Thalico - Serial Killer

1 O Maldito Motoqueiro Gostoso Pega a Minha Moto


Notas iniciais
Hey pessoas lindas! Eu estava querendo escrever mais uma fic Thalico e saiu isso. Espero que gostem. Esse capítulo foi escrito ao som das músicas King For a Day, do Pierce The Veil, e Fallen Angels, do Black Veil Brides. Duas bandas perfeitas, principalmente para quem gosta de rock *tipoeu*. Espero que gostem do capítulo e DEIXEM REWIEWS, A FIC É MOVIDA POR ELES!
Enjoy ♥

Pov Thalia

Sabe, ás vezes eu queria poder...

Espere, você não me conhece não é mesmo? Meu nome é Thalia Grace, tenho 20 anos, no momento estou num bar temático de rock, bebendo mais do que o Bob Marley fumava maconha, vestida com uma blusa preta do Kiss, calça jeans escura rasgada com correntes e um cinto de tachas, um colar do Falling In Reverse, luvas de couro que deixavam a ponta dos meus dedos de fora, jaqueta de couro com tachas e espinhos e pulseiras de couro também decoradas com tachas. E estou no pior momento da minha vida.

Deixe-me explicar. Terminei com o ser mais idiota da terra, também conhecido como Luke Castellan. Aquele duas caras safado sem-vergonha filho da puta canalha cafajeste imbecil viado cretino desgraçado do caralho...

Pera, acho que eu me exaltei um pouco. Ou talvez não. O que aconteceu de fato foi que o individuo em questão me traiu. Pronto. Falei. Vomitei para o mundo o que aconteceu. E esse ser imbecil me traiu com a pior pessoa possível. Minha pior inimiga, Calipso Atlas. Ela era mais uma das putas – também conhecidas como líderes de torcida – da faculdade. Na minha frente. O traira nem fez questão de se desculpar. E agora eu estou um caco.

Não sei porque eu sentia alguma coisa por aquele energumeno. Nem fora a primeira vez que ele fizera isso. Primeiro foi com a Rachel E. Dare, mas eu o perdoei, assim como perdoei Rachel. Depois foi com a Drew. E eu o perdoei. De novo. Mas nenhuma dessas vezes havia sido na minha frente. Com a Calipso tinha sido a gota d'água.

Você deve estar se perguntando: Então por que você não largou de ser corna mansa e meteu um chifre nele também, sua idiota? Ou pelo menos terminou, imbecil?

Simples a resposta. Eu não sou do tipo que trai. Eu não vejo o porquê de se namorar se você vai trair. E eu o amava. Por isso não terminara antes.

Agora não sei o que eu sinto por ele. Talvez raiva. Ódio. Desejo que ele morra. Só isso.

Tentei me convencer de que não sentia mais nada além disso. Era uma mentira. Eu sabia que ainda o amava. E que iria acabar voltando com ele, como todas as outras vezes.

Eu queria... aliás, acho que o mundo inteiro queria... que o amor fosse... fácil. Simples.

Eu nunca tive muitos amigos, é verdade. Sempre tive apenas Annabeth Chase e Percy Jackson como meus melhores amigos. Só que eles estão numa lua de mel nesse exato momento. Pois é. Meus melhores amigos se casaram e eu acabei de terminar o meu namoro. Sem ninguém para consolo. Eu queria chorar. Muito. Mas eu não iria fazer isso no meio do bar.

– Garçom – eu acenei para um deles. O mais legal desse bar era que ele tinha os garçons vestidos de cantores de rock famosos. Esse que veio me atender era extremamente parecido com John Lennon. – Trás mais um copo de vodka.

Ele anotou no bloquinho e saiu.

Eu já estava muito bêbada, isso era verdade. Então pensei que estava vendo coisas quando ouvi uma moto parar derrapando no estacionamento. Olhei pela janela. Um rapaz alto, ainda de capacete, descia da moto. Suas roupas eram totalmente pretas. Ele usava uma camiseta do Metallica, calças jeans escuras com correntes, assim como as minhas, e coturnos. Luvas de couro que deixavam a ponta dos dedos de fora e uma jaqueta de couro completavam o pacote, deixando o cara parecido com uma estrela do rock. E então ele tirou o capacete.

Não consegui ver seu rosto, o cabelo, um pouco grande, liso e negro como petróleo, cobria seus olhos, apesar de ele estar com uma bandana negra com desenhos de caveiras numa tentativa falha e inútil de deixá-lo fora dos olhos. Ele se apoiou em sua moto e acendeu um cigarro.

Voltei minha atenção para minha mesa quando um garçom parecido com Kurt Cobain deixou minha vodka e saiu.

Peguei o copo e comecei a bebericar. Meu estômago não estava aguentando mais nada. Eu havia perdido a conta de quantos copos havia bebido depois do décimo. Já nem me lembrava do porquê de eu estar ali.

Queria poder encontrar o meu verdadeiro amor essa noite. Como se ele fosse cair do céu.

Depois desse pensamento concluí que já havia bebido demais. Chamei o garçom gato – que por acaso era muito parecido com meu cantor favorito, Billie Joe Armstrong, do Green Day – e paguei a conta.

Saí cambaleando do bar. Olhei pelo estacionamento, tentando me lembrar onde eu deixara minha Harley Davidson 1999. A avistei à algumas vagas de onde eu estava. A lataria era negra como petróleo, com labaredas azuis, verdes e brancas desenhadas, e uma caveira prata em tamanho real entre os dois faróis da frente.

– Você não está planejando dirigir nesse estado, está? – perguntou uma voz rouca e melodiosa atrás de mim.

Me virei e vi o garoto da moto à alguns passos de mim. Ele estava apoiado na sua moto – que por acaso estava estacionado ao lado da minha – fumando um cigarro com os olhos fechados.

– Vou, o que você tem com isso? – respondi num tom grosso enquanto procurava minhas chaves.

– Não sou eu que vou acabar machucando esse rostinho lindo – disse ele abrindo os olhos e revelando lindas orbes negras. – Mas você pode acabar machucando outra pessoa se houver um acidente, o que seria muito fácil no seu estado.

– E o que o senhor eu-salvo-tudo-e-todos sugere que eu faça? – respondi ainda procurando as chaves.

– Arrange uma carona e busque a moto amanhã – ele disse numa voz convencida, como se tivesse achado a solução para os problemas do mundo.

– Sem chance – eu disse procurando as chaves dentro da minha jaqueta. – Eu não deixaria minha moto aqui nem sob tortura. E outra, eu não tenho carona.

– Ligue para algum amigo – sugeriu ele ainda sem tirar aquele sorriso convencido do rosto.

– Meus amigos estão viajando – respondi olhando as correntes da minha calça. Vi o chaveiro com o símbolo do Black Veil Brides, a estrela secada de B's. O garoto olhou de relance para o meu chaveiro e abriu mais o sorriso convencido. Idiota. – Achei. Passar bem.

Me virei para subir na moto. Um braço me impediu.

– O que você quer agora? – perguntei irritada.

– Vem, eu te dou uma carona – disse ele com uma voz sedutora.

– Não – eu disse.

– Eu não estava perguntando – disse ele já me arrastando para a moto dele.

– E A MINHA MOTO, COMO FICA? – gritei lutando em vão para me soltar do aperto dele no meu braço.

Ele suspirou e revirou os olhos para mim.

– As chaves – disse estendendo a mão com impaciência.

– JAMAIS – eu disse.

Ele suspirou novamente e revirou os olhos. Olhou para mim por alguns segundos e eu vi uma estratégia se formar em seus olhos escuros. Ele me pressionou contra a moto sem quebrar por nenhum segundo o contato visual.

Ótimo. Eu iria ser assediada num estacionamento de bar por um cara gostoso com pegada de bad-boy roqueiro*, convencido e com cara de ser mais canalha do que o Luke.

Ele se inclinou e roçou seus lábios no meu pescoço. Eu me arrepiei e minha respiração se acelerou. Seu cabelo tinha cheiro de madeira, como se ele tivesse passado muito tempo deitado em cima de uma árvore. Senti ele puxar as chaves da minha mão. Recobrei a razão e o empurrei, mas ele já havia pegado as chaves.

– Devolva as minhas chaves – eu disse lentamente, tentando conter a minha raiva. O motivo? Era por sentir atração por um cara que eu mal conhecia. Ele era muito gostoso, isso era inegável. E aquele cheiro de madeira... Controle-se, Thalia!, me repreendi. Você não sente nada por ele, você está apenas confusa porque terminou com o Luke! Se acontecer alguma coisa, você o estaria usando.

– Não mesmo – ele respondeu e montou na minha moto sem tirar aquele sorriso do rosto. – Sobe.

– Não vou subir na garupa de um estranho que acabou de roubar a minha moto.

Ele revirou os olhos e me encarou.

– Anda logo – ele disse.

– Não.

– Você é muito teimosa – ele disse exasperado.

– A MOTO É MINHA, EU NÃO TE CONHEÇO E SOU PERFEITAMENTE CAPAZ DE DIRIGIR SOZINHA! – gritei.

Ele revirou os olhos e desceu da moto. Veio até mim e, antes que eu pudesse fazer alguma coisa, me pegou no colo e me colocou nas costas.

– ME LARGA! – gritei. – SOCORRO, EU ESTOU SENDO SEQUEST... – não terminei a frase porque ele me desceu das suas costas num movimento rápido e me calou com um beijo. Sua boca tinha um gosto indescritível. Menta, talvez, misturada com whisky. O que era pra ser um beijo para calar a boca virou um beijo quente. Senti minhas costas serem pressionadas contra a parede do estacionamento.

Paramos para recuperar o ar e eu estava atônita. Fora beijada por um completo estranho. Antes que eu me recuperasse do choque, ele deu um sorriso cafajeste, me puxou para a moto e me fez subir na garupa.

– Você por acaso sabe onde eu moro? – perguntei com raiva.

– Não – ele respondeu. – Mas a menos que você more sozinha, imagino que não queira que seus pais a vejam nesse estado.

– Eu moro sozinha – respondi enquanto ele dava partida na moto. Suspirei com raiva e lhe dei meu endereço.

– Não creio – disse ele arqueando uma das sobrancelhas. Droga, eu sempre quis aprender a fazer isso. Que merda.

– Não crê no que? – perguntei.

– Nada – disse ele distraído e já dirigindo para minha casa.

******

Paramos na frente do meu apartamento.

– Boa noite, Srta. Thalia – cumprimentou o porteiro.

– Boa noite – respondi enquanto ia para o elevador.

– Thalia, huh? – perguntou o garoto da moto me seguindo.

– Até agora não sei o que você está fazendo aqui. Vá para a sua casa, garoto – respondi com raiva enquanto saía do elevador.

– Ah, mas eu já estou indo – ele disse parando na porta ao lado da do meu apartamento e puxando um chaveiro do Black Veil Brides do bolso. Como se não bastasse ele ser super parecido com o vocalista, Andy Biersack, ele ainda tinha que gostar da banda. Ele pegou a chave e girou na porta em frente a minha. – Eu moro aqui – ele disse rindo. – Me mudei hoje à tarde. Me verá muito ainda, Thalia.

– Infelizmente parece que sim – eu disse enquanto abria a minha porta.

– Ei, Thalia.

Me virei.

– À propósito, sou Nico di Angelo – ele fechou a porta rindo da minha cara.

Notas finais
*E ela ainda está reclamando?!?
Quando eu escrevi no início do capítulo "Pera, acho que eu me exaltei um pouco." eu escrevi "Pera, acho que eu me exaltei um polvo." kkkkkkkkk só depois que eu postei e reli que eu vi kkkkkkkkkkkkkkkk
QUEM MAIS GOSTA DE PIERCE THE VEIL, ASKING ALEXANDRIA E BLACK VEIL BRIDES??? TEM ALGUMA BANDA (SÓ ESCUTO ROCK, POVO, PENSEM BEM) PRA RECOMENDAR???
Enfim, mas e aí, o que acharam do capítulo? Continuo postando ou não?
~NO MÍNIMO 5 REWIEWS PARA O PRÓXIMO!!! (Acham que mereço todos esses rewiews? Também aceito recomendações. Que tal tiros na testa? Declarações de amor? Planos para dominar o mundo? Talvez planos terroristas? Bombas nuclares? Convulsões no teclado? Piadinha toc toc? Eu respondo!)
~beijos com gostinho de Billie Joe Armstrong *OMFGs*