The Ari
2 Capitulo I – Black Sabbath
Um homem andava sem certo rumo, pela densa floresta que acabara de entrar.
Apenas poucos raios se arriscariam surgir através das grandes folhas e os inacabáveis troncos.
Seu sobre tudo negro cobria sua cara branca pálida, a modo que sua face se encobriria de escuridão. Sua longa e detalhada bainha que lá estava sua espada balançaram em sua cintura, sempre que ele tocara o chão úmido e cheio de folhas secas e galhos mortos, com seu pé direito, que era o lado que ela estava guardada. Uma mochila de um tamanho médio que ele carregara nas costas, marrom e verde escuro, era simples, em que ele carregava apenas o essencial. E seu cantil que fazia uma curvatura, colocado sobre seu ombro, de modo que não caía, mas um jeito fácil de tirá-lo.
O homem caminhava sem fazer um barulho sequer, seu pequeno e demorado passo arrastavam as folhas secas e galhos mortos no chão, mas o quê não diferenciaria muito de um passo normal.
***
O sol estava no centro no céu límpido e azul, de modo que a primeira impressão dizia ser meio-dia, o que naquele lugar, e estação era um pouco depois da uma da tarde.
E o homem caminhava seguindo apenas uma linha reta que ele imaginara.
Ele subitamente para, se encosta a uma das grandes raízes e vivas de uma arvore colossal e antiga, seu cipó cobria todo o tronco, e suas folhas, no alto, balançava calmamente ao som da leve brisa de outono.
O homem retira seu cantil, e bebe um pouco da água que se manterá gelada ao longo das horas. Logo em seguida ele retira seu capuz, mostrando sua branca face, seu loiro escuro cabelo curto, seus olhos negros e frios. Quando, então olhando para uma direção que mostrava uma grande clareira, Levanta-se, guardando seu cantil. Segura o cabo de sua espada e levanta a espada, um pouco, mostrando uma negra e brilhante lâmina.
E caminha até a clareira.
Subitamente, após sua chegada, um malicioso sorriso, junto ao um olhar aterrorizante, sendo que na direção em que ele olhava saí uma excursão de soldados e cavaleiros originários das Sete Lanças de Santerato- um conjunto de reinos que engloba quase todo o lado sul do planeta trazendo o objetivo de se tornar um novo Império Santerato-, de uns mil homens, em forma, suas armaduras brilhantes, seus elmos reluzentes, suas espadas, machados, arcos e marretas eram quase emergidos de uma canção de donzelas.
Na primeira vista esta linda tropa, era apenas mais a apresentação de feriado, ou pessoas da nobreza. Mas lá, uma floresta longe de qualquer outra cidade ou vila, não estivera lá para uma apresentação, estava caçando algo ou alguém, e as Sete Lanças de Santerato não brincam com esse assunto, os melhores homens de todo o mundo estava lá.
Sua cara, de assustadora, se transformara em séria.
Esta tropa estava atrás de sua valiosa e demoníaca cabeça. Era uma emboscada, de modo que ele sairia de lá apenas morto. Isso era o que os soldados achavam rapidamente e discretamente todos os homens cercou-o e se preparavam para atacar, quando a silhueta negra no centro ensolarado da lareira esboça um leve sorriso.
-Queridos cavaleiros. Estou de bom humor hoje. Então, o quê será: Uma súbita morte, ou uma dolorosa morte?
Tudo isso ocorreu em menos de dez segundos — uma grande tempestade e um olho de furacão no campo se formaram, escurecendo, como as trevas, tudo ao redor da floresta- Não havia nenhuma explicação, nem física, e provavelmente nem a religião já difundida dos antigos Deuses Anciões explicava isso, não daquele jeito. E todos os soldados se preparam para atacar a figura, que já não estava mais lá.
***
A chuva caia como navalhas, sob o céu negro a qual nada se via, nem mesmo as grandes arvorem que rodeavam aquele local. O barulho da chuva, que caia sobre as folhas num tom alto, em que nenhum outro se diferenciava.
Em meio a essa grande floresta, existia uma vila, uma vila normal, nas terras próximas da capital de Rashidase. E nessa vila, em que luzes de lâmpadas e lampiões, iluminavam fracamente, podia se distinguir uma taverna rústica, feita de tabuas não envernizadas de madeira.
E nesse bar, numa iluminação fraca, um local pequeno, onde a porta ficava exatamente na frente do balcão de madeira, e nas laterais, mesas e cadeiras, formando um corredor. Ali as pessoas se escondiam da chuva, comendo e bebendo, enquanto conversavam.
Quando, quebrando a rotina, a porta se abre, bem devagar, um homem completamente ferido, suas roupas rasgadas e manchadas de sangue, se apoiando numa espada negra, com o fio de lamina, já cego, sua cara tão molhada quando manchadas de sangue já velho e hematomas por todo seu corpo. Cambaleando uivando de dor. Ele tomba no chão de bruços e morre.
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