Notas iniciais
Hey pessoas lindas! Tá trágico esse capítulo ¬¬' Do título até o capítulo, ficou uma bostinha de vaca, mas eu tô sem ideias, então foda-se. Espero que gostem, mesmo eu sabendo que ficou ruim ¬¬' Prometo que o próximo será melhor. Sem mais blá blá blás ~le eu fazendo cover de Mr. D~, ao capítulo. Enjoy

Acordei com movimentos ao meu redor. Abri os olhos e vi Nico se vestindo. Ele olhou para mim enquanto fechava o zíper da calça social preta. A camisa social branca estava aberta e com uma gravata vermelha apenas colocada no pescoço.

– Hey, Thals – disse ele. – Que bom que acordou. Meu pai acabou de me mandar uma mensagem falando de um jantar em família hoje – ele fingiu vomitar. – Que merda.

Ri.

– Ei – disse ele como se algo passasse pela sua cabeça. – Vem comigo? – perguntou.

– Jantares sociais não são a minha praia, sabe – respondi. – Além disso, uns amigos meus vão chegar hoje. Ou chegaram ontem e ainda estão me esperando – ri ao imaginar a cara de Annabeth quando me visse se ela tivesse esperado ontem. Ontem? – Espere, que dia é hoje? – perguntei confusa.

– Segunda – disse ele. – Eu sei, eu sei – disse ele assentindo. – Eu devia ter te acordado para a aula, mas você parecia estar num sono tão profundo...

– Então tem três dias que eu estou na sua casa, sem ver mais ninguém? – perguntei com descrença. Deuses, a festa fora na sexta, eu passara a noite de sexta mais o sábado, domingo e possivelmente a segunda na casa do Nico.

– É, acho que sim – respondeu ele.

– Ai que merda – eu disse me levantando. Ele me analisou de cima a baixo. Eu não acredito. Eu estava nua de novo. – Onde estão minhas roupas? – perguntei olhando em volta.

– Na lavanderia do apartamento – disse ele. – Encharcadas.

Olhei-o com descrença.

– E como você espera que eu vá para o meu apartamento?

– Pode pegar uma das minhas camisetas, embora a ideia de ter você andando pelo corredor pelada não seja tão ruim – disse ele malicioso.

Como uma menininha de cinco anos, dei-lhe a língua.

– Sabe que quem mostra língua pede beijo? – perguntou ele.

– Não, mas vou tomar cuidado daqui pra frente – respondi.

Fui até o seu guarda-roupa e peguei a maior camiseta que consegui encontrar. Ela ficou mais ou menos no início de minhas coxas.

Olhei para o lado e vi Nico com problemas com a camisa e a gravata. Não consegui me conter e comecei a rir. Ele olhou pra mim e fechou a cara.

– Isso não é tão simples quanto parece, tá? – resmungou ele.

– Vem cá, panaca, deixa que eu te ajudo – eu disse rindo mais e indo até ele. Fechei os botões da camiseta em seus pulsos e em seu peito. Peguei a gravata e dei um nó, como vira Hera fazer milhares de vezes em Zeus. – Pronto – declarei.

Com aquela roupa social, Nico parecia um rapaz maduro e responsável, nada parecido com o rockeiro, motoqueiro, o badboy arrasa corações que eu conhecia. Exceto pelo cabelo grande, liso e negro que descia repicado até os ombros. Isso sempre parecia lhe dar uma aparência rebelde e desleixada.

– Inacreditável – eu disse.

– O que? – disse ele se virando e olhando no espelho.

– Você parece um garoto responsável. Talvez até maduro – eu ri.

Ele revirou os olhos. Nesse exato instante, seu celular começou a tocar.

"So why do good girls like bad guys?

(Então, por que boas garotas gostam de caras maus?)

I have this question for a real long time

(Eu tenho me perguntado isso por muito tempo)

I've been a badboy and it's plain to see

(Eu tenho sido um badboy e é fácil ver)

So why do good girls fall in love with me?

(Então por que boas garotas se apaixonam por mim?)"

Não creio. Não acho que o toque do celular do Nico necessite de comentários. Convencido ele sempre foi. Mas até o toque do celular... balancei a cabeça e expulsei aqueles pensamentos.

– Eu vou pra casa – disse andando até ele. – Tchau – lhe dei um selinho. – Bom jantar.

Ele jogou o celular na cama e segurou-me pela cintura. Sorriu daquele jeito convencido dele e se inclinou, me dando um beijo de verdade. Suas mãos apertaram minha cintura contra a dele e eu percebi que deveria parar aquilo antes que a gente acabasse na cama de novo. O empurrei delicadamente.

– Tchau – eu disse me afastando. Ele me puxou e me beijou de novo.

– Tchau – disse ele me soltando.

– Tchau – eu disse, indo até a porta da frente logo em seguida.

Entrei em meu apartamento, logo em seguida colocando as costas na porta da frente e deslizando até o chão. Apoiei meus cotovelos nos joelhos e apoiei minha cabeça em minhas mãos.

Deuses, o que estava acontecendo comigo?!?

Dormir na casa de Nico di Angelo, transar com ele e agir como se eu fosse sua nam... ARGH!

Expulsei o pensamento de minha cabeça e me levantei. Fui até a bancada e peguei meu celular, que por acaso estava ali e eu nem tinha dado falta na festa. Dei uma olhada para ver as horas e o que eu acabei vendo era que havia umas quinhentas chamadas perdidas de Annabeth, Percy, Silena, Clarisse, Piper, Jason... isso sem falar nas milhares de mensagens deixadas por eles.

Deuses, eu estou fu-di-da.

Liguei para o celular de Annabeth. Ela atendeu no segundo toque.

– ONDE VOCÊ ESTAVA? – gritou ela fazendo eu me afastar do telefone.

– Ei, eu não sou surda sabe? – eu disse.

Ouvi uma agitação ao redor dela e um pedido pra colocar no viva-voz.

– ONDE VOCÊ ESTAVA? – Percy, Silena, Piper, Jason e Clarisse gritaram.

– Olá pra vocês também – retruquei com sarcasmo.

– Por onde você esteve sua maluca? – perguntou Percy.

– Nós ficamos preocupados! – disse Annabeth.

– Calma, eu estava... – eu não vou falar que estava na casa do Nico enquanto a Silena estivesse por perto. O "eu disse" que ela diria machucaria seriamente o meu orgulho. – Por aí – concluí.

– Defina "por aí" – disse Jason.

– Depois. Onde vocês estão? – perguntei.

– Na casa da Silena – disse Annabeth.

– Venha pra cá agora mesmo! – disse Clarisse.

– Ai, ai, ô povo que me ama viu? – eu disse. – Já estou indo. Vou só tomar um banho.

– Bom mesmo – disse Annabeth, desligando o celular logo em seguida.

Fui até o banheiro e tomei banho. Me enrolei em minha toalha preta felpuda e fui até o quarto.

Vesti um short curtinho jeans de tachas com uma meia rasgada preta por baixo. Coloquei uma camiseta preta do Asking Alexandria e coturnos pretos com espinhos. Coloquei minhas pulseiras, minhas luvas de motoqueiro e uma bandana roxa com branco, já que a preta estava no apartamento do di Angelo. Me sentei na minha penteadeira e fiz minha maquiagem rapidamente. Rímel, delineador e lápis pretos com um gloss transparente. Peguei as chaves da minha moto e meu celular, pegando o elevador correndo logo em seguida. Olhei as horas no meu celular. Tinha uma hora que eu tinha ligado para Annabeth.

Ai, ela vai me matar.

Corri pelo estacionamento e peguei minha moto, dirigindo o mais rápido possível até a casa de Silena.

Cheguei à casa e eu fui praticamente arrancada de minha moto pela Annabeth. Ela me puxou da moto e me deu um abraço esmagador, que eu retribuí.

– Senti sua falta, pára-raio – disse Annabeth.

– Também senti sua falta, corujinha – respondi.

– E de mim? – perguntou Percy quando Annabeth se afastou.

– Também senti sua falta, cabeça de alga – eu disse lhe abraçando também.

– Agora eu quero saber que "tretas" – ele fez aspas no ar. – que a Silena estava falando que aconteceram enquanto nós estivemos em Londres.

Fuzilei Silena com os olhos.

– Nem vem – disse ela, notando meu olhar. – Eu deixei tudo pra você contar.

– E agora eu quero saber – disse Annabeth.

– É uma looooonga história – eu disse.

– E daí? Temos tempo – disse Percy.

– FESTA DO PIJAMA! – gritou Piper e todo mundo entrou correndo dentro de casa e se jogou nos sofás e tapetes. Olhamos um para o outro e começamos a rir.

Assim que nos recuperamos do ataque de riso, eu estava deitada no colo de Annabeth, que por sua vez estava no colo de Percy e todos estávamos no chão enquanto Piper estava deitada no colo de Jason no sofá ao lado de Silena e Clarisse.

– Agora me contem o que vocês aprontaram quando estivemos fora – exigiu Annabeth.

– Bem, aconteceram umas coisinhas... – comecei, mas Silena me interrompeu.

– Por "coisinhas" subentende-se que ela terminou com o Luke e está saindo com o Nico e ele é um cara supergatoso e badboy e fortão e...

– Posso contar eu mesma? – interrompi Silena. Droga, eu já estava igual um pimentão. Por sorte (ou azar), Annabeth percebeu que eu terminei com Luke.

– FINALMENTE VOCÊ TERMINOU COM AQUELE CANALHA? – gritou ela pulando e abraçando meu pescoço, sufocando-me.

– Annabeth... – ofeguei. – Eu... preciso... de ar!

– O ar não é importante! – disse ela apertando mais ainda.

– Vocês, garotos, saiam – disse Piper se levantando, completamente alheia ao meu enforcamento.

– Por que? – perguntou Percy.

– Porque isso é conversa de menina – ela cruzou os braços e os garotos fizeram beicinhos para suas respectivas namoradas. Não funcionou, e eu ainda sufocava, lutando nos braços de Annabeth. – Saiam – disse Piper novamente.

Reclamando, os garotos levantaram e sairam.

– Fiquem com suas "conversas de meninas", ingratas! – disse Jason.

– Pode ficar se você for menina – riu Clarisse. – Agora vaza.

– Agora vaza – resmungou Jason.

Clarisse, educada como sempre (*sintamaironia*), pegou o vaso mais próximo de sua mão e o jogou em Jason, que fechou a porta correndo e o vaso se arrebentou na madeira. Annabeth se assustou e me soltou. Eu tossi e respirei fundo. AR, SEU LINDO!

– Clarisse! – protestou Silena. – Era o vaso preferido da mamãe! Ela vai nos matar!

– Era para os meninos vazarem. O vaso vazar também foi só um bônus – ela riu. – E além do mais, Afrodite não vai fazer nada e você sabe disso.

Silena deu de ombros em concordância.

– Acho que sim – ela riu.

– Agora, voltando à assuntos interessantes – disse Annabeth. – Silena, você narra o que você viu acontecer entre a Thalia e esse tal Nico – ela deu um sorrisinho malicioso na minha direção. – Piper e Clarisse completam se elas tiverem notado algo que você não tenha visto, Si, embora eu duvide muito – todas rimos.

– Então, eu vi ele pela primeira vez no corredor, porque todo mundo de repente tava falando de um garoto que tinha acabado de entrar na nossa sala na falculdade. As líderes de torcida estavam todas falando dele. E não é pra menos – disse Silena rindo. – Ele é alto, bonitão, cabelo preto grande e músculos que dão até calor – ela se abanou. – E, tipo, TODO MUNDO percebeu que ele seguia a Thalia pra lá e pra cá. As líderes de torcida ficaram furiosas.

– Tá podendo, hein, Thalia? – disse Annabeth me empurrando de brincadeira.

– Ele é a pessoa mais insuportável que você pode imaginar. Não sei como eu "to podendo" – protestei empurrando-a de volta.

– Mentiraaa – disse Silena. – Eu já conversei com ele. Ele é meio convencido, badboy, metido e tals, mas...

– Acrescente chato, arrogante, canalha, galinha e cafageste à sua lista – eu bufei. – E quando você conversou com ele? Aquele stalker não me deixa em paz!

– Ele tinha me pedido seu número – Silena riu.

– Então foi você! – eu disse com raiva. – Eu vou te matar!

– Nossa, calma – disse Piper com um sorriso malicioso.

– Ela ficou nervosinha, não tá vendo? – disse Clarisse. – Ela ainda ta fingindo que não gosta do Niquito dela – ela gargalhou. Ótimo, começou a sessão vamos zoar com a cara da Thalia.

– Menos, bem menos, Clarisse – eu disse.

– Ta, ta – disse Annabeth. – Continuem contando, isso tá engraçado.

– Enfim – disse Silena. – Teve a festa do Travis sexta passada. A gente cantou o BGC e como nem você nem o Percy estavam, a Thalia assumiu o vocal principal e os meninos chamaram o Nico pra cantar no lugar do Percy. Você precisava ver a cara vermelha da Thalia – ela gargalhou e eu revirei os olhos. – Enfim, a gente saiu do palco e eu só vi a Thalia indo pro bar, com o Nico seguindo-a como sempre. E eu fui dançar com o Charles. Uns minutos depois eu olhei pro bar de novo e os dois tinham sumido – ela sorriu maliciosa. – Desde então não temos notícias dela até hoje – ela se virou para mim. – Sua vez de contar o que aconteceu.

– Não aconteceu nada! – falei. Elas me olharam céticas. – Tá, aconteceu.

– ELA ADMITIU! – gritou Silena. – EU DISSE QUE...!

– "Eu disse" o caralho – retruquei. – Não ouse continuar.

– Não quero continuar, eu quero é detalhes! – disse Silena.

– Detalhes? – perguntei. Eu sabia que tipo de detalhes ela queria, mas tinha que enrolar.

– Sim, diga tudo – disse Annabeth.

– Até tu, Ann? – perguntei indignada.

– Até eu – disse Ann rindo.

– Tá, tá – disse Silena. – Vocês foram para onde depois da festa?

– A gente foi pro apê dele – eu respondi.

– E rolou? – perguntou Piper.

– Não, imagina – retruquei sarcástica. – Eu fui só tomar uma bebida lá na casa dele por três dias.

Ela me ignorou.

– E ele é bom? – perguntou Silena.

O que eu respondo agora?

– Defina "bom" – desconversei.

– Ele sabe fazer um bom oral? – perguntou ela. – É grande o dele? Qual o tamanho? Você chupou? Ele te chupou?

– SILENA! – protestei.

– Só responde – disse Piper com um sorriso malicioso.

– Tá, ele é bom – eu respondi. – Sim, ele é bom em oral.

– Você não respondeu o resto – disse Clarisse após uns segundos.

A olhei com raiva. Droga.

– É, é grande – elas riram.

– Quanto? – perguntou Annabeth.

– Senhorita Annabeth, você é casada! – eu disse rindo.

– Responde logo – ela disse.

– Quanto vocês acham? – perguntei.

– Sei lá, uns 20? – perguntou Silena.

– 17? – tentou Piper.

– Eu não tenho como dar palpite, eu nem o conheço – disse Annabeth levantando os braços.

– Também acho que é uns 20 – foi a vez de Clarisse tentar. Ninguém pensou certo e eu ri.

– 25 – respondi e elas arregalaram os olhos.

– Uau – disse Silena. Depois ela balançou a cabeça, expulsando alguns pensamentos que eu tenho certeza que não eram apropriados para alguém que tinha namorado, como ela. Aliás, tenho certeza de que não eram apropriados para ninguém. – Responde o resto.

– Esqueci o resto – menti.

– Não seja por isso – disse Silena maliciosa. – Você chupou? Responda sim ou não que você não passa por tanta vergonha. Ou não – ela riu.

– Sim – respondi.

– Uiii – disseram elas em uníssono. Eu queria virar um avestruz.

– E ele? – continuou Silena.

– "E ele" o que? – perguntei afundando meu rosto nas minhas mãos.

– Ele te chupou? – perguntou ela.

– SILENA! – eu disse de novo erguendo o rosto.

– Responde logo – disse Clarisse rindo da minha cara.

– Sim, estão satisfeitas agora? – perguntei. – Ann, como foi sua viajem? – tentei mudar rapidamente de assunto.

– Depois, por enquanto o foco ainda é você – disse Annabeth. Amiga da onça! – No que ele é melhor?

– Você não tem pensamentos de uma mulher casada – eu ri. – Bem, sei lá. Acho que no sexo mesmo – eu dei de ombros.

– Não vai me dizer que... – Piper começou.

– Múltiplo? – perguntei. – Quase. Três seguidos.

– Nossa. Eu nunca tive, só cheguei perto – disse Annabeth.

– É muito difícil conseguir, eu já tentei e não funcionou – disse Silena. – Simplesmente rola. Não tem como conseguir querendo.

– Acho que não – eu disse e suspirei. – Agora já posso perguntar como foi sua viajem, Ann?

– Foi ótima! – Annabeth começou a dar detalhes de seus passeios por Londres.

Então meu celular começou a tocar, interrompendo Annabeth no meio de uma frase. Olhei o visor e me surpreendi. Sério mesmo isso?

Notas finais
O que acharam do capítulo, huh? Agora que o Percy e a Annabeth voltaram da honeymoon, vai ficar mais animado *entendedoresentenderão* kkkkkk Leiam a minha nova fic, não é Thalico, mas dêem uma chance: http://fanfiction.com.br/historia/454015/Entrevista_com_Nico_di_Angelo/ FELIZ NATAL PARA TODOS E UM ÓTIMO ANO NOVO! ~NO MÍNIMO 10 REWIEWS PARA O PRÓXIMO!!! (Acham que mereço todos esses rewiews? Também aceito recomendações. Que tal tiros na testa? Declarações de amor? Planos para dominar o mundo? Talvez planos terroristas? Bombas nuclares? Convulsões no teclado? Piadinha toc toc? Eu respondo!) You know you love me, xoxo. ~beijos com gostinho de Ronnie Radke *OMFGs*