The Assassin Tears
3 Where Am I?
Notas iniciais
TEERCEEIIROO CAAPIITUULOO DAA FIIC. EEBAA!!
SEERA QUUEE AALGUEEM POODEE MEE EXPLIICAAR POORQUEE ESTOOU ESCREEVEENDOO ASIIM, PORQUEEE EEUU NAAAAO SEEEEI!
ATÉÉÉ LÁ NOO FINAAAL.
A minha cabeça e meu braço esquerdo doíam, a vista estava embaçada, e suava frio por algum motivo.
Tudo o que via era um clarão de luz e ouvia vozes e ruídos.
Após um tempo as vozes ficaram mais claras e o clarão de luz sumira.
-Leonardo — Dizia uma voz grave e familiar — Leonardo, acorda!
-Onde estou? — Consegui dizer.
-No hospital.
As vistas desembaçaram e consegui ver ao meu redor. Estava deitado numa maca dentro de um quarto, a paredes eram brancas e as luzes eram fortes. Do lado de fora eu conseguia ouvir barulho de automóveis, vozes e o toque de um telefone.
-Seja bem vindo de volta — disse o médico de pé ao meu lado, o qual eu não notara antes.
-Maurício? — Eu disse, ainda cansado e com sono.
-Shhh! Aqui sou Tiago — disse ele sussurrando.
-Tiago... Como assim...?
-Bom trabalho.
-O que? Bom trabalho o que?
-O que você fez. Muito bem, você salvou toda a sua família. Matou a Carla.
-O que? — eu perguntei indignado, não conseguia acreditar.
-Você a matou. Parabéns.
Tudo estava bloqueado, eu não conseguia me lembrar do que acontecera. Se eu tinha realmente matado a Carla, eu não me lembrava como. Sem eu nem mesmo perceber as lágrimas já saiam, eu chorava como uma criança, não conseguia acreditar que meu grande amor tinha morrido, e o pior era ter que acreditar que eu tinha feito isso.
-Entao... Ela está morta? — perguntei, secando as lágrimas com as costas da mão.
-Sim. E sua família está livre agora.
Mais lágrimas.
-Já tratei para ninguém saber que esteve aqui. Quando você sair vai para casa e nunca mais vai falar sobre o assunto, com ninguém. E como todos acham que você sumiu você vai dizer que conheceu uma garota e passou uns dias com ela. Não se preocupe com sua família, já colocamos um bilhete no seu quarto com uma ortografia identica à sua dizendo para não se preocuparem.
-Tá bom — tentei ser natural, o que não foi fácil — mas porque eu estou aqui? O que aconteceu comigo depois que eu matei a Carla? E porque tenho um curativo no braço?
Maurício me pareceu mais tenso do que o normal.
-É... Você tá aqui porquê... a Carla, é. Ela descobriu tudo e quando você chegou lá ela atirou em você e atingiu seu braço, aí ela... é... você caiu de cabeça e atirou nela e depois ficou inconsciente. Tinhamos alguns homens lá que te tiraram na mesma hora.
Pensei em protestar algumas coisas mas desisti. Só começei a chorar de novo, pensando na morte de minha namorada. E também na possibilidade dela tentar me matar. "Ora... Como posso pensar isso dela se eu a matei. Agora não importa mais", eu pensava.
-Vou te deixar aqui sozinho — disse Maurício — Amanhã te dou alta e você vaza daqui — ele abriu a porta e saiu.
Eu deitei na maca novamente e chorei, pelo resto do dia.
Na manhã do dia 26 Maurício me levou um papel para assinar e me liberou.
Pensei em ir para casa, mas como tudo estava muito conturbado, resolvi esperar um pouco. Tive pena do meu irmão, minha mãe, meu pai... Deveriam estar sentindo falta de mim, mas o que eu podia fazer. Aconteceu, mas mesmo sem eu ter certeza do quê aconteceu exatamente, eu não posso voltar atrás.
Sabia exatamente onde ir, só não sabia se ele ia me receber bem.
Cheguei em sua casa ainda de manhâ, o dia estava nublado e um pouco frio. As janelas estavas abertas e a porta de madeira fechada.
Me aproximei, abri o portão da frente, passei pela grama molhada e bati a porta. Ouvi o barulho da maçaneta e a porta se abriu.
-Leonardo?
-Oi, Hugo.
Notas finais
Léo esqueceu de tudo por isso ele acha que matou a Carla.
Esse Tiaurício é um idiota véi. kk'
Tchau manolinhos e manilinhos.
Porque um país rico é um país sem pobreza.
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