Notas iniciais
Yoo o/ Desculpa a demora absurda pra postarmos esse capítulo, mas esperamos que o tamanho (e os lemons) compensem a espera! Antes de começar o capítulo, o Aine quer fazer um agradecimento especial. Aine: Persephone, obrigado pela ideia maravilhosa de apelido que você me deu... farei bom uso dele nesse capítulo... ~le sorri malicioso. Minna, esperamos que gostem! Shipp novo na área, estreia do nosso outro OTP! o/ Beijos ~le Becky na area~ KYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!! EU TO SURTANDO AINDA!!!! MEU KAORU DIVO, VIDA LOKA, MEU AMOR PERFEITO E... ~le senpai tira a louca quer dizer a Becky daqui~ Boa leitura!!

Aine olhava por todos os cantos da festa, mas Ai não estava em lugar nenhum.

Aine: Aquele desgraçado, eu vou matá-lo.

Falou para si mesmo irritado. E o pior de tudo era que o tal do garoto propaganda havia sumido também, e esse, a propósito, era o comentário do coquetel.

Aine: "Espero que ninguém tenha visto esse idiota!"

Pensou irritado. O Kisaragi não tinha mais nada para fazer naquela festa, então decidiu ir embora. O bluenette se dirigiu a saída que levava a garagem e puxou o celular do bolso.

Aine: Quero um relatório completo da vida de Syo Kurusu. Me entregue amanhã ao meio dia.

Ordenou no telefone, desligando assim que ouviu a confirmação do seu subordinado. O yakuza foi em direção ao local onde havia deixado o seu carro e percebeu que havia sido trancado por outro veículo. E como se não bastasse, com dois imbecis quase transando no capô do carro. O Kisaragi tocou na pistola que mantinha escondida por de baixo do casaco tentado em atirar nos infelizes, até que acabou trocando um olhar com o garoto que era imprensado no veículo, que logo depois de sorrir malicioso o fitando, ignorou e voltou a beijar o outro garoto.

Aine: Isso só pode ser algum tipo de brincadeira de mau gosto.

Falou bufando, indo em direção aos dois pirralhos que só faltavam se comer no estacionamento.

Aine: Será que vou te encontrar em todos os lugares de agora em diante, pirralho?

Perguntou furioso, vendo o loiro fitá-lo com um sorriso cínico.

Kaoru: ahh isso tá ficando desagradável…

Comentou entediado enquanto olhava para Aine dos pés a cabeça, um olhar que irritou profundamente o outro yakuza.

Ritsu: vocês se conhecem?

Kaoru: graças a kami, não!

Levantou as mãos ao céu.

Aine: como se um inútil desse pudesse fazer parte do meu ciclo de conhecidos.

Falou maldosamente.

Kaoru: tenho pena desses azarados.

Revidou, se espreguiçando em cima do capô.

Kaoru: posso saber o que quer? Se não percebeu, estávamos bem ocupados.

Sorriu malicioso ao Ritsu.

Aine: se não estivesse com esse maldito carro na frente do meu e o impedindo de sair, eu não teria tido o desprazer de vir aqui e olhar pra sua cara de novo.

Kaoru continuou o fitando.

Kaoru: você é muito mal-humorado arara azul.

Disse de forma natural.

Kaoru: isso é de nascença ou falta de sexo, oji-san?

Aine: oji-san?!

Chegou perto do Kurusu e o puxou com força pelo palito.

Kaoru: você me chama de pirralho pela nossa diferença de idade, então estou em meu total direito de te chamar de vovô.

Respondeu de forma irônica fazendo Aine quase explodir de ódio.

Aine: seu moleque atrevido…! Você não faz ideia de com quem está falando!

Ritsu: o solte agora!! Podemos tirar o carro, mas não precisa…

Ele não terminou quando Aine puxou a pistola e mirou na direção dele.

Aine: cala essa boca antes que eu descarregue essas balas na sua cara.

Falou de forma intimidadora. Kaoru arregalou os olhos vendo a arma e voltou a fitar os olhos do bluenette.

Aine: se continuar me provocando…

Ele pressionou a ponta da arma no queixo do Kurusu.

Aine: eu mato você agora mesmo.

O loiro depois de uns segundos em choque, sorriu de canto.

Kaoru: Porque não atira então, smurf?

O Kurusu levou as mãos ao cano da arma e a direcionou para boca, e olhando de forma provocante para o maior. Ritsu olhou aquela cena e recuou assustado, não sabia dizer se o mais louco era o Kurusu ou o desconhecido que apontava a arma para ele.

Aine: Pensa que eu estou brincando, sininho?

Indagou com a voz perigosamente baixa e ameaçadora, dando um passo em direção ao loiro, deixando-o encurralado.

Aine: É só eu apertar o gatilho e você morre...

Falou destravando a arma. Aine viu nos olhos de Kaoru que ele não estava sentindo medo algum, ao contrario… parecia estar se divertindo com aquilo.

Aine: “qual o problema desse moleque?”

Pensou. Os dois se olhavam de forma bastante intensa, nenhum quebrava o contato visual com o outro.

Kaoru: nossa… que revelação. Eu juro que nem passava pela minha cabeça.

Disse cinicamente. Aine estreitou o cenho e não conseguia entender a si mesmo, outro ele já teria apertado o gatilho e matado sem remorso.

Kaoru: oji-sama… se não vai atirar, então é melhor recolher sua arma. Ou vou achar que está gostando de ter seu cano na minha boca.

Sussurrou malicioso só para Aine ouvir. O bluenette arregalou os olhos.

Aine: Você é completamente louco...

Disse realmente surpreso. Mas o que o deixava mais impressionado foi seu corpo ter reagido ao comentário malicioso do menor. Kaoru riu.

Kaoru: Sabia, você é do tipo que fala, mas na hora de agir...

Disse provocante. O Kisaragi imprensou o menor no carro e desceu o cano pelo pescoço lentamente.

Aine: Não brinca comigo, pirralho.

Falou em tom sexy e ameaçador. Ritsu aproveitou que Aine estava entretido com Kaoru e foi se afastando aos poucos, até estar numa distancia segura para correr e pedir ajuda a algum segurança do coquetel. Afinal, não era normal uma pessoa andar armada daquele jeito e pior ainda pôr a pistola na cabeça de alguém. Kaoru viu o que Ritsu fez e por algum motivo, seu subconsciente adorou.

Kaoru: não estou brincando. Só disse a verdade.

Deu de ombros.

Kaoru: andar com uma pistola e ameaçar alguém todo mundo pode fazer, quero ver puxar esse gatilho.

Ele pendeu o pescoço um pouco para o lado, permitindo o cano pressionar mais ainda sua pele.

Kaoru: seu gatilho não deve ser tão certeiro, vovozinho.

Aine pressionou os lábios irritado, sentindo seu coração acelerar. O bluenette colocou sua perna entre as do Kurusu e pressionou o membro dele, fazendo-o arfar e se apoiar no carro.

Aine: Pensa que é o único que sabe provocar, pirralho?

Falou rouco e guardando a pistola, apoiando em seguida os braços um em cada lado do Kurusu. Kaoru mordeu os lábios ao perceber o quão próximos estavam. Aine ainda sentia seu sangue ferver, mas outra parte do corpo também reagia aquela provocação. O yakuza sentiu a mão direita de Kaoru acariciar seu abdômen por debaixo da camisa e acabou se arrepiando com o toque.

Kaoru: Parece que eu sei mais do que você, smurf.

Falou em tom de provocação, mexendo na fivela do cinto em seguida. O Kisaragi fitou o olhar provocante do menor, descendo os olhos em seguida para os lábios dele, que mantinham um sorriso cínico vitorioso. Aine sentiu sua irritação aumentar com aquele sorriso, e só conseguia pensar em tirar o maldito sorriso do Kurusu quando uniu os lábios em um beijo selvagem. Os orbes do loiro alargaram, não esperava o beijo, porém não poderia dizer que não gostou da bela surpresa. O Kurusu sorriu e correspondeu de forma avida o beijo, levando às mãos a cabeleira do bluenette e agarrando-a com força. O Kisaragi mordeu o lábio inferior do menor com força, ferindo-o levemente. Kaoru gemeu entre a dor e o prazer.

Kaoru: “esse cara é excitante!”

Aine ia encerrar o beijo, mas Kaoru o puxou com força pelo blazer e tomou seus lábios mais uma vez. O Kisaragi arfou quando sentiu a mão atrevida do loiro arranhar seu abdômen por debaixo da blusa branca social e abriu as pernas para encaixar Aine no meio delas.

Aine: “não perca o controle Aine! Esse moleque é mais encrenca que muito mafioso que você já lidou na vida!”

Apesar de ter isso em mente, seu corpo não obedecia e as mãos agarraram o quadril do menor com força e o sustentou de leve e depois bateu sua costa com força contra o capô.

Kaoru: ah…

Ele ofegava, seus lábios estavam vermelhos.

Kaoru: pelo visto… a idade não afetou sua capacidade de beijar vovô.

Alfinetou maliciosamente. O Kisaragi segurou o queixo do menor com força, fazendo-o fitá-lo.

Aine: Você precisa aprender a ter noção do perigo... Vou te ensinar a não provocar quem não conhece.

Falou sério, mordendo os lábios do menor em seguida. Kaoru gemeu e sentiu seu corpo ser facilmente carregado pelo bluenette, que foi em direção ao próprio carro.

Kaoru: Oe, onde está me levando?!

Perguntou assustado.

Aine: Você não disse que eu falava demais e não agia? Vou te fazer engolir cada palavra, pirralho.

O menor arregalou os olhos e sentiu seu corpo ser jogado no banco do carona. Aine deu a volta no carro e sentou no banco do motorista.

Kaoru: Como vai sair daqui se o carro do Ritsu tá te trancando?

Indagou com a sobrancelha arqueada. Aine deu um meio sorriso.

Aine: Ninguém fica no meu caminho. Melhor por o cinto.

Falou ameaçador, arrancando com o carro e batendo no outro veículo e tirando-o do caminho, fazendo com que disparasse o alarme. Kaoru sentiu o queixo cair com a atitude do mais velho.

Kaoru: "Esse cara é mais louco que eu!"

Pensou um tanto empolgado. Aine ainda viu pelo retrovisor quando Ritsu voltou acompanhado por um segurança e olhava desesperado para o seu carro. Um sorriso divertido se formou nos lábios do Kisaragi.

Kaoru: você sabe que acabou com a frente do seu carro não é?

Falou irônico.

Aine: dinheiro não é problema pra mim.

Disse com superioridade.

Aine: além disso, vou cobrar a conta de você.

Kaoru: ehh??

O fitou indignado.

Kaoru: você dá à louca e quer que eu pague o custo??

Aine: não tem como, sininho?

O provocou.

Kaoru: dinheiro não é problema pra mim também, smurf!

Revidou.

Kaoru: alias, onde ta me levando??

Aine: a algum lugar em que você pague sua divida.

O fitou de esguelha e o menor viu a malicia e a perversidade no olhar do bluenette, seu corpo reagiu ficando excitado no mesmo instante. Kaoru sorriu malicioso e tirou o cinto de segurança.

Kaoru: bom, então é melhor ir pagando logo minha “dívida”.

Sentou de frente para o Kisaragi que o fitou curioso e só entendeu onde Kaoru queria chegar, quando o loiro levou as mãos ao zíper da calça e abriu, pondo a mão dentro da boxer e puxando o membro de Aine para fora.

Kaoru: se concentre no caminho, oji-san. Não é nada atraente morrer num acidente de carro… não tem beleza nessa morte.

O fitou travesso e abaixou a cabeça, dando uma lambida lenta na base até a glande do falo. Aine apertou o volante com força e arfou. O Kurusu sorriu cínico antes de abocanhar a glande e chupar com força. O bluenette não conseguiu segurar um gemido rouco, mas manteve sua atenção no trânsito. O loiro deixou o membro deslizar por sua boca até alcançar a garganta, fazendo o bluenette avançar o sinal vermelho e por pouco não bater em outro carro.

Kaoru: Eu disse pra não matar a gente em um acidente. Com todos esses anos na costa ainda não aprendeu a ter autocontrole? Parece até um adolescente.

Provocou, abocanhando o membro novamente, o que fez o maior gemer contra a vontade. O Kisaragi queria por aquele pirralho provocador no seu devido lugar, então acabou entrando no primeiro beco que viu, parando o carro bruscamente.

Kaoru: onde…?

Ele olhou em volta para ver o lugar em que Aine havia parado, os seus orbes alargaram ao ver que era um beco.

Kaoru: você não tá qu-…

Ele foi interrompido pelos lábios selvagens do bluenette que pegou sua mão e a colocou sobre o seu próprio membro, envolvendo-o e obrigando Kaoru a masturba-lo enquanto se beijavam.

Kaoru: “esse cara vai me deixar louco hoje!”

Pensou e gemeu longamente em meio ao beijo quando teve seu membro agarrado com firmeza sobre a calça pela mão do Kisaragi.

Aine: já ouviu aquela frase… “quando não tem educação em casa, aprende na rua”?

Kaoru mordeu os lábios excitado e apertou a base do bluenette.

Kaoru: sim. Mas faltei na aula pratica e a teoria não é meu forte.

Ele se inclinou sobre o outro e roçou seu nariz no pescoço deste, logo dando uma mordida forte.

Kaoru: por que não ensina a pratica agora, smurf?

Sua voz estava carregada de malicia. Aine sorriu de canto e puxou Kaoru pelo cabelo o fazendo gemer baixo.

Aine: não espere que eu seja delicado com um moleque atrevido…

Kaoru: quanto mais atrevido eu for, mais você será mau comigo?

Sorriu.

Kaoru: lembrarei disso para te provocar mais.

Aine olhou cheio de desejo para o menor. Como foi que chegaram aquela situação mesmo? Aine não sabia dizer o que o havia feito "sequestrar" o pirralho irritante ao invés de simplesmente matá-lo. Talvez fosse sua autoridade, que não aceitava ser desafiada. Ou quem sabe as provocações do loiro realmente tenham surtido efeito e ele realmente perderá todo o seu autocontrole?

Kaoru: Vai ficar só me olhando, ojii-san?

Perguntou mordendo os lábios.

Kaoru: Precisa de viagra?

Provocou sorrindo maldoso. O Kisaragi estreitou a sobrancelha. O pirralho estava brincando com fogo. Aine saiu de dentro do carro e deu a volta rapidamente arrancando o loiro também e fechando a porta com força. O yakuza avançou sobre o corpo do menor e o imprensou no carro de forma bruta.

Aine: Vou te ensinar a se comportar, sininho.

Falou ameaçador, passando a despir o menor. Kaoru sorriu travesso e deixou que o bluenette retirasse a sua roupa, deixando-o de boxer.

Aine: Vira.

Ordenou, vendo o loiro obedecê-lo rapidamente, apoiando as mãos no carro em seguida. O Kisaragi mordeu os lábios e desferiu um tapa forte na nádega direita do loiro, que arfou surpreso. Aine sorriu sádico e abaixou a boxer do loiro e voltando a dar um tapa no traseiro do menor.

Kaoru: ahh…

Gemeu, seu corpo estava começando a pegar fogo.

Kaoru: isso… me bate…

Pediu provocante e rebolava para deixar o maior mais louco. Aine agarrou o membro com força e masturbava o loiro rapidamente, Kaoru gemia entregue e pedia para o bluenette acelerar mais o ato.

Kaoru: quando resolverá me comer, oji-san?

Ele se virou para o mais alto sorrindo provocante.

Kaoru: acho que você está com medo de não dar conta.

Aine estreitou os olhos.

Aine: não dá conta de um pirralho recém-saído das fraudas?

Arqueou a sobrancelha irônico.

Kaoru: saiba que esse pirralho já deixou muito homem caído aos seus pés.

O yakuza riu.

Aine: não está achando que eu vou ser um desses pobres coitados não é?

Kaoru: vamos ver se não será.

Falou de forma desafiante e se ajoelhou em seguida, abocanhando o membro do maior que acabou gemendo surpreso.

Aine: “droga de moleque!!”

Aine mordeu o lábio inferior e observava o loiro chupar de forma intensa e languidamente seu falo. Kaoru brincava com sua língua ao redor de toda a glande e não parava de fitar os orbes de Aine de forma despudorada. O loiro abaixou até o fim a calça e a boxer do mais velho, subindo com as unhas até o quadril, arranhando sua pele com vontade. Aine estremeceu com aquilo.

Kaoru: goze no meu rosto, smurf.

Lambeu os lábios cinicamente e voltou a abocanhar o falo. Aine não segurou um gemido rouco, e acabou levando à mão a cabeleira loira para guiar as chupadas.

Aine: Isso sininho!

Gemeu excitado e surpreso consigo mesmo por ter gemido dessa forma. O bluenette olhou para baixo e viu o olhar safado do Kurusu capturando cada expressão sua, e acabou se sentindo exposto por um momento. Kaoru arranhou as coxas do maior sem parar o oral, o loiro queria deixá-lo sem o controle de nada. Aine gemeu ao sentir seu membro tocando a garganta do menor. Kaoru aproveitou o momento para masturbar o testículo do yakuza. O bluenette fixou os olhos nos orbes azuis do loiro e ficou olhando a forma como este o chupava, sentindo que estava chegando ao ápice. O Kurusu deu mais algumas chupadas e sentiu o liquido quente invadindo sua boca abundantemente, ouvindo um gemido alto por parte do Kisaragi. O mais novo tirou a boca ainda em tempo para que um pouco do sêmen respingasse em seu rosto, pegando seus lábios e parte de suas bochechas.

Kaoru: é… você gozou bastante…

Ele estava com o rosto e a boca com resquícios do esperma de Aine. Kaoru sorriu cinicamente, passando a língua pelos lábios e os dedos passavam pela face tocando o sêmen e esfregando entre dedos.

Kaoru: seu gosto é muito bom.

Ele chupou seus próprios dedos de forma provocante fitando o maior. Depois se colocou em pé e subiu no capô do carro.

Kaoru: e agora? Que lição me dará, arara azul?

Seu pé começou a subir pela coxa do bluenette.

Kaoru: vai me bater ou me comer logo?

Aine já sentia seu membro reagir novamente. Aquele pirralho loiro... Tinha algo nele que simplesmente o deixava louco. O Kisaragi por um momento esqueceu que deveria estar mandando. Aquele garoto parecia manipulá-lo de alguma forma. O yakuza se sentiu de mãos atadas.

Aine: O que você quer, sininho?

Indagou excitado sem pensar. O loiro sorriu travesso.

Kaoru: Me fode!

Ordenou, chamando-o com o dedo e abrindo as pernas. O bluenette sentiu seu coração acelerar com a cena e avançou no menor, dando um chupão no pescoço ao mesmo tempo em que o penetrava de uma vez. Kaoru jogou a cabeça para trás gemendo longamente e agarrou os braços fortes do yakuza. Foi uma deliciosa mistura de dor e prazer. Aine era intenso e o penetrava com força enquanto chupava com vontade o pescoço do menor.

Kaoru: ahh!! Isso…!

Os olhos dele reviravam.

Kaoru: me come bem rápido! Pode usar toda sua força, smurf!

Fechou os olhos em deleite e mordeu os lábios quando o Kisaragi apertou com força sua cintura e aumentou o ritmo do quadril. Seus corpos se chocavam com força, obrigando o menor subir e descer freneticamente no capô do carro. O Kurusu estava delirando de prazer, aquele cara era muito bom e poucos o deixavam daquele jeito insano. O loiro tirou o blazer do mais velho e deu um puxão forte, arrancando com violência os botões da blusa branca, a abrindo e fitou com desejo o tronco definido de Aine.

Kaoru: “essas tatuagens…”

Pensou, vendo boa parte do peito do bluenette marcado pela bela tatuagem e viu que a mesma pegava os braços também. Kaoru mordeu os lábios desconfiando o que o maior era.

Kaoru: “tá explicado o porquê é tão gostoso!”

O Kisaragi o fitou em expectativa, revelar as tatuagens que entregavam que ele era um yakuza não estava nos seus planos, torcia para o Kurusu não aliar uma coisa com a outra. O menor sorriu malicioso e levou a boca ao ouvido do outro.

Kaoru: você não tá me castigando o suficiente, oji-san… cadê toda sua força? Assim o pirralho aqui não aprenderá lição alguma.

Aine já havia perdido o controle do próprio corpo. O loiro queria castigo, então era isso que daria para ele. O bluenette saiu de dentro do menor e o virou bruscamente no capô do carro, vendo o loiro se apoiar nesse e empinar o traseiro na sua direção. Aine voltou a penetrá-lo com tudo, atingindo sua próstata e sentindo o outro quase perder as forças em seus braços. O yakuza puxou o cabelo do menor, fazendo com que a costa desde encostasse no seu peito.

Aine: Pirralho... Vou te deixar louco. Você não se esquecerá dessa noite nunca... Toda vez que estiver sendo comido, vai lembrar-se de mim. É essa sua lição, você não me esquecerá jamais.

Sussurrou de maneira sexy no ouvido do menor, empurrando-o para a frente novamente. O Kisaragi saiu completamente do corpo do loiro e agarrou o pênis dele, iniciando uma intensa masturbação. Kaoru deu um grito quando sentiu o bluenette penetrá-lo de uma vez novamente, começando a estocá-lo com força e na mesma velocidade da masturbação.

Kaoru: “kami-sama! Eu vou ficar louco!!”

Pensou enquanto gritava sem pudor algum. Kaoru estava ofegante, mal conseguia estabilizar sua respiração e a boca não fechava também. Tentava ter algum tipo de oxigênio enquanto gritava extasiado e rebolava o quadril.

Aine: se arrependeu sininho?

Perguntou cinicamente no ouvido do loiro.

Aine: se arrependeu de provocar quem não conhece?

Kaoru mordeu os lábios e depois riu.

Kaoru: ao contrario… se cada vez que eu provocar alguém… essa pessoa me comer em um beco tão gostoso desse jeito… passarei a provocar mais desconhecidos na rua.

Disse, fitando Aine parcialmente. O bluenette via o olhar devasso do mais novo, o sorriso descarado, a expressão de pura luxuria, o suor descendo pelos cabelos, passando pela testa e caindo pelo pescoço.

Aine: ou você é louco moleque… ou não deve ter amor a vida.

Kaoru contraiu sua entrada e empurrou a bunda contra o quadril do maior.

Kaoru: eu sei aproveitar minha vida. Assim quando morrer… não terei nenhum arrependimento.

Disse com falsa inocência.

Kaoru: agora continue me comendo… você é muito bom nisso.

Ele se deitou sobre o capô e rebolava o quadril, sentindo Aine acerta-lo mais fundo.

Kaoru: eu quero ter um orgasmo delicioso.

Aine mordeu os lábios com força e obedeceu as ordens do loiro, penetrando-o intensamente. Kaoru gemia despudoradamente e incentivava o yakuza com palavras.

Kaoru: Isso...! Mete bem gostoso...!

Gritava, enquanto rebolava e comprimia o membro do maior dentro de si. O bluenette gemeu rouco e aproximou seu tronco a costa do loiro.

Aine: Goza gritando meu nome, pirralho.

Falou sensualmente no ouvido do Kurusu.

Kaoru: Mas eu nem sei seu nome…

Disse com dificuldade em meio aos gemidos. O Kisaragi sorriu cínico.

Aine: Aine. Será esse nome que você vai gritar toda vez que for gozar de agora em diante.

Falou em tom autoritário, atacando o pescoço do menor e voltando a bombear com força o seu membro enquanto o penetrava. Kaoru jogou a cabeça para o lado, deixando o acesso para o seu pescoço livre para o yakuza, que passou a marca-lo com mordidas e chupões. O Kurusu sentia que estava próximo ao seu limite.

Kaoru: Ah Aine!

Gritou extasiado, atingindo o orgasmo no momento em que o maior acertou sua próstata e mordeu seu pescoço. Aine deu mais algumas estocadas e acompanhou o menor, gemendo rouco no ouvido dele. Os dois respiravam sem folego algum e Aine se retirou de dentro do loiro vendo seu esperma descer pelas coxas do mesmo. Kaoru sorriu satisfeito e se virou para o yakuza.

Kaoru: retiro o que eu disse, smurf. Você não precisa de viagra.

Riu da cara que o mais velho fez.

Aine: você não aprendeu nada não é pirralho?

Pegou o queixo do loiro com força.

Kaoru: aí que você se engana. Aprendi que é sempre bom provocar algum desconhecido, vai que ele puxa uma arma e me sequestra.

Sorriu irônico, tirando a mão de Aine do seu queixo. Kaoru vestiu sua boxer e a calça, vendo o bluenette fazer o mesmo. O loiro sorriu fitando as tatuagens que ainda estavam expostas.

Kaoru: o que um yakuza tem a ver com o coquetel do meu irmão?

Perguntou maldosamente vendo Aine arregalar os olhos minimamente e fita-lo.

Kaoru: a não ser que meu irmão tenha virado mafioso… não consigo ver nada do seu interesse num coquetel de lançamento.

O Kisaragi ficou em silencio.

Aine: então você sabe?

Kaoru sorriu se aproximando do mais velho.

Kaoru: tatuagens bem sexys… e não sou idiota pra saber que nenhuma pessoa normal, no Japão pelo menos, teria o corpo marcado dessa forma se não pertencesse a grande máfia japonesa. Acha que eu já não teria me tatuado?

Falou rindo e se afastando do mais alto. Aine estreitou as sobrancelhas e olhou sério para o loiro.

Aine: Acha que é alguma brincadeira fazer parte da yakuza, pirralho??

Falou irritado. O Kurusu o fitou com a sobrancelha arqueada.

Kaoru: Pensei que o sexo melhorasse o humor das pessoas, mas você continua rabugento mesmo depois de uma boa foda, estresse faz mal para uma pessoa da sua idade oji-san, você pode enfartar.

Provocou com um sorriso cínico. O Kisaragi sentiu o sangue ferver e se aproximou do menor, que o esperava com uma expressão de desafio.

Aine: Já falei pra não brincar comigo, sininho!

Disse irritado, vendo o menor rodar os olhos.

Kaoru: Você ainda não me disse o que foi fazer no coquetel...

Falou curioso. Aine respirou fundo e se apoiou no capô do carro.

Aine: Já que quer tanto saber, fui descobrir o que levou o desgraçado do meu subordinado a patrocinar um evento de moda...

O loiro arregalou os olhos à medida que o Kisaragi ia falando.

Aine: Acho que já deve ter percebido o que tá acontecendo. Seu irmão está sendo comido pelo meu kobun. Vocês têm algum tipo de fetiche por criminosos?

Indagou irônico.

Kaoru: o que?!

O fitou com uma expressão incrédula, logo sendo substituída por uma extremamente séria. Aine o fitou meio surpreso, era a minha primeira vez que via o Kurusu sem o maldito sorriso debochado dele.

Kaoru: não é possível que o Syo esteja indo pra cama com um yakuza! Como ele tem coragem?!

Ele andava de um lado para outro.

Kaoru: então aquele cara é o seu kobun e o mesmo que comeu o Syo há um mês??

Aine suspirou.

Aine: foi no dia que o infeliz entrou para a Yakuza. Ele comemorou em grande estilo com seu irmão.

Kaoru o fitava irritado.

Kaoru: eu vou estrangular o Syo quando o vir! Alias… ele sumiu do coquetel…

O loiro começava a ficar mais desesperado e fitou o Aine.

Aine: exatamente o que está pensando… eles devem ter fugido juntos para algum lugar. Eu vou matar o Ai amanhã.

Disse assustadoramente.

Kaoru: e eu o Syo!

O Kurusu bufou.

Kaoru: eu que sou o perdido e problemático dos Kurusu’s. Syo sempre andou na linha, tem namorado, carreira e ta se arriscando por causa de um yakuza?? O que ele tem na cabeça pra se deixar levar por um cara assim?!

O Kisaragi arqueou a sobrancelha.

Aine: Você acaba de dar para um yakuza e vem querer falar mal da gente agora?

Disse ameaçador, aproximando-se novamente do loiro.

Aine: Saiba pirralho que eu pouco me importo para quem seu irmão dá, mas esse caso entre ele e o Ai não pode seguir a diante. Ele é um cantor famoso e vive cercado de paparazzi, é questão de tempo alguém flagrá-lo com o Ai e descobrirem que ele é um yakuza, então...

Kaoru o fitava com um olhar sério.

Aine: Ou você dá um jeito nesse seu irmão e o afasta do meu kobun, ou acho melhor o Starish ir atrás de um novo membro.

O yakuza viu o loiro fita-lo com um olhar assassino.

Aine: Não adianta me olhar assim, pirralho. Eu não colocarei meu clã em risco, e mato quem for preciso para isso.

Falou encarando o menor com um olhar determinado.

Kaoru: pois agora eu vou te falar uma coisa, Aine.

Disse seu nome com desdém e o puxou com força pela gola do blazer, fazendo o Kisaragi abaixar e fita-lo.

Kaoru: se você tocar um fio sequer do meu irmão, eu vou matar você.

Sua voz estava irritada e ameaçadora.

Kaoru: estou me lixando para a Yakuza, pra você ou para seu kobun. Se por causa dele você matar meu irmão, se considere morto!! Você e aquele cara!!

Aine sorriu com escarnio.

Aine: um pirralho como você matar um dos chefes da Yakuza, sério?

Kaoru ficou surpreso por saber que ele era um dos chefes.

Kaoru: qual a graça nisso?? Bastar pegar uma arma e descarregar todas em sua cabeça. Ao contrario de você, eu não hesito quando quero algo.

O Kurusu empurrou o bluenette e abriu a porta do carro tirando de lá a pistola que Aine tinha.

Kaoru: qual o segredo nisso? Basta destravar aqui…

Ele sorriu para a cara surpresa do outro.

Kaoru: e apertar o gatilho.

Ele mirou para a lâmpada do poste e apertou. A bala foi certeira na lâmpada a quebrando e escurecendo aquela parte.

Kaoru: se atreva a tocar nele e você terá sérios problemas daqui para frente!

Aine arregalou os olhos.

Aine: “Ele é completamente doido.”

Pensou, sentindo seu coração acelerar.

Aine: Me devolve isso, pirralho!

Ordenou indo em direção ao loiro com a mão esticada. O Kurusu apontou a arma para o Kisaragi e o fitou determinado. O bluenette continuou andando em direção a ele sem hesitar, sentindo o cano da pistola encostar-se ao seu peito.

Aine: Atira, sininho.

Disse em desafio, vendo o loiro ofegar. O Kisaragi sorriu cínico e tirou a arma da mão do menor.

Aine: Parece que não sou o único que fala as coisas e hesita na hora de fazer...

Sussurrou provocante no ouvido do menor. Kaoru fechou os olhos com a respiração quente do mais alto batendo no seu pescoço.

Kaoru: se você tocar no meu irmão… eu não vou hesitar.

Falou com a voz baixa no ouvido de Aine também.

Aine: vai me matar então?

Kaoru: se você matar meu irmão, pode ter certeza que sim. É a lei do retorno não?

Sorriu irônico. Aine roçou os lábios no pescoço do loiro.

Aine: você ao menos já matou alguém antes, sininho?

Ele encarou os orbes do menor.

Kaoru: pra tudo existe uma primeira vez na vida. Uma coisa eu posso garantir, não sou homem de arrependimentos.

Kaoru fechou o sorriso.

Kaoru: Syo é uma das poucas pessoas na terra que eu realmente me importo. Não sei se você sabe o que é isso, Aine… mas se tiver alguém que goste além de si mesmo, vai saber do que eu to falando.

Nesse momento, Aine pensou em Ai e Reiji. Considerava ambos irmãos e mataria qualquer um sem hesitar por eles. O Kurusu percebeu a mudança de expressão do maior.

Kaoru: Você sabe bem do que estou falando.

Disse fitando o mais velho nos olhos. Aine os desviou por um momento. Aquele pirralho parecia ter uma habilidade irritante de lê-lo.

Aine: Acho que chegamos ao que chamam de impasse.

Suspirou, voltando a fitar o loiro.

Kaoru: E o que pretende fazer agora?

Indagou cruzando os braços.

Aine: Eles não podem continuar juntos, a yakuza não pode ser exposta de forma alguma.

Disse determinado. Kaoru suspirou e pegou sua blusa, passando a vesti-la.

Kaoru: tive uma ideia, não sei se o senhor vai aceitar.

Falou com ironia fechando botão por botão da blusa.

Kaoru: eu não quero meu irmão acabando com sua carreira e se expondo com um bandido…

Aine: yakuza.

Corrigiu.

Aine: faz parecer que somos ladrões vagabundos de rua.

Kaoru sorriu de canto.

Kaoru: com um yakuza. E você não quer expor sua máfia. Então vamos separa-los.

Aine o fitou curioso.

Kaoru: nenhum dos dois está apaixonado, é apenas sexo.

Falou entediado.

Kaoru: não vai ser difícil tirar um do caminho do outro. Você age de um lado com seu kobun e eu do outro com o Syo.

Aine: fala de uma parceria entre a gente pra acabar com esse caso?

Kaoru: tem uma ideia melhor?

Aine refletiu por um momento. Ai era esperto e não seria nada fácil fazê-lo desistir de algo que queria com simples ameaças, e não estava disposto a matar seu kobun, embora a ideia lhe parecesse tentadora às vezes. A ajuda de alguém que estava do outro lado do tabuleiro seria muito útil.

Aine: Que tipo de ideia está passado nessa sua cabeça maluca, pirralho?

Kaoru deu uma risada.

Aine: O que foi?

Indagou com a sobrancelha arqueada.

Kaoru: Não pensei que fosse concordar com isso...

Disse sincero.

Aine: Para falar a verdade, nem eu...

Aine: Para de enrolar e diz logo qual é a sua ideia.

Falou impaciente.

Kaoru: ok, ok estressadinho.

Kaoru subiu no capô do carro e o fitou.

Kaoru: Syo tem uma agenda bastante chata.

Aine: chata?

Kaoru: sim. Trabalhos, shows, entrevistas, propagandas… tudo muito complicado, mas ele gosta. Vai entender…

Deu de ombros.

Kaoru: fora que tem o Koji, meu cunhado que é o empresário da banda.

Aine: empresário??

Kaoru: sim.

Aine: seu irmão tem namorado e mesmo assim transou com o Ai?

Sorriu ironicamente.

Kaoru: meu irmão nunca foi infiel ao Koji. É esse seu kobun aí que está o levando para o mau caminho.

Aine: seu “irmãozinho” não parece ser nada inocente, pirralho.

Kaoru: claro que não é. Mas ele nunca traiu o Koji. Mas há um mês os dois brigaram e ele saiu pra beber que me falou, talvez tenha sido nesse dia que ele conheceu o Ai. Não morro de amores pelo meu cunhadinho, mas ainda prefiro um empresário a um mafioso para meu irmão.

Kaoru fitou o bluenette malicioso.

Kaoru: ainda mais esse mafioso tendo um superior tão irritante.

Provocou e riu internamente da cara do outro.

Kaoru: pensei no começo em vigiar todos os horários do Syo e você faz isso com seu subordinado. É evidente quem vai atrás de quem aqui. Mantenha seu kobun longe do Syo quando meu irmão tiver com sua agenda livre e quando o Koji voltar, eu sempre darei um jeito dele não sair do lado do Syo.

Aine: e o Ai terá uma dupla jornada de missões.

Sorriu de canto.

Aine: ele não arriscará o próprio pescoço e nem a Yakuza por um chibi metido a ídolo.

Kaoru cerrou os olhos.

Kaoru: e nem o meu irmão estragará a vida por um mafioso qualquer.

Os dois ficaram se encarando.

Kaoru: mas seria bom você dar um aviso ao seu subordinado. Eu farei isso com o Syo… do meu jeito. Coloque na linha o Ai também.

Falou autoritário com o bluenette.

Kaoru: quanto ao patrocínio… dê um jeito de participar disso junto com ele. Não adiantará de nada os afastarmos durante o dia se eles terão que se ver por causa da marca que o Syo é o modelo.

Aine massageou as têmporas.

Aine: Eu não acredito que vou ter que patrocinar, com meu dinheiro, esses malditos chapéus para ficar de olho no Ai. Aquele desgraçado me paga!

O Kurusu começou a rir.

Aine: O que foi agora, pirralho?!

Indagou irritado.

Kaoru: Você já pensou em tomar calmantes?

Provocou com um sorriso cínico.

Aine: Sininho...

Disse em tom de ameaça. O loiro rodou os olhos.

Kaoru: Já sei "Não brinque comigo, eu sou um yakuza perigoso e vou te matar".

Falou ironicamente, caindo na gargalhada com a expressão que o bluenette fez.

Aine: Eu vou ignorar a enorme vontade que to sentindo de descarregar essa pistola na sua cara.

Falou em tom ameaçador, recebendo com resposta um meio sorriso.

Aine: Deixe o Ai comigo.

Disse com um suspiro.

Kaoru: nee Aine… você sempre hesita pra matar alguém?

Sorriu em provocação.

Aine: o que??

Kaoru: só comigo você já hesitou umas 5 vezes ou mais.

Ele o fitou intensamente.

Kaoru: me pergunto se todo yakuza é travado assim pra matar.

O bluenette se irritou e puxou a pistola, mirando na direção de um carro e acertando o pneu em cheio. O veiculo foi contra o poste do outro lado, batendo em cheio acabando com a frente do carro. Um cara por volta dos seus 30 e poucos anos saiu de dentro e parecia estar meio porre, fitava o estrago que tinha sido feito e estava com sangue escorrendo pela testa. Aine mirou novamente e atirou três vezes contra o sujeito que caiu ao lado do veiculo. Kaoru fitava aquilo surpreso, seus olhos tinham um brilho de empolgação.

Aine: ainda acha que sou travado pra matar?

Perguntou ameaçador.

Kaoru: cara isso foi incrível!

Pulou de cima do capô.

Kaoru: nunca havia visto ninguém morrer assim na minha frente! O fim da vida de alguém é tão excitante…

Aine o fitou incrédulo.

Kaoru: faço medicina. Estou fadado a ver gente morrer na minha frente pelo resto da vida.

Sorriu irônico.

Aine: você tem algum distúrbio por acaso? É a primeira vez que vejo alguém “normal” dizer que gostar da morte.

Kaoru: primeiro… não sou nenhum “normal” e também não vejo o porquê tanto drama. Morte nada mais é do que o coração parar de bater e os olhos se fecharem.

Deu de ombros. Aine continuou o observando perplexo.

Kaoru: médicos precisam ter uma certa frieza pra lidar com isso. Emoções são desnecessárias e inúteis.

Aine: você não tem frieza… tem um iceberg no lugar que chamam de coração.

Falou irônico e Kaoru rodou os olhos.

Kaoru: agora… me leve pra casa do Ritsu. Eu combinei de ficar com ele hoje.

Aine: hã??

Kaoru sorriu.

Kaoru: você e eu acabamos de transar Aine. Seja gentil e me dê uma carona a casa do meu ficante e por falar nisso… meu nome é Kaoru. E apenas uma vez não é o bastante pra mim.

Piscou cínico ao outro. Aine levou o menor pelo braço e o jogou no banco do carona, vendo-o sorrir cínico. O bluenette deu a volta no carro e entrou no banco do motorista, batendo a porta com força.

Kaoru: O endereço do Ritsu é...

Começou a falar.

Aine: Cala essa maldita boca, pirralho!

Falou autoritário. O Kurusu sorriu travesso. Aine deu a largada no carro e saiu em alta velocidade pela rua, ouvindo sirenes antes de dobrar a esquina. Alguém provavelmente havia ligado informando que havia um cara morto no meio da rua. O yakuza apertou o volante com força. Era uma loucura o que faria naquele momento. O bluenette dobrou mais alguns quarteirões e estacionou na garagem de um edifício enorme com um apartamento por andar. O Kisaragi saiu do carro e viu o loiro fazer o mesmo, seguindo-o curioso.

Kaoru: Que lugar é esse?

Indagou assim que as portas do elevador se fecharam. O bluenette não disse nada até a porta abrir novamente.

Aine: Meu apartamento.

Sussurrou no ouvido do Kurusu. Aine empurrou Kaoru para fora do elevador e o imprensou na porta e o beijou. O Kurusu sorriu travesso e abraçou a nuca do maior o beijando com voracidade.

Kaoru: Aine…

Gemeu provocante com a boca colada a dele.

Kaoru: era pra me levar para o Ritsu e não pra sua cama.

Disse com falsa inocência sentindo o yakuza abrir a porta e logo eles entraram com Aine atacando seu pescoço com chupões intensos.

Aine: quer que eu te leve pra lá, sininho?

Sussurrou roucamente, descendo a mão para a bunda do loiro, apertando firme e ouvindo Kaoru gemer.

Kaoru: que tal esquecermos o Syo e o Ai por hoje? Começamos o plano a partir de amanha.

Sugeriu malicioso. O Kisaragi entrou em seu quarto e jogou o loiro na cama com força.

Aine: como você quiser, Kaoru.

Falou malicioso vendo o menor estremecer em excitação e logo dar um sorriso malicioso antes do yakuza deitar sobre si e beijá-lo. Aine sentiu as mãos do menor o despindo com urgência, ao mesmo tempo em que as suas iam direto para botão da calça do loiro, abrindo-a. Kaoru arfou quando teve sua calça retirada de uma vez junto com a boxer e o seu membro foi agarrado pela mão hábil do bluenette. O Kisaragi levou os lábios ao pescoço do Kurusu e passou a chupá-lo, ao mesmo tempo em que abria a camisa do menor a tirando, passando em seguida a atacar os mamilos com a boca. Kaoru gemia alto e se contorcia na cama.

Kaoru: Me chupa Aine! Quero meu pau na sua boca.

Ordenou. O yakuza fitou o menor excitado e foi descendo pelo abdômen do mesmo com beijos e mordidas. Aine bombeou o membro do Kurusu algumas vezes antes de enfiá-lo de uma vez na boca, arrancando um longo gemido de Kaoru.

Kaoru: Aine!!

Gemeu sem pudor o nome do yakuza. O bluenette o lançou um olhar selvagem e intenso enquanto a boca subia e descia sobre seu sexo, chupando com vontade, a língua pressionava a base e depois a glande de Kaoru.

Kaoru: A-Aine... Ahh!!

Arqueou o corpo.

Kaoru: me chupa mais forte!!

Agarrou a cabeleira do maior a puxando com força.

Kaoru: me faz gozar da forma como você ejaculou na minha boca e no meu rosto inteiro.

Ordenou autoritário vendo os olhos de Aine estreitarem o fitando. O bluenette sentiu seu baixo ventre reagir aquelas ordens.

Aine: "O que tá acontecendo comigo?"

Pensou surpreso ao se dar conta que as ordens do menor estavam deixando-o ainda mais duro. O Kisaragi fitou o loiro com os olhos cheios de desejo e passou a chupar os testículos dele, enquanto sua mão subia e descia pelo falo duro do Kurusu. Kaoru puxava os cabelos de Aine com força.

Kaoru: Isso Aine, me chupa bem gostoso!

Falava completamente fora de si. Aine parou de chupar os testículos e voltou a enfiar o membro do menor na boca, intensificando a sucção na glande e masturbando a base do membro. O Kurusu arqueou o corpo sentindo o orgasmo vindo e mais umas chupadas intensas, ele gozou atingindo certeiramente a garganta do outro.

Kaoru: você não é bom só comendo Aine... Tem um bom talento com a boca também.

Provocou malicioso, usando o pé direito para ficar roçando no peito do mais velho. O Kisaragi levou a boca ao dedo do menor e mordeu sensualmente, foi subindo com beijos e mordidas pelo pé, depois pela perna, coxa, abdômen, tórax, até seus lábios chegarem aos mamilos e mordiscarem cada um. Kaoru mordeu o lábio inferior sentindo seu mamilo ser sugado e a mão de Aine ir para o meio de suas pernas, levando o dedo a entrada do loiro e enfiando.

Kaoru: ahh!!

Aine sentiu resquícios do seu sêmen no anus do menor, e isso o deixou ainda mais excitado.

Aine: Eu vou gozar em você de novo, Kaoru.

Falou com a voz rouca de excitação. Kaoru estava com os olhos fechados em deleite, aproveitando a sensação de cada toque do bluenette.

Kaoru: Goza dentro...

Disse excitado. Aine mordeu os lábios. Aquele pirralho estava enlouquecendo-o.

Aine: Eu vou te foder agora, sininho. Forte e rápido.

Falou com a voz sensual.

Kaoru: De quatro, me fode de quatro. Agora!

Ordenou, fitando o Kisaragi ofegante. Aine sentiu seu corpo arrepiar com a ordem.

Aine: Sim.

Disse ofegante, virando o menor de costas. Kaoru o fitou por cima dos ombros e deu um meio sorriso.

Kaoru: Rápido e forte!

Falou autoritário. O bluenette se posicionou atrás do loiro e roçou seu pênis na entrada dele, recebendo como resposta uma rebolada. O loiro olhou para trás e viu o yakuza fitá-lo fascinado, o que o fez sorrir travesso. Aine levantou os olhos e se perdeu por um momento nos orbes azuis do Kurusu. O loiro deu outra rebolada com o traseiro que tirou o mais alto do transe, e fez com que o mesmo entrasse de uma vez dentro de si, fazendo Kaoru jogar a cabeça para trás e gritar de prazer. Aine metia sem parar observando o loiro gritar a cada estocada mais alto.

Kaoru: Isso! Não para!! Acelera Aine!!

Ele rebolou firmemente no falo que estava o invadindo com força. Kaoru mordeu os lábios, sua pele queimava como seu interior. Nunca imaginou no momento que esbarrou em Aine há um mês na delegacia, que ele estaria ali... No apartamento dele, sendo comido tão forte e de um jeito tão selvagem.

Kaoru: "delicioso...!"

Ele sorriu ofegante e os olhos reviraram quando Aine deu um tapa em sua nádega, logo a agarrando com vontade.

Kaoru: "esse cara... É muito gostoso!!"

O loiro se debruçou mais sobre a cama e empinou a bunda, comprimindo sua entrada e adorou ouvir o gemido rouco do bluenette.

Aine: Kaoru!

Gemeu excitado. O Kisaragi fitou o olhar lascivo do menor e sentiu seu corpo arrepiar.

Aine: "Esse pirralho... o que ele está fazendo comigo?"

Pensou ofegante. Aine aproximou seu peito da costa do menor e beijou a nuca dele, que fechou os olhos em deleite e rebolou o traseiro.

Kaoru: Aine!

Gemeu manhoso. O bluenette sentiu o coração acelerar e estocou mais forte no menor, vendo o corpo dele ir para frente. Kaoru olhou para trás e deu um sorriso safado.

Kaoru: Assim que eu gosto.

Elogiou, impulsionando seu corpo para trás e sentindo o membro de Aine atingir sua próstata em cheio. O bluenette agarrou a cintura do menor e aumentou a velocidade da penetração.

Aine: Goza gritando meu nome, Kaoru!

Disse com a voz cheia de luxúria. O loiro sorriu em êxtase.

Kaoru: quer que eu grite seu nome, smurf?

Mordeu o lábio e rebolou intensamente agarrando o próprio membro e se masturbando.

Kaoru: então goza gritando o meu também, Aine.

O Kisaragi arfou quando seu membro foi deliciosamente apertado dentro do interior do loiro. Kaoru empurrava sua bunda contra o quadril, enquanto Aine impulsionava o corpo do outro mais forte para frente. Os dois estavam delirando e sentindo o orgasmo cada vez mais próximo.

Kaoru: quero você gritando meu nome, smurf.

Ele mordeu os lábios e gemeu longamente quando apertou a sua própria glande firme.

Kaoru: do mesmo jeito que você disse que eu não ia conseguir esquecer esse dia… você também não me esquecerá quando tiver comendo outro.

Falou maliciosamente. Aine olhou para o menor ofegante. Aquele pirralho loiro tinha algo que ele não sabia descrever. Podia ser a forma como o desafiava ou o jeito louco com que levava a vida, mas no instante em que o menor disse que Aine não o esqueceria, o bluenette sentiu-se arrepiado. O Kisaragi fechou os olhos e se enterrou mais fundo no interior do loiro, que gemeu alto ao sentir sua próstata ser atingida.

Kaoru: Eu to quase Aine, continua metendo gostoso!

Ordenou rebolando no membro do maior, enquanto masturbava a si mesmo. O yakuza levou seu corpo para frente, quase colando-o com o do menor. Aine gemeu rouco no ouvido do Kurusu, que fechou os olhos em deleite.

Aine: Kaoru!

Gritou em êxtase ao atingir a próstata do menor, gozando em seguida dentro do mesmo. Kaoru sentiu o liquido quente invadindo-o e rebolou o traseiro enquanto acelerava a masturbação, gozando instantes depois e sujando o lençol da cama.

Kaoru: Aine!!

Exclamou ofegante, desabando na cama com o bluenette em cima de si. Aine se deitou ao lado, respirando com dificuldade. O loiro o fitou por uns segundos.

Aine: o que tanto olha?

Perguntou sem mira-lo. Kaoru sorriu de canto.

Kaoru: nada demais.

Ele se sentou e gemeu com um incomodo no quadril. Aine riu.

Aine: isso que dar ser insaciável…

Provocou o loiro.

Kaoru: meu apetite sexual vai muito além do que possa imaginar, smurf.

Piscou. Kaoru se colocou por cima do bluenette.

Kaoru: um tigre…

Passou os dedos pelo desenho no peito do maior. Aine o observava fitar admirado a tatuagem.

Kaoru: tem na costa também não é?

Ele abaixou os lábios para o pescoço de Aine

Kaoru: todos os yakuzas tem muitas tatuagens assim?

Aine fechou os olhos sentindo seu pescoço ser mordido pelo outro.

Aine: sim. Mas a quantidade depende do tempo… e da capacidade de sua força em aguentar dor.

Kaoru sorriu.

Kaoru: então a arara azul gosta de dor em?

Ele o fitou cinicamente.

Kaoru: eu gosto mais de causar. Me excito vê-la nos olhos de outros.

Eles ficaram se encarando.

Kaoru: agora por que tigre?

Aine apertou as coxas do Kurusu e depois ficou as alisando lentamente.

Aine: existem muitos significados que englobam o tigre. O mais comum é a força e o poder.

Kaoru o fitava atentamente.

Aine: na natureza, o tigre é o predador que está no topo da cadeia alimentar e não há outro animal que faça o tigre se sentir acuado ou com medo. Suas características o tornam o caçador supremo da selva.

O olhou intensamente.

Aine: a vida e a morte.

Kaoru sorriu.

Kaoru: uma tattoo de tigre exprime uma mistura de ideias que se contrapõem: de um lado, a brutalidade, bestialidade, fúria e velocidade, e do outro a beleza, sensualidade e… a paixão.

Murmurava com os lábios colados ao do outro.

Kaoru: já ouvir falar algumas coisas a respeito disso.

Aine: está bem antenado.

Kaoru riu.

Aine olhou para o sorriso do menor e sentiu um frio na barriga.

Aine: "O que diabos tá acontecendo comigo?"

Pensou preocupado. Kaoru deu um selinho nos lábios do maior e se deitou no peito dele.

Kaoru: Oyasumi, smurf.

Disse se aninhando para dormir. O Kisaragi arregalou os olhos quando percebeu que inconscientemente fazia carinho no braço do loiro. Aquele era o momento em que deveria mandá-lo embora ou quem sabe matá-lo... Mas não conseguia fazer nenhum dos dois. O yakuza olhou para baixo e percebeu que o menor já estava com os olhos fechados e parecia ter pegado no sono.

Aine: Oyasumi, sininho.

Falou baixinho, cerrando os olhos em seguida. O Kurusu deu um sorriso e se aconchegou mais ao corpo do maior, entregando-se ao sono.

Notas finais
Gostaram????? ~le esperamos que sim! Obrigada por lerem! Beijos guris e gurias o/ bye!!