Terra Das Sombras

11 Vultos e Aparições Podem Estragar Seu Dia


Notas iniciais
Hey minna-san! Ainda tem alguma alma viva aí? Captaram a piada? ;)
Bom, sei que deveria apenas pedir milhões de desculpas, mas também vou botar a toda a culpa pela demora para a Akire, porque esse capítulo era dela e ela demorou demaaaais para escrever (e ainda achei meio chatinho).
Agora as garotas vão refazer as pazes para que as coisas comecem a levar um rumo mais interessante.
Desculpem o comentário sem graça, mas eu estou com sono e preguiça. Reviews, M.P.s, recomendações, comentários críticas e receitas de bolo são sempre bem vindos! :)
Boa leitura - por -thais-estrela-

Ver a luz do dia nunca me foi tão dolorido como no momento em que a escuridão se foi e eu me vi acordada novamente.

Logo que abri meus olhos, a ardência foi tanta que instintivamente soltei um gemido de dor, gemido este que se tornou abafado mediante o burburinho que se formou acima de mim.

Fechei os olhos por um momento, para fazer a ardência parar e só então os abri novamente, me deparando com três pares de olhos me fitando de forma preocupada. E foi só então que me lembrei do que havia acontecido: o ruivo, fantasma, a Ino, mediadora, tudo voltou para a minha mente tão rápido que chegou a me deixar tonta, e claro, completamente abalada.

Será que aquele ser gracioso que apareceu para mim estava falando a verdade?

Ino é mesmo uma mediadora, como eu?

Relembrar disso fez meu estômago dar um leve solavanco e fez minha cabeça latejar levemente, contribuindo para que desistisse de tentar me levantar. Hinata, com um movimento rápido demais para meus olhos capturarem, se prostrou às minhas costas e me segurou para que não caísse novamente.

Já sentada, e um pouco recuperada do choque, olhei para Ino e ergui de leve as sobrancelhas. Ela era tão... Normal. Não parecia nem de longe uma mediadora, principalmente por não ter uma vida conturbada, por adorar cuidar da aparência (o que eu não tenho tempo de fazer por conta da minha situação — fantasmas), adorar lugares antigos (o que me apavora) e, de certa forma, esbanjar vida. A possibilidade de ela guardar o mesmo segredo que eu não queria entrar na minha cabeça de jeito nenhum, por mais que eu tentasse empurrá-la de todos os jeitos dentro de minha mente retardada. Ela, acho que percebendo o meu olhar constante sobre sua pessoa, me olhou de forma interrogativa e finalmente quebrou o silêncio.

– O que foi que aconteceu? – era impressão minha ou a sua voz estava distante? Reparando bem, ela estava diferente, tipo quando ela não entendia uma piada e ficava tentando entende-la. Eu me desvencilhei de Hinata e tentei levantar-me sozinha, mas novamente não obtive sucesso. Frustrada, sentei-me novamente e respondi a pergunta de Ino.

– Aconteceu o quê? – perguntei antes mesmo de me dar conta de que ela se referia ao meu desmaio – Ah... Você quer saber como foi que eu desmaiei?

– É, né?! – e acenou com a cabeça, concordando.

– Ah... Eu não sei. – respondi por fim. Ino me olhou de forma questionadora e suspirou derrotada.

– Tenta se lembrar, Sakura. Você não viu nada ou, tipo assim, ninguém? – a maneira que ela falava era quase desesperada, como se necessitasse da resposta. Desviei o olhar antes de responder.

– Bem... É estranho, mas eu realmente não lembro de nada – conclui de maneira exasperada. Ino chegou bem perto de mim e, com as sobrancelhas formando um arco em seu rosto, falou de forma desafiadora.

– Por que será que não consigo acreditar em uma única palavra que está saindo da sua boca? – a maneira com que ela despejou isso me assustou. O que deu nela?

– Como é que eu vou saber? Se não quer acreditar, não acredita! – respondi no mesmo tom usado anteriormente para com a minha pessoa.

– Como você não sabe se foi você quem desmaiou? – a palavra “você” foi pronunciada com maior intensidade, dando a entender que por eu ter vivenciado o momento, eu tinha que, por obrigação, lembrar de todo o acontecido.

– Eu bati com a cabeça no chão, criatura, na lajota! Minha cabeça ainda dói e, além disso, estou meio confusa. – acho que ainda não havia convencido, pois ela sorriu com desdém e voltou a falar.

– Ta tudo bem, eu vou fingir que acredito em você! Mas não pensa que vai ficar assim porque eu sei que foi ele! – eu teria rebatido no mesmo tom, se eu não tivesse percebido a quem esse ele se referia. Rapidamente o sangue em meu corpo esvaiu-se, e ainda em choque, arranjei coragem para perguntar.

– Como você sabe que foi ele?

– Ele? Ele quem? Do que estão falando? – perguntou Temari que já estava entrando em combustão de tanta curiosidade – Gente, to boiando aqui!

Meu grau de distração era tamanho que nem percebi quem presenciava a cena, coisa que já havia se tornado comum e por isso minhas amigas provavelmente tinham dúvidas sobre a saúde de meu cérebro. Percebi que Ino também havia se esquecido deste pequenino detalhe e, pensando bem, não haviam muitas dúvidas de que ela realmente era uma mediadora, porém, mesmo assim, ainda não conseguia encaixar tal ideia na cabeça.

Saí de meu transe quando ouvi Ino pronunciar firme e audivelmente a seguinte frase:

– É um fantasma que a Sakura anda vendo... – Arregalei os olhos e fiz cara feia pra ela. Normalmente, acharia que era uma metáfora, ainda mais pelo tom despreocupado que ela usara, mas eu sabia que deveria levar ao pé da letra cada palavra.

– Fantasma? Hahaha! Ino, acho que quem anda vendo fantasmas é você, não eu! – falei da mesma forma que ela havia falado anteriormente, deixando a frase com um duplo sentido evidente para ela. Porém, não esperava que a loira fosse responder-me de forma tão atípica.

– E se eu estiver vendo? – gritou com os olhos vidrados nos meus. Se eu não conhecesse bem essa garota, juraria que ela estava prestes a chorar, coisa que fazia, ou quando estava com muita, muita raiva, ou quando estava tão triste a ponto de se empanturrar de sorvete. Acho que nesse caso era a primeira opção – Pelo menos eu tenho a coragem de admitir isso, diferente de você que prefere morrer negando a me dizer a verdade! – e com esse chilique repentino, ela pegou sua bolsa, jogou o cabelo pra trás (já disse que ela tem o dom para saídas dramáticas?) e foi embora, deixando-me boquiaberta e descrente. Temari, que ainda estava à espreita, recuperou-se do choque e soltou o verbo.

– Gente... O que foi isso? Andaram assistindo muito filme de exorcista? – falou enquanto gesticulava freneticamente suas mãos – O que deu nessa garota? – vendo que eu estava em outro plano, Temari levantou as mãos e segurou meu rosto com elas, para que eu olhasse em seus olhos – Sakura, o que estão escondendo? – a enxurrada de perguntas era esperada, já que Temari odiava ser a última a saber das coisas.

– Eu não sei o que deu nela, Tema, eu realmente não sei! – terminei gritando. Minha cabeça estava doendo, meus pensamentos estavam embaraçados, eu estava com fome e tinha acabado de brigar com a minha melhor amiga, ou seja, estava uma pilha, prestes a explodir em lágrimas e a loira não parava nem pra respirar com tantas perguntas, por isso eu levantei, desvencilhei-me Hinata (que estava tão quieta que até teria esquecido de sua presença, se não fosse ela quem estivesse me segurando) e ainda calada, fui a passos largos para meu banheiro.

O chão frio sob meus pés, o silêncio absoluto, tudo, mais o estresse de ainda a pouco, vieram à tona e fizeram-me desabar. O choro era tanto que os soluços eram impossíveis de segurar, juntamente com o ódio de mim mesma que a cada segundo que passava aumentava de forma imensurável. Ino realmente era uma mediadora, agora não restavam dúvidas, mas porque isso não queria entrar na minha cabeça? Não seria algo bom no final das contas? Claro que seria, mas será que deveria? Deveria ser algo para compartilharmos?

– Seria o certo? – acabei sussurrando de forma triste, ainda com lágrimas nos olhos – Esse segredo é pra ser compartilhado, mesmo que seja com a minha melhor amiga? – olhava meu reflexo distorcido nos azulejos, quando quase enfartei ao escutar “aquela” voz.

– E por que não seria? – dizer que meu coração falhou uma batida seria um completo eufemismo já que, na realidade, ele parou de bater literalmente. E sabem por quê? Porque aquele imbecil daquele fantasma apareceu justamente atrás de mim, levando-me a pular de susto.

– Porque não é da sua conta! – gritei com Sasuke enquanto tentava desesperadamente, mesmo que em vão, limpar as lágrimas de meu rosto. Poxa, parece que esse fantasma tem o dom de aparecer em momentos importunos.

– A ta! Desculpe-me então, senhorita educada! – o sarcasmo era evidente em sua voz – Eu venho aqui pra tentar te ajudar, pois estou vendo que você não esta bem, e você me trata desse jeito? – ele parecia bem magoado para alguém que na maioria das vezes era o “Rei do Sarcasmo” – Já reparou que é sempre assim? A sua ignorância consegue ofuscar a minha rara generosidade! – terminou sentando no vaso sanitário e soltando um longo suspiro logo após. Era tão inusitado e engraçado que eu tive que soltar um sorriso, mesmo que leve, o que não passou despercebido pelos olhos negros e aguçados daquele fantasma – E ainda por cima ri de mim! – continuou com uma fúria que eu nunca tinha visto desde que o conheci – Eu to de saco cheio, sabe? Saco cheio de suas amigas, dos seus chiliques, estou de saco cheio por você ser tão... Tão... Você! – ele estava tão furioso que as palavras não lhe vinham. E eu? Estava paralisada por conta do choque. Ele estava com raiva de mim, era isso o que eu estava ouvindo? Não poderia haver coisa mais absurda, afinal de contas EU é quem deveria estar com raiva dele! Porque, desde o seu aparecimento que a minha vida virou de cabeça pra baixo, desmoronou, virou, literalmente, um inferno... E era ele quem estava com raiva de mim? Era completamente irrelevante. E acho que a fúria dele acabou passando pra mim, e acho que foi por isso que eu me vi falando o que eu falei em seguida.

– Você é idiota ou só se faz? – perguntei me segurando para não explodir ali mesmo, mas estava difícil, muito difícil – Eu não pedi para você me procurar, muito menos pedi pra ter essa porcaria de “dom”! Sabe como é a minha vida, Sasuke? Sabe? É uma reviravolta eterna desde o momento que eu vi o meu primeiro fantasma, mas ainda assim, eu faço de tudo pra ter uma vida normal, pra ter amigos normais, e mesmo assim, eu acabo de descobrir que a minha melhor amiga também é uma mediadora e que eu nunca, jamais, vou ser uma mulher normal! Essa é a minha rotina! E você ainda reclama da sua vida? – terminei sem fôlego e tremendo pelo surto repentino, mas se você achou que parou por aí, está tão enganado quanto eu estava, porque Sasuke ainda nem tinha começado.

– Haha! Vida? Que vida, Sakura? – sua voz agora não estava mais tão raivosa, mas sim com uma melancolia de partir o coração – Eu não sei se você esqueceu ou se ainda não reparou, mas eu estou MORTO! – terminou dando ênfase a palavra “morto” – Conhece essa palavra, Sakura? A morte? Acho que de todos, você é quem mais deveria conhecer – e com essa frase perturbadora, ele se foi, e dessa vez, pelo primeiro momento do dia, eu me senti verdadeiramente SÓ!

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– Olha, eu sei que eu devo milhões de explicações à você e à Hinata, mas por favor, entenda que nesses dias eu estou passando por bons bocados e a minha briga com Ino serviu como a gota d’água, entende? Por favor, não fique brava comigo! Você é última pessoa que eu posso perder e eu, verdadeiramente, não quero isso – conclui com lágrimas nos olhos. Fazia uma semana desde a nossa briga, e até agora nenhuma das garotas falou comigo. Ino não estava indo para a faculdade desde então (o que está preocupando seriamente os professores), Temari não atendia nenhuma das minhas ligações e até mesmo Hinata, que eu via todos os dias no necrotério, quando percebia que eu estava a olhando, abaixava a cabeça e ia para o mais longe possível de mim. Eu estava tão sozinha que comecei a passar tempo demais com os mortos, mas literalmente os mortos, porque até o único fantasma que me aturava, por assim dizer, tinha brigado comigo. E sabe o que isso estava fazendo comigo? Deixando-me MALUCA! Minha sanidade mental estava seriamente comprometida, mas do que já era, e por isso, estava mais uma vez deixando um recado na caixa postal de Temari, que já devia estar superlotada só com ligações minhas – Espero que você me ligue assim que escutar esse recado. Mil perdões e... bom dia – desliguei o telefone logo em seguida.

Hoje eu tinha dia de folga, por ser feriado, e por conta da discussão com as garotas, estava sem nada pra fazer. Sério... NADA! E isso era muito, muito estranho, pois eu sempre tive uma vida agitada e nunca teve um único dia que eu não saísse pra algum lugar. Dava pra acreditar? Claro que não. Por isso, logo depois de deixar o telefone em seu devido lugar, peguei a primeira roupa que vi dentro de meu guarda-roupa, penteei meu cabelo (nem me preocupei com a maquiagem), calcei um sapato confortável, ou seja, nada de salto, e sai de casa, sem rumo certo, apenas sabendo que eu ia parar em algum lugar. Porém, antes mesmo de eu sequer trancar a porta, eis que vejo uma pessoa parada bem a minha frente, com as mãos nos bolsos e uma expressão indecifrável em seu rosto, e quando ela me viu, simplesmente virou a cara e começou a fitar o chão.

– Pensei que você não queria mais a minha ajuda, então... O que está fazendo aqui? – sei que pareci um pouco rude, mas poxa, ele havia ido embora com raiva de mim, dizendo que me odiava e que tinha raiva por eu ser eu. O que mais eu poderia fazer se não ser ignorante e chata?

Ele levantou o olhar para as paredes antes de responder

– Eu... Bem... – ele parecia desconfortável, até pigarrear ele pigarreou! – Eu queria saber como estava seu apartamento, você sabe... Se ele estava arrumado. Você sabe que não é das mais organizadas... – eu juro que com essa eu tive que me segurar. Tinha coisa mais absurda? Ele vindo até aqui pra ver se meu apartamento estava arrumado?

– Olha Sasuke... Se você vai ficar aqui, me olhando com essa cara de palhaço que fugiu do circo e não vai me contar a verdade, então pode ir embora, porque eu já to sem paciência pra seus joguinhos! – falei direta e friamente, exatamente como queria. Ele me olhou assustado, e vendo que eu estava falando sério, soltou um suspiro, falou um palavrão bem baixinho e disse:

– Desculpe.

Foi só isso: “Desculpe”. Dava pra acreditar? Ele tinha a cara de pau de vir aqui, inventar uma desculpa esfarrapada e depois só falar “desculpe”? Já era demais pra mim.

– Tudo bem, tudo bem ... Você é um idiota e eu não vou mais perder meu tempo com você. Passar bem, Sasuke – e justamente quando eu ia embora, ele segurou meu braço, e me puxou para olhar para seu rosto, porém, eu estava assustada demais pra sequer sair do lugar. Meus olhos se arregalaram, minha garganta ficou seca e rapidamente meu sangue esvaiu-se. Como isso aconteceu, como? – Como você me tocou? – era evidente que ele também estava tão confuso quanto eu, pois ele apenas me soltou de forma brusca e ficou olhando para suas mãos.

– Eu não sei... – disse por fim, de forma sincera. E olhando para ele dessa forma, sem máscaras, sem aquela expressão sempre fria ou sarcástica, a minha raiva passou quase que instantaneamente, e no lugar dela, veio um sentimento estranho, uma imensa vontade de tocá-lo de novo. Mas claro que isso era viagem da minha cabeça. Por isso, balancei a cabeça para afastar esses pensamentos desnecessários e lancei-lhe o meu melhor sorriso.

– Esqueça isso... – mas antes que eu tivesse a chance de esperar uma resposta, ele já havia desaparecido, e só quando olhei para trás que consegui entender o porquê.

– Como é que eu nunca percebi? – Ino estava parada próxima a porta do apartamento vizinho com sua postura hostil, pela primeira vez, abalada. Dava pra ver que ela estava tão desorientada como eu, já que até a maquiagem, que sempre fora impecável, estava borrada e mal feita. Esse era um lado da minha amiga que nunca tinha visto, e olha que eu pensei que a vez que ela foi dispensada pelo cara mais gato do colégio fosse o mais fundo do poço que ela conseguiria chegar.

– Percebeu o “quê”? – indaguei me fazendo de desentendida. Ela parecia um caco, e pela careta que ela fez, dava pra ver que achava o mesmo de mim.

– Que você era igual a mim – disse sem pestanejar. Como eu estava com saudade de olhar naqueles olhos azuis tão debochadores! Pois, por pior que fosse, essa era a minha melhor amiga, e isso não se podia negar. Olhei pra ela de forma doce, e respondi:

– Bem, acho que você nunca quis enxergar... Assim como eu – falei tentando botar todos os meus sentimentos no que dizia – Ficamos tanto tempo preocupadas com os nossos problemas, com esse “dom” que compartilhávamos sem saber, que acabamos esquecendo que podíamos confiar uma na outra – terminei com sinceridade. Ela parecia desconfortável, mas mesmo assim falou:

– Talvez se eu tivesse confiado mais em você não teria me metido em tantas encrencas como eu já me meti até hoje. Seria uma boa ajuda, e passaríamos bem mais tempo juntas, não? – ela arriscou um sorriso, mas dava pra ver que o embaraço ainda estava presente em seu comportamento.

– Sim. E eu digo o mesmo pra você, porquinha. – incrível como uma pequena palavra conseguiu tirar toda a tensão que estava presente no ar, pois logo depois desse “porquinha”, Ino esqueceu de seu orgulho e me abraçou.

E não foi um abraço qualquer, pois foi a primeira vez que fomos verdadeiramente sinceras uma com a outra, a primeira vez que não precisei esconder nada dela.

Notas finais
Daqui a alguns dias eu vou postar o próximo capítulo. Dessa vez é a Yamanaka, dessa vez, é o meeeu! êbaa! o/
Prometo que vai ser bem grandinho e que vai ter bastante humor, afinal, é só assim que eu consigo fazer GaaIno.
E como em tudo que é coisa tem propaganda, aqui estão os links de algumas das nossas outras fics:
Minha, GaaIno, lógicamente. Na reta final, já ;( -> http://fanfiction.com.br/historia/159365/Confusoes_e_Confissoes_por_Ino_Yamanaka
Da Akire, SasuSakuNaruSaso (é um mistério) -> http://fanfiction.com.br/historia/159619/I_Deserve/
Ja nee !- por -thais-estrela-