Notas iniciais
Último capítulo do ano... Joyeux Noël et nouvelle année prospère!! Aaaah; eu menti para mim mesma. Não são apenas três capitulos. Eu mesma me estressei, mas, não vou deixar de escrever, porque? Eu tardo, atrasado, mas, não falho. E só pra lembrar; é uma história amavél ...♥ Pentatonix natalino ficou comigo o tempo todo; gente... O que foi isso, um mês é pouco para postar uma história de natal rsrs. Ouçam uma mesma música por mais de quatro horas; é o que eu faço... Desculpa ter mais de 3 capítulos. Mas, os personagens falam, e falam muito alto.. ~♪♫Enjoy♥♪♫ Músicas que ouvia enquanto eu escrevia esse capítulo: ♪Pentatonix ~ 12 Days Of Christmas ♪ ♪Pentatonix ~You're A Mean One, Mr. Grinch♪ ♪Once Upon A December♪

30 minutos, se passaram na verdade 35 minutos; e por 35 minutos, Victor ficou observando a sua Monitora, vendo se ela estava respirando bem, se os lábios continuariam roxos, se ela pararia de respirar. Bom, óbvio que se alguma coisa dessas ocorresse ele já tinha um plano; falaria com Leo, que chamaria Marjorie, que daí seria com as meninas. Como Marjorie ficaria sabendo? Como Leo teria ficado sabendo? Essa parte do plano ele não sabe, mas, já é o começo de um plano.

Então por um instinto doido, por assim dizer, ele encostou seus lábios sobre a palma da mão dela; que a despertou de imediato. Mika junto com Victor deram um sobressalto.

—Oi?! – Mika falou sobre uma risada que a fazia perder o fôlego. Ela riu, sem jeito, junto com ele. – Azevedo?

—Ah! Você está bem! – Ela se sentou na sua cama e se espreguiçou. – Super bem! – Ele sorriu se levantando com tudo. – Não está morta! – Mika piscou sem entender nada.

—É, eu estou viva. Mas, o que especificamente está fazendo no meu quarto?

—Bem...

—O que eu estou fazendo no meu quarto? – Ela parecia confusa.

—Você não se lembra? – Ela negou. – Bom, você estava passando mal, e eu te trouxe para o seu quarto.

—Você me trouxe? – Ela se levantou aos poucos. – Você me trouxe?

—Sim. – Ele respondeu ainda um pouco assustado da reação dela.

—E? – Mika o olhou, esperando que ele dissesse alguma coisa, pedisse uma gratificação, porque alguém ajudaria alguém sem pedir nada em troca?

—E o que?

—O que você fez? – Ele a encarou sem entender. Porém, deu um sorriso, calmo.

—Eu esperei você tomar o seu remédio, e fiquei aqui observando se você melhorava ou piorava; não fiz nada demais. – Ele sorriu. – Eu só estava preocupado contigo.

—Oh! – Seu rosto começou a queimar. –Você me trouxe pra cá faz quanto tempo exatamente? – Victor olhou para o seu celular em seu bolso.

—36 minutos. 37 agora.

—Estou sete minutos atrasada para fazer(...) – Mika se levantou com tudo e depois de um tempo, colocou o dedo na boca, como se estivesse pensando em algo, estreitou os olhos e encarou o calouro. – Você não tirou nenhuma foto minha não né? – Victor de imediato ficou vermelho e deu dois passos para trás.

—O que? Eu? Não! – Até porque não teve essa ideia, até porque se tivesse todo ela, ele com certeza teria tirado uma foto sim. Porque não? – Eu nem pensei em uma coisa dessas.

—Então se tivesse pensado, teria tirado uma foto? – Ele ficou mudo.

—Eu só estava preocupado com você... – Ele sussurrou baixinho. Ela então acariciou seus cabelos e sorriu.

—Obrigada por se preocupar comigo, obrigada por me ajudar. Mas, ainda temos muito o que fazer, e não era exatamente aqui onde você devia estar, não é Sr. Azevedo? – Victor ficou apreensivo, com os ombros tensos a encarando; a pergunta com seu sobrenome nela.

—Eu... – Antes que pudesse dizer algo, ela encostou o dedo na ponta do seu nariz, que deixou surpreso, a ponto de suar de nervoso, jurava que estava prestes a desmaiar. Porque sinceramente, ela estava muito perto dele. Notando a confusão, Mika segurou em um de seus ombros para ele não cair pra trás.

—Não é para desmaiar! – Ela pediu com um sorriso nos lábios. – Ainda tem que ajudar os outros garotos.

—Sim. – Ele respondeu quase no automático, em vista de que ela estava cada vez mais perto dele e ia encurrala-lo contra a parede. Então ela abriu a porta e o observou.

—(...) Você precisa de um copo de água? – Então Victor voltou a si.

—O que? Não! – Ele riu de nervoso. – Eu vou para o meu quarto e. Não. Vou pro 6º andar ajudar os outros. – Ele riu novamente. – Você vai ficar bem? Precisa de ajudar? Quer ajuda para descer? Eu posso ir com você se qui. – Ela o confortou, tocando o seu nariz no dele e sorriu, aproximando-se da orelha dele.

—“Não precisa... Vou ficar bem. ” – E se afastou dele de súbito dando uma piscada e colocando o dedo na boca fazendo sinal de silêncio.

Demorou uns segundos para Victor se tocar que a porta estava aberta, que ele precisa sair para ela também sair; mas, o seu modo funcionamento do corpo não estava colaborando com ele; o clima estava ótimo, mas, ele devia sair dali; depois de quase um minuto, ele tomou uma pose de sério, respirou fundo, sorriu, piscou para ela também e colocou o dedo na boca; aquilo era um segredo. E saiu em direção ao 6º e só quando ele começou a subir a escadaria Mika fechou a porta, deu um pulo e se jogou contra a cama dando um grito abafado pelo seu travesseiro. Ela estava feliz, poderia gritar a plenos pulmões, para todo dormitório ouvir; mas, ela queria deixar esse sentimento bom com ela, e seu coração pulando de tanto amor e felicidade.

Ele estava no seu quarto.
Se quisesse poderia ter beijado ele.
Aliás, era um segredo.

Mas, a sua ansiedade iria estragar tudo, tinha medo de alguém ver, de alguém descobrir, bem no quarto dela? No quarto da Monitora? Ela não queria estragar aquele momento, e o melhor de tudo era aquele clima... acharem que tinham algo, mesmo não tendo, e mesmo assim; ser um segredo. Um segredo entre os dois e estava tudo bem. Desde que fosse entre os dois, era um privilégio. E se tivesse sorte...

Se estivesse perto de Victor à meia-noite...

Mikaele beijaria ele.

Não era preciso ser um gênio para saber que as garotas do grupo da cozinha estavam cansadas. Elas tinham um cronograma, e Kathy estava com a chave da cozinha, queria ser capaz de controlar tudo ali, mesmo que as mais velhas fossem Mika e Alex, ela não queria outra pessoa que não fosse daquele quarteto naquela cozinha, por isso havia jogado um pacote de açúcar em Shin quando ele entrou já dizendo que ia ajudar, sem perguntar se poderia ou precisavam de ajuda, aquilo era um ultraje com a capacidade delas, de Alex, Kathy, Marjorie e Mika. Joana quis ajudar, Simone e Déia perguntaram se precisavam de ajuda, menos Mi-cha; e tudo bem a coreana não vir se meter, com certeza seria recebida com um pacote de sal grosso; o mesmo que ela usava para temperar o salmão quando Mateus entrou e acabou, não sabendo-se como em nome da lógica ter ferido a testa a ponto de sangrar. E foi uma grande pausa para que pudesse ajudar o amor de sua vida á se recompor e não entrar sem bater. Mesmo que a cozinha ficasse meio aberta.

Mas, apesar dos contra tempos, elas estavam indo bem, alguns aperitivos já estavam prontos, algumas entradas estavam quase terminadas como o salmão pré-defumado e a lagosta. (Ainda arrumariam uma utilidade melhor para a lagosta.) O peru já estava no forno junto com os pães, entre o essencial aqui e ali; estavam se virando agora com os doces que iam na geladeira e as saladas verdes; mesmo com o desfalque temporário, as garotas conseguiram cumprir seu prazo, aliás, cozinhar para 18 pessoas, era um desafio que elas podiam cumprir. Se o ramo das Cênica desse errado, ao menos, o d Gastronomia estava garantido, com certeza.

—Algum problema Marjorie? – Alex estava enrolando o que seria uma das sobremesas daquela noite. Marjorie tinha parado de cortar a salada para olhar para o nada, e ficar naquela direção por um bom tempo; parecia pensativa, intrigada, preocupada. – Piaf!

A ruiva se virou com tudo, e quase deixou cair alguns ingredientes da salada no balcão. Do fundo da cozinha Kathy deu um berro.

—Presta atenção! – Marjorie se recompôs e segurou tudo com as mãos.

—Pardon! Eu...

—No que você está pensando mademoiselle? – Perguntou Alex vendo Marjorie se corar por completo.

Naquele ano Marjorie teve a sorte de ser sorteada para violoncelo no Concerto Natalino, assim como Armin, Conrado e Niedja; e essa era a sua desculpa perfeita do porque não iria para casa para as comemorações de fim de ano em Marselha; não que ele odiasse a sua família, mas, depois que entrou no curso de música pelo Depardieu; sua família, era meio... “Sem graça e monótona”.
Então ela conheceu Leonardo, que não foi cogitado para ir para o Concerto e ela resolveu ficar com ele no dormitório; e estava refletindo sobre as suas escolhas. Porque não levou Leonardo para Marselha conhecer a sua família?

—Será que foi ruim eu não ter ido para o Concerto? – Kathy apareceu depois de um tempo, estava vendo o forno; sem o cronometro mental de Mika, elas acabaram perdendo duas baquetes queimadas, perdendo tempo, fermento, e massa; em um momento em que deveriam estar com ao menos 67% dos pratos prontos.

—Sinceramente Marjorie... – Kathy amarrou o cabelo em um coque, estava meio frustrada; na verdade, bem nervosa. – Você não está assim porque teve que escolher entre o Concerto e ir para casa né?

—(...)

—Guria do céu! Você ao menos foi convidada e nós que não fomos?

—Kathy, acho que não é isso que ela quis dizer... – Começou Alex. – Tipo; se foi uma boa ideia ter ficado aqui no dormitório com o namorado dela... – Ela olhou para Marjorie. – Não foi isso que quis dizer?

—É; quase isso... – Ela disse se corando.

—Nós já conversamos isso, você tenta nos enganar e pegamos você no pulo do gato. – Reclamou Kathy. – Leonardo ia adorar ver você tocando e se apresentando para toda a França. Não é para isso que você está aqui? Ou tem outro motivo?

—Eu...

—Guria da minha vida; se der tudo bem, você sempre terá o Leonardo, como eu sempre terei o meu anjo iluminado; mas, você acha que eles vão te chamar de novo? Hãn, eu acho que não!

—Kathy! – Alex chamou sua atenção.

—O que é? Não estou mentindo... Oportunidades assim, são raras, e é só um mês, quantos meses você fica ao lado do seu namorado? – Ela não esperou Marjorie responder. – Isso mesmo onze meses! Pelos céus, você foi muito bocó não indo se apresentar! – Ela começou a separar alguma coisa no balcão. – Eu me lembro muito bem, teve uma vez que Cainan foi chamado para tocar trompete, e a Mika ficou; e uma vez que ela foi chamada para ser do coro e ele ficou. E uma vez os dois foram juntos. Você não pode perder essas oportunidades ruiva! Você é Marjorie Piaf! Você acha que a sua ancestral Edith Piaf está feliz com isso?

—Aan... Edith Piaf não é minha ancestral.

—Como não? Vocês têm o mesmo sobrenome!

—Aan. Você sabe que a única filha de Edith morreu, que o sobrenome dela era Gassion né? – Kathy ficou em silêncio po alguns minutos e abaixou a cabeça.

—Eu estou nervosa! Desculpe.

—Mas, então, seu nome não é Piaf? – Perguntou Alex

—Esse é meu nome do meio. Eu tenho dois sobrenomes. Sou Marjorie Dauphiné; estou bem decepcionada que não saibam meu nome.

—Esse não é um sobrenome de nobre? – Alex encarou a garota. – Você é uma nobre Dauphiné?

—Talvez... – Ela disse sorrindo.

—Huum, ruiva, roupas de primeira mão, sobrenome nobre; eu devia imaginar; você é da realeza! – A morena riu e as duas começaram a gargalhavam. Aquilo aumentou o ânimo da ruiva, parecia mais aliviada. Talvez até tenha sido melhor ficar no dormitório, imagine, ficar no meio de inúmeras pessoas, quase 100 no total, e não poder dar aquelas boas gargalhadas?

—Vocês não deram nada para a Kathy beber né? – Mika entrou na cozinha um tempo de um tempo vendo a loira de cabeça baixa.

—Mika! Você está bem! – Exclamou Marjorie. “Mais do que bem”, ela queria dizer, mas, iriam perguntar porque... Então ela apenas acenou positivamente. – Isso é muito bom; ainda falta 43% de toda preparação e. – Ela se aproximou de Mika. – “Não é por mal, mas, a Kathy queimou as baguetes. ” – Ela sussurrou perto de Mika.

—Oh... As baguetes não. – Ela olhou para a hora no celular e fez uma careta, mordendo o lábio e se aproximando da amiga. – Oi Kathy, tudo bem? – Ela disse colocando a mãos em seus ombros.

—Tudo... – Ela não parecia nada bem, ela estava visivelmente exausta, visivelmente sonolenta e até mesmo bem estressada; isso sem dúvida ela estava mesmo.

—Aan; não me parece tudo bem... – Mika falou. – A gente não vai ter pão mesmo né?

—É que...

—Katherynne... Nós agradecemos os seus serviços prestados nessa cozinha... – Ela dizia com a voz mais animada e descontraída que conseguiu. – Porém, não podemos deixar você trabalhar nessas condições escravistas...

—O que? – Ela riu. – Que é isso Mih; eu consigo...

—Não Kathy, não dá mais. Está dispensada! Nos vemos no jantar!

—Mas... Eu... – Ela quem estava responsável por aquela cozinha ela tinha a chave e ia dizer isso, antes que Mika terminasse seu discurso autoritário.

—Eu quero as chaves também! – Mika acrescentou. – E não querendo ser mandona, ainda sou sua Monitora então, por favor Kathy; não torne isso mais difícil; vai descansar no seu quarto, dormir e descansar. Sil vous plaît...

Kathy ergueu a cabeça fazendo birra, e batendo o pé. Respirando fundo. Aquilo demorou exatamente cinco minutos; até que ela se deu por vencida, colocou as chaves na mesa da cozinha e saiu. Era muito injusto, para alguém quem estava dando a alma, suor e coração naquilo; e simplesmente foi retirada dali como nada?

—Acho que a ela ficou magoada. – Comentou Alex.

—Ou muito irritada

—Olha; Katherynne não funciona com sono; ficamos na cozinha ontem até uma hora da manhã e ela me acordou ás 5 horas. Ela mal dormiu, ela merece uma folga, uma folga de uma hora; ou mais...

—Por isso que eu acho que ela não devia sair... – Comentou Alex.

—Até ela se queimar pela falta de sono. – Respondeu Mika. – Eu dormi, descansei um pouco, porque não ela? – E em seguida se virou para as garotas enquanto voltava á decorar a torta de que era responsável antes de continuar. – E depois vocês, tem mais garotas e até mesmo garotos que podem ajudar na cozinha...

—Mas, a Kathy não quis... – Falou Marjorie.

—Eu sei o quanto ela é obcecada com essa cozinha; mas, não temos outra escolha; nós temos? – Ela olhou em volta. – Falta muito Alex?

—Não. Acho que nós damos conta.

Elas continuaram as suas tarefas, em completo silêncio. E aquilo incomodava, o dormitório não era silencioso por causa dos alunos de música, que estavam todos em casa nesse instante; e os outros, estavam em algum canto da França prontos para se apresentarem naquela noite. E era uma das coisas que eles iam ouvir naquela noite; o Concerto dos alunos do Depardieu. Eles sempre se apresentavam de um jeito diferente, com roupas diferentes, era realmente um espetáculo da Broadway francês.

—Como esse dormitório é silencioso sem o Rowell... – Comentou Marjorie

-Eu ainda não sei porque vocês não colocaram uma música para tocar... – Falou Mika. – Com música tudo passa mais depressa.

—(...) Alguma preferência?

—Edith Piaf? – E elas começaram a rir.

Kathy caminhava pelas escadas entre o 2º e o 3º andar, quando se deparou com Mateus descendo.

—Kathy? – Mateus a chamou. – Oi?! Kathy! – Ela não estava olhando para onde ia, apenas para os degraus, por isso, estava ignorando-o. – Minha Maria Antonieta angelical? – O apelido penetrou em seus ouvidos à fazendo erguer a cabeça e virar-se para ele, onde a expressão de alegria a tomou por completo.

Ela o olhou de cima a baixo. Ele estava com botas de lã e um casaco grosso, e ela até que se sentiu meio desnorteada, porque não estava sentindo tanto frio assim. Ou não estava tão frio? Ou Mateus era friento? Seu cabelo estava meio bagunçado e para Kathy, ele estava lindo e perfeito daquele jeito. Ele abriu os braços e envolveu o corpo da pequena em um aperto caloroso e carinhoso.

—O que houve contigo? – Ela retribuiu o abraço e em seguida olhou para cima, estava se recompondo de tudo com aquele abraço da pessoa que lhe curava de tudo. Ele perguntou enquanto Kathy escondia o rosto na curva de seu pescoço. – O que aconteceu? – Mateus falou baixinho, sua respiração rebatia na pele da garota que se arrepiava por inteiro.

—Me expulsaram da cozinha! – Exclamou com lagrimas nos olhos. Ela queria demonstrar que estava triste, primeiramente, para ele lutar por ela e fazê-la entrar na cozinha de novo, e segundamente para ser um pouco mimada pelo seu namorado de que não tinha tido o contato desejado naquele dia.

Eles se afastaram um pouco, mantendo o contato visual, Mateus ergueu uma sobrancelha e se questionou mentalmente do “porque”; mas, não era exatamente lágrimas de tristeza, era de sono. Ele sorriu para ela que não entendeu nada.

—Oh, que chato... – Ele disse rindo se abaixando um pouco para ela poder subir em suas costas. – Me conte como foi e porque ocorreu. – Mateus começou a subir os degraus de volta para o 4º andar para o quarto de sua namorada. Kathy começou dizendo como Mika entrou na cozinha achando que era a líder das garotas a expulsando e que houve um ou outro incidente com alimentos perdidos. Mateus riu, mas pediu desculpas em seguida. Ele não se importava em carrega-la nas costas, ele não se importava de fazer nada para ela.

Quando chegaram na porta do quarto, ele pediu com a mão a chave, enquanto Kathy ainda reclamava de ter sido expulsa da cozinha; ela foi convidada a se retirar por favor, os demais que foram expulsos. Ele abriu a porta e logo a colocou na cama. Só depois fechou a porta. Ele tirou as botas de lã que ela usava e só a deixou de meias, fazendo o mesmo. Em seguida se sentou ao seu lado ainda ouvindo do porque ela não devia ter saído da cozinha.

—Eu acho bom você desacelerar. – Ele disse segurando em seu queixo, e virando seu rosto lentamente para poder encaixarem seus lábios uns nos outros.

Selando o dócil afeto de que tanto precisavam e estavam á tanto tempo sem. Independente se era metade de um dia, algumas horas, não importa; delicadamente ele se aprofundava naquele contato; era possível sentir o doe sabor da falta, do quanto precisavam um do outro, do quanto estavam felizes por terem um ao outro; suas línguas tocavam-se calorosamente, acariciando-se calmamente e amorosamente. As mãos de Mateus percorriam silhueta de Kathy, encostando seus corpos com um abraço e emanando calor corporal.
Os dedos de Kathy mexiam delicadamente nos cabelos de Mateus, fazendo um cafuné; eles faziam pequenas pausas quando perdiam o fôlego; ela estava quase que deitada por completo, por baixo do rapaz, que apoiava o peso seu peso no braço direito e inclinava contra Kathy. Ela deixou um gemido sufocante escapar o que o fez sorrir.

—O que você está usando no seu dedo anelar? – Mateus parou o beijo para beija-la na testa depois da pergunta. Ela o encarou sem entender.

—Um anel de namoro que você me deu? Osh. Se esqueceu? – Mateus então tirou uma caixinha do bolso de sua calça e deu a Kathy. – Que é isso?

—Abre... – Kathy olhou bem para o objeto da cor roxa.

—Mas, dependendo do que for, eu não vou ter nada da mesma altura para te dar...

—Você já me dá tudo só por respirar, Kat.. – Ela respirou fundo. Era outro anel, não era de ouro, era um anel branco, com dus pedras, safiras azuis para ser mais especifico. Kathy olhou para aquele anel e em seguida para Mateus que sorriu.

—O que é isso?

—Um anel.

—De que?

—De presente...

—Para de ser besta. – Falou meio em entender. – O que é esse anel aqui? Pra que? Não é um anel qualquer...

—Bom; eu achei esse anel em um leilão, e comprei; e para ser bem sincero, eu comprei porque vi você o usando ele na minha mente, porque combina contigo; porque você merece o melhor, porque eu amo você e você merece. E eu quero você sempre linda e luxosa.

—Oh céus Mateus... – Ela colocou a mão na boca. – Não precisava... Eu.

—Eu sei que não precisava; mas, se eu não mimar a minha peça de porcelana mais valiosa; não será outro que o fará. – Ela se corou. – Minha Maria Antonieta Angelical.

—Merci Beaucoup. Mon petit Trésor. Amor da minha vida...

Mateus colocou o anel em seu dedo e beijo sua mão. E naquele momento, Kathy se sentiu da realez, como se relmente fosse Maria Antonieta, mas, com a cabeça no lugar; e mais amada pelo povo francês.

Simone tinha acabado de sair do 6º andar e entregado suéteres para todo mundo, que faltava, Shin, Leo e Victor; agora só faltava Françoise e Thaylor; mas, os dois úlimos ela se resolveria depois, já havia mandado mensagem para eles, avisando. Victor e Leonardo se surpreenderam quando a loira com mechas pretas e um sotaque fofo apareceu e foi lhes entregando suéteres típicos natalinos. Que eram fofos: bonecos de neve, sinos de natal e bolinhas de natal, pinheiros com renas, até mesmo bonecos de gengibre; nas cores azul escura para Victor, vermelho escuro para Leonardo, verde escuro para Shin e roxo para Igor. Os brasileiros vibraram, acharam um amor, exótico, mesmo que Igor já morasse em Paris a uns cinco anos, ele nunca tinha tido essa oportunidade que era um costume americano e poque Simone nunca foi fazer compras.

—Eu gostei das renas... – Cmentou Leo com Victor. – Troca comigo?

—Ah não... Você ouviu o que ela disse... Ela escolheu pra cada um com muito carinho e amor. – Respondeu Victor. – Cara; eu sempre quis uma dessas.

—Eu também! – Exclamou Igor. – Gente do céu; estou tão feliz! Que eu acho que eu vou chorar!

—Hey! Não! – Exclamou Antonie. – Vão guardar os suéteres, vamos terminar isso que falta pouco hein. E vocês não querem sujar.

—Mas, vamos ter que usar isso? – Perguntou Shin desanimado olhando para o suéter.

—Sim! – Exclamou Antonie. – Vocês não viram como ela ficou feliz?

—Eu nunca vi a Kutzman tão feliz assim na minha vida. – Riu Igor. – Bom, eu já vi, mas, dessa vez ela estava radiante... E ntão sim, é obrigatório.

—Uau... – Shin disse em um tom de desanimo visível.

—E não sei porque você está reclamando; sua irmã vai usar um também. – Ele olhou surpreso.

—Não acredito... – Ele resmungou.

—Hãn, pois vai. E você também! – Disse Antonie sorrindo. – Não quebre o sorriso e a alegria da Simone; senão eu quebro a sua cara.

—Eita... – Murmurou Victor.

—Ah, usa não; eu quero ver ele quebrar a sua cara... – Falou Leo sorrindo. E se corrigindo depois. – É brincadeira.

—Gente rápido! Ainda temos que decorar tudo... – Falou Igor o acelerando.

Enquanto desciam para colocar seus suéteres natalinos no quarto, Victor sorriu e Leo o encarou sem entender.

—O que foi agora? Tava muito animadinho, o que aconteceu?

—Hãn; você não vai acreditar...

—Diga...

—A Monitora quase me beijou.

—Como é?

—Ela encostou o meu nariz no dela... – Ele fez uma pausa. – Podia ser o efeito dos remédios? Podia, mas, foi quase um beijo e foi o que importou para mim. – Leo estreitou os olhos.

—Não acredito.

—Não? Onde acha que eu fiquei por meia hora?

—Se recuperando da sua alergia? – Ele ele encarou o amigo.

—Também; mas, também fiquei no quarto com a Mika.

—Fazendo o que?

—Só observando ela dormir. – Leo fez uma expressão de não entender. Victor não ia contar que ela não estava se sentindo bem e que preciso de sua ajuda para subir. Talvez, nem precisasse da sua ajuda; só fez porque se preocupava. E estava feliz por isso.

—Eu não acredito muito nisso não. Anuncer que tenha provas...

—Não precisa de provas, eu sei o que aconteceu e por isso estou feliz.

—Mas, você é boiola hein. – Victor riu. Sim, ele era muito boiola, e amou de paixão ouvir o coração dela batendo, ela respirando, ela sendo, magnifica. Como ele queria contar tudo, se gabar, dizer o quanto foi magnifico, mas, não podia, nem devia; mas, na sua mente aquele momento passava a todo segundo.

—Então você entregou o presente dela...

—(...) O que?

—Não né?

Escute como os sinos tocam

Doces sinos de prata

Todos parecem para dizer

Jogue tudo para o alto

O Natal está aqui

Trazendo coisas boas

Para jovens e velhos

Bons e corajosos

Notas finais
Desculpem os erros, e para mim nunca é bom apenas um capítulo; gostamos de histórias longas e acho que vocês sabem. Obrigada pela leitura. ♪♫•*¨*•.¸¸❤¸¸.•*¨*•♫♪ •.¸¸.•´¯`•.♥.•´¯`•.¸¸.•.♪♫•*¨*•.¸¸❤¸¸.•*­¨*•♫♪ (◡‿◡✿) Estou aqui para vocês!! ♪♫•*¨*•.¸¸❤¸¸.•*¨*•♫♪ •.¸¸.•´¯`•.♥.•´¯`•.¸¸.•.♪♫•*¨*•.¸¸❤¸¸.•*­¨*•♫♪ ♥Beijos da Autora♥ ♠Da sua Brasileira, Residente em Paris, Favorita♠