The Assassin Shadow

16 The Final Revelations


Notas iniciais
É gente. O penultimo capítulo.
Graças ao senhor meu pai abençoado.

Descemos os elevadores e corremos para o carro. Léo, antes de sair do quarto, retirou as chaves do carro de Lucas e levou-a com ele.

Léo achou melhor irmos para casa e ficarmos com nossos pais, esperando a polícia.

Deixamos as meninas em casa e fomos para a nossa.


Quando chegamos, nossos pais se levantaram com desespero para nos abraçar, principalmente ao Léo.


Depois de muita lágrima e muitos bem vindo de volta explicamos o que estava acontecendo. Meus pais se desesperaram ainda mais.


O telefone tocou. Antes de atender aumentei o volume para que todos ouvissem.


-Alô.

-Mikael?

-Sou eu.

-Agente precisa da sua ajuda — disse a mãe de Talita no telefone, em voz bem baixa.

-O que aconteceu?

-O Lucas...

Ouvi um barulho bem alto. Um estalo. E depois vários gritos desesperados.

-O que foi? Senhora?

Ninguém respondeu e os gritos continuavam.

-Vamos — disse Léo, apanhando as chaves do carro em cima do sofá.


Léo escondeu o carro em um espaço escuro. Andamos até a frente da casa de Talita. Era um casa bem bonita, tinha uma cerca branca e por trás uma escada que dava para a porta da frente da casa de 2 andares. Estava totalmente vazia. Estava escura e totalmente fechada. E em um silêncio total.


Saímos do carro e andamos até a casa. Chamamos várias vezes. Ninguém respondeu.

Eles podem estar presos aí dentro. Temos que entrar.

Abrimos o portão da cerca e subimos as escadas. Tentando manter o silêncio, puxei a maçaneta. A porta estava destrancada.

Tudo estava muito escuro, a casa estava deserta. Sem acender as luzes fomos procurando pelos outros na casa. Procuramos por todos os cômodos dos dois andares e nada.

-Eles não estão aqui — disse para Léo em voz baixa.

-Faltou um lugar Léo — apontou para um porta. Uma porta que ficava no fim de um corredor do andar de cima. Não havíamos ido lá ainda.

Fomos andando sem fazer barulho pelo corredor e chegamos à porta. Léo a abriu. A porta fez um barulho horrível. Parecia que tinha sido aberta a um bom tempo.

O quarto estava vazio. Acendemos a luz. O quarto era bem estranho. As paredes eram pretas e cheias de pôsteres de bandas de heavy metal. Só tinha uma cama e vários armários. Abri um deles. Várias folhas de papel brancas caíram do armário. A quantidade era absurda. Algumas estavam em branco e outras continham a mesma coisa escrita: 3159 em letras gigantes.

Por trás de todas as folhas, haviam várias caixas. Dentro delas, havia uma quantidade enorme de remédios com tarja preta.

Léo mexeu em todas as caixas. Depois de pensar um pouco, chegou a uma conclusão.

Espera! Lucas não é um assassino. Ele só é louco.


Notas finais
Next Thursday (Dei uma de glee). Falando sério agora. Na próxima quinta VOU ESTAR postando o último capítulo de The Assassin Shadow. A final dessa temporada super agradável. Serão muitas revelações e assassinatos, muahahahahaha. Lucas vai matar todo mundo, hahahahaha. brincadeira. Então, ponham os lembretes no celular e, na quinta que vem, descolem os olhos da sessão da tarde para ler o último capítulo da primeira temporada de The Assassin.
Não sei se você reparou mas eu virei uma daquelas moças do telemarketing. Viu? Eu VOU ESTAR postando.
Amém meu pai.
Adeus e até semana que vem.