The Battle Is Not Over Yet
5 Acampamento Meio O Quê?
Notas iniciais
Quero dedicar esse capítulo à Camila Merizi, que é a mais animada com a minha história. Obrigada fofa! Quero mais leitores como você :)
Então, ai está o quarto capítulo. Espero que gostem!
POV Harry
A única coisa que eu me lembro foi de ver a Hally desmaiando e depois... Escuro.
Acordei com os raios de sol batendo na minha cara (tipo estapeando "acorda home!"). Passei as mãos pelos cabelos e depois pelo rosto. Abri os olhos lentamente até enxergar totalmente o teto de madeira. Tateei a escrvianinha ao meu lado a procura dos meus óculos. Observei o lugar onde estava. Era um pequeno chalé de madeira com várias camas e quasros de aparência antiga. Não fazia ideia de onde estava. Olhei em volta procurando por alguém mas paercebi que minha cabeça doía então deitei minha cabeça no travesseiro novamente, soltando um gemido de dor.
– Ei gente, ele acordou!
Levantei a cabeça para ver quem era o dono da voz e vi que era o menino bode que havia nos ajudado noite passada.
– Onde... Onde eu estou?
– Na enfermaria. Ontem quando trouxemos você e seus amigos pra cá, você apagou. Ficamos preocupados então trouxemos vocês para cá.
– Onde estão meus amigos?
– Estão lá fora te esperando.
Coloquei as pernas para fora da cama e me levantei. Senti uma espécie de enjoo e minha cabeça começou a girar. Desabei na cama novamente e passei as mãos pelo rosto.
– Você ta bem? — o menino pergunta.
– Parece que eu to bem, guri-bode? — estresse? Não, imagina.
– Não, não parece. E é Grover, não guri-bode.
– Que seja — abri os olhos e vi três do tal Grover — Ahn... Quantos de você tem ai?
Grover olhou para mim e foi em direção a uma escrivaninha com um copo e uma jarra. Encheu o copo com o líquido viscoso que continha na jarra e me entregou.
– Vai fazer você se sentir melhor.
– O que é isso?
– É néctar.
– E o que isso faz?
– Apenas beba!
Encarei o líquido gelado e viscoso dentro do copo. Fiz uma cara de nojo ao me lembrar das poções nojentas que a Madame Pomfrey nos dava mas bebi mesmo assim. Não era ruim. Tinha gosto dos biscoitos de chocolate da Sra. Weasley.
– Como ele está?
Segui o som da voz e me deparei com uma garota loira que no início pensei ser a Hally... Só que não. Ela não viria me ver, muito menos perguntaria como eu estou. Eu até gostaria de ver como suas mechas loiras estariam brilhando a luz do sol e como seus olhos azuis acinzentados combinariam perfeitamente com as pequenas sardas em seu rosto que somente chegando muito perto poderiam ser notadas. E a sua boca rosada e carnuda... PARA COM ISSO, HARRY POTTER! Você odeia ela, ela te odeia, e será assim pelo resto dos seus miseráveis dias de vida.
– Ele só teve uma crise de enjoo. Vai passar. Dei um pouco de néctar pra ele.
A voz de Grover tirou-me dos meus devaneios. A garota era muito diferente do que eu pensara ser. Ela tinha os cabelos da mesma tonalidade que Hally e a cor dos olhos, mas o resto era muito diferente. Ela tinha um colar no pescoço com vários pingentes e vestia uma camiseta laranja escrito "CAMP HALF-BLOOD"
A garota se aproximou de mim com um sorriso no rosto.
– Oi, sou Annabeth Chase. Como se chama?
– Harry. Harry Potter.
– Harry Potter... — a garota se deliciou com meu nome por um tempo — Ok, Harry. Seus amigos estão te esperando lá fora. Vem comigo.
Me puxou pela mão para fora do chalé. Senti o enjoo e a tontura voltarem, mas a segui mesmo assim.
Fora do chalé, pude sentir o cheiro de morangos no ar. Haviam outras criaturas iguais a Grover. Muitos deles. Haviam centauros também. Todo tipo de criatura mitológica grega. Mais ao fundo, campos de morangos surgiram junto com uma floresta e uma casa. As outras pessoas usavam camisetas iguais a de Annabeth, cada um com sua cor e tamanho.
– E o zumbi volta a vida.
Desviei meu olhar para encarar Hally. Ela estava vestida tão perfeitamente igual a Annabeth que eu poderia realmente ter confundido as duas. Os cabelos loiros estavam presos em um rabo de cavalo alto e o sorriso sarcástico estava dançando em seus lábios como sempre, esperando uma chance para trollar alguém.
– É bom te ver também, Hally — falei.
– Pra você é Parker, Potter.
– Já combinando os nomes pro casamento? Que fofo! — Hermione e Rony chegaram rindo.
– NUNCA! — Hally gritou.
– Ta bem pessoal, já chega — Annabeth disse (tive certeza que ela estava se segurando pra não rir). — Venham comigo, Quíron quer ver vocês.
POV Hally
Annabeth fez sinal para nós seguirmos ela. Gostei dela, ela parecia legal.
O lugar onde estávamos era, mas ao mesmo tempo não era, estranho. Quando eu acordei do meu transe, falei com Annabeth e Grover sobre o lugar. Nada que eles disseram me surpreendeu. Pégasus, ciclopes, centauros... Eu conhecia essas criaturas dos livros da bibliotece da Hogwarts, mas nunca dei de cara com uma e agora estou nesse lugar e vejo uma criatura atrás da outra. É incrível e assustador.
– Onde estamos, afinal? — fiz a pergunta que estava entalada na minha garganta.
– Sejam bem vindos ao Acampamento Meio Sangue!
– Acampamento Meio o quê?
– Meio Sangue — olhei a frente e encontrei o centauro que nos ajudara noite passada — Esses são os novatos, Annabeth?
– Sim, Quíron.
– Ótimo, sejam bem vindos! Tenho certeza que vão se enturmar muito bem com o pessoal daqui.
– Não tenha dúvidas disso — um garoto moreno alto com olhos verde-água brotou do nada do meu lado — Percy — se apresentou.
– Hally.
– O que é ser um meio-sangue? — Rony pergunta.
– É quando você é filho de um Deus — Percy responde.
– OU Deusa — Annabeth completa.
– E vocês são filhos de quem? — Mione perguntou.
– Atena — disse Annabeth — Deusa da Sabedora e Guerra.
– Poseidon — disse Percy — Deus do Mar e da Tempestade.
– E nós somos de quem?
– Ainda não sabemos. Vocês vão ficar no chalé 11 até descobrirmos quem são seus pais — o centauro chamado Quíron disse.
Assentimos e o centauro foi-se.
– Que tal fazermos um tour pelo acampamento? Eu sei que deve estar tudo muito embaralhado na cabeça de vocês mas isso vai ser bom para conhecerem melhor o acampamento. Que tal? — Percy sorriu. Ele tinha um sorriso lindo.
– Por mim tudo bem — Rony e Mione concordaram.
Assenti e estava seguindo Percy e Annabeth quando Potter me puxou pelo braço.
– A gente tem que dar o fora daqui.
– O quê? Por quê? — falei.
– Nós nem somos filhos de deuses. Nem deveríamos estar aqui.
– E o que você planeja, meu amor? Contar a eles que somos um bando de quatro bruxos que entrou em um acampamento de meio-sangues por engano? Eu já to até vendo a cena: Milhões de filhos de deuses correndo atrás de nós com espadas, lanças e tochas, prontos para acabar com a nossa raça.
– E por que fariam isso?
– Eu falei com Annabeth hoje de manhã e ela me explicou algumas coisas.
Ficaram parados em silêncio, esperando que eu continuasse. Ah, por Mérlin, será que eles não conseguem raciocinar sozinhos? Dei um suspiro e continuei.
– Annabeth me contou sobre a proteção que envolve o acampemento. Ela não permite que os trouxas entrem aqui. Somente quem é filho de um Deus.
– E como conseguimos entrar se não somos filhos de Deuses? — Rony perguntou.
– Porque temos sangue mágico. Somos bruxos e conhecemos esse mundo. A magia que corre por nossas veias é forte o suficiente para enganar a proteção.
– Mas nem tanto para nos fazer ficar acordados — Mione concluiu e eu assenti — Você é um gênio.
Sorri e Potter tomou a palavra.
– Isso é tão bom quanto pode ser um problema.
Olhamos para ele e o mesmo prosseguiu.
– Os comensais não vão desistir de nós. Eles sabem onde estamos e podem entrar e, se isso acontecer, vão destruir o acampamento inteiro.
– Até lá não estaremos mais aqui.
– Ei, novatos. Vocês não vêm?
Encarei-os e fiz sinal para que irmos em frente.
– Vocês vão adorar aqui — Percy sorriu — Afinal, é a nova casa de vocês.
Notas finais
Então, aí vai uma pergunta: Quais Deuses vocês querem que sejam os pais de Harry, Hermione, Rony e Hally?
Estou aberta a sugestões! Mandem reviews com a resposta. Lembrem-se: Um deus para cada um! Nada de irmãozinhos...
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