Terrible Love

5 Is Love That Decides The Future - Part 1


Notas iniciais
Oieee lindas!
Tudo bem?
Faz um tempinho não é mesmo...
porém, é um pequeno castigo, ninguém comentou o capítulo bônus GaaIno! Eu não acredito sabiam.
Bom, esse será um Drabble, então a parte dois, só lá pela terça, ok?
Vocês vão pensar no início, isso é SasuSaku, mas aguardem e verão, é mais um NaruSakuSasu, certo? Mas com final NaruSaku, aguardem.
Boa Leitura!

Os agora, longos cabelos róseos balançavam delicadamente; a leve brisa veranil refrescava desde os pequeninos que brincavam nas ruas da Vila, até os adultos que cumpriam os seus deveres. Mesmo caminhando embaixo da gostosa sombra das árvores, Sakura ainda conseguia sentir o calor escaldante da estação mais quente do ano no País do Fogo. A rosada se sentia, apesar do calor, extremamente bem; andava a passos calmos observando atentamente o seu novo projeto.

As esmeraldas possuíam um brilho novo, algum não tão raro de se ver, porém, presente pela primeira vez ali. A Kunoichi chegava a se perguntar como alguém poderia ser tão feliz como ela era; durante a quarta guerra, isso parecia jamais ser possível. Um enorme sorriso brotou dos lábios da mulher; como ela era feliz agora. Distraidamente, a mão feminina deslizou até o ventre ainda liso, mas que em poucos meses seria a grade atração entre seus amigos. Era inigualável a sensação de se ter um pequeno ser humano dentro de si; uma fusão sua e da pessoa que tanto ama, um bebê que depende apenas de você.

Sakura parou um instante; olhava a aconchegante casa recém pintada de amarelo, pensava, como inúmeras vezes antes, em toda a tragédia que ocorrera ali, naquele local que se tornara tão sagrado para ela. A Kunoichi lembrava-se perfeitamente do estado em que o Distrito Uchiha se encontrava em sua primeira visita; casas caindo aos pedaços, pintura gasta, jardins sem vida, móveis destruídos, paredes manchadas de sangue seco, e poças de um escarlate, ainda muito vivo, no chão.

A garota suspirou pesadamente; graças a Tsunade-Sama, ela tivera todo o apoio e dinheiro necessário para iniciar a reforma da antiga residência do Clã Uchiha; pretendia, após a reforma, transformar aquele pedaço tão importante de Konoha em um museu; este não seria apenas dedicado aos possuidores do Sharingan, seria também, voltado para a história e os mais variados tipos de Kekkei Genkai, sem contar com a coisa mais especial de todo o seu projeto, o belíssimo monumento em homenagem a um dos grandes heróis da Vila, Uchiha Itachi.

Voltando ao caminho que seguia, Sakura pensou que talvez, devesse criar também um santuário, poderia coloca-lo no meio da floresta, um pouco afastado do vai e vem de pessoas; mandaria construir um memorial com o nome de todos os Uchihas. Sim, ela faria isso. Continuando a sua vistoria diária, a rosada, ainda a passos lentos, cogitava outras inúmeras possibilidades para o futuro do Distrito.

Chegando ao fim da rua principal, Sakura fez uma pequena parada para conferir a casa de Sasuke, esse seria o único local fechado ao público. Ela então entrou, e sentiu-se satisfeita ao perceber a visível melhora; as paredes já se encontravam pintadas, e os móveis já reformados. A mulher de cabelos rosa começou o seu caminho de volta; tinha ainda alguns compromissos a cumprir no hospital, e queria chegar a casa antes do anoitecer, se possível.

As pedras do chão pareciam muito mais interessantes do que as construções e árvores a sua volta, toda a beleza que ali se encontrava se tornara nada para ela; a Kuinoichi estava absorta em pensamentos tempestuosos sobre a sua nova condição humana, aquela que o pequeno pedaço de papel guardado em sua bolça ninja revelava; ser mãe. Era algo tão novo e desconhecido, e era incrível como Sakura já amava seu filho daquele jeito tão cego e perfeito; como seria o futuro agora que ela era responsável por uma vida tão preciosa como essa que carregava?

O som leve a abafado de algo se chocando com o solo chegou aos ouvidos da rosada; sem saber quem era, imediatamente, ela mudou a direção na qual antes olhava; cautelosamente, subia os lindos olhos do chão, deparando-se com um par de pernas um pouco mais adiante, logo após com um abdômen forte e másculo, coberto por um tecido leve azul, e por fim, com o perfeito rosto sem expressão que a encarava. As esmeraldas chocaram-se com o ônix profundo; e a surpresa não só tomou conta do rosto da Kunoichi, como também de seu corpo estático, e de sua voz, que ficara presa na garganta. Ambos ouviram o coração dela falhar uma batida, e como sempre, Sakura não demonstrava qualquer tipo de vergonha. Ela não poderia acreditar em tal fato, seria um sonho talvez.

- Sakura. – ele chamou calmo, deliciando-se na imagem a sua frente. Tão linda como ele jamais pensara ser possível; os cabelos novamente longos, como ele sempre gostou que fossem, o rosto perfeito e iluminado. A mulher arfou como se despertasse, não ouvia tal voz há anos.

- Sasuke?! – a rosada murmurou como uma oração. Incredulidade e surpresa estampadas em cada sílaba. O moreno contorceu minimamente os belos traços; desde quando ele era apenas Sasuke?

- O que faz aqui? – Sakura inquiriu segundos depois. Voltava ao seu estado normal, e sendo assim, em um movimento rápido retirou as mãos protetoras da barriga, as largando ao lado do corpo. Sasuke se surpreendeu com a pergunta; onde estava a sempre tão calorosa recepção para com ele?

- Eu resolvi que era hora de voltar. – Sasuke concluiu complacente.

- Como assim? Nem mesmo depois de receber anistia de todos os países você quis voltar; ou quando eu implorei no campo de batalha que você voltasse. Você se recusou Sasuke, inúmeras vezes você se recusou. Por que depois de tanto tempo? Já faz três anos que não nos vemos. – a rosada o questionou calmamente, usava alguns gestos devido ao nervosismo que sentia.

- Tsc. Eu não tenho mais nenhum inimigo agora. Posso finalmente reconstruir o Clã. Posso voltar, enfim ficar com você, ter filhos, uma família. – ele lhe respondeu com naturalidade, e isso fez com que Sakura ficasse perplexa. O moreno caminhava em direção a ela, que mesmo sendo uma grande ninja, recuava o mesmo número de passos que ele dava.

- Como? O que foi que você disse? – a Kunoichi inquiriu com certo tom de ironia. Toda a sua beleza expressava incredulidade, e até um certo medo. Porém, o tempo a havia mudado, e ela não se curvaria mais a ele como no passado.

- Que eu voltei para ter uma família com você. Eu sempre te amei! Mas você sabe, eu tinha que cumprir a minha vingança. – Sasuke se defendeu, usava um tom calmo, até quem sabe esperançoso. Ele dizia a verdade; o que fez a rosada estacar no lugar; ele estava se declarando.

- Eu sei. – ela sussurrou com tristeza, o surpreendendo. Claramente o moreno procurava a garota que tão bem conhecia, mas parecia não ser essa a sua frente.

- Mas as coisas mudaram Sasuke. Você foi embora atrás do seu desejo, e eu aceitei isso; aceitei que você me deixasse. E quando eu pensei que você voltaria... Me desculpe! Eu não posso fazer isso. Realizar todas as suas vontades como a garota apaixonada que eu era, não faz mais parte de quem eu sou. – Sakura continuou com a voz baixa e torturada. Sentia uma buraco se abrir em seu peito, sentia pesar ao proferir tais palavras. Entretanto, estava sendo verdadeira com ele, sempre o fora, e isso não mudaria; sua família se formaria com outra pessoa.

- Como assim não pode? Eu achei que você esperaria por mim! – ele rebateu com certa fúria; sentia-se rejeitado, acuado, e odiava isso.

- E eu esperei Sasuke. Por dez anos! Mas coisas acontecem. Eu mudei, e meus sentimentos por você também. Eu não sou mais a mesma! – a Kunoichi se defendeu. Sentia que explodiria em lágrimas a qualquer momento tamanha dor e exasperação.

- O que? Seus sentimentos mudaram? – o Uchiha praticamente gritara em ironia as palavras contra ela. A raiva ia infiltrando-se em cada célula de seu corpo, tomando o aos poucos, como de costume.

- Eu te amo! E é isso o que você me diz Sakura? – sentenciou colericamente o moreno; a voz gélida fez com que a rodada tremesse, e pedisse internamente para que Sasuke voltasse a razão, e não houvessem que lutar.

- Me desculpe! Mas eu não amo mais você; não como antes...

- Chega! – Sasuke urrou em puro ódio. As palavras dela ecoavam em sua mente perturbada; o cortavam, o queimavam, dilacerando seu coração.

No momento seguinte, ele investiu contra a Kunoichi, que recuou rápido para trás, tomando alguns metros de distância dele. O Uchiha se inflamando de ódio, e de todas as coisas ruins de sempre, sentiu seus olhos arderem, e as variadas cores que antes via, foram substituídas pelo único e famoso vermelho do Sharingan. Ele começou, a passos largos, a se dirigir até a Haruno; estudava a milimetricamente; ela estava com medo, seus olhos a denunciavam; apesar de seu corpo continuar firme e em um determinado modo de luta. Porém, ao analisar o chakra que ela concentrava, visivelmente aos olhos do moreno, nas mãos; reparou que ela possuía um estranho brilho verde azulado no ventre; era um chakra independente, uma mistura do DNA dela e do de outro alguém. Sasuke parou de chofre ao descobrir do que se tratava; de todas as coisas de sua vida, essa era a que mais o deixara sem reação.

- Sakura, você está grávida? – ele inquiriu, usava um tom amargo e, inconscientemente, com certo nojo. Surpreendendo a rosada, que automaticamente levou as mãos a barriga.

- Sim. – ela confirmou hesitante. Sabia dos poderes do Kekkei Genkai dos Uchihas, mas com apenas um olhar ele foi capaz de descobrir o seu segredo. O moreno estava surpreso agora, sentia o ódio partir, deixando apenas a tristeza da confirmação dela se sua certeza.

- Quem é o pai? – ele questionou mortificado. Silêncio.

- Quem é o pai? – Sasuke gritou, se colocando a milímetros de distancia de Sakura que tinha os olhos marejados, mas olhando diretamente nos dele, que já haviam voltado ao normal.

- Naruto. – ela respondeu firme e em alto e bom som.

O mundo de Sasuke caiu; tudo o que tinha lhe restado naquela terrível vida, todos os motivos para ele voltar a ser feliz, acabaram com aquele único nome. A mulher que ele tanto amou, estava envolvida com o seu único e melhor amigo, estava grávida dele, quem sabe até de casamento marcado; e ele ali se humilhando. A ironia era tamanha, que ele repassava todos os momentos dos três juntos em sua cabeça; cada missão quando pequenos, cada encontro enquanto ele fugia, a guerra toda, tudo; e só o que ele conseguiu, foi perceber que toda aquela situação havia sido decidida por ele no dia em que deixara Konoha atrás de Itachi. A culpa o corroeu por apenas um instante, sendo substituída pela dor que esmagava o até as entranhas.

- Como isso aconteceu? – ele questionou arfando pela falta de ar. Sakura não o respondeu.

- Diga! – Sasuke gritou, sacudindo a pelos ombros. Não recebendo nada dela, a não ser um olhar cheio de pesar.

- Eu não sei. Eu sinceramente não sei quando comecei a amá-lo. Só percebi algo durante a guerra; eu estava tão disposta a morrer por ele, no lugar dele se fosse preciso. Eu corri até ele antes de sequer me lembrar de você. Me desculpe! Eu sinto tanto por isso, por todas as coisas que eu sonhei para nós dois. – Sakura respondeu cheia de angustia e tristeza. As lágrimas antes contidas, agora banhavam o rosto ao qual Sasuke acariciava delicadamente com o polegar.

- Olhe para mim. – ele pediu tomado pelo impulso de tê-la para si. O amor que ele sentia era maior que qualquer coisa, ele faria tudo por ela. Seus olhos iam se tornando vermelhos outra vez.

- Não. – ela sussurrou firme. Sakura tremia dos pés a cabeça, as lágrimas continuavam a cair, e mesmo sentindo o perto da mão máscula e cheia de cicatrizes de Sasuke me seu queixo, não olhou.

- Eu sei o que você vai fazer. Eu li sobre isso nos pergaminhos antigos que estavam no quarto de Itachi. Eu não quero que você o apague da minha mente. – a Kunoichi sentenciou com seu tom de voz normal.

- Por quê? – Sasuke a questionou mortificado.

- É por causa do bebê? Se for, saiba que eu serei o pai dele. É o amor? Eu também amo você como ele. – ele continuou como se esclarecesse lhe simples fatos, e não uma situação complexa como aquela.

- Eu sei. Mas não faz diferença você tirá-lo da minha mente, quando ele já está no meu coração, você entende? Eu sou eu mesma por causa dele. Naruto é tudo o que eu, e tudo o que eu serei no futuro. Ele é o pai dessa criança. – ela respondeu com em um misto de dor e felicidade. O moreno suspirou cansado.

- Mas eu poderia ser o pai dele também. Eu poderia. – ele rebateu convicto.

- Deixe me olhar pra você. – a rosada pediu torturada, desejava tanto fazê-lo entender que ela sempre o amaria, mas Naruto era algo mais forte que tudo, seu amor por ele era sua vida.

- Tudo bem. – Sasuke permitiu, desativou o Sharingan, e lentamente as esmeraldas ainda cheias de lágrimas adentraram a alma torturada e infeliz que ele tinha.

- Ele jamais poderia ser seu filho, porque a mãe dele jamais o veria assim. Eu sonhei por tantos anos conosco aqui, vivendo felizes; eu sonhei em confirmar uma gravidez e correr pra você, pros seus braços; eu sonhei com crianças exatamente iguais a você, suas cópias perfeitas, eles teriam apenas a cor dos meus olhos, mas seriam mini Sasukes e correriam entre essas casas, o primeiro deles seria Itachi, eles nos encheriam de alegria, e você, você seria Otou-san deles... – a voz dela foi morrendo aos poucos, revelava pela primeira vez a alguém seus sonhos mais secretos, seus desejos, tudo aquilo que sempre quis. O moreno se encontrava em choque, ouvir isso de Sakura era como se encher de uma esperança que só o mataria mais lentamente depois. Ele podia imaginar o que ela descrevia.

- E eu seria a mulher mais feliz do mundo. Mas, agora, tudo o que eu quero são cabeleiras loiras correndo ao meu redor, gritando, fazendo bagunça, eu quero que eles sejam exatamente como Naruto, eles não precisam ter nada de mim, quero os a imagem e semelhança dele. Quero que ele me peça em casamento, e que eu consiga me casar antes da barriga aparecer. Eu quero fazê-lo o homem mais feliz do mundo, quando lhe disser que esse bebê se chamara Minato. Eu quero ouvi-lo chegar tarde e dizer que me ama, enquanto eu finjo estar dormindo. E eu sei Sasuke, eu sei que eu serei feliz. Eu o amo afinal. – Sakura continuou em um fio de voz, mostrando lhe que já tinha tomado há muito uma decisão. Os olhos de Sasuke se encheram de lágrimas, e mesmo não querendo, ele começou a chorar. E mesmo negando, ele a entendeu; seu coração a entendeu.

- E o que eu farei sem você? – o moreno questionou em desespero, chorava freneticamente assim como a rosada que voltara a derramar lágrimas. Ambos seguravam seus rostos entre as mãos, às testas coladas, estavam tão perto que as respirações se chocavam, se misturavam. Choravam os dois, pelos sonhos do passado, pelo futuro que nunca teriam.

- Primeiro você irá voltar definitivamente para a Vila; e juntos nós tocaremos a reforma do Distrito, eu tenho certeza que você irá amar todo o projeto eu fiz. – a rosada soltou um risinho tímido, inseguro, e ele sorriu. O engraçado da cena, é que mesmo de olhos fechados, Sakura sabia que ele sorria.

- Depois, você encontrara uma bela moça, ela com certeza não será ninja, e mesmo que você nunca a ame, você não viverá sem ela; e vocês então terão filhos lindos; como eu disse antes, todos serão uma cópia sua, e o primeiro deles se chamará Itachi, e você o ensinará a ser tão honrado e poderoso como o homem que carregava esse nome antes dele. Nós sempre seremos bons amigos, você e sua esposa estarão o tempo todo em minha casa, você inclusive será o nosso padrinho de casamento, nossos filhos serão amigos e todos seremos felizes. Nós sempre trocaremos olhares cumplices, e talvez até intensos, Naruto não se importará e a sua esposa terá ciúmes do poder que tenho sobre você. Nós sempre seremos o time sete, Naruto será Hokage, você o chefe da ANBU e eu a chefe do hospital. O tempo passará, mas o amor que nós três partilhamos não, e isso nos fará mais felizes quando o fim chegar. – Sakura terminou ofegante, falava tudo o que mais desejava para suas vidas; paz e felicidade.

Sasuke a ouvia atentamente, parara de chorar, e começava a sentir uma gloriosa calmaria tomar lhe conta do corpo; era o efeito dela sobre ele. Com um suspiro amargo e difícil, o moreno se separou da rosada, fitaram-se nos olhos por mais alguns instantes, e então se abraçaram. Eram tantos sentimentos, que ambos mal sabiam como continuavam de pé, como seus corações ainda não haviam explodido. Sentiam mais do que nunca falta um do outro, estavam dando adeus ao que eram, e ao que poderiam ser juntos.

- Eu te amo! – ele disse perto do ouvido dela.

- Eu também te amo Sasuke-kun! – Sakura respondeu, enquanto se soltava dos braços fortes dele. Ambos sorriam.

- Agora vamos! Eu tenho que te levar até ele. Naruto vai amar saber que você voltou pra ficar. – a Kunoichi disse animadamente, pegando na mão de Sasuke e começando a arrastá-lo.

- Sakura, espere. – ele pediu, e ela estacou no lugar.

- Eu gostaria de te pedir um favor. Você poderia me deixar fingir durante o caminho que você é minha esposa, e que esse bebê é o nosso filho. – Sasuke pediu serenamente, olhando a nos olhos.

- Claro, meu amor. – ela respondeu sorrindo largamente.

Durante todo o trajeto eles andaram abraçados; vez ou outra Sasuke alisava a barriga de Sakura. O casal chamava muita atenção, todos os olhavam, especulando sobre o que o Uchiha fazia ali, ainda mais com a namorada do herói de Konoha, a rosada sequer se importava com tais cochichos, ela fingia como o amigo, que eram marido e mulher; e sendo assim, eles conversaram sobre as coisas mais banais da vida, ela lhe contou tudo sobre seu projeto, que o moreno particularmente amou. Ambos seguiam até a torre da Hokage, Sakura sabia que Naruto estaria lá uma hora dessas.

- Porque estamos indo para a torre da Hokage? – Sasuke perguntou curioso ao ver para onde seguiam.

- Naruto está lá. Ele será informado hoje que o cargo de Hokage é dele. – a rosada revelou fitando o moreno intensamente nos olhos.

- Por isso não contou sobre a gravidez ainda. – ele concluiu inteligentemente.

- É o dia dele. Ele sempre sonhou com isso, como eu poderia deixar que algo ofuscasse esse momento. – ela rebateu divertida.

- Como você sabe que o Dobe será o novo Hokage? Isso não é informação secreta? – o moreno questionou debochadamente.

- Tsunade-sama me contou. Já faz tempo que eu sei, quase dois meses. – Sakura sussurrou como se fosse um segredo.

- Chegamos! – ela decretou soltando as mãos de Sasuke.

- Obrigado! – ele disse, beijando a delicadamente a testa da Kunoichi.

- Vamos! – ela começou novamente a puxá-lo, estava muito animada para ver a reação de Naruto.

Subiram ainda de mãos dadas e recebendo olhares curiosos, até o último andar do edifício. Eles sorriam feito crianças bobas, correndo às vezes, se empurrando, riam chamando a atenção de toda e qualquer pessoa. Ao chegarem a grande porta de madeira, Sakura sequer bateu, irrompeu junto com o moreno o local. Ela largou-lhe a mão, e ignorando os gritos de Tsunade, se jogou nos braços do loiro que confusamente olhava para o visitante na porta. Tudo passou pela cabeça de Naruto, e seu chão simplesmente sumiu. Não importava se a namorada lhe agarrava o pescoço, ou que seu grande sonho tivera se tornado realidade; ele sabia que perderia toda e qualquer felicidade agora.

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Sorry, mas não consegui revisar!
Deixem reviews *-* amo saber a opinião de vocês!
Recomendações são bem vindas viu?
Leitoras fantasmas, apareçam! Eu não mordo!
xoxo