Thalico - Serial Killer

2 Meu Vizinho é INSUPORTÁVELMENTE Chato! E Sexy!


Notas iniciais
Hey pessoas lindas! Este capítulo foi escrito ao som da música Not The American Average, da banda superfodástica Asking Alexandria. Eles são muito fodas, cara. Superrecomendo, principalmente para quem ama rock, *just like me*. Começo do primeiro hentai Thalico *O*! Enjoy ♥

Pov Thalia

Eu. Odeio. Aquele. Garoto.

Você deve estar se perguntando: Que garoto? O Nico ou o Luke?

Odeio os dois, na verdade. Mas no momento estou me referindo ao insupotável do di Angelo. Aquele garoto desgraçado que mora no apartamento ao lado do meu é um filho da puta do caralho. Em plenas oito horas da matina ele ligou um som na maior altura. Como se não bastasse eu estar com uma ressaca que parecia que Hades estava dando uma festa de carnaval na minha cabeça, ele ainda liga aquela porra. Detalhe: a parede do quarto dele é a mesma do meu, então eu escuto tudo que ele fala e parecia que a música atravessava diretamente a parede e acertava os meus ouvidos em cheio, como se o som estivesse encostado ali propositalmente.

Coloquei o travesseiro em cima da minha cabeça, numa tentativa falha e inútil de abafar o som. Sem sucesso.

Resignada, levantei com raiva e saí do meu quarto. Iria tirar satisfações com aquele filho da puta.

Bati na sua porta. Depois de alguns segundos, ouvi um "Já vai!". Ele abriu a porta com um sorriso enorme. Ao ver a minha cara de quem acabou de acordar e está pronta para assassinar alguém, ele gargalhou.

Dei a minha melhor expressão assassina macabra, que geralmente fazia as pessoas recuarem à uma distância a qual podia-se considerar segura. Mas ele não recuou e me encarou sem medo.

– Se você não abaixar o volume desse som nesse exato momento – comecei com uma voz lenta e pausada, completamente carregada de raiva. – Eu juro que você não terá filhos, seu filho da...

– Ei, ei, ei – disse ele me interrompendo. – O apartamento e meu e eu desligo o som se eu quiser. Passar bem.

E ele fechou a porta na minha cara.

Ele. Fechou. A. Porta. Na. Minha. Cara.

Só faltou eu explodir. A raiva tomou conta do meu corpo e eu entrei no meu apartamento furiosa, batendo a porta. Por pouco não quebrou, isso eu tenho certeza. E tenho certeza de outra coisa.

Eu tenho que me vingar daquele desgraçado do di Angelo.

Ninguém mexe com Thalia Grace. Primeiro rouba minha moto, me beija, praticamente me sequestra, me acorda com aquele som na maior altura e depois bate a porta na minha cara. Ah, mas ele ia se ver comigo.

Resolvi tomar um banho antes de fazer qualquer coisa. Pensar com a cabeça fria não era um dos meus pontos fortes, mas um banho gelado ia me acalmar. E eu poderia pensar num plano à la Hitler para me vingar daquele desgraçado.

Peguei uma toalha preta e entrei no banheiro. Desisti do banho frio assim que me sentei na banheira. Liguei a água quente e, conforme a água ia subindo, ela ia relaxando meus músculos. Me peguei cantando a música que vinha do apartamento do di Angelo, Not The American Average, do Asking Alexandria. Pelo menos ele tinha bom gosto.

Acabei dormindo ali.

*****

Acordei com algum idiota tocando a campainha. Me enrolei numa toalha para ver que ser sem nenhuma noção do perigo estava me chamando enquanto eu estava no meu banho sagrado. Cheguei à porta e olhei pelo olho mágico.

Não creio.

Maldito filho da puta. Era o di Angelo de novo.

– O que você quer? – perguntei abrindo a porta.

– Eu vim... – ele parou quando percebeu que eu estava só de toalha.

– Di Angelo, se você ainda quer viver mais um pouco, acho melhor você parar de me comer com os olhos – eu disse com raiva.

– Ah, bem – disse ele acordando de seu transe e sorrindo daquele jeito convencido dele. – O carteiro deixou isso daqui na minha casa por engano – ele me entregou alguns envelopes.

– Tá, valeu – eu disse pegando as cartas.

– De na... aquilo é uma barata? – ele perguntou do nada.

Olhei para trás e vi o ser mais asqueiroso possível no chão da sala. Uma incrívelmente enorme barata. Aquilo não era uma barata. Aquilo era A MÃE DAS BARATAS.

– AHHHHHHHHHHHHHHHHHH – gritei. Sem medir a gravidade de minhas ações, pulei no colo do di Angelo. – MATA, NICO!

– Calma, calma – disse Nico entrando no apartamento me carregando. Escondi meu rosto na curva de seu pescoço. Ele andou até a sala de jantar, me colocou numa das cadeiras da mesa e foi lá matar o bendito bicho na sala.

Minutos depois ouvi a descarga da privada.

– Pronto – disse ele vindo do banheiro. – Não sabia que a Srta. Mandona e Estressada tinha medo de baratas – ele deu um sorriso de escárnio.

Desci da cadeira com raiva.

Ele olhou para mim e sua expressão mudou para desejo. Notei que estava somente de toalha, até agora.

Antes que eu percebesse, ele me pressionou contra a parede. Seus lábios pressionaram os meus e eu nem resisti quando ele pediu passagem com a língua.

O QUE A SENHORA PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?, minha conciência gritava dentro da minha cabeça.

Cale a boca, respondi. Se ele quer ser usado, por mim tudo bem.

Movi minhas mãos para sua camiseta e a tirei num movimento rápido. Ele sorriu e começou a beijar meu pescoço. Depois deixou um chupão, que eu tenho certeza que vai ficar muito roxo, enquanto eu deslizava minhas mãos por aquele tanquinho dos deuses. Eu tenho certeza que daria inveja até no Luke, e olha que ele era super sarado. Puxei seu cinto e abaixei sua calça, revelando uma cueca box preta. Finalmente ele entendeu o que eu estava fazendo e suas mãos se moveram para a minha toalha. Num movimento rápido, ele a arrancou. Me observou por alguns segundos e pôs as mãos na minha cintura, descendo lentamente até minhas coxas. Me levantou no colo e me carregou até o sofá.

– Você quer mesmo – ele disse surpreso quando me jogou no sofá e se apoiou com as mãos nas beiradas do sofá e com os joelhos prendeu minhas pernas, me deixando completamente nua e à mercê dele.

– Algum problema com isso? – perguntei. – Se você não quiser, pode ir embora, então.

– Só um viado não ia querer. Aliás, acho que você transformaria um viado em homem – ele disse sorrindo e mordendo meu pescoço. – Imagine o que você está fazendo comigo, que sou homem.

– Tenho minhas dúvidas disso – comentei.

– Tá duvidando, é? – disse ele e eu assenti com uma expressão insolente. – Você vai pagar por isso – disse com um sorriso malicioso.

Ele fez uma trilha de beijos desde o meu pescoço até a minha intimidade, me fazendo gemer baixo. Bem quando ele chegou lá, a campainha tocou de novo. Nós dois olhamos sobressaltados para a porta.

Ele suspirou irritado.

– Deixa que eu atendo – disse ele e eu assenti.

– Te espero no quarto – eu disse com um sorriso malicioso enquanto ia para o quarto. Ele retribuiu o sorriso e foi atender a porta.

Notas finais
Erros de escrita do capítulo (inacreditável como só depois que eu posto e releio que eu vejo eles ¬¬'): quando eu escrevi no início do capítulo "(...) depois bate a porta na minha cara." eu escrevi "depois bate a cara na minha porta." kkkkkkkkk QUEM MAIS GOSTA DE PIERCE THE VEIL, ASKING ALEXANDRIA E BLACK VEIL BRIDES??? TEM ALGUMA BANDA (SÓ ESCUTO ROCK, POVO, PENSEM BEM) PRA RECOMENDAR??? ~NO MÍNIMO 5 REWIEWS PARA O PRÓXIMO!!! (Acham que mereço todos esses rewiews? Também aceito recomendações. Que tal tiros na testa? Declarações de amor? Planos para dominar o mundo? Talvez planos terroristas? Bombas nuclares? Convulsões no teclado? Piadinha toc toc? Eu respondo!) E O PRÓXIMO CAPÍTULO É POV DO NICO u.u m/ Quem quer saber quem está do outro lado da porta? (toc toc kkkkkk) eeeeeee... vai ter hentai Thalico *O* ~beijos com gostinho de Andy "Sixx" Biersack *OMFGs*