis” do Inuyasha. – Sorry.
– Vou te dar um tapa, da próxima vez que fizer isso. – ele me encarou. Hehe ficou nervoso. – Nossos irmãos estão molhados na sala. – ele assentiu ou tentou. – Temos que ir levar as toalhas e entregar as roupas secas para eles. – comentou se levantando e me deixando deitada no chão.
– Ah preguiça. – revirei os olhos. – Vá sem mim e seja feliz...
– Dramática. – Inuyasha resmungou. Acredito que ele procurou as roupas que estavam caídas no chão, por causa do nosso belo tombo. – Não vai ir comigo?
– Não, não. – falei sem me importar.
– Feh! – ele resmungou novamente, antes de se afastar de mim.
– Estressadinho. – debochei olhando novamente para o teto.
E então eu fiquei... Sozinha.
Olhei para o lado desconfiada, olhei para o outro do mesmo jeito. Olhei para a porta do quarto... De quem eu não lembro e tive a impressão de ter visto uma sombra. Sente-me rapidamente estreitando os olhos, será que o Inuyasha tinha fingido que tinha ido embora e ficou?
– Inuyasha seu idiota, você ta ai? – perguntei engolindo em seco. – Não? – minha voz foi inauditiva.
Sabe aqueles momentos, em que você sente que tem alguém com você, mas você sabe que não tem ninguém então inúmeras histórias de terror começam a assombrar a sua mente?
E que você sente medo, e curiosidade e muito mais medo?
Ai você quer fugir, mas tem medo de que aquele ser se levante e corra atrás de você?
Ai você tem mais medo.
– O Famoso ditado... Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. – dei uma risadinha assustada. – Inuyasha, tem certeza que não é você? – perguntei novamente e então comecei a sentir algo andando sobre a minha perna direita. – Mas que diabos é... – meus olhos se arregalaram quando eu vi a barata. – AAAAAAAAAAAAAAA BARATA! – gritei me levantando correndo e assim seguindo em direção as escadas(ainda no escuro). – AAAAAAAAAAAAAAAA! – gritei novamente quando escorreguei e saí rolando escada a baixo. É dessa vez teve sequelas, bati minha testa(de novo), no chão.
– Kagome cê ta bem? – Inuyasha perguntou correndo em minha direção preocupado.
– Eu acho... Que quebrei a minha testa. – falei me sentindo um pouco tonta. – É, Eu quebrei a testa... – choraminguei enquanto ele me levantava, percebi que a sala estava iluminada... Velas?
– Não tem como quebrar a testa. – Ellen falou provavelmente me encarando.
– Tem sim... – choraminguei sentindo minha pobre testa dolorida.
Narradora:
Na sala, Sesshomaru, Miroku, Sango e Ellen estavam na sala. Ellen e Sesshomaru estavam com os lábios tremendo. Sango e Miroku, não sabiam se davam risada ou se procuravam alguma coisa para ilumina-los.
–Se eu tiver uma Hipotermia por causa da demora da Kagome, enfiarei ela em uma banheira com gelo. – Falou Ellen com raiva.
– Não exagere Ellen. – Sesshomaru falou. – E porque diabos ainda estamos no escuro? Vão buscar algumas velas!
– Oras Sesshomaru, por quê não vai procurar?? – Sango cruzou os braços indignada – Tem empregada aqui não, manolo. – e então se jogou no sofá.
– A casa é de quem? – ele arqueou uma sobrancelha.
– A Casa é da Kagome. – mentiu ela sem se importar. – Peça para ela procurar, oras.
– É mais fácil a Kagome colocar fogo na casa, do que encontrar uma alguma vela. – Ellen falou espirrando.
– A sua falta de fé nela, é completamente perturbadora. – Miroku falou ironicamente, enquanto seguia em direção à cozinha.
– A onde cê vai, seu retardado? – perguntou Sango franzindo o cenho. – Ah, agora ele vai querer pular no ralo e mudar de fase que nem o Mário Bros... Tsc, Tsc. – véi, acho que ela é quem é a verdadeira retardada.
– Ralo? Mário Bros? – Sesshomaru perguntou frustrado. – Aquilo é um “Caninho”, pô.
– Caninho? – Ellen começou a dar risada. – Cara, não é esse nome não! – começou então, a balançar a cabeça de um lado para o outro negativamente.
– Ah é? Então qual é o nome? – Sesshomaru encarou Ellen.
Ela fez uma careta, sorriu amarelo, coçou a nuca e então disse:
– Prensando bem, Caninho é melhor que Ralo. – ela comentou dando uma risadinha nervosa. – É... Me parece uma boa... Caninho, sabe...
– I’M A GENIUS! – gabou-se o mais velho, fazendo pose de convencido e logo em seguida espirrando. – Maldito Inuyasha...
– Hey, não fale mal do Ralo. – Sango reclamou apontando para ela.
Eles se encararam em silencio, sem ao menos saber sobre o que estavam conversando.
Então barulhos de panelas caindo na cozinha foram ouvidos por eles, até que Sango, em um pulo, saiu correndo e gritando:
– AS PANELAS NOVAS NÃO! – gritou desesperada. Sua mãe iria lhe matar se as panelas novas, caíssem e se amassassem. – Miroku seu imbecil, cadê você? – perguntou. – Caramba, essa cozinha ta um breu... Miroku? – tornou a perguntar quando viu algo que poderia ser Miroku. Oras, poderia ser algum fantasma querendo lhe pregar uma maldita peça.
– Ai meu dedinho... – Miroku reclamou se escorando na mesa. Estava procurando as velas, quando bateu o dedinho na perna da mesa, que fez com que ele se escorasse no balcão e derrubasse algumas panelas.
– Você não tava de tênis? – Sango franziu o cenho enquanto se aproximava dele.
– Eu tirei meu tênis – ele assentiu. – Assim como todo mundo. – suspirou. – Sango, acha as malditas velas? Véi, to me sentindo em um filme de terror.
– Talvez porque minha casa seja amaldiçoada. – Sango virou de costas para ele com um pequeno sorriso maldoso, enquanto ia até algumas gavetas em busca de velas. – A-Amaldiçoada? – ele engoliu em seco, e olhou para os lados como se esperasse que algo o puxasse para baixo ou o cutucasse. – Ande logo com isso Sango... – deu uma risadinha nervosa, enquanto ainda olhava para os lados temeroso. Um trovão foi ouvido e um grito feminino também... Ou foi impressão dele?
– Você tem medo Miroku? – Sango perguntou com os olhos um tanto arregalados, enquanto colocava a vela na altura do rosto. Sim, de algum modo extraordinário, ela havia conseguido encontrar três velas e também já as havia acendido.
– Eu vou te bater. – Miroku falou em um fio de voz. Todos sabem, que é brincadeira certo? Só pra avisar.
– Oh, que agressividade. – Sango revirou os olhos. – Pegue as três que estão sobre o balcão e vamos para a sala. – avisou dando ombros.
– Sango, eu tenho DUAS mãos. – Miroku falou indignado. – Espera que eu leve a terceira vela com a boca?
Ela pareceu pensar e depois disse:
– Portanto que não deixe que ela apague tudo bem. – deu ombros.
Miroku parou em um pequeno momento de choque. Sua namorada não era tão retardada assim... Era?
– Sango pega logo a vela, palhaça. – suspirou enquanto passava por ela e ia em direção ao balcão, pegando duas das três velas e indo para a sala, deixando a moça sozinha.
– Filho da mãe. – foi tudo o que ela falou antes de pegar a vela em cima da mesa e seguir para a sala.
Quando voltou para a mesma, Inuyasha já havia descido e também já tinha entregado as toalhas para Sesshomaru e Ellen.
– Cade a Kagome? – perguntou estranhando a falta da amiga. – Foi abduzida?
– Decidiu ficar lá em cima. – Inuyasha respondeu dando ombros, enquanto se jogava no sofá desocupado.
– Ela tem problemas. – Sesshomaru falou, estava usando uma toalha para secar os cabelos.
– Você convive com ela há tanto tempo e não tinha descoberto isso? – Ellen revirou os olhos, enquanto também secava os cabelos louros.
Ficaram um pouco em silencio, enquanto Sango e Miroku ajeitavam as velas em cantos estratégicos para iluminar melhor a sala.
– Paz. – murmuraram se jogando no sofá ao lado de Inuyasha, quando terminaram.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! – ouviram gritos e olharam automaticamente para a escada bem a tempo de verem Kagome rolando escada a baixo e batendo a testa no chão.
– Kagome cê ta bem? – perguntou Inuyasha se levantando em um pulo e correndo em direção dela.
– Eu acho... Que quebrei a minha testa. – falou ela meio desorientada . – É, Eu quebrei a testa... – choramingou enquanto Inuyasha ajudava ela a se levantar.
– Não tem como quebrar a testa. – Ellen encarando-a.
– Tem sim... – choramingou ela.
– Puts, ficou um galo feio. – Miroku falou indiscretamente, enquanto Kagome se sentava ao seu lado.
– AAAAAAAA eu quebrei a testa... – choramingou ela de novo, enquanto todos observavam o enorme “calombo” que havia se formado.
– Sango, vai buscar gelo. – Sesshomaru falou. – Esse negocio vai ficar feio.
E realmente havia ficado. Sango, segundos depois, voltou com uma compressa de gelo e deu para Kagome colocar sobre a testa.
– Meus neurônios devem ter saído do lugar... – murmurou ela dando risada. – Vamos, se distraiam sei que querem rir da minha desgraça, seus putos. – falou ao ver que os amigos tentavam a todo custo reprimir as risadas.
– Cê ta linda, na boa. – Ellen falou dando risada e sendo seguida por todos os outros presentes.
– Vou contar uma piada. – Kagome falou tentando mudar o foco das risadas.
– Você não sabe contar piadas. – Inuyasha falou olhando para ela.
– Eu sei sim. – mostrou a língua para ele e começou: — É um dialogo engraçado. Tinha Duas Formigas conversando...
Uma Falou pra outra:
– Qual o Seu Nome?
Ela Respondeu:
–Fu.
–Fu de que?
–Fumiga, e o seu?
–Ota
–Ota fumiga?
–não, OTAVIO . – e então começou a dar risada feito idiota. Por um lado havia funcionado, os outros haviam parado de dar risada. Só que agora, eles a encaravam como se ela tivesse algum problema mental.
Inuyasha olhou para ela e exclamou enquanto ia rapidamente em direção a onde as mochilas estavam.
– Kagome cadê o seu remédio?
– Remédio? – ela franziu o cenho. – Eu não tenho remédio, não manolo... Oh como dói. – falou ao apertar a compressa sem querer sobre o galo.
– Ela é assim mesmo? – ele olhou para a Ellen com uma cara feel like a poker face. – Tipo, ela nunca contou uma piada tão trágica como essa. – acrescentou frustrado.
– Ela caiu de cabeça quando nasceu meu caro, BEM forte. – ela assentiu. – Vou me trocar, ou ficarei resfriada. – acrescentou se levantando, pegando as roupas que Sango tinha lhe dado e seguindo em direção á cozinha. – Se algum de vocês me seguir, irei cortar a cabeça e pendura-la na porta. – ameaçou.
– Sesshy aconselho você a se trocar lá em cima. – Miroku falou dando risada da careta que ele fez com o apelido.
– Me chame de Sesshy de novo e eu te corto o... – não precisa continuar querido, acredito que todos da sala entenderam o que você quis dizer.
– Parei. – ele engoliu em seco, e deu uma risadinha.
Sesshomaru passou por eles e subiu as escadas, em passos calmos. Inuyasha balançou a cabeça e se sentou no sofá (que antes os dois que haviam saído estavam) e Sango fez o mesmo.
– Então né... Porque você desceu gritando?
– Eu achei que tinha visto um fantasma e em seguida baratas. – Kagome assentiu levemente. – Ou foi ao contrário...
– Era coisa da sua cabeça. – Inuyasha falou. – Eu disse pra descer comigo, mas não quis né...
– Se você disser eu te avisei, eu faço você engolir um sapato. – ameaçou ela estreitando os olhos.
Inuyasha assentiu.
– Mas eu disse pra descer. – deu um sorriso maldoso e então recebeu uma compressa de gelo na cara. Uia, pontaria certeira essa, né?
Sango e Miroku arregalaram os olhos.
– Miroku, vá buscar mais uma compressa de gelo. – Sango falou ao ver que o olho de Inuyasha começava a ficar inchado.
– Ok. – ele se levantou e começou a seguir em direção á cozinha, mas ai um sapato (que não sabemos da onde se tele transportou), o atingiu em cheio na cabeça.
– ESTOU NA COZINHA IDIOTA! – Ellen gritou.
– Eu realmente tenho medo de vocês. – a morena falou. – INUYASHA SEU IDIOTA, ME JOGA... Dê-me o saco de gelo, por favor. – sorriu ao ver que ele iria mesmo Jogar o saco.
– Eu deveria tacar na sua cara. – ele resmungou estendendo à compressa. Realmente o olho dele estava começando a ficar roxo, será que tinha jogado com muita força?
Notas finais
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