That's Christmas To Me

5 It's the Most Wonderful Time of the Year


Notas iniciais
Feliz Natal!!♦ Não é uma crônica sem fim, é uma história amável ...♥ Não espero perdão por demorar á retomar essa fanfic; fiquei meio desmotivada; porém, a motivação de uma fã disse a seguinte frase: "Você definitivamente é o R.R.Martin", não se é um elogio, um xingamento ou um problema.. kKKKK. Mas, eu já disse isso uma vez, e digo sempre: "É apaixonante trabalhar com esses personagens". ♥ ~♪♫Enjoy♥♪♫ Músicas que ouvia enquanto eu escrevia esse capítulo: ♫Pentatonix ~ Deck The Halls ♪ ♫Pentatonix ~ Little Drummer Boy♪ ♫Pentatonix ~ Mary, Did You Know? ♪

O local estava decorado com ramos de azevinhos e alguns viscos, algumas meias estavam penduradas, nas paredes. Isso foi uma das coisas que Simone havia trago consigo. Havia cordões de luzes com lâmpadas de vidro, guirlandas de natal, cascatas de luzes de natal, o teto brilhava por causa das estrelas que brilham no escuro, o carpete estava limpo, e sobre ele estavam os puffs que formavam um círculo.
Havia uma televisão na parede que parecia funcionar e eles iriam sincronizar no Concerto quando fosse a hora. Tinha também uma pequena árvore de natal em um canto do lugar, os beliches estavam cobertos por cobertas, e da maneira que foram organizadas, nem parecia que tinha algo ali. Estava tudo bem arrumadinho, organizado, e fofo.

—Mas, ficou uma maravilha! – Igor disse orgulhoso. – Quer saber? Parece trabalho de decorador, e só por isso, nós devíamos chamar alguém para tocar.

—Tocar? – Antonie ergueu uma sobrancelha. – Como assim?

—Poxa; teve gente que não foi chamado para o Concerto e merecia ir, como a Simone, a Joana, a Mikaele, eu... – Igor fez um olhar charmoso quando se referiu a ele. – E se não só assistíssemos ao concerto, tocássemos aqui também?

—Mas, nem todo mundo tem instrumento no quarto. Os instrumentos ficam no teatro, que está fechado, senão estão em algum lugar da França. – Respondeu Antonie. – Tocar o que?

—Tem instrumentos aqui. – Antonie ficou pálido. – Podemos pegar um, não? – Perguntou Igor animado.

—Acho melhor não... – Ele revirou os olhos, independente de tudo, não era dele, e mesmo que não tivesse problema mexer no lugar, com os instrumentos seria um problema...

—Porque não?

—Simone tem um violino no quarto e um violoncelo. – Respondeu Shin rapidamente. – Se querem alguém, chamem ela. Simples e prático.

—Eu achei uma boa ideia. – Falou Leo do nada, como sempre, sem pedirem opinião.

Antonie coçou a nuca pensando.

—Então você fala com ela Igor; a ideia foi sua!

—De boa. – Ele respondeu sorrindo. Ele olhou para o celular. – Então vamos rapaziada, ainda temos que tomar banho, nos arrumar, ir comer, antes de surpreender a todos com o nosso charmoso lugar redecorado.

—Somos fantásticos! – Exclamou Antonie.

Shin revirou os olhos já se retirando e indo em direção ao quarto. Quanto Antonie fez um barulho com a boca fazendo ele se virar para trás com tudo erguendo uma sobrancelha.

—Sim!?

—Use o suéter!

—Tem mesmo que usar aquilo? – Antonie acenou positivo. – Ninguém vai usar aquilo...

—Acredite todo mundo vai.

*

Eles tinham um cronograma, até porque eles pretendiam assistir o Concerto Especial do Depardieu; eles estariam dessa vez em frente em Paris, e não havia nada mais magnifico do que uma apresentação em frente à Torre Eiffel; do lado do Rio Sena.
O Concerto seria ás 22h25, até lá eles teriam tempo de tomar um banho, se trocarem, e descansarem. Todos eles, porque não dava para negar que passaram o dia inteiro trabalhando.

Mika havia pedido para Déia e Alex irem descanar e chamou no lugar delas Déia e Joana para ajudar ela na cozinha; Simone só não foi porque se responsabilizou pessoalmente de colocar os presentes do amigo secreto de cada um, na pequena árvore de natal que tinha no salão que os garotos haviam organizado. E era óbvio que ela foi no quarto de cada um e fez com que cada um vestisse o suéter natalino que ela havia comprado. E não se poderia negar, que estava perfeito. Era por volta de 21 horas, quando todos já haviam terminado de se arrumar, vestir o suéter que Simone arrumou eu a cada um deles.
O essencial também, eles levaram os presentes pessoais para entregarem depois da ceia; ou antes, ou quando eles achassem melhor.

21h17 todos já estavam no refeitório esperando o que iam fazer, aliás, nunca tinha ficado tantos intercambistas para o fim de ano. As vezes ficava, mas, nem de longe eram do mesmo círculo de amizade deles. Kathy, Marjorie, Alex e Mika estavam na cozinha desde as 21horas organizando tudo, como cada coisa ia na mesa, como seria servido primeiro, e etc. E já que Kathy estava melhor, poderiam fazer tudo tranquilamente, e era só o que importava; ela estava bem, desde que ninguém entrasse na cozinha.

E o detalhe mais importante, sim; todos estavam com o seu suéter natalino que Simone havia comprado. O único que faltava no dormitório era Thaylor. Françoise esperava por ele, junto com todo mundo.

—E se o Thaylor não vier? – Perguntou Marjorie enquanto arrumava a tigela da salada tradicional. – O que vamos fazer com o presente dele e com que tirou ele no amigo secreto?

—Bem óbvio não? – Perguntou Alex. – Damos para o Françoise.

—Que mané Françoise.

—Podemos sortear entre nós. – Falou Mika. – Isso claro, se for uma coisa que um de nós possamos usar né.

—Achei a ideia fantástica! – Riu Marjorie. – Então, como vamos fazer com os outros pratos?

—Vamos dando o nosso jeito. – Respondeu Mika.

—No Brasil, como vocês fazem? – Perguntou Marjorie recebendo um olhar de confusão de Mika e Kathy; ela então reformulou a palavra, ficando vermelha. – Na Véspera de Natal... Como vocês fazem; com a comida?

—Nós só comemos!? – Falou Kathy obviamente.

—Não digo, como...

—Ah! – Exclamou Mika. – Colocamos tudo na mesa e nos servimos. Porque assim a gente economiza tempo.

—Aliás, a gente mal tem tempo pra comer. O povo bebe, dança, sei lá mais o que. – Completou Kathy.

—Por um acaso estão pensando em algo brasileiro? Não né? – Perguntou Mika.

—Seria legal né? – Falou Alex.

—Ah; não. Eu não sei do Brasil para ter uma ceia igual se tem no Brasil. – Resmungou Kathy de forma em humorada.

—Qual é, seria legal! – Exclamou Marjorie. – Formidável, eu diria.

—Bom... De todo não é uma ideia ruim; mas, eu não sei se poderia ser mais diferente... – Falou Mika. – Pode ser bem misto; o que acham?

—Suas ideias são muito loucas. – Falou Kathy.

—Lógico que são... Tem que ser. – Disse Mika. – Então, como vamos fazer? – Alex mordeu o polegar.

—Ao estilo restaurante parisiense.

—Uh! Boa ideia! – Exclamou Marjorie. – Mas, nós tínhamos outra ideia?

—Não. – Falou Mika dando ombros e sorrindo.

...

—Então; me conte mais sobre o seu noivo... – Mi-cha perguntou para Françoise que estava na entrada do dormitório esperando o seu noivo.

—Não era para você estar aqui fora sabia? – Françoise encarou a garota que se coçava, como se a lã do suéter lhe dessa alergia. – Está tudo bem?

—Eu preciso ver se o seu noivo realmente existe ué. – Ela fez uma pausa. – E estou tomando ar, eu não sou acostumada com esse tipo de suéter. E não quero que Kutzman me veja me coçando.

—Ah, não se preocupe com isso, ele existe. – Mi-cha riu.

—Certo então... –A garota olhou para o céu nublado. – Oh, parece que vai cair uma nevasca...

—Não exagera. – Disse Françoise repensando se realmente iria cair uma nevasca ou não. Alguns minutos depois, ele avistou o carro azul escuro de seu namorado; uma BMW; antes de Mi-cha parar de afirmar que iria sim nevar muito, Thaylor apareceu após ter estacionado seu carro na garagem do dormitório. – Salut L’ amour. – O outro sorriu sem graça. Talvez ele não estaria sem graça se a garota não estivesse do lado do noivo. Ele hesitou. – Thaylor, Mi-cha; Mi-cha, esse é o Thaylor.

Mi-cha olhou para o rapaz moreno, de cabelos cacheados castanhos claros, olhos verdes escuros, com uma barba balbo, âncora bem fraca; a garota o olhou dos pés a cabeça e fez um aceno com a mão, em seguida entrou.

—Ela está bem?

—Ela é assim mesmo. Senão pior... – E eles se abraçaram para um poder sentir o perfume do outro. Com calma. – Estou feliz que você pode vir.

—Estou feliz por estar aqui com você. – Thaylor se afastou um pouco. – Tem muita gente aí?

—Não se preocupe. São estudantes; ninguém vai te morder; eu não vou deixar!

Françoise fechou a porta do dormitório e junto com seu noivo seguiram para o refeitório. No caminho encontraram com Mateus e aparentemente o clima ficou mais suave; mais interativo, já que Thaylor conhecia Mateus, Pierre e Simone.
Quando eles entraram no refeitório o aroma que vinha da cozinha era delicioso. Havia uma grande mesa em que havia alguns pratos; a metade dos residentes já estavam sentados quando Thaylor se juntou a eles; com exceção das garotas que ainda estavam na cozinha.

—Parece o Vaux le Vicomte. – Falou Thaylor admirando a decoração que havia no local.

—Vicom o que? – Perguntou Leo, Thaylor o observou, um rosto novo. – Eu sou Leonardo; sou novo no curso de Cênicas... Prazer.

—Ah! Prazer; eu sou Thaylor, formado em Artes Visuais; coreografo.

—Um tanto exibido ao meu gosto... – Falou Joana com um sorriso debochado. – Prazer, Joana; é um prazer conhecer a outra metade do coração do Françoise.

—Olá Thaylor! – Kathy o cumprimentou quando entrou no local com algumas panelas junto com as meninas. – Quanto tempo!

—Digo o mesmo Kurz.

—Uau! – Exclamou Françoise que até então elas não tinham o visto naquele dia. – Vocês extravagaram do modo mais luxuoso e gourmet que a França poderia oferecer no dia de hoje. – Estou impressionado com vocês!

—Eu sei! – Disse Kathy com um enorme sorriso no rosto, seu ego se inflou. – É o meu menu especial!

—Seu? – Perguntou Alex erguendo uma sobrancelha colocando uma bandeja na mesa.

—Só seu? – Retrucou Marjorie.

—Nosso... – Ela revirou os olhos meio a contragosto; e ao mesmo tempo sorrindo. – Mas, só porque vocês estavam no mesmo lugar que eu.

—Credo Kathy... – Murmurou Marjorie.

—Desculpem-me; mas, eu sou a chef aqui, foi mal. – Ela disse com um sorriso.

—Qual a ordem que vamos seguir? Vamos comer primeiro ou depois? – Perguntou Pierre

—Agora... – Respondeu Mi-cha estralando os dedos.

—Comemos as sobremesas durante a apresentação do Depardieu. Vamos seguir o tradicional, aliás, os dois novatos têm que ir aprendendo... – Falou Alex com um sorriso batendo as mãos. – Então, o que estamos esperando? Estou com fome!

—Claro... – Falou Kathy. – Então estejam preparados para o banquete que as futuras estrelas da Broadway prepararam!

—Eu poderia ter ajudado. – Shin começou a falar quando Mi-cha o interrompeu.

—Se tivesse sido convidado, com toda a certeza. – A garota respondeu enquanto o outro revirou os olhos.

—Mas, você pode ajudar Shin – Mika começou a dizer. – auxiliando a trazer a comida para a mesa. – Shin a encarou por alguns segundos antes de fazer um bico e cutucar Antonie e Pierre para ajuda-lo; foi quando Kathy deu um logo sorriso se sentando do lado de Mateus.

—Espero que não tenham comido muito hoje. – Thaylor riu e olhou para Françoise.

—Isso vai ser divertido. Não acredito que eles não foram chamados para as apresentações; eles são tão carismáticos!

—Bom, daí iriamos nos virar com o jantar. – O ouro concordou.

—Bom; como estamos famintos... –Mika começou. – Vamos comer de uma vez!

—Agradecemos esse banquete e que esse seja um natal inesquecível. – Falou Mateus se acomodando na cadeira.

—Agradecidos! – Os demais falaram juntos.

Simone deu um belo sorriso quando viu que todos estavam usando os suéteres que ela escolheu, e percebendo que cada suéter combinava com a pessoa, ela resolveu tirar uma foto, discretamente com seu celular. Aquilo era extremamente gratificante para ela, aquilo lhe parecia um presente natalino. Todos já estavam sentados na mesa que havia lugar para trinta pessoas; eles haviam decorado a mesa o local e Thaylor estava imensamente encantado.

Como sempre, a primeira refeição era um aperitivo. Elas quiseram substituir o Fois Gras, por cogumelos recheados e uma sopa leve. Algo que é muito mais comum nos Estados Unidos, elas até queriam fazer um salmão defumado, mas; Kathy queria inovar, queria que fosse ao paladar de todos, do americano, ao brasileiro, ao francês, ao latino e mesmo muito difícil, ao coreano. Ela era a chefe, ela tinha ideias fabulosas. E ela estava orgulhosa disso. Kathy lidou com a situação mesmo sentada, parecia mesmo que ela estava administrando um restaurante, e depois que as panelas foram postas na mesa, entradas em uma mesa, enquanto outros pratos eram colocados na mesa mais próxima para que ninguém precisasse ficar indo toda a hora na cozinha pegar algo, a “chefe” destampou uma panela para que todos pudessem começar a se servir.

—Uau! – Exclamou Thaylor vendo a mesa e cada prato nela. – Não esqueceram nem as baguetes!

—Ah; a minha namorada é demais! – Disse Mateus apertando a mão dela, que sorriu e sentou do seu lado. – Uma perfeita chefe!

—Céus, isso não vai rolar a noite toda vai? – Perguntou Mi-Cha com voz enojada. – Porque, por favor né?

—Olha... – Françoise levantou uma mão antes que esses começarem a comer; então todos olharam pra ele. – Na verdade, eu gostaria de agradecer ao esforço de todos, porque se não fosse por cada um desse dormitório, não teríamos nem a metade disso tudo.

—Mas, você não fez nada. – Comentou Alex.

—Eu me propus a ficar com vocês nessas férias de fim de ano em vez de viajar. Já foi um grande esforço! – Ele respondeu encarando Alex que sorria debochadamente.

—E você pretendia ir para onde? – Perguntou Kathy sendo abraçada na cintura por Mateus.

—Um lugar quente.

—Tá certo, muito emocionante. – Joana disse batendo o garfo no prato. – De nada, podemos comer? Estou com fome.

—Bom, por último, cada um de vocês teve uma função importante, e cada um de vocês são importantes. – Thaylor observou que ninguém estava muito a fim de ouvir os comentários do seu noivo, então delicadamente bateu palmas e deu um sorriso para todos à mesa.

—Bom appétit et merci á Tous !

—Merci Thaylor! – Exclamou Alex servindo-se de sopa e cogumelos recheados fazia tanto tempo que ela não comia algo como Igor comentou “estadunidense”.

—“Eu disse que Alex ia gostar...”– Mika cochichou para Kathy que concordou. Ela então olhou para Victor e deu um sorriso, que sorriu de volta; era um momento feliz, ela estava bem feliz.

—“Ela sorriu pra mim! ” – Victor exclamou para Leo que o encarou com um sorriso no rosto.

—“Você é muito emocionado, hein. ”

—“Mas, ela sorriu mesmo...”

—“É Natal, ela vai sorrir para todo mundo mesmo...”

—“Foi diferente. ”

—“Para de ser emocionado! ”

—“Não estou sendo emocionado. Apenas estou comentando o que estou vendo. ”

Kathy lidou com a situação muito bem, parecia mesmo que ela estava administrando um restaurante, e depois que as panelas foram postas na mesa, entradas em uma mesa, enquanto outros pratos eram colocados na mesa mais próxima para que ninguém precisasse ficar indo toda a hora na cozinha pegar algo, a “chefe” destampou uma panela para que todos pudessem começar a se servir.

—Como vocês conseguiram fazer tudo isso? – Realmente Thaylor parecia muito encantado com a maneira que tudo foi organizado. Eles eram jovens, eram estudantes, aspirantes a artistas não havia nenhuma rivalidade artística que ele imaginou que iria encontrar no local, como Françoise sempre dizia.

—Hãn, somos espiãs. – Kathy falou e em seguida tampou a boca. – Ops. – Ela disse rindo.

—Fizemos nosso melhor. – Falou Marjorie. – Realmente, tem um monte de coisa que não vende na França.

—Uou! – Exclamou Joana. – Mas, tem lombo de porco! Tá ótimo pra mim; tudo pra mim! – Ela disse rindo.

—Gente. – Simone chamou a atenção de todos. – Alguém vai ligar para os que estão lá no Concerto? – Houve um silêncio. – São nossos amigos.

—De fato... – Começou Pierre. – Eles devem estar ansiosos, talvez com medo.

—Talvez muito ansiosos. – Falou Antonie. – Mas, não com medo; porque eles estariam com medo?

—Porque não estariam? – Perguntou Simone. – Nem todos eles têm parentes na França, na verdade, quase nenhum tem parente na França; e bem... São festas de fim de ano, né?

—De fato... – Começou Joana. – Eu ficaria assustada em não ter alguém conhecido na plateia. Ainda fico...

—Nós ligaremos para eles antes do Concerto começar. – Falou Igor

—Então nós não comeríamos as sobremesas? – Perguntou Mi-Cha sem entender.

—Claro! Vamos! – Disse Igor. – Digo, comeríamos, só que lá em cima. Dá para assistir à apresentação e fazer a digestão e o amigo secreto. Juntando o útil ao agradável.

—Tá certo então... – Falou Mi-Cha concordando com as palavras de Igor, o que nem sempre ocorria, então, era um outro milagre de natal.

Quando chegou a hora do prato principal ser servido, Marjorie, Kathy e Igor apenas trocaram as panelas na mesa para darem lugar não só o peru natalino, como também: o lombo de porco, as salsichas cozinhas, o purê de batata, batata gratinada e a farofa. Elas tinham que admitir que achar todos os ingredientes para cada prato típico foi deveras difícil. Mas, cá estavam, menos com um prato coreano; até porque era uma coisa fácil de se achar, elas tinham que admitir. E também difíceis de se preparar; coisas que pareciam feito de uma animação asiática, mas, os irmãos não pareciam se incomodar com isso, pelo que se sabe, eles nem comemoram o natal na Coréia.

—Expendido! – Exclamou Simone. – Vamos aproveitar então o prato principal!

—Esses residentes pensam em tudo em Françoise... – Comentou Thaylor baixinho.

—Sim; eles pensam... – Françoise não podia negar que o planejamento saiu melhor que o imaginado... Muito melhor na verdade.

Françoise na verdade imaginava algo bem comum, coisas de comer, um básico que eles pudessem preparar, e não esse banquete, com essa decoração e outras coisas, mas, ficou feliz que teve tudo aquilo e mais um pouco.

—Eu quero fazer um agradecimento... – Françoise começou.

De rien! – Agradeceu Alex seguindo de uma gargalhada de Pierre.

—Estou falando sério agora! – Todos pararam de comer para olhar para ele. – (...) Bem, eu não achei que vocês fossem realmente fazer um esforço tão grande para estarmos nesse momento tão familiar. – Ele olhou para Victor e Leo. – Principalmente para os calouros que estão passando o primeiro natal longe de casa, longe dos seus costumes, de toda a família e de tudo o que eles conhecem. Agradeço por tornarem o mais aconchegante o possível, não apenas para eles, mas para vocês também.

Simone deu um longo sorriso.

—Ora Françoise, pense em uma coisa, teve uma vez que nós éramos os calouros na França, e sempre tiveram ótimos veteranos conosco! Agradecemos o seu agradecimento. – Todos acenaram positivamente.

—(...) Vocês deviam se comportar assim todos os dias do ano escolar! – Ele exclamou depois de longos segundos tentando se recompor e não chorar.

—Se durante todo o ano escolar tiver apenas(...) 13 alunos, nós nos comportaremos muito bem. – Disse Joana com um sorriso sarcástico. Mas, vamos melhorar, prometemos! – Antonie soltou uma gargalhada seguida de Igor, que contagiou os demais ecoando pelo refeitório, definitivamente, aquele era a melhor época do ano.

E os corações estarão brilhando

Quando entes queridos estão próximos

É o momento mais maravilhoso

É o momento mais maravilhoso

É o momento mais maravilhoso

Do ano

A época mais maravilhosa do ano

Notas finais
Desculpem a demora, imagino que o capítulo estará longo; mas, realmente eu gosto de histórias longas e acho que vocês sabem disso. Tentarei apenas não ser demorada como o caríssimo R.R. Martin ♥ Obrigada pela leitura. ♪♫•*¨*•.¸¸❤¸¸.•*¨*•♫♪ •.¸¸.•´¯`•.♥.•´¯`•.¸¸.•.♪♫•*¨*•.¸¸❤¸¸.•*­¨*•♫♪ (◡‿◡✿) Estou aqui para vocês!! ♪♫•*¨*•.¸¸❤¸¸.•*¨*•♫♪ •.¸¸.•´¯`•.♥.•´¯`•.¸¸.•.♪♫•*¨*•.¸¸❤¸¸.•*­¨*•♫♪ ♥Beijos da Autora♥ ♠Da sua Brasileira, Residente em Paris, Favorita♠