The Beauty And The Brute
8 VIII. Novo começo
Notas iniciais
Eu estava pretendendo abandonar essa fic na vdd -- Eu sei, é uma vergonha. O fato é que por algum motivo eu parei de escrevê-la. E quando os leitores começaram a aparecer do nada, eu meio que fiquei estimulada a voltar a escrever.
Aí eu fui no arquivo da fic, e vi que eu já tinha 2 capítulos a mais prontos e por algum motivo, eu não postei '-' Eu juro que nem lembro por quê.
Mas pra me redimir, eu vou postar eles agora.
Atualização dupla. :)
Espero que seja o suficiente pra matar a saudade. Vou terminar o próximo quando puder. Quem quiser se distrair com a minha outra fic "O Desconhecido" Enquanto espera, eu recomendo. É mais leve que essa e tem potencial. :)
Boa leitura.
Beijocas, Anonymous girl writer s2.
– Acorde, Val.
Ele chamou, com dois toques leves na minha bunda. E levantava-se da cama. Abri os olhos numa pequena brecha e o vi sentado com os pés do chão, esticando os braços e gemendo ao espreguiçar-se. Sorri, a visão era perfeita dos seus músculos das costas se contraindo em linhas maravilhosas.
Respirei fundo e me sentei na cama, me sentia altamente satisfeita e leve, como nunca havia me sentido antes. Era muito melhor acordar ao lado dele.
– Tenho de trabalhar e você tem colégio.
Saiu caminhando pelo quarto e entrou no banheiro. Percebi que estava nu e dei risada. Era engraçado vê-lo andar com tudo à mostra por aí. Ele virou-se e me observou rir um pouco perdido.
– Do que está rindo?
– É engraçado ver você andando pelado por aí.
E ainda ria enquanto falava. Ele deu um mínimo sorriso malicioso.
– Você não devia estar tão surpresa, já viu tudo mesmo.
Entrou no banheiro e no Box, abrindo o chuveiro e ficando molhado.
Eu também estava despida, então me enrolei nos lençóis e fui até lá, só para admirá-lo enquanto tomava banho.
– O que está fazendo aí?
Se virou, um pouco assustado ao me ver.
– Não posso tomar banho com você?
Mordi o lábio, sugestiva. Aquele homem me deixava louca.
– Não posso me atrasar, Val.- lamentou, diante do vidro que nos separava. Fiz um muxoxo. – Desta vez você toma banho no seu quarto.
Eu fiz uma carinha de mágoa e insisti, dengosa:
– Me dá um beijo, então.
Ele então sorriu de lado, malandro. Arrastou a porta de vidro do Box e se inclinou para me beijar. Cheguei devagar e toquei meus lábios nos dele.
No mesmo momento meu sangue ferveu. Eu queria obedecer, mas era difícil me afastar, assim que fechei os olhos e me entreguei, meu fôlego ficou raro e minhas pernas trêmulas.
Quando menos esperei senti o braço forte de Vince envolvendo meu corpo e puxando para debaixo do chuveiro. O lençol que me enrolava encharcou-se e caiu no chão, deixando espaço para nossos corpos molhados se tocarem. Embora a água estivesse correndo, meu corpo estava quente e queimava em contato com o dele.
– Dane-se o horário.
Ouvi ele murmurar, num sorriso satisfeito. Pressionou nossos corpos e me ergueu do chão, enrolei minhas pernas na sua cintura e senti seu pênis encaixar na minha vagina, já não doía tanto, entrou com facilidade, escorregando por estar molhado.
Gemi baixo no seu ouvido, fazendo o máximo para ele continuar. Movi meus quadris para massagear o seu membro na minha entrada. Ele escorregou as palmas das mãos nas minhas coxas até a minha bunda e me encostando na parede, começou a se mexer, colocando o pênis de dentro para fora, cada vez mais rápido.
Sua boca estava na minha, nossas línguas estavam molhadas e brincavam umas com as outras, abafávamos nossos próprios gemidos.
Assim que o prazer aumentou eu arranhei suas costas e sua nuca, alucinada. A boca de Vincent desceu pelo meu pescoço. Era difícil respirar, comecei a gritar, quando ele me fez pular em cima de seu membro.
Seu sorriso safado só me excitava mais, ele me elogiava baixinho no meu ouvido e logo gozei, chegando ao ápice. Ele massageou devagar antes de tirar, me deixando cheia de vontade de continuar.
Me encostei na parede e arfei o ar, ofegante e saciada. Aquele sexo tinha sido mais relaxante que o primeiro, ele não pegou pesado, provavelmente porque sabia que não poderia continuar.
Ele fechou o chuveiro e me deu um beijo leve na boca, descendo pelo meu pescoço, para que eu me acalmasse.
– Vamos.
Chamou, me levando pela mão. Ainda era difícil caminhar, meu corpo todo estava em êxtase e o meu líquido já havia escorrido pelo ralo.
Era impressionante como por mais que estivesse cansada, se pudesse, começaria tudo outra vez.
Depois disso eu fui pro meu quarto, troquei de roupa e o encontrei para o café da manhã. Vincent parecia cada vez mais sorridente e iluminado, gostava de conversar e queria saber de tudo.
E eu não podia explicar o quanto estava ficando apaixonada. Olhá-lo era como um constante jogo de sedução e volúpia, ele me encantava.
No fim do café da manhã eu fui caminhando com ele até a garagem e antes que entrasse na limusine ele me parou.
– Espera aí. – virei-me pra ele, sem entender. – Posso te dar uma carona hoje. Não estou tão apertado.
Olhei para ele e meus olhos se iluminaram. Me levaria para a escola?
No mesmo momento voltei-me para Théo que já se preparava para entrar no lugar do motorista, e:
– Tudo bem, Théo. – pedi. – Hoje Vince vai me deixar no colégio.
Théo encarou nós dois um pouco desconfiado, depois deu de ombros:
– Tudo bem, então.
Fui saltitante, seguindo Vince que parecia contente de fazer o que eu queria.
– Em qual você quer ir?
Perguntou, pedindo para que eu escolhesse entre o Porsche branco de teto solar, ou a Ferrari vermelha estilo conversível. O Porsche parecia muito mais elegante e discreto.
– O branco.
Apontei.
– Tudo bem.
Disse, seguimos para dentro. Ele no lugar do motorista e eu no banco do carona. Ainda não podia acreditar, era um sonho virando realidade que ele me levasse para a escola, estávamos mesmo indo muito bem.
Dirigimos duas quadras até a escola, no meio do caminho eu liguei o estéreo para saber o que ele ouvia:
– Vamos ver o que temos aqui.
Assim que liguei, me assustei e quase caí para trás quando uma música em todo volume, cheia de batida, cantada por uma voz grave masculina que pronunciava palavras de baixo calão começou a tocar.
– Você ouve rap...?
Perguntei, um pouco horrorizada. Nunca pensei que ele gostasse desse estilo musical.
Ele gargalhou, jogando a cabeça para trás.
– O que achou que eu ouvisse?
– Mozart.
Encolhi os ombros.
Gargalhou ainda mais.
– Fala sério, Val. Eu tenho vinte e quatro anos, não sessenta. – sorriu, achando graça. — Eu ouço músicas da minha década.
– Tudo bem, então. “Fifty cent”? “Kanye West”? “Nelly”?
Sugeri, ainda sem acreditar.
Talvez. Mas pode trocar se quiser.
Assim que ele deu a deixa eu troquei imediatamente e mudei para a rádio. Estava passando uma música de pop romântica. E ele encolheu os olhos, com repulsa.
– Tudo bem, vou ter que me acostumar com isso?
Levantou uma sobrancelha. Eu sorri e aliviei a barra:
– Só por hoje e pode voltar a ouvir suas letras sujas.
Ri. Fiz carinho no seu cabelo em cima da nuca.
Ao olhar pela janela notei que já havíamos chegado. Foi mais rápido do que pensei.
– É aqui? — se certificou, inclinou a cabeça para dar uma olhada. – Não parece nada com o colégio que eu estudei.
– Deve ser porque estudou em colégios privados sua vida toda.
– Pode estudar em um se quiser.
Ofereceu.
– Não. – balancei a cabeça. – Eu gosto da minha escola. Não estou pronta pra isso.
Suspirei e nos entreolhamos um pouco sem jeito de nos separar.
– Preciso ir.
E antes que pudesse abrir a porta ele me deteve segurando de leve, quando me virei para ele, estava próximo e prestes a me beijar. Recuei, alarmada:
– Não.- ele arregalou os olhos um pouco perdido. – Alguém pode nos ver!
– Ninguém pode ver, o vidro é altamente escuro e privado. Só vemos quem está do lado de fora, ninguém pode nos enxergar.
E sorriu, aproximando-se de novo. Não posso negar que gostei daquilo, era doloroso sair sem me despedir. Foi um beijo duradouro, quis sentir por muito tempo o seu cheiro delicioso e me entregar aos seus lábios antes de ir pra escola.
Quando nos afastamos ele sibilou:
– Nos vemos em casa.
Sorri como resposta e abri a porta do carro, com toda coragem que tinha para sair.
Assim que pisei meus pés na frente da escola, pude ver todos os olhares me cercando. Primeiro fiquei em pânico, imaginando que alguém podia ter visto algo. Mas então, pude ouvir o som do motor do Porsche branco, arrancando e sumindo pela estrada e entendi tudo.
Era muito estranho, mas começava a me acostumar com o luxo e tinha me esquecido que as pessoas podiam ficar chocadas em ver um carro daqueles deixando um estudante na escola.
O jeito foi ignorar os olhares e seguir em frente. Não andei muito até encontrar Patrick e Misha um ao lado do outro, boquiabertos me observando caminhar na direção deles.
– É impressão minha ou um Porsche branco acabou de te deixar no colégio e cair fora?
Misha perguntou, pasma. Patrick começou a balançar a cabeça para os lados como se pudesse prever algo ruim. Eu mordi o lábio um pouco desajeitada em como contar.
Não iria dizer que eu e Vince estávamos nos relacionando daquela maneira, mas eles com certeza não iam engolir direito aquela estória de que ele havia se tornado um “bom pai” – ainda acho muito irônico ter de fingir que ele é meu pai – da noite pro dia.
– Eh... – gaguejei, nervosa.- Vincent me deixou no colégio.
– Não brinca.
Patrick balançou a cabeça mais uma vez, abismado. Misha abriu a boca e não produziu nenhum som com a mesma reação.
– Nós estamos nos dando bem agora.
Dei de ombros, estava louca para mudar de assunto e fui andando na frente.
– Qual é, Val, tá na cara que ele tá querendo alguma coisa com isso, ele nunca se importou com ninguém, por que mudaria agora?
Patrick disse, me seguindo, continuei caminhando e dando as costas, suspirei, não estava gostando nada de ter que esconder o jogo deles. E todas aquelas ofensas estavam começando a me atingir. Eu sabia que ele não era mais nada disso.
Mas não podia culpá-los, eu mesma tinha os feito acreditar nisso.
– Eu liguei para o telefone fixo da Lilian te procurando, e ela disse que você fugiu no meio da noite para voltar a morar com ele... – Misha acusou, estava fazendo o máximo para não continuar com aquelas perguntas. – Está escondendo alguma coisa, Val, conta de uma vez. Podemos te ajudar, se esse cara estiver te chantageando, ou algo parecido, nós podemos...
– Gente, calma. – intervi, antes que continuassem e parei no meio do caminho. Respirei fundo. – Não tem nada acontecendo. Ele não é o que parece, tá bom? Estava enganada sobre ele. Ele gosta mais de mim do que imaginam.
Consegui parecer séria e isso fez com que os convencesse um pouco, mas ainda assim, se entreolharam desconfiados antes de continuar entrando na escola. Era óbvio que eles sabiam que eu estava mentindo.
Aquilo seria mais complicado do que pensei. Não era apenas ficar com Vincent quando ninguém estivesse olhando. Aquilo era errado de uma certa maneira. Ele era mais velho que eu oito anos e tinha me adotado.
Na lei, era para ele agir como pai, se tornar meu responsável e as pessoas nunca entenderiam o que nós éramos realmente. Talvez se fôssemos apenas conhecidos, pudéssemos até admitir nosso envolvimento, muitas garotas da minha idade se envolvem com homens mais velhos e mesmo com o preconceito das outras pessoas, seria mais simples do que tirar a visão que as pessoas teriam de que ele tinha me armado tudo.
Com a fama de impiedoso que Vincent tinha, seria muito fácil pensar que ele era um pedófilo que só se interessou em me adotar com essas mesmas intenções, de me seduzir, abusar de mim.
Mal podia pensar nas milhares de hipóteses que surgiriam para explicar nosso namoro. Eram todas muito cruéis e extremas. E podiam nos encrencar facilmente.
Precisávamos de muita preparação para enfrentar tudo isso. Era melhor que fosse secreto, até o dia em que considerássemos seguro contar toda a verdade.
*******
Quando Vincent chegou em casa à noite eu fui até ele saltitando e lhe deu um selinho, satisfeita.
– Como foi?
– Tudo bem. – disse, e veio caminhando comigo até o corredor. – Tenho duas notícias pra dar e tenho que fazer isso logo, senão eu esqueço.
Entramos no quarto dele, e o encarei para prestar atenção no que ele iria falar.
– Fala.
Pedi.
– Eu falei com a Kathrin e ela marcou suas aulas de direção toda quinta à tarde, está bom? O professor virá aqui.
Colocou a maleta num canto do quarto e começou a tirar o paletó, aparentando cansado. Eu não tinha muito o que reclamar, parecia uma ótima ideia:
– Não tenho nada para fazer na quinta, tudo bem.
– Ótimo.
– Mas... – só depois me veio o impacto. Hesitei antes de perguntar. – Quem é Kathrin?
Pisquei, um pouco apreensiva. Devia me preocupar? Quer dizer, eu não era muito ciumenta, mas aquela tinha sido a primeira vez que ele havia dito o nome de uma mulher que não era o meu desde que o conheci.
Vincent não tinha muitos amigos. Exceto... Kathrin? Quem é ela?
Ele se virou para mim com uma sobrancelha arqueada, e começou a prender um riso, talvez notando o meu desconforto.
– Kathrin é uma amiga de longa data, costumávamos sair, e...
Começou a contar dando as costas. Inflei o peito, transtornada com aquela situação:
– Mas por que pediu pra ela pra...
Antes de terminar, ele me calou com sua risada estrondosa. Fiquei imóvel, esperando uma explicação, enquanto ele andava para lá e para cá achando graça de algo.
– Kathrin é minha secretária-assistente, Valerie.
Contou, ainda se recuperando da risada, ofegante. Meu rosto corou na mais quente tonalidade de vermelho.
Não podia acreditar que tinha feito graça disso, não achei que tivesse ficado tão evidente os meus ciúmes...
– Por que mentiu?
Indaguei, num sussurro ainda tímido. Não tinha gostado nada dele ter me pegado de surpresa com aquela brincadeira.
Estava com medo do que ele poderia estar pensando. Estávamos só no início e eu estava me sentindo muito... Insegura. Precisava ir com calma, eu não era nenhuma tonta que sufocaria ele de se relacionar com mais alguém.
A verdade é que estava começando a me habituar em ser a única pessoa com quem ele pode contar e se abrir de verdade e não sabia se conseguiria lidar se ele começasse a fazer amigos. Mas seria algo com que teria de me acostumar, pois podia acontecer. E seria bom pra ele, pra todos que não tivesse só a mim.
– Você pensou que fosse quem? Minha amante?
Ele se aproximou, com um sorriso escancarado. Encostei-me nele e comecei a ajudá-lo com os botões da camisa social.
– Não sei, só... – fiquei enrubescida mais uma vez, escondi o rosto um pouco tímida. – Nunca ouvi você falar o nome dela antes. – deixou de sorrir e me fitou calmamente, mexendo numa mecha do meu cabelo. — Vocês se dão bem?
– Na realidade nunca tinha me preocupado em saber nada sobre a vida dela antes. – deu de ombros, falando em um tom baixo. – Você sabe que nunca me interessei em ser íntimo dos meus funcionários.
– Devia tratar eles bem. – aconselhei, serena. – Meu pai trabalhou na sua empresa e me contava coisas ruins de você, isso não é bom.
– Se eu me tornar muito amigável vão relaxar de mais no emprego, não entende essas coisas ainda, Val.
Discordou, pacientemente.
– Mas talvez, não custe nada dar um “bom dia”, desestressar um pouco. Também não é bom amedrontá-los, porque vão ter raiva de você e lhe passar a perna quando tiverem oportunidade. – se calou, pensativo. – Não precisa dar muito espaço, só... Ser menos severo e quem sabe conquiste-os um pouco mais.
Terminei os botões da camisa e a retirei. Vince se inclinou para me beijar, ternamente e devagar, passou as mãos nas minhas costas e acariciou de leve.
Tentei controlar o jeito que me coração batia rápido e me distrair, não queria que começássemos a trocar duas palavras e fazer sexo sempre.
Respirei fundo e falei, ainda um pouco tonta:
– Você tinha duas notícias...
– Ah, é. — lembrou-se. Recuou dois passos e foi até o closet escolher uma roupa. – É sobre o baile que lhe falei, antes de ir embora. – pigarreou. – Agora que vai ficar, vai aceitar me ajudar com as coisas? Mal tenho tempo para respirar e não sei se vou conseguir cuidar de algumas necessidades.
– Claro. – assenti, sentei-me na cama para assisti-lo escolher um suéter. – o que eu preciso fazer?
– Escolher um smoking pra mim e um vestido pra você. Tem que ser longo, é traje a rigor. – torci a boca um pouco em dúvida. – Você sabe dançar valsa?
– Na verdade, eu...- cocei a cabeça, embaraçada. – Não sei se vou saber fazer essas coisas, muito menos dançar valsa.
– Por quê?
Franziu o cenho.
– Não sei se vou escolher os trajes certos, não conheço as marcas, nunca fui a um baile a rigor, ou dancei valsa.
– Você vai se sair muito bem. Eu posso te ensinar a dançar valsa e quanto às roupas... Posso pedir pra Kathrin te acompanhar ou pode pedir àquela sua amiga que entende...
– Prefiro ir com a Misha.
Decidi, concreta. Sorriu de lado.
– Não sei se vai dar certo essa coisa de dançar... Não são só os adultos que dançam?
– Você é minha filha pra todo mundo. Vai ter que ser meu par na festa, são formalidades.
Suspirei densamente.
Seriam muitos obstáculos dali para frente, aquele só era um deles.
Notas finais
Se não tiver reviews, n rola hein? ¬¬
Eu ia abandonar pela falta deles. u.u
Beijocas, Anonymous girl writer s2.
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