Terra Das Sombras
10 Ela desmaiada e eu descrente
Notas iniciais
AAAAAAAAAAH!! Nyah!, eu te amo. Desculpem é a abstinência de postar...
Estou-me aqui mais uma vez, depois de um longo período... A Akire me enrolou direitinho, essa vaca-jega! Mas já que estou aqui, quero agradecer aos nossos leitores, que por enquanto, são poucos, mas especiais, pelos maravilhosos reviews.
Aí está mais um dos capítulos da Yamanaka. Saindo do forno.
Boa leitura.
Elizabeth Constantina Cesária, este era o nome de uma Suzuki verde de apenas seis meses. Pobrezinha, nunca atropelou ninguém, só emitiu alguns gases, umas poucas fumacinhas, mas não justifica tamanha brutalidade que lhe fizeram. Mais uma vítima da violência urbana.
- Esses vândalos! Vou já fazer um B.O. e vingar sua morte, Beth, eu prometo. – quem me visse naquele estado, acharia que havia rastros de cocaína em meu corpo. Estava lá, debruçada sobre minha motinha, ou melhor, sobre o cadáver dela. Assassinada de forma cruel e insensível por um pirralho desalmado.
Depois de certo tempo entre lágrimas e xingamentos ( tal moleque deve estar sem um olho ou com furúnculos enormes na bunda), vi que não havia mais o que fazer ali, decidindo assim, voltar para a casa da garota estranha de cabelos róseos, já que olhares curiosos lançados a mim começavam a incomodar. Cambada de fofoqueiros!
Subi a escada que levava até o hall e percebi a porta entreaberta, o que era muito estranho, Sakura tem um frenesi por segurança. Entrei na sala e vi que não tinha ninguém ali, apenas um gato vira-lata que provavelmente entrou pela fresta da porta. Enxotei-o de cima do sofá, limpei seu rastro de pelos, certifiquei de que a entrada não estivesse disponível a outros animais de rua e me pus a procurar as garotas.
- Ei, sabiam que é perigoso deixar a porta aberta, tem moleques arranhadores-de-motos soltos por aí! – por mais indignada que estivesse não fui muito levada a sério, pois alguém passava por maiores dificuldades. Quando vi o corpo da dona da casa estirado no chão, faltou-me ar. O susto foi realmente grande e eu, demasiadamente nervosa, gaguejava. – M-ma- mas o que houve aqui?
- Não sabemos, só ouvimos um barulho de vidro estraçalhado e quando chegamos ela estava nesse estado. – a jovem Hyuuga mantinha-se mais nervosa que eu e estava ajoelhada com a cabeça da rosada em seu colo.
- O coração ainda tá batendo? – indaguei preocupada.
- Não seja ridícula, Ino. Isso foi só um desmaiozinho qualquer, vai ver foi só um susto ou sei lá, um escorregão. – Temari deduziu tentando nos acalmar, mas não tinha sido o suficiente. – Já ela acorda.
Abaixei ficando bem próxima da quase defunta, passei as mãos em seu rosto e pescoço verificando se sua temperatura estava irregular, nada de tão diferente, sinal de que acordaria logo. Com tal notícia, minhas palpitações diminuíram de velocidade instantaneamente e ao comunicar a Hina, percebi que havia alguém atrás de si. Os olhos seguiram a linha de curiosidade e lá estava ele. Tinha de ser ele!
- Ah, então foi você, não foi? Seu cretino retardado deve achar lindo ficar assombrando garotas indefesas. Pois saiba que eu não vou permitir que fique fazendo isso com mi9nhas amigas, não vou deixar, ouviu? E não me venha com papo furado de que era governador pois isso não lhe dá direito algum. – explodi com o ruivo que tinha a minha frente.
- Não é governador, sou o antigo imperador de Suna. – a indiferença que me lançara enquanto corrigia-me era de uma força tão forte e inexplicável que me deixou um tanto desapontada. Parecia que tudo o que havia lhe dito antes nunca fora ouvido por ele, mas nada tão terrível para impedir a continuação do chilique.
- Imperador ou não, a questão é que o senhor, seu ruivinho barato, não deve assombrar minhas amigas, aliás, nenhuma pessoa! Se continuar com essa atitude eu nunca vou te ajudar em nada e terá que esperar até minha morte para ter mais uma esperança de ir embora e pretendo viver por muito, muito tempo! – foi a ameaça que me veio a mente no momento, levando as últimas palavras a outro tom.
- Ino, Sakura está desmaiada, mas estou preocupada com você. Não acha que está grandinha demais para amigos imaginários? Com quem estava falando? – tremi ao ouvir tais palavras. Como posso ter sido tão destrambelhada ao ponto de não perceber que as garotas estavam presentes? Simplesmente estagnei a procura de uma resposta plausível, mas nada me ocorreu, por tanto:
- Eu estou morrendo de fome, e vocês? Levem a testuda lá pro quarto, deitem ela na cama e me esperem lá que eu vou levar algo para comermos. – sempre me dizem que sou meio lerda, mas desta vez pus a cabeça para funcionar de forma bem ligeira e quando dei por mim, já estava dentro da despensa de alimentos. – Gaara, cadê você? Aparece logo que eu não tenho o dia todo. – e os quase sussurros saíram de meus lábios para evitar mais uma cena embaraçosa com minhas amigas.
- O que se passa? – a luminosidade do local aumentara significativamente com a presença do fantasma e seu brilho envoltório característico.
- Ah, está aí, agora me faça o favor de explicar o que fez com a Sakura, eu sei que foi você! – posso ser bem arrogante e autoritária quando quero.
- Não precisas armar todo esse circo, sua amiga é que é uma pessoa imatura e talvez tenha irregularidades em seu problema cardíaco. Assusta-se com tão pouco. – com o olhar distante, parecia que a afirmação fosse algo para si mesmo, até me encarar novamente. – Ela é diferente das outras que estavam ali.
Ergui uma das sobrancelhas incrédula e comecei a rir da situação e do homem a minha frente.
- Por que ri? Estais a caçoar de minha pessoa? – ele me perguntara um tanto descrente e confuso, o que atiçava o gênio forte marcado pela fúria já aparente em seus olhos.
- Não acha que já é muito tarde para isso?! Você já esteve vivo uma vez, então já deveria se dar por satisfeito e se desprender desses assuntos mundanos. – sorri com escárnio, esquecendo o real propósito de nossa conversa.
- Ainda não entendi onde quer chegar com tudo isso. O que estas a insinuar? – curioso, mas teimoso como uma mula, ele não deixava ultrapassar tamanha vontade que tinha em saber do que eu falava com semblante sério.
- Você afim da Sakura é meio curioso. – afirmei com uma das mãos sob o queixo e me recostando em uma prateleira fixada na parede atrás de mim.
- Afim? O que quer dizer? – estava tão intrigado que inclinara de leve a cabeça para a esquerda.
- Quero dizer que você gosta da Sakura. – expliquei impaciente após um rápido suspiro – Sabe, considerando a idade que tem isso poderia ser avaliado como ato de pedofilia. – comentava comigo mesma imaginando o rapaz ao meu frente vestido em trajes listrados atrás de grades de ferro. Talvez eu tenha soltado um sorriso.
- Do que estás a falar? – ele gritou surpreso e com cara de ofendido. – Sempre soube que vós tendes ligação com adultério, mas falar isto sobre mim é um completo ultraje! – estava clara a indignação pelo tom de voz lançado e pela expressão mantida na face.
- Para sua informação, eu já sei o que é uma adultera e não vou permitir que falasse assim comigo, ouviu? Idiota, arrogante e burro, é isso que você é. Onde já se viu um fantasma de araque gostar de uma humana ainda viva? Depois eu que saio mal falada... Grosso burro. – ele havia me atiçado e por isso lhe lancei todos os insultos que me apareceram à cabeça.
- gostaria de saber como foi que conseguira tal absurda ideia, mas não lhe culpo por completo, não sei onde estava com a cabeça ao vos selecionar para servirdes de minha mediadora! – lastimava-se pelo dia em que me escolhera para libertá-lo da Terra das Sombras, coisa que eu também não tinha entendido ainda.
- É, mas estou me esforçando o máximo que posso para te ajudar e é assim que me agradece, matando minha melhor amiga de medo! – a indignação estava estampada em mim.
- Não fizestes nada até este momento e ainda te fazes de vítima? Sinceramente, creio que sofres de distúrbios na massa cefálica! – já partira para os insultos, coisa que eu nunca iria aceitar de bico fechado.
- Olha, eu não sei do que você me chamou, mas não vou deixar que fique falando mal de mim. Quem pensa que é? Você é que deve ser insultado, pois eu sou a sua – parei para contar nos dedos – vigésima sétima mediadora e fazem apenas três dias que te conheço, mas mesmo assim, já não te suporto. São seus problemas, então não os descarregue para cima de mim e daqueles que me cercam.
- O problemático agora sou eu? Não fui eu que estive lá fora me debulhando em lágrimas por conta de uma minúscula arranhadura num veículo de cor assustadora! Também não podes ficar a falar de mim assim, de difamar minha imagem sem ao menos conhecer minha história. – a raiva transpassava e ambos estávamos com os nervos à flor da pele, super envolvidos numa discursão totalmente desnecessária.
- Pare de me julgar, quem decide se eu me debulho ou não sou eu! E que diabos é debulhar? – a essa altura, eu esperneava. – Você que tem problemas, não eu. Aliás, VOCÊ É O MEU PROBLEMA! De agora em diante não te ajudarei em mais nada, absolutamente nada. Pode esquecer-se de mim porque, por mais que eu fique presa na espera do purgatório tendo você como assunto pendente, eu não vou lhe ajudar, não vou lhe mediar. Eu juro! E como já disse antes, pretendo viver por muitos e muitos anos. – terminei meu discurso triunfante, certa de que tinha abafado com o fantasminha arrogante. É uma pena eu estar enganada.
- Pretendia, porque se for assim, eu não vou deixar que vivas nem mais um minuto. – um sorriso lateral se formou em seus lábios, o que me deixou mais espantada do que nunca, mas não perdi a pose de orgulhosa, apenas o encarei o mais séria que pude enquanto a luz do cubículo abaixava progressivamente e a beldade em minha frente desaparecia.
Até ali, aquela tinha sido a discursão mais dura da minha vida. Certifiquei-me de que ele não estava mais ali e caí de joelhos no chão, estava um tanto imobilizada pela ameaça de morte que havia recebido. Uma pequenina gotícula de agua salgada teimava em querer sair de um dos meus olhos úmidos deixei-a seguir seu curso. Apenas ela. Suspirei fundo, tão fundo chegando a fazer com que meus pulmões doessem.
Meu real desespero não era de ter a vida ameaçada, mas sim de dever não cumprido. Nunca em minha vida eu havia desistido de uma alma perdida. Mesmo assim, não era justamente por isto que chorava, havia alguma coisa que me entristecia da qual não conseguia identificar.
Saí da pequena despensa ainda com a maquiagem por fazer. Retirei os indícios de rímel das maçãs e fui em direção ao quarto da rosada onde a encontrei ainda desacordada com as duas amigas ao seu lado, envolvidas a uma conversa animada.
- Oi, meninas. Então como que ela está? – eu disse apontando para a moça deitada sobre a cama. – Parece que está dormindo.
- É, parece mesmo. Ela tem andado tão cansada ultimamente, está realmente muito empenhada com o estágio lá no necrotério. – comentou a garota Hyuuga com um leve sorriso nos lábios, talvez estivesse tendo alguma lembrança alegre com Sakura. Sempre quis saber o que se passa na mente da Hinatinha, ela é sempre tão ingênua que chega às vezes a ser irritante. Quando tento imaginar o que se passa em sua mente, me vem a imagem de pôneis saltando de nuvem em nuvem formando trilhas em forma de arco-íris.
- Ino, você não disse que iria trazer algo para comermos? O que fez esse tempo todo lá na cozinha? Cadê a comida? – Temari cortara toda a minha estranha paranoia, como sempre, e inventei uma desculpa qualquer.
- É que eu fui dar mais uma olhadinha na Beth, só pra me certificar de que estava tudo bem. – falei com a mão atrás da cabeça meio abobalhada. – Mas não se preocupem, já estou indo buscar.
- Vai bem rápido, por favor. – suplicou-me a loira pressionando o abdômen – Minha barriga está gritando por comida!
Ao retirar-me do quarto, quando fui abrir a porta, vi algo semelhante a um vulto. A primeira reação de meu corpo foi recuar, mas percebi que as moças dentro do cômodo estranharam tal ação e deduzi que aquilo era apenas mais uma loucura da minha mente fértil. “Preciso andar mais com Shikamaru para aprender a me concentrar”, pensei antes de sair de uma vez.
Resolvi fazer alguns sanduíches bem adubados, pois eu também estava faminta. Liguei o reprodutor de melodias do meu medíocre celular e, rebolando, fui empilhar os condimentos entre as fatias de pão. Quinze minutos depois, com o lanche quase pronto em uma bandeja amarela, ouvi um ruído. Inicialmente não liguei muito, mas ao ver que o som se repetia com certa frequência e em maior volume, procurei saber qual sua origem vasculhando o local com os olhos. Nada de anormal.
- Devem ser os vizinhos, falei para aquela testuda não comprar essa casa. Pode ser espaçosa, mas não compensa o bairro estranho. – estava eu em mais uma de minhas conversas solitárias, ou era o que eu pensava.
- Pode até ser bonitinha, mas não vale a pena. Garota estranha. – ouvi uma voz grave, com certeza não vinha das cordas vogais de uma garota, também não era a voz do imperador metido a gostosão, sua voz era um pouco rouca, talvez de tanto se drogar. Mas então, quem estava ali? Virei-me e o notei ao lado de uma planta, recostado na parede vazia.
- O que faz aqui? – indaguei indiscreta pela curiosidade e talvez pelo medo de que este rapaz a minha frente fosse um ladrão.
Ao escutar-me, o invasor misterioso, pulou com os olhos arregalados. Estava mais alarmado do que eu, o que me fez estranhar toda aquela situação. Por que ele havia ficado tão surpreso com minha resposta? Qualquer se humano comum faria a mesma pergunta que eu... Não é? De qualquer forma, continuei focada na pessoa a minha frente.
- Como... Ahm, você consegue me ver? – retomou sua postura inicial, mas ainda mostrava-se um tanto intrigado. Foi quando percebi que havia um brilho que o rodeava, brilho este pertencente aos moradores da Terra das Sombras (gosto de pronunciar esse nome).
- Olha aqui, não querendo ser grossa, mas já sendo... É melhor não me perturbar com esse negócio de mediação porque já tenho dois idiotas na minha cola e não quero adicionar mais um. É como dizem por aí, um é pouco, dois é bom e três é dema... – o fantasma mal educado me interrompeu de forma rápida e brusca.
- Não se preocupe, já tenho uma mediadora. – e cortou-me tão rispidamente que uma pontada de raiva atingia meu peito, mas decidi não responder afinal tinha sido um pouco agressiva com ele.
- Hum, então o que faz aqui? – fui logo ao ponto, meu estômago já clamava por combustível e digamos que eu não seja a pessoa mais paciente do mundo.
- Não lhe interessa. – mais direto que isso impossível. Falava com certa frieza e indiferença que me lembravam de Gaara. “Kami-sama, por que só manda gente assim pra cima de mim?”, pensei. Orgulhosa como sou, não podia deixar que o rumo da conversa fosse aquele mesmo.
- Então saia daqui. – simples e ignorante, eram essas as palavras que melhor me descreviam no momento. Com o braço estirado apontando em direção à porta, afrontei-o o mais confiante que podia.
- A casa não é sua. – e assim seguia nossa pequenina discursão, cada um pronunciando apenas uma frase de cada vez. A aparição com quem eu falava mantinha-se calma demonstrando enorme desinteresse por minha irritação, o que só a aumentava.
- Mas sou amiga da dona, por tanto, tenho mais direitos aqui. – com a cabeça bem erguida, eu conservava a atitude de durona desde o início. Aquilo mais tarde seria motivo de um belo e dolorido torcicolo.
- De qualquer forma, não pode fazer nada. – foi quando notei seus traços. O garoto era de uma boa estatura, mechas e olhos escuros como a noite (desde que não haja lanternas), de pele alva e uma cara de mau. Sua mediadora é uma garota de sorte. – Ela está desmaiada.
- Como sabe, estava bisbilhotando a casa? – fiquei surpresa pelo que tinha deduzido. Como alguém pudera ter tamanho descaramento a ponto de invadir uma casa e sair bisbilhotando tudo?
- Não, mas a vi desacordada no chão. – fiquei bem impaciente por ter sempre que perguntar e depois receber respostas curtas e tão pobres de detalhes.
- De qualquer forma, – falei atrapalhada tentando me livrar da conversa estranha, nosso primeiro encontro não estava sendo tão bom quando se espera ao conhecer alguém. – ainda não disse o que faz aqui.
- Como já disse que não lhe interessa. – a apatia que me era lançada fazia com que meu sangue fervesse.
- Não que obrigue a faze... – novamente interrompida.
- Não vai me obrigar a fazer nada, pode ter certeza disso. – ele era um tanto ameaçador, mas não iria me abalar tão facilmente. Continuei com a cara de durona e após um longo suspiro, ele se rendeu. – Mas como quer tanto saber, eu lhe falo.
Um silêncio se fez presente entre nós. Inquieta, pedi para que me dissesse logo o porquê de estar ali. A curiosidade estava me matando!
- Vamos, não vai falar? Eu não tenho o dia todo! – ele me olhou sem dar importância ao que dizia, suspirou mais uma vez e enfim revelou.
- Sakura é minha mediadora. – a primeira reação que tive não podia ser outra, então pus-me a gargalhar feito um morador de um manicômio. O fantasma erguera uma das sobrancelhas com completo deboche. – O que estou fazendo aqui? Você é maluca. – e sua imagem se dissolveu no ar.
Com sua ida, percebi que o que falava era sério e um calafrio se passou pelo meu corpo. Sempre achei Sakura meio estranha, às vezes sumia sem dar uma explicação plausível, mas imaginava que fossem apenas coisas da puberdade. Porém, agora que o fantasma gato-misterioso-grosso me falou isso, sei lá, foi como se finalmente tudo começasse a fazer sentido, como se eu sempre soubesse disso, mas nunca quisesse aceitar, afinal, eu também era assim, eu também sumia uma vez ou outra quando as malditas almas me chamavam. E agora ele tendo me falado isso de forma tão despreocupada, com o aspecto sério, não tinha como eu duvidar da veracidade de suas palavras.
Mas algo me fez voltar a realidade, algo bem faminto, pois o mesmo gato vira-lata que estava em cima do sofá antes, agora estava em cima da mesa comendo os sanduíches da bandeja. Sempre gostei mais de gatos do que de cães, mas naquele momento, meu único desejo era estrangular o bichano.
- Ah seu pulguento mal educado, volta aqui, deixa eu te estraçalhar! – e saí correndo pelo cômodo atrás do animal que pulara da mesa fugi de mim passando em volta da mesa – É seu rabudo, corre que IBAMA nenhum vai te salvar! – mesmo gritando e correndo com todas as minhas forças, o peludinho conseguiu fugir pela porta.
Talvez a maior culpada fosse eu mesma por não ter trancado a porta, mas o que posso fazer se sou loira?
Notas finais
P.S.:Gostaram dessa capa? Espero que seja a última que eu faço para essa fic.
Fale com o autor