The Assassin Tears

2 Where's My Gloves?


Notas iniciais
Hey assassinos...
Como vai a vida? E a família? E os filhos?
Hum. que ótimo.
Aiii segundo cap.
Nesse ai mostra o que realmente aconteceu na noite que Carla morreu. Sem mentiras ou mudanças.
Atééééé o fim.

O sorriso de Mikael ao receber o presente foi indescritível.

Não perdeu tempo e ligou seu notebook. Eu me sentei na mesa da cozinha e só olhei enquanto pensava no meu destino naquela noite. O amor da minha vida corria perigo, eu era eu.

Recebi um mensagem no celular que dizia:

Termine isso e você estará livre. Nós nunca mais o procuraremos.

Ass:3159

Senti um aperto no estômago e as lágrimas foram inevitáveis.

Depois de vários minutos agoniantes tentando disfarçar o choro, a hora havia chegado. Vesti minha jaqueta do Hawk Man e peguei minhas luvas na mesa da varanda.

Marquei um encontro com Carla num beco perto dali. Andei com a respiração ofegante e com crises de calafrios. Cheguei ao local e a chamei. Nada. Chamei de novo...

Subitamente um objeto pequeno porém ameaçador tocou minhas costas. Senti um arrepio subir pelos braços.

-Eu sei o que veio fazer aqui — disse Carla, sussurrando no meu ouvido.

-Carla! O que está fazendo? — perguntei.

Carla apertou a ponta da pistola na minha cintura.

-Pare de fingir — sua voz era chorosa — Eu sei o que você é.

Eu não queria mentir para ela, só teria que confessar tudo. Eu precisava de ajuda.

Começei a chorar e me joguei no chão.

-Eles me obrigaram a matar você, e me disseram que se eu não matar, eles vão matar a você e a minha família.

-Eu você vai? — ela perguntou, seus olhos encharcados me encaravam e a arma continuava apontada para mim.

-Não. Eu não teria coragem.

Carla enxugou seu rosto e me ajudou a levantar.

-O que vamos fazer? — ela perguntou.

-Eu não sei, só sei que quero estar ao seu lado.

Eu a beijei e ela me entregou a arma.

-Porque está fazendo isso?

-Confio em você, e não é minha. Você tem que devolver pro delegado Marcos.

-Delegado Marcos?

-É dele. Onde mais você acha que eu conseguiria uma arma?

-Não sei, mas como conseguiu a do Delegado Marcos?

-É uma longa história. Toma — estendeu a mão com a arma, lentamente.

-Espera.

-O quê?

-Luvas.

Coloquei minhas luvas e peguei a arma.

Ouvi passos rápidos atrás de mim. O vulto pegou a arma da minha mão e correu para o outro lado do beco, atirou em mim. Carla gritou. O tiro pegou de raspão no meu braço e me fez cair. Outro tiro.

Tudo ficou em silêncio. Vi sangue sair de Carla, ela havia morrido.

A pessoa que atirou nela andou em minha direção, largou a arma perto do corpo de Carla e se abaixou perto de mim.

-De nada. Considere-me como a salvadora da sua família — a voz era feminina e doce, porém psicopata.

A mulher aplicou em mim algum remédio em uma seringa e eu apaguei.

Notas finais
Isso aê manolos.
Quem será essa mulher hem, hem. Palpites? Deixem reviews.